Oficinas de produção de artefatos

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) da fonte

      Mostrar nota(s)

        Termos hierárquicos

        Oficinas de produção de artefatos

          Termos equivalentes

          Oficinas de produção de artefatos

            Termos associados

            Oficinas de produção de artefatos

              418 Descrição arquivística resultados para Oficinas de produção de artefatos

              418 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak, ocorrida logo após a oficina de produção do xukate. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson faz o polimento de seu tëtxuk, pote que serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Ela é observada por Tëkpa, à sua direita, e Enawat, à sua esquerda, que recomeça os trabalhos ajeitando um de seus potes, amassado por porcos do mato enquanto secava à noite.

              Sem título
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Damë Bëtxum e Batsi, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos ocorridas em suas aldeias. Tumã e Tumã realizam correções em suas peças, já secas. À frente, Bësson faz o polimento de sua peça.

              Sem título
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02Y · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe as partes do rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

              Sem título
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZC · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson faz o polimento do seu txuma, cuia para se tomar a bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

              Sem título
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZD · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson faz o polimento do seu txuma, cuia para se tomar a bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

              Sem título
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZH · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe a última parte de sua máscara de mariwin, a boca.

              Sem título
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZK · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Momento da oficina registrado por Damë Bëtxum e Batsi, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014. Da esquerda para a direita: Tumã (saia preta), sua filha e seu neto, que se juntaram ao grupo, Tumã (bermuda listrada), e outra mulher que chegou depois e que se juntou também à atividade de produção das peças. A feitura de cerâmicas é uma atividade coletiva e feminina.

              Sem título
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZL · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã corrige as partes da máscara que acabara de produzir: nariz, sobrancelhas e boca.

              Sem título
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZM · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã inicia o processo de colocação das perfurações faciais tradicionais na sua máscara de mariwin, feitas de pedaços do caule de uma planta. Os jovens matis responsáveis pelo registro fílmico do evento documentam o momento.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_03D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson, a participante mais madura dessa oficina, produz o sekte, de trançado mais difícil. A mulher prepara os fios de tucum ao mesmo tempo em que fia o sekte. Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos ocorridas em sua aldeia.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02L · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Shawa vem se juntar a Bësson e Dani para a feitura dos trançados. A criança é filha de Dani e, ainda nessa idade, acompanha a mãe em quase todas as suas atividades diárias.

