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              5029 Descrição arquivística resultados para Rio de Janeiro

              5029 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              A América Latina existe
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / R369a / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              As diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio

              RIBEIRO, Darcy, 1922-1997
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.25(81) / M357 / 2019 · Item · 2019
              Parte de Bibliográfico

              A obra apresenta a mais ampla visão panorâmica sobre as práticas, as instituições, os marcos teórico-metodológicos, políticos e legais, e os espaços de geração de conhecimento arquivístico ao longo do século XX

              Marques, Angelica Alves da Cunha
              A Arte e o artista na sociedade Karajá
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / C837A / 1968 · Item · 1968
              Parte de Bibliográfico

              Compreende o processo de mudança que tem sofrido a arte Karajá, provocado através do contato com a sociedade nacional imposto à sociedade indígena

              COSTA, Maria Heloisa Fenelon
              A arte rupestre no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-902(81) / G232a / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Esse volume apresenta um panorama da arte rupestre brasileira no espaço e no tempo, destacando o forte apelo estético dos grafismos feitos pelos caçadores pré-históricos que ocuparam o Brasil. Revela ainda como os especialistas no tema constróem interpretações desses registros

              GASPAR, Madu
              A aventura antropológica: teoria e pesquisa.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-308 / A969 / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              “A nossa ‘Aventura antropológica’ pode lembrar a visão romântica que cerca os antropólogos, quase sempre confundidos com excêntricos aventureiros que se lançam em estranhas viagens por regiões desconhecidas os espaços urbanos inabituais. Mas, mesmo rejeitando estas pinceladas românticas, não seria enganoso dizer que a pesquisa é sempre uma aventura nova sobre a qual precisamos refletir. É o que tentamos fazer neste livrio” – Ruth Cardoso

              DURHAM, Eunice Ribeiro
              A Belle Époque Amazônica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(811.3) / D22b / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Ao discorrer sobre o período áureo da riqueza da borracha (1880-1910) e a decorrente euforia social e cultural que tomou conta dos estados do Pará e do Amazonas, a autora mostra como as elites amazônicas se inseriram na dinâmica do mercado mundial e como viveram uma belle époque em pleno coração da selva

              DAOU, Ana Maria
              A Biblioteca Marechal Rondon e seus acervos digitais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3239 / 2018 · Item · 2018
              Parte de Bibliográfico

              O presente trabalho abordará alguns aspectos do repositório que detém uma das maiores coleções bibliográficas sobre os povos indígenas brasileiros: a Biblioteca Marechal Rondon, localizada no Museu do Índio/FUNAI. Nos últimos tempos, a instituição tem realizados esforços para uma maior disponibilização dos seus acervos em meio virtual. Um dos projetos realizados recentemente foi a criação da Biblioteca Virtual Marechal Rondon

              Mello, Rodrigo Piquet Saboia de
              A Biblioteca Marechal Rondon e seus acervos digitais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3236 / 2018 · Item · 2018
              Parte de Bibliográfico

              Resumo do artigo "A Biblioteca Marechal Rondon e seus acervos digitais" publicada no I Congresso Internacional em Humanidades Digitais

              Mello, Rodrigo Piquet Saboia de
              A carta de Pero Vaz de Caminha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-806.90(81)-6 / C183c / 1965 · Item · 1965
              Parte de Bibliográfico

              A carta que Pero Vaz de Caminha escreveu para D. Manuel, o rei de Portugal na época do descobrimento do Brasil, relata com detalhes a chegada dos portugueses no Brasil, como foramos primeiros contatos destes com os indígenas e, a partir desta carta, podemos perceber as intenções portuguesas quanto à nova terra e, o que seria dela depois de então. A partida frota portuguesa de Belém-Portugal ocorreu no dia 9 de março, a chegada às canérias no dia 14 do mesmo mês, e no dia 22 chegaram à ilha de São Nicolau. Nodia 21 de abril, toparam com sinais de terra, o que eles chamam de botelho, espéciede ervas compridas. No dia seguinte, houveram vista de terra, que foi chamada de Terra De Vera Cruz, a qual tinho um monte alto, que recebeu o nome de o Monte Pascoal. Avistaram os primeiros habitantes da terra, os quais eram, de acordo com a decrição de Caminha, pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e narizes, nus, traziam arcos e setas, o beiço de baixo furado com um osso metido nele, cabelos corredios e corpos pintados. Com eles tentaram estabelecer um primeiro contato, o que foi uma surpresa, pois um deles começou a paontar para o colar de ouro do capitão da frota e, em seguida, para a terra, como se quisesse dizer que naquela terra havia ouro. A mesma coisa ocorreu com o castçal de prata e o papagaio. Ao verem coisas que não conheciam, faziam sinais, dando-se a entender que queriam propor uma troca. Conclui-se então, que desta forma começou a troca de ouro, prata e madeira, por quinquilharis vindas da Europa. Os portugueses traziam os indígenas para as embarcações, a fim de estabelecer um melhor contato com os indígenas. No início, eles mostraram-se muito esquivos, mas com o passar dos dias, passaram a conviver mais com os portugueses e, até mesmo, à ajudá-los no que precisavam e levá-los às suas aldeias. Os portuguese realizaram uma missa, construíram uma enorme cruz. Tudo para mostrar aos nativos a acatamento que tinham pela cruz, ou melhor, pela religião. Desde já, possuíam a vontade de convertê-los à igeja, tendo em vista, sua inocência, já que faziam tudo o que os portugueses faziam ou mandavam. A intenção de dominé-los é facilmente observada na seguinte passagem: "Contudo, o melhor fruto que dela se pode tirar parce-me que será salvar esta gente

