Amazonas
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Advogado responsável pela condução do caso: Sérgio Leitão
ARAÚJO, Ana ValériaTrabalho de campo em Manacapuru, com a população Apurinã. Descreve o processo migratório, o cotidiano dos Apurinã e as vantagens e benefícios do "mundo dos brancos", pólo oposto ao "mundo dos índios"
LAZARIN, Marco AntônioAtravés da análise estruturalista e da psicanalise, o autor mostra como, entre os índios Marubo, do Estado do Amazonas, os cânticos de cura agem sobre o comportamento fisiológico do paciente, obtendo seu restabelecimento
MELATTI, Delvair MontagnerEste trabalho pretende fazer uma análise sociológica da ação do Serviço de Proteção aos Índios - SPI, no Estado do Amazonas, no período de 1910-1932; A partir dos conceitos de dispositivo, de campo e de tutelar, buscamos, não apenas eleaborar uma cronologia histórica da presença do SPI no Amazonas, mas trazer à luz as práticas levadas a cabo pelo órgão indigenista na "missão" de conduzir os povos indígenas da região sob sua jurisdição, de uma "condição primitiva" a um "estado positivo", através do que denominaram de "processo civilizatório"; O objetivo maior é trazer para o presente reflexOes críticas sobre estes pressupostos positivistas que marcaram profundamente as açOes dos órgãos indigenistas (SPI, FUNAI)
MELO, Joaquim Rodrigues deFocaliza as relaçOes estabelicidas entre o grupo oficial de assistência aos índios. Conceitua a analisa o surgimento e a organização do campo de ação indigenista
OLIVEIRA, João Pacheco deTrata-se do oitavo volume da Coleção Narradores Indígenas do Rio Negro e quarto das narrativas dos Desana, um dos povos indígenas que habita o rio Tiquié, na região do Alto Rio Negro (AM). Esta publicação complementa outra, de 1996, intitulada A Mitologia Sagrada dos Desana, segundo volume da coleção Narradores Indígenas. Dividido em cinco capítulos, o primeiro aborda as constelações, fundamentais para a vida dos Desana, que se guiam por elas para seguir o tempo. O segundo capítulo tem como tema os diferentes instrumentos musicais utilizados, as falas cerimoniais, cantos e danças, que são de extrema complexidade. É considerado um capítulo crucial no livro porque descreve os rituais detalhadamente. Já o terceiro capítulo trata das festas de caxiri (bebida fermentada) e das comemorações das variações do tempo. O quarto capítulo descreve os símbolos numéricos usados em tempo de guerra e o último capítulo conta a história da perseguição empreendida pelos brancos contra os índios do Tiquié. Os narradores são pai e filho. O filho, Durvalino é o primogênito e pela tradição desana aprende com o pai a tradição do clã e sua sabedoria. Como sabia ler e escrever, foi chamado por Américo, seu pai, para ajudá-lo a fazer este livro.
Buchillet, Dominique (organizadora)