Pesquisadores indígena, Joaquim Kulina, Benjamim Kulina e João Onima Kulina registram em vídeo, áudio e fotografia, Kubil confeccionando e tocando os totore.
Coletivo KulinaOficina totore
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Pesquisadores indígenas se encontram na porta da casa de Komizi para seguir até a casa de Kubil onde ele confeccionará as flautas totore.
Coletivo KulinaPesquisadores indígenas Joaquim, Benjamim e João Kulina registram Kubil tocando o totore. Um adolescente também registra inteteressado com seu celular.
Coletivo KulinaPesquisador indígena grava a sonoridade da flauta totore.
Coletivo KulinaO tabocal do totore.
Coletivo KulinaO homem-jaguatirica coloca substância xamânica nas costas de kubil.
Coletivo KulinaMulheres, crianças e outros homens e adolescentes assistem com curiosidade à imagem do espírito mascarado que apareceu na mata.
Coletivo KulinaMulheres, crianças e adolescentes assistem com curiosidade os filmes produzidos pelos pesquisadores a respeito dos processos produtivos dos instrumentos musicais e as aparições ocorridas.
Coletivo KulinaDe repente mulheres aparecem fazendo o ritual dosse´e, mandando os homens irem em uma pescaria coletiva.
Coletivo KulinaNadina responde tocando a flauta totore.
Coletivo KulinaKubil toca seu totore.
Coletivo KulinaKubil toca para testar a sonoridade do totore produzido. Pesquisador indígena Joaquim faz a gravação do canto tocado.
Coletivo KulinaKubil sentado em seu banquinho na beira da fogueira, toca o totore para ensinar aos pesquisadores indígenas.
Coletivo KulinaKubil testa a primeira flauta produzida e Zakaria ajusta o breu na extremidade da flauta que está confeccionando.
Coletivo KulinaKubil mede o pedaço de taboca necessário para a confecção de totore e Komizi corta os pedaços necessário para a confecção do soprador de feitiço.
Coletivo KulinaKubil e Komizi escolhem peças de taboca para confeccionar seus instrumentos.
Coletivo KulinaKubil escolhe uma peça de taboca ideal para confeccionar o totore e Komiz parte pequenos pedaços que logo são ajustados para se tornarem a pequena zarabatana que lança feitiços.
Coletivo KulinaEm tabocal no meio do barranco, Kubil e Komizi cortam pedaços de zumi para produzir o totore e o dori hahapo.
Coletivo KulinaKubil corta as suas flautas.
Coletivo KulinaKubil toca a flauta totore.
Coletivo KulinaDetalhe da buzina de rabo de tatu, o Hei hei, buzina do chefe kulina.
Coletivo KulinaKubil e Zakaria furam as peças de taboca, zumi, com pedaços de pau ou taboca em brasas.
Coletivo KulinaKomizi ajusta a pequena zarabatana de lançar feitiços, o soprador de feitiços, conhecida entre os kulina como ´dori hahapo´.
Coletivo KulinaKomizi confeccionou uma flautinha com os restos rachados deixados por kubil e fica brincando e tocando sua flauta.
Coletivo KulinaNadina confecciona um hepiri com um formato especial para que se possa embalar e carregar os instrumentos adquiridos para o Museu do Índio.
Coletivo KulinaAparece um homem-jaguatirica enquanto Kubil fura os buracos da flauta.
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