Amazonas, rio
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Livro editado há 154 anos dá-nos um relato, não de um cientista, mas de um viajante curioso e perspicaz, escrito no estilo de um diário de bordo. Chegando ao Brasil em setembro de 1842, precisamente no Rio de Janeiro, desloca-se para as margens do Paraíba do Sul, e dirige-se em seguida, com sua expedição, para o Amazonas e Xingu. A floresta amazônica o deixou fortemente impressionado, e de tudo toma nota do que lhe parece bizarro e curioso. Relato sem a pretensão de pesquisa científica, é de leitura agradável e amena.
ADALBERTO, Príncipe da PrússiaEstudar a população da várzea é conhecer os habitantes das margens baixas do rio com o maior volume de água do mundo. É também conhecer a região de colonização mais antiga da Amazônia. Os relatos dos primeiros exploradores europeus descreveram para seus patrícios a natureza e a população nativa do rio que batizaram com os nomes de Ucayali e Marañon, ou rio mar, na parte peruana, rio Solimões, ou rio dos índios Solimões, de seu alto curso em território brasileiro até o encontro com o rio Negro, e ainda rio Amazonas, ou rio das lendárias guerreiras amazonas,do rio Negro até sua foz
LIMA, Deborah (org)Esta é a primeira obra ilustrada de forma abrangente tão vasto tema: a conquista da última fronteira do território brasileiro pelos mais importantes viajantes e expedicionários brasileiros e estrangeiros; O projeto, concebido pelo autor em conjunto com o editor Ronaldo Graça Couto, adota a estratégia de restringir o tema do ano de 1500 até as viagens de Rondon nos anos 1930 – visto que a partir disso a quantidade de expedições se multiplica exponencialmente em busca de riquezas, pesquisas de toda sorte ou mesmo de aventuras; As 42 viagens selecionadas são apresentadas em ordem cronológica, a partir do momento em que a primeira expedição européia adentra a Amazônia, segundo a seguinte itemização: data da expedição; contexto histórico e cultural; líder (a biografia do líder ou dos líderes); principais colaboradores; percurso; obra (produção escrita e iconográfica); e principais contribuições
Meirelles Filho, JoãoNo início de 1914, o ex-presidente norte-americano Theodore Roosevelt e o então coronel Cândido Rondon dividiram o comando de uma expedição singular, cujo principal objetivo era mapear o misterioso rio da Dúvida (hoje rio Rooosevelt), no coração da selva brasileira. Sem saber para onde as turbulentas águas do rio os conduziram, os homens da expedição enfrentaram fome, insetos vorazes, doenças tropicais e índios agressivos, além de dissensões em suas próprias fileiras. Três deles morreram e um foi abandonado à própria sorte na floresta. O próprio Roosevelt contraiu uma infecção num ferimento e ficou à beira da morte. O rio da Dúvida reconstitui em minúcia o dia-a-dia dessa inacreditável aventura, na qual afloram não apenas o embate do homem com a natureza hostil, mas também as diferenças culturais entre norte-americanos e brasileiros, e o choque de personalidades de dois homens "maiores que a vida" Roosevelt e Rondon
MILLARD, Candice