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              8524 Descrição arquivística resultados para Livro

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              1890-1914 no tempo das certezas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / C837 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Esses homens incríveis e suas máquinas maravilhosas - eis o lema desta passagem de século, quando se acreditou piamente na capacidade de controlar mares, céu, terra e os próprios homens. Talvez os maiores ícones dessa época em que o otimismo social tornava-se uma espécie de utopia alentada e o futuro prometia um destino civilizado sejam a ciência e suas invenções diletas, que revolucionavam o transporte, a higiene, a agricultura e o próprio dia-a-dia. É dessa maneira que o Brasil entra no novo século: confiante nas verdades absolutas, nas certezas fáceis e nos prognósticos que anunciavam o controle e a evolução de toda a humanidade rumo a um só destino. Mas esses "tempos modernos" traziam seus limites: veneno e antídoto, a ciência representava, ao mesmo tempo, a utopia e seu calvário

              COSTA, Angela Marques da
              a
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-/ 1 · Item
              Parte de Bibliográfico
              A Amazônia de Ermanno Stradelli
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / F679a / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              O livro trata de um aventureiro e desbravador da Amazônia: o italiano Ermanno Stradelli

              FONTANA, Riccardo
              A Amazonia e a integridade do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / R375 / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              O autor, conhecido especialista de questões amazônicas, aborda nesse livro a expansão interna de ocupação do espaço físico da região Amazônica e a sua integração ao patrimônio territorial e cultural do Brasil. "Unidade - segundo o autor - que se consubstancia na pluralidade dos aspectos físicos, na diversificação quase imensurável da produção, mas se concretiza nos anseios espirituais, nos vínculos de sangue, nos sentimentos". Para concluir que "somos uma Pátria indivisível

              REIS, Arthur Cezar Ferreira
              A Amazônia: mitos e lendas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-343(811) / K97 / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Mitos e lenda da Amazônia como a criação do dia e da noite, a lenda do Eldorado, a história do homem-árvore e as façanhas dos grandes herois indígenas

              Küss, Danièle
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / M539 v.3 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A documentação reunida por Marcos Carneiro de Mendonça refere-se ao extremo-norte do Brasil (Grão-Pará, Maranhão, Mato Grosso, Piauí e São José do Rio Negro) que compunha então o Estado do Grão-Pará e Maranhão, e compreende a correspondência ativa do Capitão-General Francisco Xavier de Mendonça Furtado com o irmão, o Marquês de Pombal, com o Secretário de Estado para os negócios de ultramar de Portugal e com algumas pessoas da intimidade daquele governante, a propósito dos problemas que teve de enfrentar como administrador daquela extensa área do Brasil Colônia e chefe da comissão portuguesa de limites com os territórios espanhóis. Por esta correspondência o leitor tomará conhecimentos dos primeiros e principais problemas que surgiram na Amazônia para a administração pombalina; de como nasceram as grandes Companhias Gerais de Comércio, então criadas pelo Gabinete Pombal; e verificará o que ali foi feito pelo mesmo Gabinete e pelos seus representantes autorizados, agindo naquela região; visando todos a realização do sonho de D. José e de Pombal, de fundação do grande Império Português na América

              MENDONÇA, Marcos Carneiro de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / M539 v.2 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A documentação reunida por Marcos Carneiro de Mendonça refere-se ao extremo-norte do Brasil (Grão-Pará, Maranhão, Mato Grosso, Piauí e São José do Rio Negro) que compunha então o Estado do Grão-Pará e Maranhão, e compreende a correspondência ativa do Capitão-General Francisco Xavier de Mendonça Furtado com o irmão, o Marquês de Pombal, com o Secretário de Estado para os negócios de ultramar de Portugal e com algumas pessoas da intimidade daquele governante, a propósito dos problemas que teve de enfrentar como administrador daquela extensa área do Brasil Colônia e chefe da comissão portuguesa de limites com os territórios espanhóis. Por esta correspondência o leitor tomará conhecimentos dos primeiros e principais problemas que surgiram na Amazônia para a administração pombalina; de como nasceram as grandes Companhias Gerais de Comércio, então criadas pelo Gabinete Pombal; e verificará o que ali foi feito pelo mesmo Gabinete e pelos seus representantes autorizados, agindo naquela região; visando todos a realização do sonho de D. José e de Pombal, de fundação do grande Império Português na América

