Aldeia Bukuak

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) de fonte(s)

      Nota(s) de exibição

        Termos hierárquicos

        Aldeia Bukuak

          Termos equivalentes

          Aldeia Bukuak

            Termos associados

            Aldeia Bukuak

              570 Descrição arquivística resultados para Aldeia Bukuak

              570 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_02A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Dois tenke, aljavas, que possuem grande valor material e simbólico para os caçadores. Cada homem possui uma ligação especial com o seu tenke, que serve para levar os dardos da zarabatana durante a caça com essa arma. Esse artefato é guardado pendurado nos pilares das malocas das aldeias, junto às panelinhas onde fica armazenado o veneno curare. As suas opo, duas bolsas tecidas, servem para guardar a paina de samaúma utilizada nos dardos, de acordo com o método de caça matis.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_06A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Imagem da Aldeia Bukuak, feita pela antropóloga Carolina Lopez. Roupas secam no varal das casas, as nawan shobo, habitações do estilo palafita, cuja construção fora aprendida com os ribeirinhos na época do contato. As casas são envoltas por um sem-número de bananeiras.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_06B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Imagem da Aldeia Bukuak, feita pela antropóloga Carolina Lopez. Crianças e jovens jogam bola no fim de tarde na aldeia. O futebol é o esporte mais apreciado entre os Matis.

              Carolina Lopez
              Imagem dos jovens jogando bola na aldeia.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Imagem dos jovens jogando bola na aldeia. No final da tarde, diariamente, é comum ver algum grupo jogando futebol na aldeia.

              Batsi Matis
              Mastigando mandioca e mexendo a caiçuma.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_02C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Dentro da maloca, mulheres mastigam a mandioca que cozinhou ao fogo para fazerem a caiçuma. Depois de mastigada, a bebida é deixada em panelas para fermentar. Uma delas mexe a bebida em uma das panelas com o tsinte, colher de madeira para mexer caiçuma. Conversam entre si e com os homens que descansam na maloca.

              Damë Bëtxum Matis
              Mastigando mandioca para fazer caiçuma.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Dentro da maloca, mulheres mastigam a mandioca que cozinhou ao fogo para fazerem a caiçuma. Depois de mastigada, a bebida é deixada em panelas para fermentar. A feitura da caiçuma é um trabalho eminentemente feminino e coletivo.

