Mato Grosso do Sul
130 Descrição arquivística resultados para Mato Grosso do Sul
Advogada responsável pela condução do caso: Ana Valéria Araújo
ARAÚJO, Ana ValériaBaseado sobretudo nos relatórios dos Diretores Gerais dos Índios e dos Presidentes da Província, este estudo mapeia várias questões subjacentes à política indigenista do Império. Em anexo, traz uma transcrição do "Parecer" de Ricardo Franco de Almeida Serra sobre os Guaikuru e Guaná (1803) e um ofício do Presidente da Província de MT sobre a criação da Diretoria Geral dos Índios (1846), com informações sobre os povos indígenas da Província
VASCONCELOS, Claudio Alves dePublicação da dissertação de mestrado do autor, o livro enfoca uma das missões jesuíticas na Província do Itatim. Ao sublinhar a ação das lideranças e xamãs Guarani, o autor aborda a resistência indígena nesta área de fronteira da América Espanhola, área que envolveu também a presença de sertanistas oriundos da América Portuguesa
SOUSA, Neimar Machado deA cartografia é uma linguagem ilustrativa que permite mostrar a espacialização da ocupação de um território em diferentes temas e épocas. É por tanto uma ferramenta que, na forma de mapa ou Atlas, permite análises e reflexões, levando; ao conhecimento e orientando na tomada de decisões. Assim a pesquisa, que fundamenta este trabalho, busca validar o uso da cartografia na educação ambiental,como instrumento de gestão ambiental, em terras indígenas. Este trabalho relata o processo participativo que envolveu professores, alunos, lideranças e outros moradores; da Aldeia Te’ýikue, localizada na região sul do Estado de Mato Grosoo do Sul, bem como, professores e pesquisadores da Universidade Católica Dom Bosco-UCDB vinculados ao Programa Kaiowá/Guarani e ao Núcleo de Estudos e Pesquisas de Populações Indígenas-NEPPI, e que culminou na elaboração do “Atlas Sócioambiental da Terra Indígena Te’ýikue”. Contou com o apoio do Fundo Nacional do Meio Ambiente-FNMA, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, por meio dos recursos; financeiros provenientes do Projeto “Plano de Gestão Ambiental na Área Indígena de Caarapó”. A pesquisa desenvolvida teve por objetivo criar um instrumento de apoio ao trabalho desenvolvido nas escolas indígenas da Aldeia e de subsídio à comunidade indígena nas reflexões acerca do território e sua gestão ambiental. Estudou-se o espaço físico, legalmente delimitado como terra indígena e ocupado pelos Guarani e Kaiowá,; abrangendo aspectos históricos e socioambientais que, ao final, foram expressos na; forma de um Atlas composto de mapas, textos e outras ilustrações. Os mapas buscam; representar a localização, abrangência e distribuição das ocorrências na superfície física.; Textos e ilustrações complementam os dados mapeados. A metodologia empregada envolveu levantamento bibliográfico e de campo, utilização de imagens aéreas e orbitais, georreferenciamento e geoprocessamento de dados, e oficinas realizadas em Campo Grande, e principalmente, em Caarapó na Aldeia
SMANIOTTO, Celso RubensMotivado inicialmente pela perplexidade diante do surto de suicídios de jovens Kaiowá na Reserva Francisco Horta Barbosa em Dourados MS, o projeto que resultou neste livro se abriu para um registro bastante interessante de narrativas, conduzidas e transcritas mediante técnicas de história oral. São 16 textos, em sua maioria de narradores indígenas, que incluem reflexões não apenas sobre o cotidiano como também sobre o passado
MEIHY, José Carlos Sebe BomA dissertação procura refletir sobre algumas questOes que envolve o processo administrativo de legitimação(e legalização) de terras indígenas, adotado na FUNAI
SILVA, Ruth Henrique daAo transitar entre a documentação histórica e as etnografias modernas, o autor apresenta um sólido estudo da trajetória dos Kayapó meridionais, objetos de uma brutal política de repressão a partir do século XVIII. A pesquisa documental revela fontes e perspectivas antes desconhecidas, além de aprofundar as evidências que apontam para a relação entre os Kayapó meridionais, considerados "extintos", e os Panará do rio Peixoto de Azevedo
