Homens de bicicleta, a caminho do tronco que será cortado para fabricação do pilão
Tauana KalapaloProdocult
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O grupo se encontra em frente a um canteiro cheio de tabocas bem finas do jeito que se usa para fazer totore. Benjamim narra o achado. Kubiu explica que achou o local dos totore. Komizi tira um zumi bedeni para fazer um hahapo (soprador de feitiço). Kubiu explica que material é aquele: zumi bedi, ou hapo phiri. Kubiu tira um bom pedaço do material. Enquanto Komizi fabrica o dori hahapo (soprador de feitiço), Kubiu corta os pedaços de zumi que vai precisar para fabricar o Totore em casa.
Benjamim KulinaAlessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaDurante a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica, Alessandra Tosta comenta a semelhança do objeto encontrado com o “juquiá” Tupinikim
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran ao setor de armas da reserva técnica
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha Patrik e Lorran com as museólogas Maria José Sardela e Fabiana Vasconcelos durante a oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaA equipe de museologia conversa com os kulina a respeito da possibilidade de compra e transporte de objetos com plumárias.
Benjamim KulinaGeorge comenta sobre a produção de pulseira em miçangas feitas no próprio corpo. A finalização do artefato é feita no corpo. George comenta que isso é muito interessante. Eles comentam da beleza das peças, especialmente a respeito do detalhe dos pequenos pingentes de balões. Segundo Raimundo, homens e mulheres usam os colares grandes. A testeira seria um adereço masculino. As pulseiras são masculinas e femininas. Raimundo tenta explicar os motivos dos desenhos. O primeiro é uma casa. George pede para Raimundo colocar o colar.
Benjamim KulinaKubiu toca a flauta totore. Outra flauta faz um dueto com a flauta dele. Fica interessante. A outra faz um som mais agudo e a dele um pouco mais grave. O som de uma outra flauta ainda aparece. A filha de Kubiu assiste a tudo. Para encerrar, Kubiu fala um pouco sobre o que fez, de como ele tocou o Totore, 'toretore onaharo', para registrar. Ele fala um pouco das estórias associadas ao totore. Enquanto ele fala, uma flauta canta bem agudo.
Benjamim KulinaDocumentação - À Frente do grupo, Tamaki. A seguir, menina não identificada, Waiaka, Tainá, Shakira, meninas não identificadas e ao fundo, Ialdo
Milton GuranA manada de homens corta a linha de mulheres e segue a direção. Homens e mulheres continuam cantando (cada um em seu ritmo e andamento e cada um o seu canto) e dançando (em passos de queixadas). Mulheres e meninas se desprendem da linha para buscar panelas e potes.
João Onima KulinaEu e os Kulina explicam que quando o tokorime vai embora, o pajé deixa a máscara no mato. A equipe de museologia tenta identificar a jarina na internet. George e eu ficamos conversando sobre a sonoridade da chegada de um tokorime na aldeia.
Benjamim KulinaHomens e mulheres descansam na varanda de uma casa. Ouve-se o som dos homens pilando o shatha.
João Onima KulinaPlano médio com pé de abacaxi.
Lionel RossiniAbano de palha. Foto tirada durante reunião de anuência e qualificação do acervo etnográfico do Museu do Índio.
José Cândido FerreiraPessoal colhendo abiu pra levar. Participantes: Assis Cavalcanti, Nelsa Benigno, Maria Sara Monteiro.
Lionel RossiniAldeia Pequiá, família Pirahã ocupa edifício da escola para se abrigar da chuva
Pedro Vaz FelizesAldeia Pequiá, família Pirahã ocupa edifício da escola para se abrigar da chuva
Pedro Vaz FelizesAldeia Pequiá, família Pirahã ocupa edifício da escola para se abrigar da chuva
Pedro Vaz FelizesAldeia Pequiá, família Pirahã ocupa edifício da escola para se abrigar da chuva
Pedro Vaz FelizesAldeia Pequiá, família Pirahã ocupa edifício da escola para se abrigar da chuva
Pedro Vaz FelizesAldeia Pequiá, família Pirahã ocupa edifício da escola para se abrigar da chuva
Pedro Vaz FelizesAldeia Pequiá, família Pirahã ocupa edifício da escola para se abrigar da chuva
Pedro Vaz FelizesZakaria e Kubiu fazem uma clareira na mata para fabricar o hihiti, mas está cheio de formigas e vamos embora.
Benjamim KulinaAssis colhendo açaí. Participante: Assis Cavalcanti.
Lionel RossiniPreparação do açaí. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Marco.
Lionel RossiniDebulhagem do açaí em casa. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti, Maria Luisa Lucas, Marco.
Lionel RossiniPreparação do açaí. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Marco.
Lionel RossiniPreparação do açaí. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Marco.
Lionel RossiniPreparação do açaí. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Marco.
Lionel RossiniPreparação do açaí. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Marco.
Lionel RossiniPreparação do açaí. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Marco.
Lionel RossiniPreparação do açaí. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Marco.
Lionel RossiniPreparação do açaí. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Marco.