              Sem título
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe das mãos de Tumã no momento em que esculpe o rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_FOT_20150423_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe em cada uma das metades da estrutura da arma - que serão depois novamente unidas - o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Para isso, utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia que leva esse mesmo nome: madë xëta, “dente de cutia”.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa as pontas de bambu (tauat) no fogo, para que amaciem e fiquem mais flexíveis para serem acomodadas na haste de madeira, que as unirá ao corpo das flechas.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01O · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas na sua aldeia. Filma o momento em que Tumi passa cera de abelha cozida, mamu, no bambu que será a ponta cortante da flecha, de forma a poder colá-lo na haste de madeira que o unirá ao corpo da arma.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZB · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZI · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi explica para Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia, a parte em que se encontra do processo de produção das flechas, além de sua visão acerca das atuais relações de produção dos artefatos matis, que envolvem velhos e jovens.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZJ · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi explica para Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia, a parte em que se encontra do processo de produção das flechas, além de sua visão acerca das atuais relações de produção dos artefatos matis, que envolvem velhos e jovens.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZR · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi força em seu joelho a ponta de bambu da flecha amaciada pelo fogo, modelando o seu formato, de forma que ela se torne mais reta possível.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZS · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão corta com uma faca sem ponta as bordas internas da parte cortante da flecha, corrigindo e homogeneizando as suas imperfeições.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZT · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi testa a letalidade de uma de suas flechas, já montada. Em sua companhia está Txami Matis, outra liderança da etnia.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZU · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi prepara seu enawat, instrumento feito de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante das flechas. Em sua companhia está Txami Matis, outra liderança da etnia.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZV · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi usa o seu enawat, instrumento feito de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante da flecha, corrigindo as imperfeições e deixando as suas bordas totalmente geométricas. Essa é a última etapa do processo de produção de uma flecha matis.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZX · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi usa o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante da flecha, corrigindo as imperfeições e deixando as suas bordas totalmente geométricas. Essa é a última etapa do processo de produção de uma flecha matis. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro fílmico das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. O homem constrói uma estrutura de madeira na mata próxima à aldeia, na qual prende a sua zarabatana de forma horizontal.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02I · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma. Binin pega uma quantidade de argila com a mão, no momento em que irá jogá-la dentro do orifício da arma. No chão, pode-se ver a panela com a água que utiliza para a atividade.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02L · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02M · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02P · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma. No chão, pode-se ver a panela com a água que utiliza para a atividade.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02X · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Após passar um pedaço de mamu quente em um primeiro pedaço da estrutura de sua zarabatana, o homem passa por cima um pedaço de cerâmica que esquentava na fogueira. Dessa forma, derrete ainda mais o mamu que passou anteriormente nessa parte, que quando seco, irá criar mais uma camada de selagem no corpo da arma.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02Y · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Após passar um pedaço de mamu quente em um primeiro pedaço da estrutura de sua zarabatana, o homem passa por cima um pedaço de cerâmica que esquentava na fogueira. Dessa forma, derrete ainda mais o mamu que passou anteriormente nessa parte, que quando seco, irá criar mais uma camada de selagem no corpo da arma.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02Z · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Esquenta novamente um pedaço de mamu, colocando sua ponta alguns segundos sobre o fogo, para agora passá-lo pela próxima parte da zarabatana. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02ZC · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02ZF · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Binin passa novamente mamu quente, agora na parte seguinte do corpo de sua zarabatana. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo até completar toda a extensão da arma. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas na Aldeia Tawaya.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02ZG · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150425_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu amarra a extremidade da estrutura do instrumento que construiu, uma espécie de torniquete, e que serve especificamente para a selagem das duas partes de madeira do corpo da arma. À medida que o artesão vai passando toda a zarabatana em seu comprimento por esse instrumento, vai amarrando as metades com um cipó especial que também sela o corpo da arma, e é chamado de nopo.

              Sem título
              Oficina de Produção de Arco e Flecha Infantil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Damã busca uma clareira na selva, para que ele e seus alunos possam começar a construção de seus artefatos. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.

              Sem título
              Oficina de Produção de Arco e Flecha Infantil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. O professor inicia o corte da madeira.

              Sem título
              Oficina de Produção de Arco e Flecha Infantil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_11 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Logo depois de o professor começar o corte de sua madeira, os alunos o seguem, cortando os seus próprios pedaços. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo. O professor segue fazendo as flechinhas.

              Sem título
              Oficina de Produção de Arco e Flecha Infantil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.

              Sem título
              Oficina de Produção de Arco e Flecha Infantil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_15 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.

              Sem título
              Oficina de Produção de Arco e Flecha Infantil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_17 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.

              Sem título
              Oficina de Produção de Arco e Flecha Infantil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_33 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. No final da oficina, o professor prepara um pedaço de cipó para prender as suas flechinhas e as flechinhas de cada um dos alunos.

              Sem título
              Oficina de Produção de Arco e Flecha Infantil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_34 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. No final da oficina, o professor prepara um pedaço de cipó para prender as suas flechinhas e as flechinhas de cada um dos alunos.

              Sem título
              Oficina de Produção de Arco e Flecha Infantil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_35 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. No final da oficina, o professor prepara um pedaço de cipó para prender as suas flechinhas e as flechinhas de cada um dos alunos.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esquenta cinzas ao fogo, que irá utilizar para o acabamento estético de sua zarabatana.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esculpe a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esculpe a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Flechas produzidas por Tumi, três já concluídas e três nas quais ele ainda irá colocar a ponta cortante de bambu (paca).

