Música indígena

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              284 résultats directement liés Exclure les termes spécifiques
              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 056 FAIXA 01 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Música vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 056 FAIXA 10 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Música vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia

              Sans titre
              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 056 FAIXA 11 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Música vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia

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              Nande Arandu Pygua
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--AD 283 · Pièce · 2004
              Fait partie de Arquivístico

              Gravação de músicas indígenas Guarani em estúdios móveis instalados nas Opy (casas de reza) das aldeias Tenondé, Ribeirão Silveira e Krukutu, eventos que reuniram 300 crianças e músicos de dez aldeias Guarani e de uma aldeia tupi-guarani dos estados de Sã

              Músicas e cantos indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 001 FAIXA 02 · Pièce · 1974
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas e cantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Informações na capa do K-7 - Side A: 0-47: cantos, pranto ritual, linguagem do [?] dos Bororos (Pe. Ce`sar); 47-70: Choro de saudade pelo morto Bororo/ Side B: 0-19: Continuação do choro de saudade pelo morto Bororo; 19-37: choro de casal em Dom Bosco; 37-42: J.B. DAPRABA (48); 42-46: J.B. DAPRABA (49); 46-50: J.B. DAPRABA (50); 50-54: J.B. DAPRABA (51); 54-57: J.B. DAPRABA (52)/ 57-60: J.B. DAPRABA (53)/ 60-63: J.B. DAPRABA (54)/ 63-65: J.B. DAPRABA (55)/ 65-67: [?] TSIDUPU (56). Informações obtidas à partir da pesquisa do item - faixa 1: Músicas e cantos indígenas; Começa uma conversa entre o narrador e um índio (21 min. 19 seg. - 23 min. 20 seg.)/ faixa 2: 11 de outubro de 1974 em Sangradouro: Narrador diz que vai a nova aldeia dos Xavántes de caminhão e esta com ele José que vai falar umas palavras de recado para Alexandre, seu parente que esta na nova aldeia (6 min. 34 seg.)/ Narrador diz que esta na aldeia Xavánte à beira do rio das Mortes e esta ouvindo um choro de alegria, porque trouxemos uma criança da outra aldeia (9 min. 01 seg.)/ Em 15 de outubro de 1974 em Sangradouro - João Batista vai cantar um DAPRABA (14 min. 25 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (16 min. 14 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (18 min. 13 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (20 min. 02 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (21 min. 58 seg.)/ João Batista vai cantar um DAIARONO (23 min. 29 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (25 min. 05 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (27 min. 20 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (28 min. 55 seg.)/ Em 16 de outubro de 1974, Sangradouro - João Evangelista vai tocar agora o instrumento TSIDUPU

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 009 CD2 FAIXA 01 · Pièce · 1969
              Fait partie de Arquivístico