              MENDONÇA, Marcos Carneiro de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / M539 v.1 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A documentação reunida por Marcos Carneiro de Mendonça refere-se ao extremo-norte do Brasil (Grão-Pará, Maranhão, Mato Grosso, Piauí e São José do Rio Negro) que compunha então o Estado do Grão-Pará e Maranhão, e compreende a correspondência ativa do Capitão-General Francisco Xavier de Mendonça Furtado com o irmão, o Marquês de Pombal, com o Secretário de Estado para os negócios de ultramar de Portugal e com algumas pessoas da intimidade daquele governante, a propósito dos problemas que teve de enfrentar como administrador daquela extensa área do Brasil Colônia e chefe da comissão portuguesa de limites com os territórios espanhóis. Por esta correspondência o leitor tomará conhecimentos dos primeiros e principais problemas que surgiram na Amazônia para a administração pombalina; de como nasceram as grandes Companhias Gerais de Comércio, então criadas pelo Gabinete Pombal; e verificará o que ali foi feito pelo mesmo Gabinete e pelos seus representantes autorizados, agindo naquela região; visando todos a realização do sonho de D. José e de Pombal, de fundação do grande Império Português na América

              MENDONÇA, Marcos Carneiro de
              A América Latina existe
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / R369a / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              As diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio

              RIBEIRO, Darcy, 1922-1997
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.25(81) / M357 / 2019 · Item · 2019
              Parte de Bibliográfico

              A obra apresenta a mais ampla visão panorâmica sobre as práticas, as instituições, os marcos teórico-metodológicos, políticos e legais, e os espaços de geração de conhecimento arquivístico ao longo do século XX

              Marques, Angelica Alves da Cunha
              A Arte e o artista na sociedade Karajá
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Karajá / C837a / 1978 · Item · 1978
              Parte de Bibliográfico

              Habitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros

              COSTA, Maria Heloisa Fenelon
              A arte rupestre no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-902(81) / G232a / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Esse volume apresenta um panorama da arte rupestre brasileira no espaço e no tempo, destacando o forte apelo estético dos grafismos feitos pelos caçadores pré-históricos que ocuparam o Brasil. Revela ainda como os especialistas no tema constróem interpretações desses registros

              GASPAR, Madu
              A aventura antropológica: teoria e pesquisa.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-308 / A969 / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              “A nossa ‘Aventura antropológica’ pode lembrar a visão romântica que cerca os antropólogos, quase sempre confundidos com excêntricos aventureiros que se lançam em estranhas viagens por regiões desconhecidas os espaços urbanos inabituais. Mas, mesmo rejeitando estas pinceladas românticas, não seria enganoso dizer que a pesquisa é sempre uma aventura nova sobre a qual precisamos refletir. É o que tentamos fazer neste livrio” – Ruth Cardoso

              DURHAM, Eunice Ribeiro
              A barriga morreu: o genocídio dos Yanomami.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Yanomami / E75b / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico

              Este livro convoca o leitor à reflexão: qual o papel que nos compete enquanto cidadãos em face da condição Yanomani? "Escrevo este livro para explicar ao Yanomani - convictos de que a existência do homem branco é fruto de um castigo divino provocado por terem infringido um preceito - que nem todos somos seus inimigos e que há brancos que os querem vivos, para que o povo de Omã continue sendo, com se autodenomina, um povo de ´homens de verdade´". (O autor)

