Gravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
AYTAI, DesidérioÁudio
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Gravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
AYTAI, DesidérioAprendizagem da língua japonesa gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de cantorias e do cotidiano dos índios Nambikwára do Norte em 1966
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de cantorias e do cotidiano dos índios Nambikwára do Norte em 1966
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
AYTAI, DesidérioGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai das aldeias dos índios Paresis e Nambikwára, entre os anos de 1966 e 1967. É também tocada no piano a música "Uma noite na Transilvânia" pela musicista Elisabeth Aytai
AYTAI, DesidérioGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai das aldeias dos índios Paresis e Nambikwára, entre os anos de 1966 e 1967. É também tocada no piano a música "Uma noite na Transilvânia" pela musicista Elisabeth Aytai
AYTAI, DesidérioCantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioCantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai na Missão Salesiana de São Marcos de Mato Grosso em 1961, com os índios Xavántes. Esta presente na gravação o cacique Xavánte chamado Apoena. Há também o canto de índios Tiriyó gravado pela irmã Luzia na Missão dos Tiriyós em 1969. Passagem das Gravações didáticas nº14, 1969. Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências, Letras. Cadeira de Antropologia
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai na Missão Salesiana de São Marcos de Mato Grosso em 1961, com os índios Xavántes. Esta presente na gravação o cacique Xavánte chamado Apoena. Há também o canto de índios Tiriyó gravado pela irmã Luzia na Missão dos Tiriyós em 1969. Passagem das Gravações didáticas nº14, 1969. Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências, Letras. Cadeira de Antropologia
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;
AYTAI, DesidérioGravação sobre a cultura japonesa
AYTAI, DesidérioGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai sobre a cultura dos índios Karajá e Nambikwára
AYTAI, DesidérioGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai sobre a cultura dos índios Karajá e Nambikwára
AYTAI, DesidérioExplicação em alemão e música indígena gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioExplicação em alemão e música indígena gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioExplicação em alemão gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioExplicação em alemão gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioGravação do dia 22 de abril de 1979 de história dos índios Karajá realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioGravação realizada no dia 20 de abril de 1979 numa aldeia Karajá, realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioGravação realizada no dia 20 de abril de 1979 numa aldeia Karajá, realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioGravação realizada no dia 20 de abril de 1979 numa aldeia Karajá, realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioGravação realizada no dia 20 de abril de 1979 numa aldeia Karajá, realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioHistória contada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai do contato com os índios Nambikwára do Sararé; faixa 8: música clássica
AYTAI, DesidérioHistória contada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai do contato com os índios Nambikwára do Sararé; faixa 8: música clássica
AYTAI, DesidérioHistória contada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai do contato com os índios Nambikwára do Sararé; faixa 8: música clássica
AYTAI, DesidérioHistória contada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai do contato com os índios Nambikwára do Sararé; faixa 8: música clássica
AYTAI, DesidérioHistória contada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai do contato com os índios Nambikwára do Sararé; faixa 8: música clássica
AYTAI, DesidérioHistória contada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai do contato com os índios Nambikwára do Sararé; faixa 8: música clássica
AYTAI, DesidérioHistória contada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai do contato com os índios Nambikwára do Sararé; faixa 8: música clássica
AYTAI, DesidérioHistória contada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai do contato com os índios Nambikwára do Sararé; faixa 8: música clássica
AYTAI, DesidérioHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
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AYTAI, DesidérioHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