              Damë Bëtxum Matis
              Mastigando mandioca para fazer caiçuma.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_02D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Dentro da maloca, mulheres mastigam a mandioca que cozinhou ao fogo para fazerem a caiçuma. Depois de mastigada, a bebida é deixada em panelas para fermentar.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_01D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Menino matis fantasiado de mariwin pelos seus amigos, após brincadeira na maloca. As crianças imitam a aparição desses seres, personificados pelos homens em um ritual específico. Nesse, os mariwin dão um golpe de vareta nas nádegas de cada criança já em idade de andar. Eles também dão golpes de varetas nas mulheres e jovens que assim o queiram, estimulando a fertilidade das primeiras e expulsando a preguiça.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_01B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Menino matis fantasiado de mariwin pelos seus amigos, após brincadeira na maloca. As crianças imitam a aparição desses seres, personificados pelos homens em um ritual específico. Nesse, os mariwin dão um golpe de vareta nas nádegas de cada criança já em idade de andar. Eles também dão golpes de varetas nas mulheres e jovens que assim o queiram, estimulando a fertilidade das primeiras e expulsando a preguiça.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_01A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Menino matis fantasiado de mariwin pelos seus amigos, após brincadeira na maloca. As crianças imitam a aparição desses seres, personificados pelos homens em um ritual específico. Nesse, os mariwin dão um golpe de vareta nas nádegas de cada criança já em idade de andar. Eles também dão golpes de varetas nas mulheres e jovens que assim o queiram, estimulando a fertilidade das primeiras e expulsando a preguiça.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_01C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Menino matis fantasiado de mariwin pelos seus amigos, após brincadeira na maloca. As crianças imitam a aparição desses seres, personificados pelos homens em um ritual específico. Nesse, os mariwin dão um golpe de vareta nas nádegas de cada criança já em idade de andar. Eles também dão golpes de varetas nas mulheres e jovens que assim o queiram, estimulando a fertilidade das primeiras e expulsando a preguiça.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_03D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_03C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_03E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã inicia o trabalho de feitura do artefato, esculpindo a madeira com um facão. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_03B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_03B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_03D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã inicia o trabalho de feitura do artefato, esculpindo a madeira com um facão. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_03A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_03C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_03E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_03F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã inicia o trabalho de feitura do artefato, esculpindo a madeira com um facão. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_03A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02ZA · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Bësson aguarda as cinzas secarem ao fogo, enquanto Tumã trata a argila para poder iniciar a moldagem. Ao lado, uma matxó, senhora mais velha, e crianças acompanham a atividade, que é feminina e coletiva.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Tumã inicia o trabalho de feitura de sua peça, modelando uma esfera na qual esculpe um buraco no meio. No barro antes disforme, as formas vão surgindo.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã amacia e tempera com pó de cinzas e água um pedaço de sua argila, que usará para confeccionar peças para o Museu do Índio/RJ.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03T · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã modela uma máscara de mariwin.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03W · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Processo de se adicionar mais uma camada de argila à estrutura da peça, feito pelas mãos de Tumã. A artesã modela um cilindro com movimentos feitos pelas palmas das mãos e o adiciona ao corpo do pote. Une a parte com o todo usando a ponta dos dedos, umedecendo de vez em quando a massa, para que essa não se quebre ou rache.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03ZD · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Após colocar mais uma camada de argila em sua peça, Tumã faz a união da parte com o todo, umedecendo e alisando a massa com a concha tsanut e também com a ponta do dedo.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres buscam, andando por uma trilha que se inicia na aldeia, o melhor igarapé para realizar a extração de argila de qualidade. Em destaque, Shawa, a mais nova participante dessa oficina.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Shawa, a participante mais jovem, junta-se a Tumã, a mais velha, para aprender mais sobre esse prática.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Tumã, considerada pelas suas companheiras uma mestra artesã na arte da cerâmica matis.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Bësson (saia azul florida), ao lado de Tëkpa, essa que é uma das participantes mais novas e por isso, se compromete a mergulhar até o fundo da água, para coletar argila da melhor qualidade possível.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Tëkpa, uma das participantes mais novas da oficina, compromete-se a mergulhar até o fundo da água, para coletar argila da melhor qualidade possível.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01Q · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. De trás para frente: Tumã, Tëkpa, Bësson, Enawat e seus filhos, e Tumã (saia rosa).

