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              2016 Descrição arquivística resultados para Livro

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              1890-1914 no tempo das certezas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / C837 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Esses homens incríveis e suas máquinas maravilhosas - eis o lema desta passagem de século, quando se acreditou piamente na capacidade de controlar mares, céu, terra e os próprios homens. Talvez os maiores ícones dessa época em que o otimismo social tornava-se uma espécie de utopia alentada e o futuro prometia um destino civilizado sejam a ciência e suas invenções diletas, que revolucionavam o transporte, a higiene, a agricultura e o próprio dia-a-dia. É dessa maneira que o Brasil entra no novo século: confiante nas verdades absolutas, nas certezas fáceis e nos prognósticos que anunciavam o controle e a evolução de toda a humanidade rumo a um só destino. Mas esses "tempos modernos" traziam seus limites: veneno e antídoto, a ciência representava, ao mesmo tempo, a utopia e seu calvário

              COSTA, Angela Marques da
              A Amazônia: mitos e lendas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-343(811) / K97 / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Mitos e lenda da Amazônia como a criação do dia e da noite, a lenda do Eldorado, a história do homem-árvore e as façanhas dos grandes herois indígenas

              Küss, Danièle
              A barriga morreu: o genocídio dos Yanomami.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Yanomami / E75b / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico

              Este livro convoca o leitor à reflexão: qual o papel que nos compete enquanto cidadãos em face da condição Yanomani? "Escrevo este livro para explicar ao Yanomani - convictos de que a existência do homem branco é fruto de um castigo divino provocado por terem infringido um preceito - que nem todos somos seus inimigos e que há brancos que os querem vivos, para que o povo de Omã continue sendo, com se autodenomina, um povo de ´homens de verdade´". (O autor)

              EUSEBI, Luigi
              A Batalha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82 / V517b / 2022 · Item · 2022
              Parte de Bibliográfico
              VERISSIMO, Fernanda
              A casa xinguana
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-72:39(81=1-82) / C335 / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico
              CASAS DO BRASIL
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.3 / G893 / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              O choque entre os dois povos exigiu uma série de adaptações por parte dos índios. Gruzinski analisa, por exemplo, os deslocamentos na composição e na forma dos pictogramas, e também o progressivo aparecimento da paisagem de fundo e da escrita alfabética nos mapas indígenas, marcando a gradual assimilação da representação ocidental de espaço; Outras fontes já conhecidas são iluminadas por nova perspectiva. É o caso dos questionários aplicados pela administração espanhola na colônia. Gruzinski mostra, na própria formulação das perguntas, como os índios eram obrigados a rever suas concepções segundo critérios alheios; Por meio de investigações como essas, o leitor descobre como os índios se submetiam às expectativas espanholas. E percebe que não apenas os índios mudavam nesse processo: também os espanhóis se tornavam "outros" ao recorrer a xamãs indígenas e ao tentar compreender o que diziam seus interlocutores. O mundo colonial mexicano é, assim, restaurado em seus aspectos mais sutis e, do ponto de vista das culturas indígenas sob domínio espanhol, mais fundamentais

              GRUZINSKI, Serge
              A conquista da América: a questão do outro.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-970/980 / T639c / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico

              “Escrevo este livro para tentar fazer com que não se esqueça esta história, e mil outras semelhantes. Para responder à questão: como se comportar em relação ao outro?, o único meio que encontrei foi contar uma história como exemplo, a história da descoberta e da conquista da América. Ao mesmo tempo, essa pesquisa ética é uma reflexão sobre os signos, a interpretação e a comunicação, pois o semiótico não poder ser pensado fora da relação com outro”. T. Todorov

              TODOROV, Tzvetan
              A conquista da América:: a questão do outro.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-970/980 / T639c / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              “Escrevo este livro para tentar fazer com que não se esqueça esta história, e mil outras semelhantes. Para responder à questão: como se comportar em relação ao outro?, o único meio que encontrei foi contar uma história como exemplo, a história da descoberta e da conquista da América. Ao mesmo tempo, essa pesquisa ética é uma reflexão sobre os signos, a interpretação e a comunicação, pois o semiótico não poder ser pensado fora da relação com outro”. T. Todorov