              PRADO, João Fernando de Almeida
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81) / M385c / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Neste livro, Roberto DaMatta convida que o leitor faça com ele uma ponte entre a casa e a rua. Em vez de usar as costumeiras portas e trancas, DaMatta deseja abrir as portas da antropologia social, arejando essa casa fechada a sete chaves para o mundo da rua, zona onde, no caso brasileiro, a vida se desenvolve com emoção e dinamismo. Estudando nosso espaço social, o modo como concebemos a morte os mortos, nossas dificuldades para viver democraticamente e realizando um estudo modelar a partir do texto célebre de Jorge Amado (Dona Flor e seus dois Maridos), Roberto DaMatta nos oferece um exemplo palpitante de interpretação intelectual inteligente, clara e aberta aos temas que realmente preocupam nossa vida cotidiana

              MATTA, Roberto da
              A cena do Dia do Índio na TV
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:77(81) / B817c / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              A comemoração do Dia do Índio no Museu do Índio é celebrada na mídia e faz circular discursos que fazem parte de um contexto histórico maior. Atinge os telespectadores ao retornar discursos fundadores de sua identidade por meio de sentidos fortemente presentes no imaginário nacional

              BRANDÃO, Cristina de Jesus Botelho
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-77.04 / F517c / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Bela e criteriosa seleção de imagens das expedições científicas do Instituto Oswaldo Cruz ao interior do Brasil nos anos de 1911-1913. Ao percorrer extensas áreas da Amazônia e da região Nordeste, os expedicionários não só realizaram o levantamento das condições médico-sanitárias de tais populações, como também possibilitaram um minucioso registro de aspectos geográficos, econômicos e socioculturais dos lugares visitados. Proporciona uma reflexão em torno da linguagem fotográfica que, conjugada à pesquisa sobre a evolução das políticas públicas, revela aspectos originais da memória da saúde e das ciências biomédicas no Brasil

              FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ
              A civilização asteca
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-939.9 / S725c / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Estes livros formam o que se poderia chamar de um tríptico das grandes civilizações ameríndias que tiveram seu declínio e extinção decretados pela chegada dos conquistadores espanhóis ao Novo Mundo

              SOUSTELLE, Jacques
              A civilização inca
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-939.9 / F277c / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Este livro remonta o surgimento, a evolução e a decadência do império inca, bem como as pré-condições para seu aparecimento. Henri Favre mostra que a Civilização Inca, cujo apogeu se consubstancia na Cuzci imperial do século XV, foi marcada por um minucioso sistema de produção, a existência de classes, a ditadura exercida por uma delas, condicionada pelo desenvolvimento de forças produtivas e uma realidade concreta

              FAVRE, Henri
              A civilização maia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-939.9 / G325c / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Os maias possuíam um difícil e complicado sistema de escrita glífica, na qual se identificaram recentemente 862 caracteres distintos. Empregavam o zero em seu engenhoso sistema trinumeral e vigesimal, com o qual podiam escrever quantidades até o infinito. Tiveram quatro calendários: um ritual (Tzolkín) de 260 dias, um civil (Haab) de 360 dias ? formando os dois a famosa Roda Calendárica ?, e outros dois para uso exclusivamente científico. Seus conhecimentos astronômicos eram extraordinários: não só encontraram a rotação do planeta Vênus em sua órbita com um erro de apenas 14 segundos, mas também a sua rotação sinódica, e representaram em seus códices tabelas de eclipses e os signos zodiacais. Sua arquitetura, pela beleza e suntuosidade, não teve rival entre as civilizações pré-hispânicas, como é atestado pelos inúmeros templos em metrópoles como Teothihucán e Monte Alban, Palenque, Copán e Yaxchillán, na área central, Uxmal e Chichén Itza, no Yucatán, Tikal, a cidade dos Deuses, onde se encontra a maior pirâmide de toda a América