              Faixa 1: (0 seg. - 1 min. 41 seg.). 1969, Sangradouro. Vamos ouvir um canto cantado por Alexandre Xavánte. É um canto que ele mesmo fez em língua Xavánte, em louvor de nosso senhor e de São José; (1 min. 45 seg. - 3 min. 57 seg.) Canto também Xavánte em louvor de São José; (4 min. 01 seg. - 10 min. 58 seg.) Estamos em Sangradouro e de tarde, ao meu lado esta sentado Alexandre e eu perguntei: Alexandre... para explicar de onde que veio o milho. Ele vai explicar para nós, a história do milho; (11 min. 07 seg. - 21 min. 56 seg.) Agora, Alexandre vai contar uma história referente as estrelas.; (21 min. 59 seg. - 31 min.) 15 de julho de 1969, Sangradouro. Ontem à noite, Elisabete ensaiou duas vezes com vários moços Xavántes na igreja e conseguiu ensiná-los a cantar em duas vozes. Hoje cedo, na missa, já vão cantar enquanto Elisabete esta acompanhando com um velho harmônio. Vamos tentar fazer esta gravação daqui a cinco, dez minutos quando começar a missa das seis horas. (32 min. 30 seg. - 33 min. 20 seg.) 16 de julho de 1969. Estamos no quarto de hóspedes da missão Salesiana do Sangradouro e no quarto vizinho [?] no quarto do vizinho um forro. Estamos ouvindo falar um jovem Xavánte que catequista e esta dando ensinamentos religiosos a mulheres Xavántes em língua Xavánte. (33 min. 22 seg. - 38 min. 36 seg.) Julho de 1969. Estamos na escola Salesiana das meninas Xavántes. Elas estão cantando e dançando.; (38 min. 37 seg. - 44 min. 49 seg.) 8 de julho de 1969, Sangradouro, à noite. Estamos entrando na aldeia Xavánte onde vários grupos dançam e cantam. Sua fase crescente e estamos ouvindo o canto do próximo grupo. Estamos a uns trinta, quarenta metros do primeiro grupo que canta. Estou vendo algum fogo. Agora paramos perto de uma outra choupana. Os moços, mais ou menos trinta ou quarenta, formaram um círculo de vão cantar já. Atravessando a praça redonda no meio das choupanas para chegar ao outro grupo formado por maiores moços. As estrelas são tão bonitas que só em Mato Grosso podem ser. Faixa 2: (7 seg. - 5 min. 36 seg.) 8 de julho de 1969, Sangradouro. Continua o canto dos Xavánte na aldeia à noite. Vamos a um terceiro grupo, formado só por moços grandes. O grupo é bem menor. Os grupos são totalmente circulares, virando o corpo para o centro do círculo e inclinado um pouco para frente, abrindo os pés. E fazendo movimentos [?] com os joelhos. É impossível não acreditar que esta dança tenha a função principal de um exercício militar para reforçar a união do grupo dos jovens.; (5 min. 38 seg. - 7 min. 12 seg.) Como vai? Tá um pouco melhor? Tá mesmo? Já tomou injeção hoje? Na veia? A enfermeira picou. Doeu muito? Muito, muito? Mas, agora, aqui atrás não dói tanto? Dói menos? E aquela dor de cabeça, melhorou? Parou de tudo [sic]? Não tem mais nada na cabeça? Tem ainda um pouco? Mas melhorou bem, não? Precisa tomar mais remédio? Aqui dói ainda, aqui? Aqui dói? Não melhorou? Perna não dói? E barriga, não dói? Por que deu risada, rara, por quê? Não dói aqui? Dói pouco. (7 min. 14 seg. - 10 min. 35 seg.) No cruzeiro, quase no centro da aldeia, os Xavántes estão cantando agora a sua língua.; (10 min. 37 seg. - 19 min. 57 seg.) [Índio falando sobre a saúde dos índios].; (20 min. 01 seg. - 23 min. 09 seg.) 20 de julho de 1969, Sangradouro. Hoje devem os americanos chegar na Lua. Neste instante, tem aqui dois Xavántes perto de nós e vão tocar na flauta feita por uma pequena cabaça enfeitada.; (23 min. 11 seg. - ) Esta música parece que esta sendo tocada para a corrida do Buriti. (34 min. 57 seg. - ) 21 de julho de 1969, Sangradouro. Depois do almiço, Elisabete esta ensaiando com oito, dez moços Xavántes na escola Salesiana, onde ela esta tentando ensinar cantos da igreja para os moços Xavántes.; (38 min. 52 seg. - ) 23 de julho de 1969. Estamos no quarto 69 do grande hotel Gaspar de Campo Grande. Ontem cedo saímos de [Pochoréu?] e chegamos em duas horas e meia, mais ou menos, em Rondonópolis, depois de ter passado uns vinte minutos numa ponte que estava quebrada e que funcionários aparentemente do governo estavam consertando para podermos passar de ônibus.Em Rondonópolis passamos o dia inteiro, visitando a moderna igreja, passeando, almoçando, encontrando um velho amigo, o pai do senhor Jofre que por acaso passou nas ruas de Rondonópolis e que nos deu a oportunidade deste encontro quase milagrosoe mais ou menos as sete horas da noite embarcamos no ônibus que nos trouxe até aqui, Campo Grande, onde chegamos mais ou menos as oito horas da manhã. Tendo viajado a noite inteira e dormido mais ou menos nos assentos não muito confortáveis. Hoje conversamos com o padre Angelo e reservei a passagem para amanhã à tarde para voltar a Campinas porque não podemos fazer a escavação do cemitério em Corumbá. O padre tendo pouco tempo, porque ele tem que aproveitar para preparar uma conferência em Brasília. Assim praticamente terminou nossa viagem deste ano aos índios. Hoje almoçamos com o padre Angelo numa pizzaria romana e esta noite vamos jantar com ele no mesmo restaurante e depois voltamos a Campinas para recomeçarmos as tarefas de todos os dias

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 010 FAIXA 01 · Pièce · 1961
              Fait partie de Arquivístico

              Faixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]

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              Músicas e cantos Karajá
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 014 FAIXA 02 · Pièce · 1978
              Fait partie de Arquivístico

