Zupira traz para Ikobo um pedaço de barbante. Ele corta com o terçado e vai usar o barbante para amarrar a flauta. Ele deixa o barbante e continua a esculpir o tubo da flauta. Ele testa a sonoridade dos tubos. João tira algumas fotos. O reco-reco de casco de jabuti aguarda no chão.
Benjamim KulinaProdocult
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Raimundo traz um cesto para o antropólogo confirmar a autoria: Zanon kha. Depois, o cineasta indígena filma a equipe de museologia fotografando os indígenas.
Benjamim KulinaZakaria, Kubiu, Joaquim e Komizi seguem na direção indicada por Kubiu, onde encontrarão a corda do hihiti. Benjamim narra o acontecimento e a hora. Depois ainda seguem eu e João Onima.
Benjamim KulinaZakaria toca o arco de boca Hihiti. Os homens conversam sobre a aparição do azaba. Komizi não sabe do que aconteceu. Joaquim aproxima o gravador de voz do hihiti para registrar.
Benjamim KulinaZakaria tira a polpa do arco e avalia se já está fino o suficiente. Atrás Kubiu afia o terçado. Zakaria torce o arco para ver se já está com envergadura correta.
Benjamim KulinaZakaria tira o madoni, se levanta e vai para o tronco de outra árvore, onde encontra e tira mais madoni.
Benjamim KulinaZakaria fabrica os hihiti. O primeiro já está quase pronto. A corda já está amarrada no arco e Zakaria a afina. Ele amarra um segundo Hihiti.
Benjamim KulinaZakaria esculpe o arco, tirando o excesso de polpa e deixando-o mais maleável. Ele narra estória de Hihiti, associado ao rami, ayahuasca.
Benjamim KulinaZakaria esculpe um arco de Hihiti, sempre avaliando se já está na grossura certa.
Benjamim KulinaZakaria esculpe o arco Hihiti, já no acabamento do arco. Também continua tirando a polpa de um dos arcos. E afia o terçado.
Benjamim KulinaZakaria esculpe o arco do Hihiti, fazendo já os acabamentos. Ele conta que vai cantar um ramikha ahie´e. Ao fundo ouvimos Komizi cantando um canto. Zakaria conta como e com quem aprendeu a fabricar o Hihiti e a tocá-lo. Ele tambá cita os antigos mestres de Hihiti. Fala um pouco do rami, etc.
Benjamim KulinaZakaria esculpe haste de Hihiti. Kubiu se prepara para tocar o arco de boca e João assiste com feição de preocupação e cansaço. Kubiu começa a tocar o instrumento. Logo Joaquim chega com o gravador de voz para registrar. Então ele pára e diz: tsamona! E João ri.
Benjamim KulinaOuve-se os primeiros sons do espírito que se aproxima: assovios cantando um ahie´e. Zakaria prepara as hastes do Hihiti. Kubiu chega, se senta e então comenta a respeito do assobio. Ele pede para eu gritar para Komizi vir logo.
Benjamim KulinaEnquanto Zakaria tira um pouco do hihiti madoni, Kubiu explica que ali se encontram estes pequenos cipós que servem como corda para o Hihiti. Benjamim mostra os madoni nas mãos de Zakaria e depois no local onde são encontrados, próximos á raiz de uma árvore. Zakaria tira os madoni.
Benjamim KulinaZakaria e Kubiu esculpem hastes de Hihiti. Ouvem-se sons de assovio vindo da mata. Ao mesmo tempo que os assovios, ouvem-se gritos de um animal.
Benjamim KulinaZakaria e Kubiu tocam o Hihiti ao mesmo tempo. Fica um som interessante. Komizi conversa, brincando. Eles pausam para umedecer a haste com saliva e voltam a tocar. Zakaria e Kubiu param de tocar e dizem que terminou. Kubiu diz que terminou e que agora vamos buscar o Totore. Descreve tudo o que vimos e fizemos até aquele momento.