              TODOROV, Tzvetan
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tupinambá / C146c / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Em seu A CRIANÇA E A MULHER TUPINAMBÁ, o Prof. José de Ribamar Chaves Caldeira analisa antologicamente uma sociedade fundamental para a formaçào sociocultural brasileira, em especial do Maranhão: os Tupinambás. A análise da criança e da mulher Tupinambá nos possibilita uma viagem pelo universo indígena, irradiando novas possibilidades para melhor compreensão da cultura e sociedade maranhenses

              CALDEIRA, José de Ribamar Chaves
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-340.15 / D313 / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Organizado por Ana Valéria Araújo e editado pelo ISA em 1995, 542 p. O livro reúne 8 ações judiciais propostas pelos advogados do NDI, no período de agosto de 1989 a dezembro de 1994, em favor dos direitos das seguintes comunidades indígenas: Gavião da Montanha, Ticuna, Nambiquara (Sararé e Hahaintesu), Guarani (Sete Cerros e Jaguapiré), Waurá, Panará, Araweté, Parakanã, Xikrin do Bacajá, Assurini, Kararaô e Xikrin do Cateté. Cada capítulo é aberto com informações sobre os índios, um mapa, um resumo do problema e uma explicação suscinta da questão judicial. Em seguida, apresenta a transcrição das peças processuais mais importantes daquele caso, incluindo pareceres e decisões proferidas

              ARAÚJO, Ana Valéria
              A defesa dos Direitos Socioambientais no Judiciário
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-340.15 / R672d / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Trata-se da atualização do livro “A Defesa dos Direitos Indígenas no Judiciário – Ações Propostas pelo Núcleo de Direitos Indígenas (NDI)”. A nova publicação traz dez casos selecionados por seu caráter paradigmático e com perspectivas de gerar precedentes que influenciem na defesa dos direitos socioambientais no Brasil. Quatro deles foram atualizados e seis são novos. Destes, um está ligado a populações tradicionais indígenas, enquanto os outros relacionam-se aos temas: Parque Nacional das Emas, Defesa da Mata Atlântica e Acesso à Biodiversidade. Todos vêm acompanhados de uma contextualização do momento histórico-político no qual estavam inseridos, fundamentos jurídicos utilizados pelos advogados do Instituto Socioambiental e as principais peças processuais, além de reflexões jurídicas sobre cada ação.

              ROCHA, Ana Flávia
              A descoberta do homem e do mundo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-946.9 / D448h / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Ensaios resultantes de um primeiro ciclo de conferências promovidas pela Funarte. Estudo das condições econômicas e políticas da Europa e de Portugal na época dos descobrimentos. Este livro resultou do primeiro seminário que a Divisão de Estudos e Pesquisas da Funarte (Ministério da Cultura) organizou sobre os quinhentos anos do descobrimento do Brasil. São 23 ensaios escritos por pesquisadores brasileiros, portugueses e franceses -- entre eles, Gerd Bornheim, Luiz Felipe de Alencastro, Marilena Chaui, Vitorino Magalhães Godinho, António Borges Coelho, Jean-François Courtine e Jean Delumeau. Na base da coletânea está a idéia de que datas emblemáticas como "Brasil 1500" costumam ofuscar todo o resto, mas podem ser também a ponta do iceberg de um processo de reflexão. Assim, o tema genérico desdobra-se em eixos específicos -- por exemplo, que e como pensava a Europa na época do descobrimento, como era a organização política de Portugal, a arte e a técnica das navegações, a chegada ao Brasil, as narrativas dos primeiros viajantes e os primeiros conflitos

              NOVAES, Adauto
              A distinção: crítica social do julgamento.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.722(44) / B769d / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Ao longo dos anos 1970, Bourdieu se dedica a várias pesquisas sobre o processo de diferenciação social, visando elaborar uma teoria geral das classes sociais. A Distinção aparece como síntese desse período e é considerada, por vários autores, como a obra central na carreira sociológica de Bourdieu