GIRALDIN, Odair"[U]ma das mais extraordinárias narrativas da navegação fluvial no Brasil do século 18", nas palavras dos organizadores, o relato de Juzarte recebe uma nova edição requintada, enriquecida pela reproduções fotográficas do manuscrito original do Museu Paulista e do inédito "Plano em borrão de todos os rios e todas as cachoeiras.", com esboços cartográficos do território entre Porto Feliz, no Tietê, e a fortaleza de Iguatemi, às margens do rio Paraná. O relato contém informações sobre os índios que participaram da expedição e alguns indícios sobre os índios das regiões percorridas entre 1769 e 1771. Em anexo, o livro inclui uma série de imagens (óleos e aquarelas) retratando o Tietê, várias das quais evocando o tempo das monções fluviais
SOUZA,Jonas Soares de(org)A narrativa construída por Rubens F. T. de Almeida descreve as inter-relações que se estabelecem entre pesquisador e população estudada, ambos envolvidos com as ameaças, dilemas e estratégias que têm caracterizado a luta dos povos indígenas por sua integridade socio-cultural. Por isso, serve não só aos estudantes e professores de Antropologia, como também ao público em geral, uma vez que se fundamenta claramente em uma postura de compromisso político com os interesses dos indígenas
ALMEIDA, Rubem Ferreira Thomaz deDescreve a educação escolar entre os Kurã-Bakairi, que habita duas áreas indígenas denominadas Santana e Bakairi
TAUKANE, DarleneEscola da aldeia Ipegue
SCHULTZ, HaraldO Brasil é considerado o país detentor da maior diversidade biológica do Planeta, e o atual momento; de conscientização, nacional e internacional, mostra a necessidade da conservação e uso desse capital biológico.; Neste artigo, os autores se propõem a analisar de modo interdisciplinar a relação entre o chamado “capital; natural” e o seu papel no processo de desenvolvimento local no Estado de Mato Grosso do Sul. São abordados; temas de algumas áreas de conhecimento sobre a biodiversidade e biotecnologia que poderiam, e deveriam,; ser considerados quando se discutem medidas conservacionistas, pensando tanto na preservação in-situ; como ex-situ das espécies da fauna e flora, como também na fixação do homem no território e no uso sustentado; dos ecossistemas
COSTA, Reginaldo Brito da(org.)Voltado sobretudo para o estudo dos assentamentos, subsistência e cultura material dos Guató, o livro utiliza e problematiza um amplo repertório de fontes históricas e etnográficas, sobretudo do século XIX
OLIVEIRA, Jorge Eremites deEsta minuciosa pesquisa em fontes das mais variadas produz uma história fascinante que transita entre o imaginário fantástico e a dura realidade da conquista de povos indígenas do Pantanal, das primeiras expedições espanholas no século XVI à demarcação de 1777. Inclui a belíssima reprodução de mapas, alguns pouco conhecidos
COSTA, Maria de Fátima G. (Maria de Fátima Gomes)Apresenta a história dos Kadiwéu. Distingue entre mito e história, e analisa atráves de discursos, a conjunção entre presente e passado
PECHINCHA, Mônica Thereza SoaresÍndio Terena com seus dois filhos no colo
SCHULTZ, HaraldPor que se matam os índios guaranis do Brasil? Para um psiquiatra, que significa o suicídio? E quando ele é epidêmico, circunscrito a uma etnia e a um momento particular da história dessa cultura? O "país dos buracos", mesmo entorpecido pela violência quotidiana e pelo vil mercadejar de todos os bens simbólicos, assiste perplexo ao auto-extermínio dos primeiros habitantes da Terra de Santa Cruz. Por que se matam? Que explicações são possíveis para o suicídio? Psiquiatria, sociologia, psicanálise. como entender o que leva os humanos a se matarem? Buscando lançar luz sobre o enigma da epidemia de suicídio entre os índios brasileiros, o autor, psiquiatra e psicanalista no Rio de Janeiro, realiza um dos mais importantes estudos de pesquisa social psiquiátrica em nosso país. O trabalho recebeu o prêmio anual (1997) da Associação Brasileira de Psiquiatria