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã esquenta cinzas que molharam com a chuva da noite anterior, de forma a secá-las para poder temperar sua argila. Ao lado, Tëkpa e um de seus filhos.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã passa as cinzas pelo sekte, peneira, para assim transformá-las em um pó fino que irá utilizar para temperar a argila. As impurezas vão sendo colocadas em folhas que serão depois descartadas.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã e Tumã em um momento de descontração, já que as mulheres aproveitam essa atividade coletiva para colocar a conversa em dia e falar sobre suas vidas.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Enquanto as mulheres temperam e modelam suas peças, as cinzas mëi que molharam por causa da chuva da noite anterior são aos poucos secadas ao calor da fogueira.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã põe sua peça, ainda em confecção, para descansar. Essa é uma cuia para se tomar caiçuma, bebida que pode ser feita de mandioca, pupunha, entre outros vegetais. As peças já concluídas secam por cerca de um dia e meio, antes de serem levadas ao fogo para queimar.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03O · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã corrige as paredes de sua peça, já em fase de conclusão. É possível observar o grande comprimento de seu kuiot, adorno facial perfurado abaixo do lábio inferior, que cresce em tamanho com a idade, e materializa a maturidade e feminilidade de uma mulher.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03P · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Após colocar mais uma camada de argila na parte superior da estrutura de sua peça, Tumã faz a união da parte com o todo, utilizando a ponta de seu dedo.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã é seguida pelas outras participantes, Enawat, Shawa e Tëkpa. Além dessas, participaram também a outra Tumã e Bësson. As mulheres iniciam a trilha na mata, em busca de um igarapé com barro de qualidade.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Xapex, tucum, planta da qual as mulheres retiram as folhas, que secam e fiam, para assim fazerem seus artefatos: adornos trançados (witsun), redes (di), puçás para a pesca, entre outros.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01Q · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Da direita para a esquerda, Bësson, Tëkpa e Tumã extraem o barro do fundo do igarapé, enquanto Tumã (saia rosa) é a responsável por ir juntando, fora d´água, todos os pedaços que as mulheres vão coletando. Batsi (blusa azul) e Damë Bëtxum, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, realizam o registro audiovisual do evento.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01R · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Binin, um dos filhos de Enawat, observou todo o evento. As crianças de até certa idade costumam acompanhar as mães em suas atividades diárias.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01Y · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã passa para Tumã (saia rosa) um pedaço de argila que extraiu do fundo das margens do igarapé, que essa vai juntando com os outros, fora d´água. Enquanto isso, Shawa extrai mais argila do fundo da água e Enawat observa as mulheres, com seu bebê no colo.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZG · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa, a participante mais nova, segura o monte de argila que conseguiu extrair, apoiado em folhas que servem para proteger a matéria-prima durante o transporte para a aldeia.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZK · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa coleta uma folha para fazer um cesto, que as mulheres utilizarão para o transporte da argila extraída para a aldeia. Enquanto isso, Tumã (saia estampada) e Tëkpa limpam-se nas águas do igarapé, após concluírem a extração do barro.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZL · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã, mestra artesã na arte da cerâmica, termina o cesto de folha que fora iniciado pela jovem Shawa, onde será transportada a argila extraída pelas mulheres.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZM · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã, mestra artesã na arte da cerâmica, termina o cesto de folha que fora iniciado pela jovem Shawa, onde será transportada a argila extraída pelas mulheres. Enquanto isso, Batsi registra de perto a técnica de feitura desse tipo de cesto, que além de servir para o transporte da matéria-prima, também é usado para guardá-la dentro das casas das mulheres, que vão utilizando a argila aos poucos.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZO · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa cobre seu monte de argila com folhas, que servem para a proteção da matéria-prima durante o seu transporte para a aldeia.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZP · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã retira um pedaço da casca de uma árvore, que usará para fazer a alça do cesto que serve para o transporte da argila para a aldeia. Enquanto isso, Enawat, seus dois filhos e Bësson (saia azul florida) preparam-se para a caminhada de volta à aldeia.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZR · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã retira um pedaço da casca de uma árvore, produzindo uma alça para o cesto utilizado no transporte da argila. Enquanto isso, as outras mulheres preparam-se para a caminhada de volta à aldeia.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZW · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Damë Bëtxum, o “jornalista” de sua aldeia, responsável pela filmagem dos eventos que ocorrem na mesma, leva de volta a sua câmera e seu tripé, após a documentação da atividade de extração da argila.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02L · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã aviva o fogo com um xukate, abano trançado, enquanto Tëkpa mexe as cinzas que estão secando na panela, umedecidas por uma chuva da noite anterior.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02M · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã mexe as cinzas que estão secando na panela ao fogo, umedecidas por uma chuva da noite anterior. Tëkpa e o menino Binin a observam.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã mexe as cinzas que estão secando na panela ao fogo, umedecidas por uma chuva da noite anterior.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02S · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã tempera a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres buscam, andando por uma trilha que se inicia na aldeia, o melhor igarapé para realizar a extração de argila de qualidade. Em destaque, Tumã (saia rosa).