              Faixa 1: (0 seg. - 1 min. 53 seg.) 14 de janeiro de 1978, aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira que esta aqui de meu lado vai cantar outro [ibru?].; (1 min. 56 seg. - 3 min. 22 seg.) Agora Jandira vai cantar um [?], quer dizer um canto de ninar.; (3 min. 23 seg. - 4 min. 13 seg.) Um [?] que é o lamento do homem, mas agora Jandira, quer dizer mulher, vai cantar.; (4 min. 16 seg. - 5 min. 25 seg.) Jandira vai cantar outro [?], lamento do homem.; (5 min. 27 seg. - 6 min. 28 seg.) Jandira vai cantar mais um [?], cujo autor é [?], há muito tempo falecido. Tio de Jacinto. Fez o canto pela morte de sua filha.; (6 min. 31 seg. - 8 min. 35 seg.) Jandira vai cantar mais um [ibru?], lamento da mulher. Autora é [?], ainda viva. Fez o choro pela morte de sua neta.; (8 min. 39 seg. - 10 min. 23 seg.) 16 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá de [Aruanã?]. Desde ontem choveu tanto que resolvemos voltar para São Paulo amanhã. Mais agora o informante [?], João, de setenta anos de idade, o Karajá mais velho da aldeia vai cantar um [?]. Eu vou dar um sinal do som básico, senão me engano, ré sustenido.; (10 min. 24 seg. - 11 min. 20 seg.) João agora vai cantar um [?]. (11 min. 21 seg. - 12 min. 36 seg.) Agora João vai cantar um [?], quer dizer um canto para a festa do mel.; (12 min. 37 seg. - 12 min. 43 seg.) Vai cantar agora um [?].; (12 min. 45 seg. - 15 min. 13 seg.) Mário [?] vai cantar um [?].; (15 min. 18 seg. - 17 min. 35 seg.) Mário [?] vai cantar agora um [?].; (17 min. 37 seg. - 18 min. 54 seg.) Agora [?] vai cantar um [?].; (18 min. 55 seg. - 19 min. 43 seg.) Agora Jandira vai demonstrar a linguagem de assobio, por exemplo, a palavra [?].; Faixa 2: (21 seg. - 2 min. 36 seg.) 29 de março de 1984, na aldeia de [Aruanã]. Estamos na casa de [?], Karajá e ele vai contar duas histórias referentes ao trovão e ao relampago.; (2 min. 38 seg. - 9 min. 51 seg.) 30 de março de 1984, [Aruanã]. Estou na casa de [?] e ele vai contar como os primeiros Karajás saíram debaixo da terra. Faixa 3: [música indígena]

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              Música Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 019 FAIXA 02 · Pièce · 1961
              Fait partie de Arquivístico

              Música e cantoria indígena Xavánte realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há um depoimento do cacique Apoena

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 027 FAIXA 02 · Pièce · 1976
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai para palestra realizada na Universidade Estadual de Campinas em 2 de setembro de 1976

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              Histórias dos índios Nambikwáras
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 028 FAIXA 06 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Histórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 029 FAIXA 02 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 031 FAIXA 01 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 032 FAIXA 01 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 032 FAIXA 03 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 032 FAIXA 05 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 032 FAIXA 07 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 032 FAIXA 11 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 032 FAIXA 12 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo

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              Músicas indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 037 FAIXA 01 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Gravação realizada no dia 20 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas músicas indígenas Xavánte executada pelo índio Jerônimo

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 041 FAIXA 01 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 041 FAIXA 02 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 041 FAIXA 03 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 041 FAIXA 08 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Cantos indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 042 FAIXA 05 · Pièce · 1974
              Fait partie de Arquivístico

              Gravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte

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              Músicas indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 043 FAIXA 08 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Flauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos

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              Músicas indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 043 FAIXA 10 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Flauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos

              Sans titre
              Músicas indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 043 FAIXA 11 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Flauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos

              Sans titre
              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 056 FAIXA 14 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Música vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia

              Sans titre
              Música com instrumento de sopro
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 059 FAIXA 02 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Gravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de sons em flauta pré-histórica do Museu da Lapinha. Faixa 2: Música de índios norte-americanos

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 070 FAIXA 03 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas não identificadas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              O Mundo sonoro xavante
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / A988M / 1976 · Pièce · 1976
              Fait partie de Bibliográfico

              Estuda a música Xavante no seu contexto cultural e compila um relatório completo de todos os fatos etnomusicológicos que foram coletados e registrados em pesquisas de campo iniciadas em 1960

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 057 FAIXA 01 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Música vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia. Faixa 2: Cantos de baleias copiadas de um disco que apareceu em janeiro de 1979 da National Geographic Magazine

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 070 FAIXA 02 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas não identificadas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.742(816.5) / Y99 / 2009 · Pièce · 2009
              Fait partie de Bibliográfico

