Esta coletânea é publicada no momento em que se comemora os 100 anos do cinema em Mato Grosso. Resgata no Volume 1 , sob a ótica da imprensa, a trajetória do cinema nos atuais estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, de 1888 a 1970. O volume 2 é um inventario das contribuições do cineasta sueco Arne Sucksdorff para o cinema europeu e brasileiro a partir dos irrequietos anos 1960. O volume 3 encerra a coletânea com informações preciosas: a filmografia de filmes produzidos, exibidos, exibidos e noticiados no Estado de 1900 a 1970. Trata-se, portanto de uma obra de referência com importante contribuição para pesquisadores de todas as áreas
BORGES, Luiz Carlos de OliveiraMato Grosso
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Voltado sobretudo para o estudo dos assentamentos, subsistência e cultura material dos Guató, o livro utiliza e problematiza um amplo repertório de fontes históricas e etnográficas, sobretudo do século XIX
OLIVEIRA, Jorge Eremites deEsta minuciosa pesquisa em fontes das mais variadas produz uma história fascinante que transita entre o imaginário fantástico e a dura realidade da conquista de povos indígenas do Pantanal, das primeiras expedições espanholas no século XVI à demarcação de 1777. Inclui a belíssima reprodução de mapas, alguns pouco conhecidos
COSTA, Maria de Fátima G. (Maria de Fátima Gomes). A pesquisa girou em torno do estudo dos processos de mudanças e de continuidade das estruturas culturais dos diferentes grupos sociais que ocuparam a área em questão, desde o início de sua ocupação histórica, no final do século XVIII, até a atualidade
Nós nos pintamos quando tem festa, todas as vezes que celebramos e festejamos. Pintar corpos e coisas os faz se tornarem pessoas e objetos impregnados de cultura. Neste livro, os professores das aldeias Karib do alto Xingu e seus mestres Kuikuro, Kalapalo, Nahukwá e Matipu descrevem e explicam, escrevendo em suas próprias línguas, os motivos da arte gráfica e as matérias-primas do pintar, um saber e uma estética que continuam vivas hoje como há cem anos, como há quinhentos anos
FRANCHETTO, Bruna (org.)Índio Kuikuru com colar de conchas
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru com colar de conchas
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru com colar de conchas
FOERTHMANN, HeinzAnalisa a trajetória e a luta do povo indígena Iranxe, que, pressionado pela expansão da fronteira agrícola e ameaçado por inimigos tribais, abandonou as matas férteis de seus ancestrais. A partir de um processo de reconstrução étnica, esse grupo passou a reivindicar a reintegração de posse do seu território tradicional, elemento chave de sua produção simbólica e, conseqüentemente, de sua sobrevivência física e cultural. Segundo os autores, este trabalho apresenta elementos históricos (entrevistas, fotos, mapas) com vistas a compor um instrumento legal para auxiliar os Iranxe no processo de recuperação de seu espaço de origem
PIVETTA, Darci LuizApresenta a etnohistória e aborda o modo de viver dos índios Nambiquara, localizados a oeste do Mato Grosso
COSTA, Anna Maria Ribeiro Fernandes Moreira daO núcleo de análise deste livro reside nas questões da identidade e da noção da pessoa a partir de uma abordagem antropológica. Ao delimitar estas questões no caso específico da sociedade Bororo, a autora introduz um material muito rico sobre a história das missões salesianas e sobre a história da etnologia. É de particular interesse a reprodução e análise de fotografias tiradas nas aldeias, não apenas aquelas feitas pelos missionários na primeira metade do século XX, como também as da autora, nas décadas de 1970 e 80
NOVAES, Sylvia CaiubyHistória da recriação do povo Rikbaktsa
FIORINI, MarceloPesquisa realizada junto aos Bakairi que vivem nas reservas indígenas instaladas nos Postos Indígenas de Santana e SimOes Lopes. Avalia o desempenho destes no curso das relaçOes interétnicas e no processo de incorporação dos Bakairi junto à sociedade inclusiva
Os Tapirapé vivem numa região de floresta tropical, com flora e fauna tipicamente amazônicas, entremeada de campos limpos e cerrados. Agricultores, suas aldeias tradicionalmente se localizam nas proximidades de densas florestas em terrenos altos não inundáveis, onde mantém suas roças. Tapi’itawa, a aldeia mais conhecida do grupo, reproduz as condições ideais para a localização de uma aldeia: terreno não-inundável próximo a florestas altas para agricultura, também com proximidade a campos abertos marginais aos afluentes do Araguaia e a um córrego de existência perene mesmo durante a estação seca. Os Tapirapé exploram alternadamente esse ambiente, segundo a época do ano e atividade a que se dedicam: agricultura, caça, coleta e pesca
Wagley, CharlesEste livro traz contribuições fundamentais e desbrava caminhos, juntando-se a alguns poucos que recentemente têm trilhado as pistas abertas por Capistrano de Abreu e seguidas por Sergio Buarque de Holanda. Ao fazê-lo, o Professor Elias Bigio considera de modo pleno o significado da presença e do trabalho indígenas, desconsiderado, mais implícito, em quase tudo que redundou no Brasil contemporâneo, em especial especial no Centro-Oeste e na Amazônia
BIGIO, Elias dos SantosEste estudo propOe-se analisar o comportamento alcoólico de uma nação indígena de Mato Grosso, os índios Bororo, mais especificamente aqueles que vivem na Terra Indígena Meruri. Busca-se analisar as causas da antigüidade e da persistência de tal comportamento, conhecido por todos os estudiosos da etnia, mas inexplicavelmente desconsiderado. Diante da complexidade do problema, que pede por sua natureza uma abordagem bio-fisiológica, econOmica, psicológica, sócio-cultural e cosmológica, optou-se por aprofundar a história da introdução do álcool, as instituiçOes culturais e as características da personalidade étnica que expliquem a motivação do comportamento alcoólico
QUILES, Manuel Ignacio