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Tëkpa conseguiu juntar grande quantidade de argila, que já começa a amaciar logo após a extração.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. De trás para frente: Tumã, Tëkpa, Bësson, Enawat e seu bebê Binin. Além dessas, Shawa e Tumã completam o grupo de participantes da oficina.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã, considerada pelas outras mulheres mestra artesã na arte da cerâmica, tempera a argila com o pó de cinzas mëi que acabou de peneirar.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02L · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã, considerada pelas outras mulheres mestre artesã na arte da cerâmica, tempera a argila com o pó de cinzas mëi que acabou de peneirar, amassando-a para ficar na consistência certa para ser, então, modelada. Tumã (saia rosa) também pega um pedaço de argila para temperar e amaciar.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã alisa e molda as paredes internas de sua peça com uma concha que as mulheres matis utilizam propriamente para isso e que se chama tsanut.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã termina de temperar outro pedaço de sua argila com as cinzas mëi que secaram ao fogo, antes umedecidas pela chuva da noite anterior.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres iniciam a trilha na mata em busca do barro, mas o primeiro alagadiço que encontram não possui um barro de boa qualidade. Da esquerda para a direita, de pé está Shawa, Enawat com seu bebê Binin no colo, Tëkpa (bermuda jeans), Tumã (saia estampada), Tumã (saia rosa) e Bësson (saia azul florida).

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. O menino Binin, filho da artesã Enawat, observa Tumã pegando argila dentro de um igarapé que as mulheres encontraram. Essas conhecem caminhos que levam a igarapés que possam possuir argila, xöt, de boa qualidade.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01I · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Binin, filho de Enawat, observa Tumã ensinando à jovem Shawa a reconhecer uma argila de boa qualidade.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa, uma das participantes mais jovens, mergulha nas águas do igarapé para extrair a argila da melhor qualidade possível para a produção das cerâmicas, enquanto Bësson a observa. Batsi (camisa azul) e Damë Bëtxum, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro do evento.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01S · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Enawat embala em seus braços o seu bebê Binin, enquanto Shawa, a mulher mais nova dessa comitiva, mergulha para conseguir extrair o barro de melhor qualidade possível do fundo das margens do igarapé. As mulheres vão tateando os pontos que possuem a melhor argila para a extração.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01T · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Enawat embala em seus braços seu bebê Binin, enquanto Shawa, a mulher mais nova dessa comitiva, e Tumã, a mais velha, mergulham para conseguir extrair o barro da melhor qualidade possível do fundo das margens do igarapé. As mulheres vão tateando os pontos que possuem a melhor argila para a extração.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01X · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa (à esquerda) e Bësson analisam conjuntamente o barro que estão extraindo do fundo do igarapé. Ao fundo, pode-se ver o monte de argila que estão juntando.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZB · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa (à esquerda) e Bësson extraem o barro do fundo das margens do igarapé. Enquanto isso, Batsi (blusa azul) e Damë Bëtxum, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, realizam o registro do evento.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZV · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. De frente para trás: Enawat e seu filho Binin, Bësson, Tëkpa, Tumã (saia estampada, de pé) e Tumã (saia rosa).

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Damë Bëtxum registra Tumã ascendendo uma fogueira para esquentar cinzas que foram molhadas pela chuva na noite anterior, de forma a secá-las e usá-las para temperar a argila.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Shawa junta-se a Tumã, preparando as cinzas para que a senhora filtre-as usando a peneira sekte. As cinzas viram um pó fino ao serem passadas pela peneira, e as impurezas vão sendo colocadas na folha, para serem depois descartadas.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02R · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Bësson e uma matxó, senhora, que se juntou ao grupo naquele momento, observam Tumã temperando a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas. Pode-se ver a peneira sekte encostada no cesto que contém a matéria-prima.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02T · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã e Tumã temperam a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas, ao lado de Tëkpa e uma matxó, senhora, que se juntou ao grupo naquele momento. Pode-se ver a peneira sekte encostada no cesto que contém a matéria-prima.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02U · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã e Tumã temperam a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas, ao lado de Tëkpa e uma matxó, senhora, que se juntou ao grupo naquele momento. Binin traz uma panela cheia de água a pedido das mulheres, para que possam umedecer a argila que está sendo preparada. Pode-se ver a peneira sekte encostada no cesto que contém a matéria-prima.

              Carolina Lopez
              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02Z · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã e Tumã temperam a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas, umidificando-a com água e amassando-a, para que possa ficar na consistência certa para ser moldada. Enquanto isso, Bësson mexe as cinzas que estão secando na panela ao fogo, e Shawa segura seu filho Tumi no colo. Binin, filho da artesã Enawat, acompanha as mulheres durante todo o evento.

              Carolina Lopez