              Com o apoio do IPHAN este projeto apresenta uma amostra significativa dos cantos das crianças interpretados pelos grupos de cantos e danças tradicionais Mbyá Guarani de três comunidades da grande Porto Alegre. Ele registra o resultado de um intenso trabalho coletivo e cotidiano sob a orientação dos guias musicais dos grupos. Cantando e dançando em diferentes contextos, os Mbya Guarani controem e afirmam sua identidade; comunicam-se entre si, com as divindades, com a natureza e também com a sociedade envolvente, expressando e atualizando seus valores, suas reinindicações e seu modo de ser. O nascimento de uma criança representa aprovação pelos deuses do modo de ser Mbya, e uma criança que canta fortalece a relação dos Mbya com os outros seres do cosmos

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / K76d v.1 2006 / 2006 · Pièce · 2006
              Fait partie de Bibliográfico

              Trata-se dos relatos da viagem empreendida por Theodor Koch-Grunberg; pela região Norte do Brasil e Venezuela, no período de 1911 a 1913. O autor faz,; sobretudo, um levantamento etnográfico e lingüístico dos povos indígenas da região;; transcreve também suas lendas e mitos de origem, que mais tarde inspiraram Mário de; Andrade na redação de Macunaíma; A floresta e os povos amazônicos, ao alvorecer do século XX, impõem um monumental; desafio a todos que os investigam. Theodor Koch-Grünberg não enfrenta propriamente um; tema, mas um mundo, caleidoscópico e complexo, que apenas suas extraordinárias aptidões; o tornarão capaz de abordar. O explorador, em seu sentido mais amplo, que se aventura; numa saga apaixonante pelo Brasil setentrional, emprega todo seu espectro de talentos; para gerar uma obra ímpar em que as seminais interpretações etnológicas e; antropológicas são entrelaçadas a registros lingüísticos, botânicos, zoológicos e; iconográficos. O feito de Koch-Grünberg assumiu a dimensão de um triunfo clássico da; erudição etnológica e, paralelamente, estabeleceu peça básica da agenda intelectual de; nomes como Mário de Andrade. Esta viagem memorável constrói, afinal, marco vigoroso no; percurso, também sinuoso e multifacetado, de constituição da imagem e da auto-imagem do; Brasil

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 007 CD2 FAIXA 02 · Pièce · 1963
              Fait partie de Arquivístico

              Gravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi

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              Músicas e contos indígenas Karajá
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 011 FAIXA 02 · Pièce · 1976
              Fait partie de Arquivístico