              EUSEBI, Luigi
              A Batalha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82 / V517b / 2022 · Item · 2022
              Parte de Bibliográfico
              VERISSIMO, Fernanda
              A Belle Époque Amazônica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(811.3) / D22b / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Ao discorrer sobre o período áureo da riqueza da borracha (1880-1910) e a decorrente euforia social e cultural que tomou conta dos estados do Pará e do Amazonas, a autora mostra como as elites amazônicas se inseriram na dinâmica do mercado mundial e como viveram uma belle époque em pleno coração da selva

              DAOU, Ana Maria
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)GUARANI / S192c / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              Alguma vez você já ouvir falar que os nossos índios faziam poesia? Pois entre outras tantas revelações surpreendentes sobre a vida, a cultura, os costumes e o sofrimento dos nossos índios, você vai descobrir, nesse livro, que eles também eram poetas, com sensibilidade para cantar o amor, a esperança e a dor, como neste poema sobre a morte de uma criancinha.; A pequena rede de Akéle está vazia. A mãe como cestinho trançado saio para o monte. Akéle está com frio mas não treme. Tem medo mas não chora. Está só mas não foge. Atrás de grande Pedra Negra desponta a lua e vê Akéle. Somente o tigre o esquenta com seu hálito. A mãe volta à cabana em silêncio. Olha a lua alta sobre o monte. A pequena rede está vazia; só um raio de lua a faz balançar.; Nossos índios sempre tiveram muitas coisas para nos ensina

              SAMPAIO, Mário Arnaud
              A carta de Pero Vaz de Caminha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-806.90(81)-6 / C183c / 1965 · Item · 1965
              Parte de Bibliográfico

              A carta que Pero Vaz de Caminha escreveu para D. Manuel, o rei de Portugal na época do descobrimento do Brasil, relata com detalhes a chegada dos portugueses no Brasil, como foramos primeiros contatos destes com os indígenas e, a partir desta carta, podemos perceber as intenções portuguesas quanto à nova terra e, o que seria dela depois de então. A partida frota portuguesa de Belém-Portugal ocorreu no dia 9 de março, a chegada às canérias no dia 14 do mesmo mês, e no dia 22 chegaram à ilha de São Nicolau. Nodia 21 de abril, toparam com sinais de terra, o que eles chamam de botelho, espéciede ervas compridas. No dia seguinte, houveram vista de terra, que foi chamada de Terra De Vera Cruz, a qual tinho um monte alto, que recebeu o nome de o Monte Pascoal. Avistaram os primeiros habitantes da terra, os quais eram, de acordo com a decrição de Caminha, pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e narizes, nus, traziam arcos e setas, o beiço de baixo furado com um osso metido nele, cabelos corredios e corpos pintados. Com eles tentaram estabelecer um primeiro contato, o que foi uma surpresa, pois um deles começou a paontar para o colar de ouro do capitão da frota e, em seguida, para a terra, como se quisesse dizer que naquela terra havia ouro. A mesma coisa ocorreu com o castçal de prata e o papagaio. Ao verem coisas que não conheciam, faziam sinais, dando-se a entender que queriam propor uma troca. Conclui-se então, que desta forma começou a troca de ouro, prata e madeira, por quinquilharis vindas da Europa. Os portugueses traziam os indígenas para as embarcações, a fim de estabelecer um melhor contato com os indígenas. No início, eles mostraram-se muito esquivos, mas com o passar dos dias, passaram a conviver mais com os portugueses e, até mesmo, à ajudá-los no que precisavam e levá-los às suas aldeias. Os portuguese realizaram uma missa, construíram uma enorme cruz. Tudo para mostrar aos nativos a acatamento que tinham pela cruz, ou melhor, pela religião. Desde já, possuíam a vontade de convertê-los à igeja, tendo em vista, sua inocência, já que faziam tudo o que os portugueses faziam ou mandavam. A intenção de dominé-los é facilmente observada na seguinte passagem: "Contudo, o melhor fruto que dela se pode tirar parce-me que será salvar esta gente