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AYTAI, DesidérioHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioProblemas indígenas e antropológicos gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (1 seg. - 58 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.1 - 1965. Esta gravação será usada para fins didáticos num grupo restrito de alunos. Seu uso para outros fins ou para grupos para além da Universidade Católica de Campinas é proibido. Genética dos índios norte-americanos e problema do homem americano. Trabalho apresentado pelo senhor William [?], da Universidade de Boston, Escola de Medicina, no segundo encontro intelectual de São Paulo em 1961 [...]; (3 min. 45 seg. - 4 min.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.2 - 1965.; (14 min. 46 seg. - 15 min. 12 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.3 - 1965. Fatores universais de cultura, George [?]. Tradutora: Selma [?] Ramos. Professora: Neuza de Barros Ramalho.; (21 min. 33 seg. - 29 min. 01 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.4 - 1965. Cem por cento americano. Autor [?]. Tradutora: Marina Freitas Vale Germano. Locutora: Maria Lúcia de Oliveira, terceiro ano de Ciências Sociais.; (29 min. 13 seg. - 35 min. 10 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. 1965. Gravações didáticas n.5. Página 434 da Enciclopédia Bororo do padre Cesar Albisetti e padre Angelo Jayme Venturelli.; (35 min. 13 seg. - 43 min. 03 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.6. 1965. Faixa 2: (03 seg. - 2 min. 41 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.7. 1965. O que os achados nas cavernas de Pequim nos contam. Autor: [?]. Tradutora: Maura [?]. Locutora: [?} Matos.; (2 min. 49 seg. - 6 min. 15 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.8. 1965. Imagem do homem. Autor: [?]. Tradutora: Maria Lúcia de Oliveira. Locutora: [?]; (6 min. 21 seg. - 17 min. 38 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.9. Terapeutica e conhecimentos medicinais dos Tupi-Guarani. Autor: Cristovão [?]. Locutora: [?].; (17 min. 47 seg. - 28 min. 25 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.10. 1965. [?] entre os índios norte-americanos. Autor: [?]. Locutora: [?].; (28 min. 32 seg. - 34 min. 13 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Gravações didáticas n.11. 1965. Por que os psicólogos devem estudar antropologia? Seleções do trabalho de Estevão Pinto. Introdução a História da Antropologia. Locutora: [?]. (34 min. 19 seg. - 46 min. 10 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. 1966. Gravações didáticas n.12. Locutores: Márcia [?] e Antônio Soares de Abreu. Raças e diferenças raciais. Declaração de um grupo de antropólogos e genéticos em junho de 1951 reunidos sob os auspícios da UNESCO
AYTAI, DesidérioProblemas indígenas e antropológicos gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (1 seg. - 58 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.1 - 1965. Esta gravação será usada para fins didáticos num grupo restrito de alunos. Seu uso para outros fins ou para grupos para além da Universidade Católica de Campinas é proibido. Genética dos índios norte-americanos e problema do homem americano. Trabalho apresentado pelo senhor William [?], da Universidade de Boston, Escola de Medicina, no segundo encontro intelectual de São Paulo em 1961 [...]; (3 min. 45 seg. - 4 min.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.2 - 1965.; (14 min. 46 seg. - 15 min. 12 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.3 - 1965. Fatores universais de cultura, George [?]. Tradutora: Selma [?] Ramos. Professora: Neuza de Barros Ramalho.; (21 min. 33 seg. - 29 min. 01 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.4 - 1965. Cem por cento americano. Autor [?]. Tradutora: Marina Freitas Vale Germano. Locutora: Maria Lúcia de Oliveira, terceiro ano de Ciências Sociais.; (29 min. 13 seg. - 35 min. 10 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. 1965. Gravações didáticas n.5. Página 434 da Enciclopédia Bororo do padre Cesar Albisetti e padre Angelo Jayme Venturelli.; (35 min. 13 seg. - 43 min. 03 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.6. 1965. Faixa 2: (03 seg. - 2 min. 41 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.7. 1965. O que os achados nas cavernas de Pequim nos contam. Autor: [?]. Tradutora: Maura [?]. Locutora: [?} Matos.; (2 min. 49 seg. - 6 min. 15 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.8. 1965. Imagem do homem. Autor: [?]. Tradutora: Maria Lúcia de Oliveira. Locutora: [?]; (6 min. 21 seg. - 17 min. 38 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.9. Terapeutica e conhecimentos medicinais dos Tupi-Guarani. Autor: Cristovão [?]. Locutora: [?].; (17 min. 47 seg. - 28 min. 25 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.10. 1965. [?] entre os índios norte-americanos. Autor: [?]. Locutora: [?].; (28 min. 32 seg. - 34 min. 13 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Gravações didáticas n.11. 1965. Por que os psicólogos devem estudar antropologia? Seleções do trabalho de Estevão Pinto. Introdução a História da Antropologia. Locutora: [?]. (34 min. 19 seg. - 46 min. 10 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. 1966. Gravações didáticas n.12. Locutores: Márcia [?] e Antônio Soares de Abreu. Raças e diferenças raciais. Declaração de um grupo de antropólogos e genéticos em junho de 1951 reunidos sob os auspícios da UNESCO
AYTAI, DesidérioGravação realizada pelo etnomusicólgo Desidério Aytai na Missão Salesiana do Sangradouro em julho de 1969 com os índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada pelo etnomusicólgo Desidério Aytai na Missão Salesiana do Sangradouro em julho de 1969 com os índios Xavánte
AYTAI, DesidérioMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
AYTAI, DesidérioMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
AYTAI, DesidérioMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
AYTAI, DesidérioMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
AYTAI, DesidérioMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
AYTAI, DesidérioO etnomusicólogo Desidério Aytai realizando lições de inglês e música indígena
AYTAI, DesidérioO etnomusicólogo Desidério Aytai realizando lições de inglês e música indígena
AYTAI, Desidério