              Fita 1: (2 seg. - 1 min. 52 seg.) K-7 número 1 - Karajá. Peça número 1. Canto Karajá cantado por homem. Cópia do disco Anthology in Brazilian Indian Music [?] by Harald Schultz and [?]. Lado 1.; (1 min. 55 seg. - 3 min. 08 seg.) Número 2 - Karajá. 14 de dezembro de 1976, em nossa casa em [Mont Mor?]. [?] Karajá vai cantar agora um [?], quer dizer um canto de crítica que foi descrito também no livro do Serviço de Proteção aos Índios "Índios do Brasil" segundo tomo.; (3 min. 13 seg. - 5 min. 35 seg.) Peça número 3K - Karajá. Agora, [?] continua cantando. Vai cantar outro [?] que é uma crítica que os Karajá de Fontoura fazem contra os [?]. Ele vai cantar este canto.; (5 min. 38 seg. - 6 min. 12 seg.) 21 de dezembro de 1974. [?] agora vai repetir a primeira parte do canto K-3 que é um [?]. (6 min. 13 seg. - 7 min. 27 seg.) Agora [?] vai cantar mais uma vez o canto K-2 e uma parte do canto K-3.; (7 min. 28 seg. - 9 min. 55 seg.) Canto K-4. [?] vai cantar agora um [?] cujo autor é [?] e que se refere a história de pacu que pulou fora da água e ficou enroscado num galho de uma árvore e depois ficou coberto de abelhas selvagens que fizeram seu cacho em volta do peixe.; (9 min. 56 seg. - 11 min. 14 seg.) Houve um pequeno erro no canto de [?] e ele esta querendo cantar mais uma vez o mesmo canto.; (11 min. 17 seg. - 12 min. 47 seg.) 4 de janeiro de 1977. [?] vai cantar agora um canto [?] cujo autor é desconhecido. Se trata de um canto bastante velho que se cantam na festa [?] e [?].; (12 min. 50 seg. - 12 min. 21 seg.) [?] vai cantar o canto K-6, o [?]. Um tipo de lamentação que a mãe daquela moça esta cantando que teve a primeira menstruação. Ela canta já no primeiro dia do acontecimento e canta dia inteiro. Pode haver variação tanto na melodia, como no texto, na letra, no canto e também [?] não sabe cantar com muita certeza porque o canto unicamente cantado por mulheres.; (14 min. 25 seg. - 15 min. 18 seg.) O fim de cada estrofe... o canto é cantado com muito pouco volume, muito baixo. E eu pedi a [?] para que ele cantasse o canto com mais volume na sua [?] total para facilitar a transcrição desta música.; (15 min. 22 seg. - 17 min. 11 seg.) 18 de janeiro de 1967. Esqueci de dizer a data para o canto K-6. Agora no mesmo dia vamos ouvir [?] cantar o canto K-7 que é um lamento de um velho Karajá que perdeu a mulher.; (17 min. 15 seg. - 17 min. 48 seg.) [?] vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam como canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (17 min. 51 seg. - 18 min. 38 seg.) 25 de janeiro de 1977. [?] vai repetir as primeiras três linhas do canto K-7 que é o lamento do homem.; (18 min. 42 seg. - 19 min. 21 seg.) [?] vai cantar agora o canto K-9 que é um [?].; (19 min. 24 seg. - 20 min. 26 seg.) [?] vai cantar o canto número K-10 que é um [?]. Um canto para dança. O autor é desconhecido, o canto é velho.; (20 min. 32 seg. - 26 min. 18 seg.) [?] vai cantar agora uma história referente ao arco-iris, naturalmente em língua portuguesa.; (26 min. 22 seg. - 29 min. 58 seg.) [?] agora vai cantar, vai contar uma lenda que se refere a um macaco. E há Karajás que se tornaram macacos. Faixa 2: (04 seg. - 58 seg.) 8 de fevereiro de 1977. [?] vai cantar o canto K-11 que é um [?]. (1 min. 03 seg. - 2 min.) O próximo canto é K-12, um [?].; (2 min. 05 seg. - 18 min. 42 seg.) 15 de fevereiro de 1977. [?] vai contar para nós o mito número 3, referente a origem da chuva. Primeiro em português, depois em Karajá.; (18 min. 46 seg. - 20 min. 55 seg.) [?] canta agora o K-13 que é um [?].; (20 min. 57 seg. - 30 min. 04 seg.) [?] vai contar agora o mito 4 que se refere a um segredo descoberto pelos [?].; (30 min. 05 seg. - 30 min. 14 seg.) [?] agora vai contar o mesmo mito em Karajá, mas na outra fita, porque esta já acabou

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              Músicas e cantos Karajá
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 013 FAIXA 01 · Pièce · 1978
              Fait partie de Arquivístico