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_09 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin volta a esculpir a parte do corpo da zarabatana na qual irá colocar o bocal da arma, de forma que as duas peças encaixem perfeitamente.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_11 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin passa mamu, cera de abelha cozida, na extremidade da zarabatana na qual irá encaixar o bocal, de forma a colar as duas partes.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos de Binin passando mamu, cera de abelha cozida, na extremidade da zarabatana na qual irá encaixar o bocal, de forma a colar as duas partes.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_16 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin constrói a mira da zarabatana, feita de mamu, cera de abelha cozida, revestida de um pedaço oval de madeira.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_03C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_07 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após o corte da madeira que será a estrutura da arma, Binin precisa extraí-la por completo da árvore. Para isso, produz na hora uma espécie de apoio, feito de pedaços de madeira e cipó que encontra na mata ao redor. Assim, pode desprender a parte superior do pedaço de madeira ainda preso da árvore, esse que será o corpo da zarabatana, que pode chegar a mais de três metros de comprimento.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_10 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Shapu e Dani, alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia. Binin começa a esculpir, no local mesmo, a madeira que extraiu da árvore escolhida. É possível vê-la à esquerda.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_11 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia. Binin começa a esculpir com o facão a madeira que acabara de extrair da árvore escolhida. Divide-a em dois pedaços que, futuramente, serão novamente unidos para formar o corpo da zarabatana.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_13 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia. Binin esculpe com o facão a madeira que acabara de extrair da árvore escolhida. Divide-a em dois pedaços que, futuramente, serão novamente unidos para formar o corpo da zarabatana.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_21 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin alterna a utilização de um facão e uma faca sem ponta para esculpir o corpo da arma, que pode chegar a mais de três metros de comprimento.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_24 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin reaviva a fogueira na qual irá esquentar os dois pedaços de madeira, de forma que fiquem mais flexíveis para serem trabalhados. A fogueira é alimentada por serragens da própria madeira que o homem está esculpindo. Dani e Shapu Sibó, alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro da oficina.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_33 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após unir os dois pedaços com um cipó altamente resistente, Binin volta a esculpir o corpo da arma com uma faca sem ponta, instrumento que utiliza para a feitura de seus artefatos.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_35 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após cerca de seis dias secando dentro da maloca, as duas partes da zarabatana presas com o cipó são desamarradas e novamente separadas. Binin pega a estrutura de uma zarabatana já seca para continuar a oficina. Separados os pedaços, precisa esculpir o orifício pelo qual irão passar os dardos envenenados. Para isso, pinta-os com urucum, de forma que quando for esculpir o orifício, qualquer possível desvio seja facilmente identificado com o contraste entre a superfície vermelha da madeira e o interior maciço da peça que está sendo talhada.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_37 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após cerca de seis dias secando dentro da maloca, as duas partes da zarabatana presas com o cipó são desamarradas e novamente separadas. Binin pega a estrutura de uma zarabatana já seca para continuar a oficina. Separados os pedaços, precisa esculpir o orifício pelo qual irão passar os dardos envenenados. Para isso, pinta-os com urucum, de forma que quando for esculpir o orifício, qualquer possível desvio seja facilmente identificado com o contraste entre a superfície vermelha da madeira e o interior maciço da peça que está sendo talhada.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_42 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe em cada uma das metades da estrutura da arma - que serão depois novamente unidas - o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Para isso, utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia que leva esse mesmo nome: madë xëta, “dente de cutia”.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã corta um pedaço da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), escolhida, de cujo interior são extraídos os espinhos que constituem os demux. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro fílmico desse evento.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_07 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã corta um pedaço da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), escolhida, de cujo interior são extraídos os espinhos que constituem os demux.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_10 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_11 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A mulher coloca um espinho em seu próprio furo, para ver se o diâmetro do mesmo é apropriado para a confecção do adorno.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_16 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos. Vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_19 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Enquanto vai trabalhando os espinhos que constituem o adorno, Tumã vai compartilhando conhecimentos sobre o uso dos mesmos.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prepara as palhas que utilizará para a decoração de cada flecha, primeiro passo na construção desse artefato.