              BOURDIEU, Pierre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani Mbia / P678d / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Neste trabalho, a autora procura abordar aspectos da dinâmica dos Guarani-Mbya, como xamanismo, mobilidade, relações de parentes e cosmologia. Inicialmente, compõe um mapa geral das duas aldeias mbya em que viveu, com o objetivo de tornar possível ao leitor visualizar os contextos locais em suas particularidades. Depois, aprofunda-se, dedicando-se à etnografia dos deslocamentos, do parentesco, de aspectos estruturais da multilocalidade mbya. Trata também da questão da não-durabilidade da vida humana, ligada ao tema da doença, analisa capacidades existenciais enviadas aos humanos pelos deuses, com atenção à noção de alma e dos nomes pessoais, finalizando com o tema da vida breve no comentário do tratamento, pela cosmologia mbya, da morte, da imortalidade e do destino incorruptível da pessoa na "Terra sem mal"

              PISSOLATO, Elizabeth
              A era Vargas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / A663e / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              O que foi a Era Vargas? O que tornou Getúlio Vargas a figura política mais popular do país no século XX? Este livro apresenta uma interpretação concisa e equilibrada sobre o homem e o mito Getúlio Vargas ao qual estão intimamente associadas idéias como as de Estado desenvolvimentista, industrialização, nacionalismo, direitos trabalhistas, proteção social, autoritarismo e liderança pessoal. Analisa sua trajetória política, suas iniciativas econômicas e sociais, oferecendo elementos para compreendermos as transformações pelas quais passou o Brasil desde sua chegada ao poder em 1930

              D'ARAUJO, Maria Celina
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-326 / M833a / 1933 · Item · 1933
              Parte de Bibliográfico

              O livro foi organizado pelo autor em três partes. A primeira, com seis capítulos, destinou-se à análise do tráfico de africanos escravizados, tratando de sua origem (Capítulo I), dos empreendimentos intelectuais, políticos e diplomáticos para sua contenção (Capítulos II, III. IV e V) e, finalmente, de sua extinção (Capítulo VI). A Parte II, nos dois capítulos que a compõem, aborda a Lei de 28 de setembro de 1871 – a Lei do Ventre Livre. Nesta divisão da obra, o autor retoma alguns projetos emancipadores que, apresentados ao Parlamento brasileiro após 1850, foram rejeitados na totalidade; recupera o processo de instituição da Lei de 1871, desde a apresentação das propostas de Pimenta Bueno ao Conselho de Estado, em 1866, até a conformação do Projeto Rio Branco em 1871; são abordados também os debates e as cisões que este projeto ensejou na Câmara dos Deputados e sua passagem pelo Senado

              MORAES, Evaristo de
              A escrita da história: novas perspectivas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-907.2 / E74 / 1992 · Item · 1992
              Parte de Bibliográfico

              Neste universo que se expande e se fragmenta, há uma necessidade crescente de orientação. O que é a chamada nova história? Quando ela é nova? E um modismo temporário ou uma tendência de longo prazo? Ela irá - ou deverá - substituir a história tradicional, ou as rivais podem coexistir pacificamente?

              PETER BURKE (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.07 / C331f / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              O que dizem sobre a história de um país os monumentos erguidos em praça pública? Ou as bandeiras e hinos nacionais? Ou, ainda, caricaturas e charges tiradas das páginas de um jornal? José Murilo de Carvalho mostra, com a sensibilidade característica dos bons pesquisadores, como esse material pode ser de grande utilidade para se decifrar a mitologia e a simbologia de um sistema político.Por meio de imagens, o autor nos oferece um curioso passeio pelo momento de implantação do regime republicano. Entre texto e ilustrações, aprendemos como os mitos de origem criados para a República, seus heróis, a bandeira verde-amarela e o nosso hino traduzem com fidelidade as batalhas travadas pela construção de um rosto para a República brasileira.Prêmio Jabuti 1991 de Melhor Ensaio e Biografia

