Imagem de Barranco Alto próximo a essa fazenda está situado o porto de “Sanauma” no rio Trincheira onde segundo a tradição aportaram os jesuítas, imagem de destroços de embarcação naufragada neste rio, imagem de maloca de índios “Kapisanã Kanoê”, imagem de índia carregando o filho, imagem do machado da lua, gênese, imagem da fazenda Barranco Alto situada na margem direita do rio Trincheira, imagem de curiosa vegetação aquática denominada Colchas, essa vegetação dificulta a navegação, imagem de habitação (casa) de Barranco Alto, imagem de expedição deixando Barranco Alto, imagem do emaranhado aquático (colchas) dificultando a navegação que só é possível com o auxílio do varejão especial, imagem da confluência do rio Verde com Columbiara que apresenta bastante variedade de aspectos, imagem derecho do rio tomado pelas Colchas sendo que são mais fechadas, imagem de homem abrindo picada no próprio rio, novamente emaranhado aquático, imagem do rio Comemoração de Floriano com seus túneis formados pela vegetação, imagem da vista da Baía das Palmeiras, imagem da passagem do “Boritizal”, imagem de Foz do rio Guaporé ao fundo Porto de La Cruz na margem Boliviana, na junção dos rios Columbiara e Guaporé, imagem de pequeno povoado de Pedras Negras, imagem do forte Príncipe da Beira ligado a história militar de Mato Grosso que foi construído em 1776 a 1783 após meio século de abandono ainda se pode admirar a beleza das linhas de sua arquitetura, uma monumento nacional, imagem de baluarte de Nossa Senhora da Conceição e de Santa Bárbara que ficam dentro do forte
Sin títuloFilme cinematográfico
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Índios Umutina do PIN Fraternidade Indígena: Casas de alvenaria com cobertura de palha, um pombal, criação de gado. Dois homens cavando um terreno. Dois índios fazendo telhas, ao lado de uma casa indígena. Caminhão com tijolos. Homens serrando madeira. Curral com grande quantidade de boi. Homem dando comida ás aves do posto e também aos pombos que entram no pombal, criança indígena hasteando o Pavilhão Nacional, outras crianças e alguns adultos cantam. Imagem do pombal com homem dando comida aos pombos; Índios Bakairi do PIN Simões Lopez: Homem montado a cavalo. O gado andando solto na área. Dois homens tentando pegar um boi para marcá-lo. Cavalos do posto, homens treinando cavalos. Crianças indígenas na porta de um hospital, imagem de um microscópio e instrumentos médico. Enfermaria do hospital. Crianças indígenas em sala de aula, com a professora. Imagem de um cata-vento; Resumo do Bororo (Rio São Lourenço): Registro dos índios Bororo, do rio São Lourenço. Cenas de índios na roça, fazendo cestaria, dançando e pescando. Índio pintando mulher com urucum e óleo de peixe. Festa brinquedo de gavião. Heinz Forthmann é filmado com a câmera fotográfica no pescoço e na canoa
Sin títuloChegada do brigadeiro de avião sendo recebido pelo padre e toda a população de Meruri, índios Bororo tocando instrumentos musicais, índios adultos e crianças cumprimentando o brigadeiro. Visitam em companhia do diretor do SPI, Modesto Donatini sede da misão religiosa, índios tocam hino nacional e a bandeira é hasteada, freiras educando índias, padres supervisionando exercícios físicos dos índios, índios adultos e crianças recebendo presentes dos visitantes, índia com filho no colo, brigadeiro recebe presentes dos índios, a aldeia, visitantes se preparando para partir
Sin títuloCerimônia fúnebre dos índios Borôro, situado no Vale do São Lourenço, em Mato Grosso. Enterro primário, lavagem e enfeite dos ossos, e enterro definitivo. Cenas dos índios Borôro dançando no pátio da aldeia; Rolo 6.1- contratipo, 35mm, 184m, 7 min; Rolo 6.2 - contratipo, 35mm, 222m; 8 min; Rolo 7 - contratipo, 35mm, 377m; 14 min; Rolo 8.1 - contratipo, 35mm, 252m; 9 min; Rolo 8.2 - contratipo, 35mm, 167m; 6 min
Sin títuloDocumentário produzido pelo S.P.I. durante a viagem de inspeção aos postos indígenas no Rio Araguaia e Rio das Mortes. A equipe com etnólogos, médicos e engenheiros foi incumbida de fazer o levantamento da situação dos índios Karajá e propor melhorias para as condições de vida desta população. Os índios Karajá aparecem dançando, lutando e executando os afazeres domésticos. Vistas gerais das cidades de Goiânia e Aruanã. Assistência médica. Viagem a Ilha do Bananal. A equipe encontra ainda grupos de índios Karajá em aldeamentos temporários ao longo da descida do Rio Araguaia. Posto Indígena Getulio Vargas