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_10 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Dani e Shapu Sibó, alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas na Aldeia Tawaya.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_11 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro audiovisual das oficina de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_19 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu esculpe em madeira maciça o bocal de sua zarabatana.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_20 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi enrola a linha de algodão natural pintada com cera da abelha cozida, mamu, na ponta traseira da flecha, de forma a fazer a sua decoração, primeira parte da produção desse artefato.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_23 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Após fazer a decoração da parte de trás das flechas com palha e linha de algodão natural, Tumi prepara as penas de mutum (wesnit), responsáveis por dar equilíbrio aos projéteis quando atirados pelo arco.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_25 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prepara e corta as penas de mutum (wesnit), que são coladas e amarradas na parte de trás das flechas, responsáveis por dar equilíbrio às mesmas quando atiradas pelo arco.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_29 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Bocal da zarabatana já esculpido por Binin Chunu. À esquerda, pode-se ver um pedaço de cera de abelha cozida, mamu, também utilizada durante o processo de produção da zarabatana, além de rolos de um tipo específico de cipó, chamado nopo, utilizado para enrolar todo o comprimento do corpo dessa arma, selando as metades de madeira de sua estrutura.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_41 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi realiza a colagem das penas de mutum (wesnit) na parte traseira de cada flecha: duas metades por peça. Essas servem para dar equilíbrio às flechas quando atiradas pelo arco.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_48 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Depois de colar duas metades de pena de mutum (wesnit) por flecha, Tumi as amarra com a mesma linha utilizada para a decoração, fixando-as na taboca.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_50 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Detalhe dos rolos de nopo, tipo de cipó especialmente utilizado para a amarração e selagem do corpo da zarabatana, difícil de ser encontrado na mata. Na ponta superior direita, detalhe da zarabatana sendo pressionada pelo instrumento que serve ao processo de selagem dos dois pedaços de madeira que dão origem ao seu corpo.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi termina de amarrar as penas de mutum (wesnit) na parte de trás das flechas, atividade que iniciara no dia anterior.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades Um dos filhos de Binin Chunu observa seu pai esculpindo o bocal da zarabatana que está construindo para o Museu do Índio/RJ.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_09 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_19 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu durante o processo de produção do bocal da zarabatana, esculpido em madeira maciça pelo homem.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_23 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi amassa pó de cinzas com o cabo de seu facão, material que irá grudar nas partes não cobertas da cera de abelha que usou para colar as penas de mutum na extremidade posterior das flechas; esse é o acabamento dessa parte da peça.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_24 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_25 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_31 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pela filmagem das oficinas de produção de artefatos realizadas na Aldeia Tawaya.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_32 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco. Dani e Shapu Sibó, alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_33 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_44 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi afia a sua talhadeira feita de dente de capivara, enawat, no caule de uma folha específica para isso. Irá utilizar o enawat para esculpir as pontas e pontos de junção de cada flecha, garantindo a unidade e qualidade das mesmas.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_45 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi utiliza a sua talhadeira feita de dente de capivara, enawat, para esculpir a junção da base de taboca da flecha com a haste de madeira que será utilizada para prender a sua ponta. Garante assim a unidade e qualidade da peça.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_50 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku inicia a preparação da palha para a realização da decoração da parte anterior das flechas. A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. É necessário pegar uma balsa para se chegar à parte da aldeia onde estão sendo produzidos esses artefatos, dentro de uma pequena maloca que os homens usam como oficina.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku inicia a parte final da confecção de suas flechas, que é esculpir a ponta perfurante das mesmas. Para isso, começa a preparar a peça com a qual são feitas as pontas, uma espécie de bambu chamado tauat.

              Sem título
              Oficina de Produção de Arco e Flecha Infantil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Pede para que um deles extraia a madeira para a produção, quando avista a árvore correta na floresta.

              Sem título
              Oficina de Produção de Arco e Flecha Infantil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_08 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Logo depois do professor começar o corte de sua madeira, os alunos o seguem, cortando os seus próprios pedaços. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.

              Sem título