              CARVALHO, José Murilo de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.732(72) / G891 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Quarto volume de uma série de obras dedicadas à investigação do imaginário colonial, este livro tem como foco central as imagens - pensadas como instrumentos fundamentais de dominação. A guerra das imagens - no palco do México colonial - eclode no século XV, com a chegada de Colombo, e se estende pelos séculos seguintes, mobilizando diversos atores - europeus, índios, mestiços, entre outros - e distintas estratégias de domínio. Uma profusão de imagens chega ao México com os primeiros europeus, na tentativa de impor uma nova ordem visual e de monopolizar a representação do sagrado. É nesse momento de difusão do catolicismo e de ascensão da autoridade espiscopal que se desenvolve um grande conjunto de imagens barrocas - imagens religiosas convencionais, mas que incorporam elementos de devoção popular. Além de examinar os códigos visuais impostos pelos colonizadores e a recepção das imagens cristãs por índios e mestiços, a análise reflete sobre as reverberações da imagística colonial na guerra de Independência, no México pós-revolucionário - representado pelo muralismo pictórico - e, modernamente, na expansão da televisão comercial mexicana

              GRUZINSKI, Serge
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.031 / P984g / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              A expansão da fronteira colonial na América portuguesa no século XVII criou zonas de conflito com as populações autóctones. No norte do Estado do Brasil a zona da pecuária no sertão tornou-se ponto de convergência dos conflitos resultantes da expansão colonial, especialmente entre os colonos luso-portugueses e os povos indígenas. A Guerra do Bárbaros, como ficou conhecida a série de conflitos que ocorreu entre 1651 e 1704, é minuciosamente analisada por Pedro Puntoni nesse estudo de fôlego, acompanhado de mapas e ilustrações. O autor refuta as interpretações que vêem nessa Guerra uma espécie de confederação unificada, mostrando seu caráter fragmentário, e destacando os papéis dos diferentes agentes em jogo: soldados, missionários, agentes da Coroa Portuguesa e índios de nações diversas. Mostra também os conflitos entre estes últimos, denominados de Bárbaros pelos colonizadores na época, e as disputas que mantinham entre si

              PUNTONI, Pedro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.024 / V131h / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Ao longo do século XVI os colonizadores europeus se horrorizaram com um fenômeno religioso entre os tupis, a que chamaram santidade. Nela, em meio a danças, transes, cânticos e À fumaça inebriante do tabaco, os índios renovavam a peregrinação À Terra sem Mal - lugar mítico da felicidade eterna que buscavam no mundo terreno. Vasculhando documentação inquisitorial inédita sobre o culto indígena na fazenda de Jaguaripe (Bahia), Ronaldo Vainfas descobre na santidade uma idolatria insurgente, culturalmente híbrida, que ao mesmo tempo negava e incorporava valores da dominação colonial. Por meio de um texto apaixonado e instigante, o autor lança luz sobre uma nova e reveladora faceta da conquista da América portuguesa

              VAINFAS, Ronaldo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-907.2 / H673 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Pensadores contemporâneos da História, provenientes de distintas tradições nacionais e simpatias teóricas, refletem acerca do conceito de historiografia e analisam a epistemologia da história

              MALERBA, Jurandir (org)
              A idéia de cultura
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.7 / E11i / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Engleton toma como base sua insatisfação quanto ao significado antropológico amplo e com o sentido estético rígido da cultura, e busca algo que a diferencie de outros conceitos fundamentais da Sociologia, por considerar em jogo o uso do conteúdo da alta cultura. Busca as transformações históricas pelas quais o termo passou e seus usos contemporâneos. Ao mergulhar na crise moderna da idéia de cultura, aborda os choques culturais, a dialética da natureza e da cultura, dialogando com Marx, Nietzsche e Freud, e aprofunda a visão com relação à homogeneização da cultura de massas, a função da cultura na estruturação do Estado-Nação e a construção de identidades e sistemas doutrinários

              EAGLETON, Terry
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / C355i / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Este livro reúne, numa edição muito bem cuidada, nove estudos e uma entrevista do etnólogo. O texto de maior interesse para a discussão em torno da história dos índios é "O Mármore e a Murta", uma releitura da documentação quinhentista informada por um saber etnológico apurado. Outros ensaios também abordam aspectos críticos dos rumos atuais da etnologia sul-americana, os quais abrangem problemas de arqueologia e história indígena

              CASTRO, Eduardo Viveiros de