              Faixa 1: (06 seg. - 10 min. 14 seg.) Continuamos as gravações de [?] de música Karajá. Agora vamos ouvir imitação de vozes de animais.; (10 min. 15 seg - 11 min. 53 seg.) O próximo número é gravação de cantos religiosos em língua Karajá gravados por [?].; (11 min. 55 seg. - 13 min. 13 seg.) O próximo canto é uma gravação de [?]. Música Karajá acompanhada de chocalho.; (13 min. 15 seg. - 14 min. 20 seg.) Vamos ouvir algumas palavras da linguagem de assobio dos Karajá gravada por [?].; (14 min. 22 seg. - 23 min. 54 seg.) Vamos ouvir cantos Karajá gravados por [?] e cantado por meninos ou talvez por mulheres, não dá para decidir.; (23 min. 57 seg. - 26 min.) 14 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira esta aqui de meu lado e vai cantar um [ibru?]. Vai cantar um [ibru?], que é um lamento da mulher.; (26 min. 01 seg. - 29 min. 40 seg.) [História contada por um índio].; (29 min. 41 seg. - 30 min. 16 seg. - continua na faixa 2, até aos 45 seg.) Pequena Karajá esta mamando e a mamãe vai cantar o canto de ninar.; Faixa 2: (48 seg. - 2 min. 09 seg.) 11 de janeiro de 1978. Jandira vai cantar o canto Kayapó que ela aprendeu do marido que esta muito tempo junto com Kayapós. Pode cantar. (2 min. 10 seg. - 5 min. 16 seg.) Provavelmente Kayapó. Os Karajás não entendem esta letra. [?] vai cantar um [ibru?].; (5 min. 17 seg. - 6 min. 31 seg.) Vai cantar um canto [?] que é uma oração a Deus.; (6 min. 33 seg. - 8 min. 13 seg.) Agora vai cantar um [?].; (8 min. 14 seg. - 8 min. 47 seg.) Jandira vai demonstrar a linguagem do assobio Karajá. A primeira palavra que ela vai assobiar é [?].; (8 min. 48 seg. - 9 min. 20 seg.) a segunda expressão [?] é a minha casa, esta é a minha casa. (9 min. 21 seg. - 9 min. 44 seg.) Número 3, [?]. Significa o rio esta muito cheio.; (9 min. 45 seg. - 10 min. 03 seg.) [?], minha filha dormiu.; (10 min. 05 seg. - 12 min. 03 seg.) Aproveitando o espaço que existe na fita, [?] vai cantar um [?]. Data: 11 de maio de 1978. Lugar: sítio de [Monte Mo?] [?].; (12 min. 05 seg. - 13 min. 15 seg.) [?] vai agora cantar um [?].; (13 min. 16 seg. - 14 min. 38 seg.) O próximo canto de [?] é um [?].; (14 min. 42 seg. - 15 min. 54 seg.) [?] vai cantar um [?].; (15 min. 57 seg. -18 min.) [?] vai cantar outro [?].; (18 min. 07 seg. - 19 min. 42 seg.) 15 de junho de 1978, sítio de [Monte Mor]. [?] vai cantar agora. O canto que vai cantar é um [?].; (19 min. 44 seg. - 21 min. 31 seg.) [?] vai cantar agora outro [?].; (21 min. 34 seg. - 23 min. 26 seg.) 22 de junho de 1978, no sítio de [Monte Mor]. [?] está sentado aqui de meu lado e vai cantar um [?].; (23 min. 30 seg. - 24 min. 35 seg.) [?] vai continuar cantando. Desta vez um [?].; (24 min. 40 seg. - 26 min. 20 seg.) [?] vai voltar no [?] interior e vai cantar o mesmo canto, mas desta vez acompanhado de um chocalho.; (26 min. 27 seg. - 28 min. 45 seg.) [?] lembrou-se de mais um [?] que vai cantar acompanhado de chocalho que ele mesmo maneja.; (28 min. 50 seg. - 30 min. 02 seg.) [?] vai cantar um [?], com chocalho

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              Músicas e cantos Karajá
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 013 FAIXA 02 · Pièce · 1978
              Fait partie de Arquivístico

              Faixa 1: (06 seg. - 10 min. 14 seg.) Continuamos as gravações de [?] de música Karajá. Agora vamos ouvir imitação de vozes de animais.; (10 min. 15 seg - 11 min. 53 seg.) O próximo número é gravação de cantos religiosos em língua Karajá gravados por [?].; (11 min. 55 seg. - 13 min. 13 seg.) O próximo canto é uma gravação de [?]. Música Karajá acompanhada de chocalho.; (13 min. 15 seg. - 14 min. 20 seg.) Vamos ouvir algumas palavras da linguagem de assobio dos Karajá gravada por [?].; (14 min. 22 seg. - 23 min. 54 seg.) Vamos ouvir cantos Karajá gravados por [?] e cantado por meninos ou talvez por mulheres, não dá para decidir.; (23 min. 57 seg. - 26 min.) 14 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira esta aqui de meu lado e vai cantar um [ibru?]. Vai cantar um [ibru?], que é um lamento da mulher.; (26 min. 01 seg. - 29 min. 40 seg.) [História contada por um índio].; (29 min. 41 seg. - 30 min. 16 seg. - continua na faixa 2, até aos 45 seg.) Pequena Karajá esta mamando e a mamãe vai cantar o canto de ninar.; Faixa 2: (48 seg. - 2 min. 09 seg.) 11 de janeiro de 1978. Jandira vai cantar o canto Kayapó que ela aprendeu do marido que esta muito tempo junto com Kayapós. Pode cantar. (2 min. 10 seg. - 5 min. 16 seg.) Provavelmente Kayapó. Os Karajás não entendem esta letra. [?] vai cantar um [ibru?].; (5 min. 17 seg. - 6 min. 31 seg.) Vai cantar um canto [?] que é uma oração a Deus.; (6 min. 33 seg. - 8 min. 13 seg.) Agora vai cantar um [?].; (8 min. 14 seg. - 8 min. 47 seg.) Jandira vai demonstrar a linguagem do assobio Karajá. A primeira palavra que ela vai assobiar é [?].; (8 min. 48 seg. - 9 min. 20 seg.) a segunda expressão [?] é a minha casa, esta é a minha casa. (9 min. 21 seg. - 9 min. 44 seg.) Número 3, [?]. Significa o rio esta muito cheio.; (9 min. 45 seg. - 10 min. 03 seg.) [?], minha filha dormiu.; (10 min. 05 seg. - 12 min. 03 seg.) Aproveitando o espaço que existe na fita, [?] vai cantar um [?]. Data: 11 de maio de 1978. Lugar: sítio de [Monte Mo?] [?].; (12 min. 05 seg. - 13 min. 15 seg.) [?] vai agora cantar um [?].; (13 min. 16 seg. - 14 min. 38 seg.) O próximo canto de [?] é um [?].; (14 min. 42 seg. - 15 min. 54 seg.) [?] vai cantar um [?].; (15 min. 57 seg. -18 min.) [?] vai cantar outro [?].; (18 min. 07 seg. - 19 min. 42 seg.) 15 de junho de 1978, sítio de [Monte Mor]. [?] vai cantar agora. O canto que vai cantar é um [?].; (19 min. 44 seg. - 21 min. 31 seg.) [?] vai cantar agora outro [?].; (21 min. 34 seg. - 23 min. 26 seg.) 22 de junho de 1978, no sítio de [Monte Mor]. [?] está sentado aqui de meu lado e vai cantar um [?].; (23 min. 30 seg. - 24 min. 35 seg.) [?] vai continuar cantando. Desta vez um [?].; (24 min. 40 seg. - 26 min. 20 seg.) [?] vai voltar no [?] interior e vai cantar o mesmo canto, mas desta vez acompanhado de um chocalho.; (26 min. 27 seg. - 28 min. 45 seg.) [?] lembrou-se de mais um [?] que vai cantar acompanhado de chocalho que ele mesmo maneja.; (28 min. 50 seg. - 30 min. 02 seg.) [?] vai cantar um [?], com chocalho