Benjamim KulinaZakaria descasca os cipós que servirão para amarrar os arcos do hihiti.Kubiu comenta do sumiço de Komizi e sugere que ele provavelmente foi buscar azaba, um espírito.
Benjamim KulinaZakaria, utilizando o terçado, vai desbastando cada arco. Primeiro ele tira o grosso de todos eles para depois começar a esculpir mais finamente. Éinteressante o modo como se utiliza dos terçado, segurando-o na lâmina bem próximo de sua extremidade, que está com mais fio.
Benjamim KulinaZakaria corta três ou quatro pedaços para fazer os Hihiti e deixa o resto no mato.
Benjamim KulinaZakaria corta um pedaço suficiente para fazer os arcos e limpa-o dos espinhos. Kubiu, Zakari e Komizi tentam identificar o kathapare em português. Eles afirmam que é uma espécie de pupunha brava, diferente do za´ida, com que se faz o arco de caça.
Benjamim KulinaZakaria no caminho em busca do hihiti madoni. Ele explica que nos locais onde ele esperava encontrar não havia o hihiti madoni - na volta grande perto da aldeia Santa Júlia. Então, explica que espera encontrar o madoni bom no caminho onde vamos buscar o totore - no caminho da aldeia Apuí.
Benjamim KulinaZakaria amarra um arco, procurando dar uma certa envergadura a ele. Então ele diz que está terminado.
Benjamim KulinaZakaria ajeita a corda e amarra um arco. Depois ele trabalha outra corda para amarrar um segundo arco: descasca.
Benjamim KulinaLabel original: IMG_0163
Coletivo KalapaloLabel original: IMG_1726
Coletivo KalapaloLabel original: IMG_1913
Coletivo KalapaloFoto do cesto tradicional Parakanã, onde se costuma guardar farinha
Paulo BüllHistória contada pelo ancião e conhecedor Antônio Penedo Neres (nome hup, Hɨ́; K’ö̀g K’eg Tẽ̀h ĩh, homem do clã Filhos do Osso do Macaco-Zogue-Zogue), da comunidade Santo Antônio (alto igarapé Cabari). À noite, em 12/12/2019, no acampamento do primeiro dia de caminhada de registro entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), na cabeceira do igarapé Cabari. Em local “sem nome, höhöd hat pã (clareira sem nome), utilizado para acampamento na floresta, caça e pesca. Paisagem sonora: som da floresta à noite e algumas pessoas falando ao fundo.
Bruno Ribeiro MarquesXavante
Celso Renato Martins MaldosEntrevista com Xaperia, quinta parte
Paulo BüllEntrevista com Xaperia, quarta parte
Paulo BüllEntrevista com Xaperia, terceira parte
Paulo BüllEntrevista com Xaperia, segunda parte
Paulo BüllEntrevista com Xaperia, primeira parte
Paulo BüllLabel original: wapyr_nylon.MTS
Coletivo KrahôWayana
Celso Renato Martins MaldosNarração noturna de histórias de Seduume e Majaanuma; Seduume Majaanuma wätunnäi jäkä; narradores: Waseejinheedu Yuuduwaana Ye’kwana - Vicente Castro e Cayetano Perez, sábio da região do rio Caura (Venezuela); interlocutor: Lorenzo Garcia Contreras
Hajisha Moreno LópezNarração noturna de história sobre a derrubada da roça de Madaawaka; Madaawaka wätunnä jäkä; mötaakinho; pimenta (fomi) usada para curar as pessoas; narrador: Waseejinheedu Yuuduwaana Ye’kwana - Vicente Castro.
Robélio Cláudio RodriguesNarração noturna da história do ancestral Kuyuujaani; Kuyuujaani wätunnäi jäkä; narrador: Cayetano Perez, sábio da região do rio Caura (Venezuela)
Hajisha Moreno LópezNarração noturna de histórias de Kaajuushawa (Odo'sha); narrador: Waseejinheedu Yuuduwaana Ye’kwana - Vicente Castro; interlocutor: David Manoel Rodrigues.