              PRADO, João Fernando de Almeida
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81) / M385c / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Neste livro, Roberto DaMatta convida que o leitor faça com ele uma ponte entre a casa e a rua. Em vez de usar as costumeiras portas e trancas, DaMatta deseja abrir as portas da antropologia social, arejando essa casa fechada a sete chaves para o mundo da rua, zona onde, no caso brasileiro, a vida se desenvolve com emoção e dinamismo. Estudando nosso espaço social, o modo como concebemos a morte os mortos, nossas dificuldades para viver democraticamente e realizando um estudo modelar a partir do texto célebre de Jorge Amado (Dona Flor e seus dois Maridos), Roberto DaMatta nos oferece um exemplo palpitante de interpretação intelectual inteligente, clara e aberta aos temas que realmente preocupam nossa vida cotidiana

              MATTA, Roberto da
              A casa xinguana
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-72:39(81=1-82) / C335 / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico
              CASAS DO BRASIL
              A cena do Dia do Índio na TV
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-AV-572:77(81) / B817c / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              A comemoração do Dia do Índio no Museu do Índio é celebrada na mídia e faz circular discursos que fazem parte de um contexto histórico maior. Atinge os telespectadores ao retornar discursos fundadores de sua identidade por meio de sentidos fortemente presentes no imaginário nacional

              BRANDÃO, Cristina de Jesus Botelho
              A cena do Dia do Índio na TV
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:77(81) / B817c / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              A comemoração do Dia do Índio no Museu do Índio é celebrada na mídia e faz circular discursos que fazem parte de um contexto histórico maior. Atinge os telespectadores ao retornar discursos fundadores de sua identidade por meio de sentidos fortemente presentes no imaginário nacional

              BRANDÃO, Cristina de Jesus Botelho
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-738 / C411 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              A Cerâmica constitui o melhor tratado sobre o tema. Este curso completo apresenta-se na forma de um manual prático e de consulta frequente extremamente útil e de grande interesse, tanto para quem se sente atraído pelo tema e pretende aprender, como para o iniciado que já frequentou cursos ou, ainda, para o profissional. Os primeiros encontrarão, tratados de um modo exaustivo, todos os aspectos em jogo na arte e no ofício da cerâmica; os segundos terão aqui reunida, de forma ordenada, concisa e com uma linguagem acessível, toda a bagagem de conhecimentos indispensáveis ao profissional

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-77.04 / F517c / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Bela e criteriosa seleção de imagens das expedições científicas do Instituto Oswaldo Cruz ao interior do Brasil nos anos de 1911-1913. Ao percorrer extensas áreas da Amazônia e da região Nordeste, os expedicionários não só realizaram o levantamento das condições médico-sanitárias de tais populações, como também possibilitaram um minucioso registro de aspectos geográficos, econômicos e socioculturais dos lugares visitados. Proporciona uma reflexão em torno da linguagem fotográfica que, conjugada à pesquisa sobre a evolução das políticas públicas, revela aspectos originais da memória da saúde e das ciências biomédicas no Brasil

              FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ
              A ciência da informação
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-025.17 / L433 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              As demandas, cada vez maiores, por informações, sejam escritas, orais, audiovisuais ou em multimídia, manifestam-se tanto nos setores científicos e produtivos quanto junto ao grande público. Surgem as redes globais de telemática, cujo exemplo de maior repercussão é a internet, que abre perspectivas ainda imprevisíveis para a mais ampla disseminação de informações. As mudanças que se verificaram nesse campo, tanto de ordem tecnológica quanto social e econômica, propiciaram o surgimento da ciência da informação, que estuda a construção, comunicação e uso da informação. Este livro mostra em que consiste a ciência da informação e sua importância no mundo atual

              LE COADIC, Yves-François