A carne tirada do casco do jabuti para fazer o instrumento musical (vai direto para o fogo, pois é muito apreciada pelos índios.
Sem títuloOficina Teteko
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Rede extendida no tear manual construído só para tecer esta rede e a mulher escondida atrás dela trabalhando.
Sem títuloJoão Ikobo limpa com faca o casco do jabuti sentado em sua cozinha, com rede tradicional sendo tecido em tear ao fundo.
Sem títuloJoão Ikobo explica para os pesquisadores indígenas e outros curiosos que tipo de formigas vão realizar o trabalho de limpeza do casco do jabuti.
Sem títuloJoão Ikobo pendura o casco de jabuti em uma árvore perto de casa para que as formigas hani acabem o trabalho que as formigas mapo não terminaram nos dois dias em que o casco ficou no mato.
Sem títuloO restante da peça de breu descança perto do fogo enquanto João Ikobo coloca o breu na abertura do casco de jabuti.
Sem títuloJoão Ikobo aponta a direção por onde irá para buscar o zumi, isto é, a taboca fina, utilizada para fabricação das flautinhas que compõem o instrumento. Ele explica que tem delas bem perto de sua casa, no mato.
Sem títuloJoão Ikobo busca o zumi no mato, perto de sua casa.
Sem títuloJoão Ikobo passa a corda no oco do casco de jabuti. Esta corda é que conectará as partes do instrumento: o casco que vibra quando o dedo fricciona o breu e as flautas que acompanham a sonoridade do casco.
Sem títuloCasco pronto com as cordas que o conectam às flautas.
Sem títuloJoão Ikobo toca o instrumento, friccionando os dedos no breu, produz um som amplificado pelo casco de jabuti (quanto maior o casco maior amplificação, tenta explicar o artesão), e soprando as flautas em sincronia com o som da fricção.
Sem títuloJoão Ikobo limpa o casco do jabuti com uma faca equanto Zupira, sua esposa tece a powi, rede tradicional kulina, se utilizando de um tear manual que ela mesmo produziu.
Sem títuloJoão Ikobo trabalha no casco do jabuti, Zupira tece sua rede e Benjamim Kulina filma o trabalho e as informações fornecidas por Ikobo e Komizi.
Sem títuloJoão Onima e Joaquim kulina anotam e fotografam respectivamente para aprenderem a respeito da criação do instrumento musical teteko.
Sem títuloJoão Ikobo traz o casco de jabuti que estava pendurado na árvore no mato.
Sem títuloJoão Ikobo esquenta no fogo o pedaço de breu que tem guardado.
Sem títuloDetalhe do breu na abertura do casco do jabuti.
Sem títuloDetalhe de João Ikobo ajustando o breu na abertura do casco do jabuti.
Sem títuloJoão Ikobo testa o breu, friccionando os dedos para avaliar a sonoridade produzida.
Sem títuloOs pesquisadores indígena João Onima Kulina e Jorge Namari Kulina anotam as informações fornecidas sobre o instrumento e filmam os procedimentos de criação realizados pelo mestre artesão.
Sem títuloJoão Ikobo cortando com terçado os pedaços de taboca que farão as flautas.
Sem títuloEnquanto João Ikobo limpa com a faca o casco do jabuti (para produzir um instrumento musical chamado teteko) sua mulher, Zupira, tece o algodão para fazer uma rede tradicional kulina, a powi.
Sem títuloJoão Ikobo trabalha no casco do jabuti, Zupira tece sua rede e João Onima anota em seu caderno as informações fornecidas sobre o instrumento musical por João Ikobo e Komizi: onde deixar o casco para que as formigas acabem de limpá-lo, onde encontrar o breu e os bambus para a flautinha de pã.
Sem títuloZupira imersa nas teias de algodão enquanto tece uma powi em seu tear manual.
Sem títuloJoão Ikobo leva o casco até o local próximo do ninho de formigas.
Sem títuloDetalhe do casco do jabuti pendurado já infestado de formigas.
Sem títuloCom a ponta do breu amolecida pelo fogo, é possível tirar um pouco de breu com a faca.
Sem títuloRapaz pendura o teteko no pescoço, experimentando o instrumento.
Sem títuloDetalhe do breu na faca. Ele será usado na abertura do casco do jabuti.
Sem títuloJoão Ikobo coloca o breu na abertura do casco do jabuti.
Sem títuloJoão Ikobo ajeita bem o breu na abertura do casco do jabuti.
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