LEVCOVITZ, SergioO Levantamento Histórico sobre os Índios Guarani Kaiwá representa publicação relevante para os Guarani-Kaiowa e Guarani-Ñandeva atuais do Mato Grosso do Sul que enfrentam sérios problemas fundiários. Coletânea de documentos que abarca o período entre os séculos XVII e XX e mapeia a história desses indígenas e da ocupação de seu território por colonos brancos – como era seu objetivo original
MONTEIRO, Maria Elizabeth BreaMatéria jornalística que conta a história dos homens brancos (portugueses) quando chegaram por essas terras em 1500. A matéria fala de como os índios passaram a ser mal tratados e feito escravos. Em 1570, uma lei passou a proibir a escravidão indígena. Os
Em “Na Era das Bandeiras (1919)”, de Affonso Taunay, a história traz os registros detalhados do autor que “fez a primeira abordagem crítica científica que explica esse fenômeno que representou a ocupação da metade ocidental do País”, disse o professor Gilson Martins, responsável pela apresentação do livro. Filho do Visconde de Taunay, Affonso teve participação marcante na documentação do movimento bandeirista. Em 1922 chefiou as comemorações do centenário da Independência, e até o início da década de 1940 esteve à frente do Museu do Ipiranga. “Ele foi não só um grande historiador paulista, mas marcou o início da historiografia sul-mato-grossense, ao explicar como nos séculos 17 e 18 o Mato Grosso – e o hoje Mato Grosso do Sul – foram fazer parte do Brasil”, diz o professor
TAUNAY, Affonso deO livro é a publicação de um laudo antropológico e histórico sobre a terra reivindicada por uma comunidade Kaiowa que vive no distrito de Campestre, município sul-mato-grossense de Antônio João, na fronteira do Brasil com o Paraguai. Naquela região, índios da etnia Kaiowa, fazendeiros e trabalhadores rurais disputam judicialmente a posse de uma área identificada pelo órgão indigenista oficial como a Terra Indígena Ñande Ru Marangatu. Por ser um estudo de natureza técnico-científica encomendado pela Justiça Federal em Mato Grosso do Sul, a obra trata de um assunto bastante polêmico na atualidade, que tem despertado interesse de um público cada vez maior
OLIVEIRA, Jorge Eremites deProduto de um levantamento etno-histórico feito pelo autor em meados dos anos 80 para o CIMI com o intuito de iniciar o processo de identificação de uma área indígena Ofaié Xavante, o livro costura textos do autor, depoimentos de lideranças indígenas, entrevistas e documentos históricos referentes aos Ofaié, grupo hoje radicado no município de Brasilândia MS. Apesar do caráter descontínuo do livro, o volume traz uma grande quantidade de informações históricas sobre os Ofaíé, oferecendo um amplo painel da luta desse povo contra as agressões de sertanistas e fazendeiros, contra a doença e a miséria, contra o descaso das autoridades republicanas. A Parte V reproduz uma série importante de documentos produzidos durante a gestão do SPI
DUTRA, Carlos Alberto dos SantosRelata a sobrevivência dos Kaiowá de Panambi enquanto unidade étnica e cultural. Discute sobre a ideologia desenvolvimentista de projetos de classificação Kaiowá sobre grupos de contato
SILVA, Joana A. FernandesA partir de documentos do Serviço de Proteção aos Índios, o trabalho avalia o processo de constituição de uma área indígena no atual Mato Grosso do Sul
BEZERRA, Marcos OtávioBaseada em documentos escritos e depoimentos orais, a dissertação busca avaliar “o feito e o dito” em referência ao movimento indígena dos professores Kaiová de MS. É de grande interesse a exploração de uma documentação produzida no interior do movimento indígena (e do movimento de apoio aos índios, como no caso do CIMI)
Girotto, Renata Lourenço