Robélio Cláudio RodriguesNarração de história (wätunnä) sobre a primeira vez que o canto da pimenta (Fomi yacchuumatoojo) foi cantado; remédio de Kodookodoomadi; narrador: Waseejinheedu Yuuduwaana Ye’kwana - Vicente Castro.
Josemar Rocha PaulinoContinuação da narração de história (wätunnä) sobre a primeira vez que o canto da pimenta (Fomi yacchuumatoojo) foi cantado; remédio de Kodookodoomadi; narrador: Waseejinheedu Yuuduwaana Ye’kwana - Vicente Castro.
Josemar Rocha PaulinoContinuação da narração de histórias (wätunnä) sobre o canto Fomi yacchuumatoojo; lista de nomes utilizados no canto; narrador: Waseejinheedu Yuuduwaana Ye’kwana - Vicente Castro.
Josemar Rocha PaulinoEntrevista com Vicente Rodrigues Yurawana (Vicente Castro) sobre os principais eventos que culmiram na transformação da primeira terra por Wanassedume (surgimento das primeiras pessoas; surgimento da água na terra e dos seres aquáticos etc.) e também sobre os perigos associados ao uso das tecnologias dos brancos como o uso de filmadora, máquina fotografica e gravador.
José CuryEntrevista com Vicente Rodrigues Yurawana (Vicente Castro) sobre os principais eventos que culmiram na transformação da primeira terra por Wanassedume (surgimento das primeiras pessoas; surgimento da água na terra e dos seres aquáticos etc.) e também sobre os perigos associados ao uso das tecnologias dos brancos como o uso de filmadora, máquina fotografica e gravador.
José CuryNarração de Vicente Castro sobre origem de morte e explicações sobre o luto
Majoi Favero GongoraNarração de Vicente Castro sobre o surgimento dos cantos acchudi e as histórias de importantes ancestrais como Fächeteewedu e Yajääseseewedu.
Majoi Favero GongoraNarração de Vicente Castro sobre origem de Yadinhamaana, uma pessoa que se tornou um gavião real cuja história narra o surgimento dos remédios tradicionais
Majoi Favero GongoraNarração de Vicente Castro sobre origem de morte e explicações sobre o luto
Majoi Favero GongoraNarração de Vicente Castro sobre origem de morte e explicações sobre o luto
Majoi Favero GongoraNarração de Vicente Castro sobre o surgimento dos cantos acchudi e as histórias de importantes ancestrais como Fächeteewedu e Yajääseseewedu.
Majoi Favero GongoraNarração de Vicente Castro sobre o surgimento dos cantos acchudi e as histórias de importantes ancestrais como Fächeteewedu e Yajääseseewedu.
Majoi Favero GongoraNarração de Vicente Castro sobre origem de morte e explicações sobre o luto
Majoi Favero GongoraNarração de Vicente Castro sobre o surgimento dos cantos acchudi e as histórias de importantes ancestrais como Fächeteewedu e Yajääseseewedu.
Majoi Favero GongoraNarração de Vicente Castro sobre origem de Yadinhamaana, uma pessoa que se tornou um gavião real cuja história narra o surgimento dos remédios tradicionais
Majoi Favero GongoraNarração de histórias de Wareoma na escola
Paulo BüllParte 2 da narração de histórias de Wareoma
Paulo BüllNarração de histórias de Wareoma
Paulo BüllLabel original: 00504.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00357.MTS
Coletivo KrahôExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExplicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExplicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryExecução e explicação sobre toques de wana, flautas de bambu, um dos instrumentos musicais utilizados nas festas comunitárias (wänwanä)
José CuryLabel original: nylon_00443.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00173.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00248.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00171.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00246.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00247.MTS
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Coletivo KrahôLabel original: 00374.MTS
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Coletivo KrahôLabel original: 00376.MTS
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Coletivo KrahôLabel original: 00373.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00499.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00265.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00255.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00256.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00285.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00249.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00250.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00251.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00263.MTS
Coletivo Krahô