Sin títuloMato Grosso apresenta sistema hidrográfico mais rico e variado do Brasil. O rio “Saueminar”, o papagaio é um dos grandes em volume d’água, sua travessia é feita em balsa. O Salto do Utiariti, que é uma queda d’água desemboca neste rio. O transporte desta região é feito em bois. Em Juruena vemos a família da nação indígena Nambikwára atraídos pela missão religiosa Santa Terezinha do Mangabau. Imagem dos índios e dos seus utensílios. Imagem de um índio chefe de família construindo o “Sisu” pequeno abrigo temporário diferente das malocas são usados para caçar e guerrear com as tribos adversárias. Imagem do chefe da tribo. Imagens das crianças indígenas com seus animais preferidos como o macaco. Imagem dos índios preparando seu bolo predileto “Orienê Eso” feito de mandioca, esse bolo é passado de mão em mão antes do cozimento. Imagem das índias praticando natação numa piscina improvisada. Imagem dos índios vestindo trajes de chita. Imagem de Zé Maria, o mais temido atirador Nambikwára. Imagem dos índios praticando arco e flecha. Imagem da borduna, espada utilizada pelos pequenos índios. Imagem do rio Juína e de uma balsa atravessando esse rio. Imagem de Campos Novos (notável pelo clima) baluarte da civilização do interior mato grossense, na qual as erosões deram origem a Serra do Norte, imagem de casas da região. Imagem da planície de Vilhena focalizando as casas e o pequeno aeroporto. Imagem da cidade de Três Buritis. Imagem do cruzeiro comemorativo da 1º missa em 26/02/1936. Imagem do Rio Roosevelt. Imagem do trecho da estrada para Barão de Melgaço. Imagem do povoado. Imagem da sede da Estação Telegráfica
Sin títuloVegetação de Mato Grosso, homens descendo o rio Pimenta Bueno, rico em água e fauna, casas peculiares da região amazônica, estação telegráfica com o mesmo estilo das casas, rio Jí-Paraná, ilhota do Pandu, corredeiras da Primavera, embarcações atravessando o rio, habitante das selvas, índios Txukahamãe da região do Pimenta Bueno, índios fazendo a passagem do rio, homem flechando o peixe no canal da corredeira, homens caçando uma anta, maloca da tribo dos índios Massacá ou Aikaná na margem direita do rio Pimenta Bueno, dois índios tomam “maxucú”, imagem dos índios descrevendo-as, imagem da Cachoeira de Barro, imagem de “Porto do Chopimguá” onde homens executam serviço de prospecção para ouro e diamante, derrubada de um apinzeiro, imagem de habitações rústicas, imagem da Cascata XV de Novembro e Porto Ipiranga
Sin títuloO filme mostra o progresso da Cidade de Cuiabá, localizada no Brasil Central. Uma cidade bem estruturada, preocupada com o futuro dos seus habitantes. A cidade fica as margens do rio Cuiabá, e tem na navegação fluvial um importante pólo para o desenvolvimento do comércio, e também por intermédio desse rio, que Mato Grosso vem prestando sua colaboração preciosa, exportando grande quantidade de borracha; Resumo das Cenas: (Trilha Sonora) Legenda: "O Serviço de Proteção aos índios Apresenta " / Legenda: "Cuiabá, A Cidade Verde" / Legenda: "Cinegrafia De: Nilo Oliveira Vellozo" / (Voz Off) Trabalhadores na beira do rio, na navegação fluvial / Ponte / Trabalhadores carregam caixas de borrachas a serem transportadas / Avião / A cidade l Palmeiras / Praga / Carros / Pessoas passeando pela cidade / Praga / Coronel Alencar / sede da Secretaria Geral / Maquinas diversas / Pessoas trabalhando nas máquinas / Sede do palácio da Justiça / Sede dos Correios e Telégrafos / Pessoas trabalhando / O Cine Teatro / O Grande Hotel / Restaurante / Igreja Católica / Padres na porta da Igreja / Centro de Saúde Santa Casa / Homens e Mulheres na Inauguração do Centro De Saúde l Bebes são consultados / Distribuição de Leite / Criança sendo tratada / Criança tratada de paralisia infantil dá os primeiros passos / Adultos são consultados / Paciente no dentista / Sede do palácio da instrução / Alunos demonstram o bom condicionamento físico na quadra de esportes