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              Músicas e cantos Karajá
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 014 FAIXA 01 · Pièce · 1978
              Fait partie de Arquivístico

              Faixa 1: (0 seg. - 1 min. 53 seg.) 14 de janeiro de 1978, aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira que esta aqui de meu lado vai cantar outro [ibru?].; (1 min. 56 seg. - 3 min. 22 seg.) Agora Jandira vai cantar um [?], quer dizer um canto de ninar.; (3 min. 23 seg. - 4 min. 13 seg.) Um [?] que é o lamento do homem, mas agora Jandira, quer dizer mulher, vai cantar.; (4 min. 16 seg. - 5 min. 25 seg.) Jandira vai cantar outro [?], lamento do homem.; (5 min. 27 seg. - 6 min. 28 seg.) Jandira vai cantar mais um [?], cujo autor é [?], há muito tempo falecido. Tio de Jacinto. Fez o canto pela morte de sua filha.; (6 min. 31 seg. - 8 min. 35 seg.) Jandira vai cantar mais um [ibru?], lamento da mulher. Autora é [?], ainda viva. Fez o choro pela morte de sua neta.; (8 min. 39 seg. - 10 min. 23 seg.) 16 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá de [Aruanã?]. Desde ontem choveu tanto que resolvemos voltar para São Paulo amanhã. Mais agora o informante [?], João, de setenta anos de idade, o Karajá mais velho da aldeia vai cantar um [?]. Eu vou dar um sinal do som básico, senão me engano, ré sustenido.; (10 min. 24 seg. - 11 min. 20 seg.) João agora vai cantar um [?]. (11 min. 21 seg. - 12 min. 36 seg.) Agora João vai cantar um [?], quer dizer um canto para a festa do mel.; (12 min. 37 seg. - 12 min. 43 seg.) Vai cantar agora um [?].; (12 min. 45 seg. - 15 min. 13 seg.) Mário [?] vai cantar um [?].; (15 min. 18 seg. - 17 min. 35 seg.) Mário [?] vai cantar agora um [?].; (17 min. 37 seg. - 18 min. 54 seg.) Agora [?] vai cantar um [?].; (18 min. 55 seg. - 19 min. 43 seg.) Agora Jandira vai demonstrar a linguagem de assobio, por exemplo, a palavra [?].; Faixa 2: (21 seg. - 2 min. 36 seg.) 29 de março de 1984, na aldeia de [Aruanã]. Estamos na casa de [?], Karajá e ele vai contar duas histórias referentes ao trovão e ao relampago.; (2 min. 38 seg. - 9 min. 51 seg.) 30 de março de 1984, [Aruanã]. Estou na casa de [?] e ele vai contar como os primeiros Karajás saíram debaixo da terra. Faixa 3: [música indígena]

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              Conto e música indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 015 FAIXA 02 · Pièce · 1975
              Fait partie de Arquivístico

              Faixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;

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              Música Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 016 FAIXA 01 · Pièce · 1975
              Fait partie de Arquivístico

