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              5029 Descrição arquivística resultados para Rio de Janeiro

              5029 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-333(81=1-82) / S237r / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              No exercício de 2008 a direção da Funai deu início a implementação de ações do Plano Plurianual – PPA 2008/2011 do Governo Federal, destinada aos Povos Indígenas, elaboradas seguindo diretrizes e orientações que tem como objetivo trabalhar com os conceitos de Proteção e Promoção dos interesses dos Povos Indígenas, assumindo o caráter multissetorial das ações destinadas a essa população.; A definição dessas diretrizes surgiu como resultado da análise das deliberações resultantes da Conferência Nacional dos Povos Indígenas, realizada em 2006, que se constituiu na consulta mais ampla já realizada aos povos indígenas quanto às suas reivindicações e expectativas, evidenciando uma maior participação política, econômica e social junto à sociedade nacional, ao mesmo tempo em que sejam mantidas a proteção e promoção pelo Governo Brasileiro dos direitos territoriais, ambientais, culturais e a seu modo de vida

              SANTOS, Ricardo Ventura
              Relatório
              BR DFFUNAI RJMI BIB-OBR-CR-918.172 C.RONDON / C748 v54 OBRA RARA / 1916 · Item · 1916
              Parte de Bibliográfico
              MAGALHÃES, Amilcar A. Botelho de
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_02 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Imagens da qualificação das cerâmicas matis, na reserva de cerâmicas do Museu do Índio/RJ, na primeira parte da visita ao acervo. Reconhecimento da única máscara de mariwin presente na instituição pelos participantes, artefato que está incompleto.

              Michelle Ludvichak
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_07 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Qualificação do tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a ele está a panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana. Binin Bëchu explica a Celso Maldos para que é utilizado o maxilar de macaco preso na estrutura de bambu do tenke. Esse serve para alocar o barro utilizado para a sustentação e equilíbrio dos dardos quando assoprados. A técnica de utilização de bolinhas de barro nos dardos da zarabatana é uma técnica de caça própria dos Matis.

              Michelle Ludvichak
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_05 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Imagens de arcos do acervo da instituição. É possível ouvir no áudio do arquivo Maria José Sardella pedindo para os jovens amarrarem corretamente as partes constituintes do tenke, carcás matis.

              Michelle Ludvichak
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_01 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Imagens da qualificação das cerâmicas matis, na reserva de cerâmicas do Museu do Índio/RJ, na primeira parte da visita ao acervo. Reconhecimento da única máscara de mariwin presente na instituição pelos participantes, artefato que está incompleto.

              Michelle Ludvichak
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_08 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Imagem de uma máscara e outra peça de outras etnias, artefatos que constituem o acervo do Museu do Índio e que chamaram a atenção dos jovens matis, etnia que também produz máscaras próprias.

              Michelle Ludvichak
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_04 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Os Matis conhecem o setor de armas, observando as flechas do acervo. Essas peças aguçam o interesse dos jovens e Dani acha curiosa a forma como as flechas são guardadas em um Museu nawa, não-indígena.

              Michelle Ludvichak
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_06 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Qualificação do tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a ele está a panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana. Foi identificado na peça um pau ignígeno, utilizado para ascender fogueiras. Binin Bëchu explica como é usado o pau ignígeno e como se passa o veneno nos dardos da zarabatana, utilizando uma faca própria para isso. O jovem, ao final, amarra corretamente as partes constituintes do artefato.

              Michelle Ludvichak
              Rede de dormir: uma pesquisa etnografica.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.612.22 / C336r / 1959 · Item · 1959
              Parte de Bibliográfico

              Durante séculos, milhões de brasileiros nasceram, viveram, amaram e morreram em cima dela. No sertão, ela envolvia os mortos conduzidos ao cemitério. Cantada por poetas, chamada carinhosamente de "mãe veia", mãe velha, pelos mais antigos, a rede de dormir atravessou os tempos sem que ninguém lhe dedicasse pesquisa, estudo ou análise

              Cascudo, Luis da Camara
              Rede de dormir: uma pesquisa etnografica.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.612.22 / C336r / 1983 · Item · 1983
              Parte de Bibliográfico

              Durante séculos, milhões de brasileiros nasceram, viveram, amaram e morreram em cima dela. No sertão, ela envolvia os mortos conduzidos ao cemitério. Cantada por poetas, chamada carinhosamente de "mãe veia", mãe velha, pelos mais antigos, a rede de dormir atravessou os tempos sem que ninguém lhe dedicasse pesquisa, estudo ou análise

              Cascudo, Luis da Camara
              Rede aberta no tear manual
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141119_09 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Rede extendida no tear manual construído só para tecer esta rede e a mulher escondida atrás dela trabalhando.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / S337r / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A questão de fundo desse livro é a definição de indígena com a qual opera o indigenismo. Se o leitor definir uma sociedade indígena como 'uma comunidade local que se desagregou em função do processo de expansão da sociedade nacional', não poderá considerar indígena uma população dispersa. Povos caçadores, que vivem em pequenos grupos e se deslocam por um território amplo, não cabem nessa definição. Coletividades e famílias que foram encapsuladas em fazendas só poderiam ser consideradas 'índios' se exibissem uma indianidade genérica, e não os elementos constantes de sua cultura atual. E povos sem contato não seriam 'ainda' indígenas; só o seriam depois da pacificação e da territorialização; Uma definição tão restritiva e circular torna a ação indigenista prisioneira de si mesma, incapaz de aceitar o desafio da diversidade histórica e cultural dos povos, limitando-se ao espaço do reconhecimento. Não são apenas as populações que foram territorializadas segundo a atuação dos poderes constituídos ou das missões religiosas que devem ser reconhecidas como objetos de direito. Aquelas que, lançando mão de múltiplas estratégias adaptativas, tentaram de algum modo preservar valores por elas partilhados e construíram uma sociabilidade e um projeto de futuro calcados em sua relação com o passado merecem igual atenção do Estado

              SANTOS, Ana Flavia Moreira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.42 / R248 / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Um dos campos de resistência e de formulação de alternativas é o multiculturalismo, tema deste volume, no qual são analisadas as políticas identitárias e os direitos coletivos dos povos indígenas e das mulheres, os movimentos regionais de emancipação e de luta pela igual dignidade das orientações sexuais, o pluralismo jurídico e as concepções multiculturais dos direitos humanos

              SANTOS, Boaventura de Sousa (org)
              Rebeliões no Brasil Colônia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-323.269.6(81) / F49r / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Inúmeras rebeliões e movimentos armados coletivos sacudiram a América portuguesa nos séculos XVII e XVIII. Esse livro propõe uma revisão das leituras tradicionais sobre o tema, mostrando como as lutas por direitos políticos, sociais e econômicos fizeram emergir uma nova identidade colonial

              FIGUEIREDO, Luciano
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20120914_05 · Item · 2012
              Parte de Arquivístico

              Zohe, da aldeia Buaçu, exibe um colar de miçangas em dia comum. Os Kulina, homens e mulheres, fazem questão de usar seus adereços mais suntuosos em ocasiões de grandes e/ou importantes reuniões, seja nas aldeias, seja na cidade. Mas eles também usam muitos colares e gargantilhas em dias normais, especialmente as mulheres e as crianças.

              Coletivo Kulina