              GENDROP, Paul
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(811.5) / V691c / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              . Do ponto de vista sócio-cultural, os povos da região apresentam caracterísicas comuns. Cada um, entretanto, mantém uma identidade própria, historicamente construída, controla um dos grandes rios e suas adjacências, e apresenta uma confiiguração política religiosa específica

              VIDAL, Lux
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(811.5) / V691c / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              . Do ponto de vista sócio-cultural, os povos da região apresentam caracterísicas comuns. Cada um, entretanto, mantém uma identidade própria, historicamente construída, controla um dos grandes rios e suas adjacências, e apresenta uma confiiguração política religiosa específica

              VIDAL, Lux
              A coluna Prestes
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1"1924/1927" / P936 / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              Neste livro, Anita Leocádia articula uma análise, ao mesmo tempo, histórica, sociológica e militar da Coluna Prestes. Expondo as causas da crise da Repúbica Velha a da ascensão do tenentismo, a historiadora refaz o quadro social da época e o lugar ocupado pelo exército na sociedade brasileira. Esta análise histórico-sociológica inicial dá lugar, em seguida, a uma descrição minuciosa das sublevações militares no Rio Grande do Sul e em São Paulo. O relato não se contenta em descrever a movimentação da Coluna pelo interior brasileiro. Anita Prestes vai além e analisa as estratégias militares de guerrilha adotadas por Prestes e que representaram uma verdadeira revolução na prática militar nacional

              PRESTES, Anita Leocadia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Cristóvão Colombo / S163c / 1992 · Item · 1992
              Parte de Bibliográfico

              O tema é o mesmo. Os enfoques é que são diferentes. Na estréia das comemorações dos 500 anos do descobrimento da América, a Zahar lançou três biografias do polêmico navegador genovês que queria chegar as Índias e acabou descobrindo a América. Na primeira, Marianne Mahn-Lot revela um Colombo religioso, medieval e ao mesmo tempo moderno, com espírito de aventura, que registrava minuciosamente tudo o que via. Já na segunda, Hans Koning mostra que ele não era o herói corajoso e visionário, que aprendemos a admirar na escola. Ao contrário, para o autor, Colombo tinha incorporado a ganância e a crueldade do inicio do imperialismo europeu. Também nessa linha, de desfazer o mito do herói, Kirkpatrick Sale traça um perfil um pouco diferente do de Koning, retratando um homem sem raízes e solitário, produto de uma Europa doentia e de uma história de pilhagens, que jamais compreendeu o mundo que descobria

              SALE, Kirkpatrick
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81).026 / T362c 2vol / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Este segundo volume apresenta a primeira tradução para o português da Cosmographie Universelle, de André Thevet, com ilustrações originais e um mapa. André Thevet acompanhou Villegagnon ao Rio de Janeiro no projeto da França Antártica e retratou, como poucos, os habitantes, costumes, fauna e flora do Brasil de então. Trata-se da primeira tradução em português da obra, cuja primeira edição data de 1575

              THEVET, André 1502-1590
              A cozinha de Terezinha
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130828_01 · Item · 2013
              Parte de Arquivístico

              Maria, bolsista indígena, filma a cozinha de Terezinha, em Buaçu. Ao fundo, um fogão de barro, tijolos e tábuas. O chão é de paxiuba, como é comum nas casas kulina. A cozinha tem paredes de paxiuba também. Há alguns armários de ripas de madeira e um girau alto para guardar alimentos, utensílios e outras coisas. A um canto vemos alguns cestos tsahe com bananas. Pendurados também ficam alguns pequenos tsahe que guardam coisas e alimentos da casa. E há ainda um tsahe pequeno qu serve de casa para um casal de cocotas que Terezinha cria.

              Coletivo Kulina
              A descoberta do homem e do mundo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-946.9 / D448h / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Ensaios resultantes de um primeiro ciclo de conferências promovidas pela Funarte. Estudo das condições econômicas e políticas da Europa e de Portugal na época dos descobrimentos. Este livro resultou do primeiro seminário que a Divisão de Estudos e Pesquisas da Funarte (Ministério da Cultura) organizou sobre os quinhentos anos do descobrimento do Brasil. São 23 ensaios escritos por pesquisadores brasileiros, portugueses e franceses -- entre eles, Gerd Bornheim, Luiz Felipe de Alencastro, Marilena Chaui, Vitorino Magalhães Godinho, António Borges Coelho, Jean-François Courtine e Jean Delumeau. Na base da coletânea está a idéia de que datas emblemáticas como "Brasil 1500" costumam ofuscar todo o resto, mas podem ser também a ponta do iceberg de um processo de reflexão. Assim, o tema genérico desdobra-se em eixos específicos -- por exemplo, que e como pensava a Europa na época do descobrimento, como era a organização política de Portugal, a arte e a técnica das navegações, a chegada ao Brasil, as narrativas dos primeiros viajantes e os primeiros conflitos

              NOVAES, Adauto