Sin títuloDocumentário vivo de uma cruzada patriótica, mostrando quanto sofreu esse punhado de homens valorosos dirigidos pelo General Rondon, que penetrou palmo a palmo o sertão e o território desconhecido do Brasil para demarcá-lo demográficamente e permitir que fossem feitas estradas, linhas telegráficas, cartas demarcatórias, levando a civilização aos índios bravios que só a Rondon respeitavam, enfim descobrir o Brasil para os brasileiros. Decupagem da narração do filme: cargueiros de bois para o transporte pesado. Processam-se as primeiras medições do local. Uma estiva para permitir a passagem, cuidadosos, os animais atravessam a estiva. Construção de canoa para passagem do rio, eles ateiam fogo para a flexibilidade da canoa. Fabricação de mais uma canoa pelo sistema de escavação a machado. As canoas são arrastadas até a beira do rio, onde a carga é colocada nessas embarcações, tudo tendo que estar em perfeito equilíbrio. Começa a navegação pelo Rio Ronuro rumo ao Rio Culuene. Surgem as primeiras dificuldades, a passagem é barrada pelos troncos caídos. Nada pode deter a marcha desses homens, chefiados pelo Gal. Rondon. Navega-se por águas tranqüilas e realiza-se agora medições. Na margem do rio, as capivaras olham curiosas a passagem do homem. Dentro dos túneis navega-se com a devida precaução. Lá vai uma anta, carne fresca e churrasco a vista. O caçador aponta, espera e atira. Macacos e veados também vão para o espeto. A viagem sucede, nuvens de borboletas dão singular beleza ao ambiente. Novamente empecilhos. As aves que voam pelos espaços. Nas corredeiras as embarcações sendo empurradas no braço. Há trechos de águas tranqüilas para um descanso momentâneo. Corredeiras mais fortes agora procede-se com cuidado e atenção. Tendo que estivar tudo novamente requerendo paciência. As quedas d'água estão próximas
Sin títuloDocumentário produzido pelo S.P.I., correspondente à última série da Inspeção de Fronteiras, do ano de 1931. A Inspeção inicia-se em Porto Lindo, á margem esquerda do Rio Iguatemi, por onde a Coluna Prestes invadiu Mato Grosso em 1925. Os membros do S.P.I. visitam o posto indígena "Patrimônio da União" na fronteira com o Paraguai, onde o General Rondon foi recebido pelos índios Caiuás que frequentam a escola do posto. Os membros do S.P.I. chegam ao Porto D. Carlos, localizado à margem direita do rio Paraná, no estado de Mato Grosso, que liga-se por estrada de rodagem ao Porto da Felicidade e à Campanario. Descendo o rio Paraná avista-se Guaíra, onde encontra-se a vila industrial da Companhia Matte Laranjeira. Seguindo à margem esquerda do Rio Paraná, já no estado do Paraná, acima dos saltos das Sete Quedas, onde os homens do S.P.I. visitam as imponentes cataratas deste nome. Já em Porto Mendes, observamos o carregamento dos vapores fluviaes que sobem o rio Paraná. O general visitou o marco da fronteira com a Argentina na foz do Rio Iguassú, em seguida os saltos do Iguassú, famosos pela extensão e volume de suas quedas. Em Barracão, o último marco visitado pela inspeção
Sin títuloDocumentário sobre as expedições do S.P.I., entre as comunidades indígenas localizadas às margens do Rio Xingu. As cenas mostram o cotidiano das aldeias dos índios Kamayurá e Mehinaku
Sin títuloImagem da cidade do Rosário Oeste próximo a Cuiabá, imagem do ribeirão que banha a cidade, imagem das ruas principais da cidadezinha, imagem da Praça XV de Novembro, imagem da igreja Nossa Senhora do Rosário, imagem dos fiéis deixando esta igreja, imagem de trechos da rodovia, imagem dos homens construindo o restante da rodovia, imagem de árvores sendo retiradas para construção da rodovia, imagem da residência do comandante da companhia que constrói a rodovia, imagem da cascata do Tombador na serra de mesmo nome, trechos de uma estrada construída, imagem da estação telegráfica de Parinsis, imagem de casas típicas do lugar, imagem de Sucuirinã entre os rios Sucuirinã e Sacre, imagem da vista do povoado de Sacre e de algumas casas da região, imagem do rio Sacre cuja travessia é feita em balsa, imagem da água cristalina deste rio, imagem da cachoeira Salto Belo com 40 metros de altura
Sin títuloRegistro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
Sin título