              Faixa 1: (03 seg. - 1 min.) Ilustrações para a palestra sobre a música Xavánte. Fonograma nº1.; (1 min. 01 seg. - 1 min. 57 seg.) Uso da [pentatônica?]. Transcrição número 13 do livro de [Bela Barto?] [?].; (1 min. 58 seg. - 2 min. 22 seg.) A escala [pentatônica?] usada nesta peça é a seguinte.; (2 min. 23 seg. - 2 min. 55 seg.) Fonograma 74. Exemplo para uma melodia composta com três sons.; (2 min. 56 seg. - 3 min. 27 seg.) Fonograma 75. Exemplo para uma melodia composta com cinco sons.; (3 min. 31 seg. - 6 min. 35 seg.) Cento e vinte e um. Uma melodia composta de um único tipo de som. Número 121. 14 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e comigo estão Jerônimo e Paulo que vão cantar o canto do [?]. Diga mais uma vez melhor, como é que é? [?]. Agora foi, disse certo. E este é um canto que esta cantado junto com aparelho, um instrumento musical que é uma vara de buriti de mais de 2 metros de comprimento e uns 5 centímetros de diâmetro. Na ponta superior da qual está fixado um punhado 8,9 até 11,12 cascos... De que animal? Cascos de servo. Amarrados por um barbante de algodão e pintado de urucum. Agora eles dois vão executar este canto; (6 min. 40 seg. - 7 min. 47 seg.) Exemplo para uma melodia composta de dois sons. Número 14. Alexandre vai cantar aquele canto que usam quando a moça também na ocasião da festa da iniciação recebe um nome. Nome esta sendo escolhido pelo cunhado dela ou às vezes pelo pai ou irmão. Os meninos recebem um nome com três, quatro anos enquanto as moças recebem só quando estão sendo iniciadas. Quer dizer, na ocasião da puberdade.; (7 min. 55 seg. - 9 min. 01 seg.) Número 29.; (9 min. 03 seg. - 10 min. 29 seg.) Exemplo para a mudança dos compassos. Número 13. 14 de julho de 1969. Sangradouro. Vamos gravar cantos que Alexandre Xavánte vai cantar.; (10 min. 33 seg. - 11 min. 48 seg.) Exemplo para a estrutura progressiva e repetitiva. Número 28.; (11 min. 53 seg. - 14 min. 13 seg.) Exemplo para o valor semântico da sílaba i ou ri que significa tristeza, choro. Número 125. Jerônimo agora vai cantar um choro de saudade pelos mortos, sonhado por seu falecido tio [?].; (14 min. 17 seg. - 15 min. 41 seg.) [?] ou [?], canto do meio dia. Número 116. Jerônimo vai cantar um [?] sonhado por ele mesmo.; (15 min. 44 seg. - 17 min. 57 seg.) Canto de pedido de ajuda para a construção de uma nova cabana. Número 138. Vamos ouvir um canto Xavánte gravado na Missão de Sangradouro em outubro de 1975. 29 de setembro de 1975. Missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto

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              Música indígena Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 018 FAIXA 01 · Pièce · 1975
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas Xavánte gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Música indígena Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 018 FAIXA 02 · Pièce · 1975
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas Xavánte gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

              Sans titre
              Lições de inglês
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 025A FAIXA 01 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              O etnomusicólogo Desidério Aytai realizando lições de inglês e música indígena

              Sans titre
              Lições de inglês
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 025B FAIXA 01 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              O etnomusicólogo Desidério Aytai realizando lições de inglês e música indígena

              Sans titre
              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 027 FAIXA 03 · Pièce · 1976
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai para palestra realizada na Universidade Estadual de Campinas em 2 de setembro de 1976

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 027 FAIXA 04 · Pièce · 1976
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai para palestra realizada na Universidade Estadual de Campinas em 2 de setembro de 1976

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              Histórias dos índios Nambikwáras
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 028 FAIXA 07 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Histórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 029 FAIXA 01 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 032 FAIXA 02 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 032 FAIXA 08 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 032 FAIXA 13 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo

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              Músicas indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 037 FAIXA 02 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Gravação realizada no dia 20 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas músicas indígenas Xavánte executada pelo índio Jerônimo

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              Músicas indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 037 FAIXA 03 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Gravação realizada no dia 20 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas músicas indígenas Xavánte executada pelo índio Jerônimo

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 041 FAIXA 07 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 041 FAIXA 10 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Músicas indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 041 FAIXA 12 · Pièce
              Fait partie de Arquivístico

              Músicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai

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              Cantos indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 042 FAIXA 04 · Pièce · 1974
              Fait partie de Arquivístico

              Gravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte

              Sans titre