Lionel RossiniPreparação do açaí. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Marco.
Lionel RossiniPreparação do açaí. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Marco.
Lionel RossiniAssis colhendo açaí. Participante: Assis Cavalcanti.
Lionel RossiniPessoal chega com açaí, na chuva. Participantes: Boliviar e Tadeu Kumimarima.
Lionel RossiniPreparação do açaí. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Marco.
Lionel RossiniPessoal desgranando açaí. Participantes: José Cândido Ferreira, Assis Cavalcanti, Maria Sara Monteiro.
Lionel RossiniPessoal desgranando açaí. Participantes: José Cândido Ferreira, Assis Cavalcanti, Maria Sara Monteiro.
Lionel RossiniPessoal desgranando açaí. Participantes: José Cândido Ferreira.
Lionel RossiniPessoal prepara açaí na maloca de Gavino. Participantes: Assis Cavalcanti, Nelsa Benigno, Maria Sara Monteiro.
Lionel RossiniJoadina prova açaí. Participantes: Joadina Uitoto
Lionel RossiniPessoal prova açaí. Participantes: Nelsa Benigno, Chica (apelido).
Lionel RossiniBandeja de açaí.
Lionel RossiniAssis colhendo açaí. Participante: Assis Cavalcanti.
Lionel RossiniAssis colhendo açaí. Participante: Assis Cavalcanti.
Lionel RossiniDebulhagem do açaí em casa. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti, Maria Luisa Lucas, Marco.
Lionel RossiniDebulhagem do açaí em casa. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti, Maria Luisa Lucas, Marco.
Lionel RossiniDebulhagem do açaí em casa. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti, Maria Luisa Lucas, Marco.
Lionel RossiniDebulhagem do açaí em casa. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti, Maria Luisa Lucas, Marco.
Lionel RossiniDebulhagem do açaí em casa. Participantes: Maria Sara, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti, Maria Luisa Lucas, Marco.
Lionel RossiniHomem processa açaí.
José Cândido FerreiraHomem processa açaí.
José Cândido FerreiraNo centro, o pesquisador Danilo Ramos segurando o tatu abatido na caça, ao lado de José Maria á esquerda e Mauro á direita, no segundo dia de viagem, no acampamento Õh B´öb´öd, perto da trilha para o topo da Serra Grande.
Américo Salustiano SocotExecução do motivo melódico do canto Fäshi’jhano chokkwatoojo executado para limpar a pessoa que está contaminada com fashi
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Mötaakinhu yacchuumatoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Ködheedajä ede’tätoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Kösööta ye’wä uu ätäätojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Dhadaaki a'dutoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Wä’daka’jä ainho munu wötäädö yacchuumatoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Tajä’ne wötäätojo äämatai feito para a pessoa andar mais rápido no caminho / para chegar mais rápido ao destino (para encurtar o caminho)
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Tänäämö yacchuumatoojo executado para a desintoxicação das carnes comestíveis
Majoi Favero GongoraExecução do canto Äji’choto chokkwatoojo executado durante o ritual do fim do resguardo da menina moça
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Uu sakuuda yacchuumatoojo feito para desintoxicar os cultivos da roça nova.
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto äji’choto uu nekawwödö yaichuumatoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Wejumma yacchuumatoojo executado para trazer de volta uma pessoa que foi viver em outro lugar
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Kädäijhato shankwajootojo feito para separar o duplo da pessoa doente de um ente não humano agressivo que o aprisionou (odo’shankomo)
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Fomi yacchuumatoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Kösööta ye’wä uu ätäätojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Wokö ennöichatoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Dhadaaki a'dutoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Wemaada’tätoojo executado para “fazer” um bom caçador - para pessoas e cães.
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Adhaawa yacchuumatoojo
Majoi Favero GongoraExecução do canto Shiichu jha’katoojoexecutado no ritual da primeira saída do recém nascido da casa onde nasceu
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Uu sakuuda yacchuumatoojo feito para desintoxicar os cultivos da roça nova.
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Wejumma yacchuumatoojo executado para trazer de volta uma pessoa que foi viver em outro lugar
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Kädäijhato shankwajootojo feito para separar o duplo da pessoa doente de um ente não humano agressivo que o aprisionou (odo’shankomo)
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Soto Yääma’jödö e’sa’jödö sheemeekatoojo canto para afugentar/ expulsar/ varrer o chääkatomjödö (duplo do falecido, espectro terrestre) do quarto e a casa onde a pessoa morava
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Ködheede sakuuda emmenkatoojo executado para facilitar o crescimento e alegrar as mandiocas que são como filhos para os donos da roça
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Töka’enö yacchuumatoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Tönö’nä ede’tätoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Uu sakuuda yacchumatoojo feito para desintoxicar os cultivos da roça nova.
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Chuutaka weja’katoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Wemaada’tätoojo executado para “fazer” um bom caçador - para pessoas e cães.
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto Adhaawa yacchuumatoojo
Majoi Favero GongoraExecução do motivo melódico do canto ködheede emmenkatoojo
Majoi Favero Gongora