Música indígena

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              Canto Metafísico
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-78.031 / S618c / 1981 · Item · 1981
              Parte de Bibliográfico
              SIQUEIRA, Baptista
              Cantos e cotidiano dos índios Nambikwára do Norte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 006 CD1 FAIXA 01 · Item · 1966
              Parte de Arquivístico

              Gravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de cantorias e do cotidiano dos índios Nambikwára do Norte em 1966

              AYTAI, Desidério
              Cantos e cotidiano dos índios Nambikwára do Norte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 006 CD2 FAIXA 01 · Item · 1966
              Parte de Arquivístico

              Gravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de cantorias e do cotidiano dos índios Nambikwára do Norte em 1966

              AYTAI, Desidério
              Cantos e histórias Nambikwára, Guarani e Paresi
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 007 CD1 FAIXA 01 · Item · 1963
              Parte de Arquivístico

              Gravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi

              AYTAI, Desidério
              Cantos e histórias Nambikwára, Guarani e Paresi
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 007 CD2 FAIXA 01 · Item · 1963
              Parte de Arquivístico

              Gravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi

              AYTAI, Desidério
              Cantos e histórias Nambikwára, Guarani e Paresi
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 007 CD2 FAIXA 02 · Item · 1963
              Parte de Arquivístico

              Gravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi

              AYTAI, Desidério
              Cantos indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 042 FAIXA 01 · Item · 1974
              Parte de Arquivístico

              Gravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte

              AYTAI, Desidério
              Cantos indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 042 FAIXA 03 · Item · 1974
              Parte de Arquivístico

              Gravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte

              AYTAI, Desidério
              Cantos indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 042 FAIXA 05 · Item · 1974
              Parte de Arquivístico

              Gravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte

              AYTAI, Desidério
              Cantos indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 042 FAIXA 04 · Item · 1974
              Parte de Arquivístico

              Gravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte

              AYTAI, Desidério
              Cantos indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 042 FAIXA 06 · Item · 1974
              Parte de Arquivístico

              Gravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte

              AYTAI, Desidério
              Cantos indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 042 FAIXA 02 · Item · 1974
              Parte de Arquivístico

              Gravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte

              AYTAI, Desidério
              Cantos indígenas Xavánte
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 042 FAIXA 07 · Item · 1974
              Parte de Arquivístico

              Gravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte

              AYTAI, Desidério
              Conto e música indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 015 FAIXA 02 · Item · 1975
              Parte de Arquivístico

              Faixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;

              AYTAI, Desidério
              Conto e música indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 015 FAIXA 01 · Item · 1975
              Parte de Arquivístico

              Faixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;

              AYTAI, Desidério
              Cultura Karajá e Nambikwára
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 066 FAIXA 01 · Item
              Parte de Arquivístico

              Gravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai sobre a cultura dos índios Karajá e Nambikwára

              AYTAI, Desidério
              Cultura Karajá e Nambikwára
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 066 FAIXA 02 · Item
              Parte de Arquivístico

              Gravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai sobre a cultura dos índios Karajá e Nambikwára

              AYTAI, Desidério
              Del Roraima al Orinoco
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / K76d 1vol / 1982 · Item · 1982
              Parte de Bibliográfico

              Sua contribuição é fundamental para o estudo dos povos indígenas da Amazônia, seus mitos e suas lendas. Suas observações e relatos de viagem constituem uma importante fonte para a antropologia, a etnologia e a história indígena. Os mitos transcritos por Koch-Grunberg também foram utilizados por Mário de Andrade no seu Macunaíma – o herói sem nenhum caráter (1928), que transcreveu, às vezes literalmente, as narrativas registradas pelo etnólogo ao narrar muitos dos episódios vividos por Macunaíma e por outros personagens desse romance marco do modernismo brasileiro

              KOCH-GRÜNBERG, Theodor
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / K76d v.1 2006 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Trata-se dos relatos da viagem empreendida por Theodor Koch-Grunberg; pela região Norte do Brasil e Venezuela, no período de 1911 a 1913. O autor faz,; sobretudo, um levantamento etnográfico e lingüístico dos povos indígenas da região;; transcreve também suas lendas e mitos de origem, que mais tarde inspiraram Mário de; Andrade na redação de Macunaíma; A floresta e os povos amazônicos, ao alvorecer do século XX, impõem um monumental; desafio a todos que os investigam. Theodor Koch-Grünberg não enfrenta propriamente um; tema, mas um mundo, caleidoscópico e complexo, que apenas suas extraordinárias aptidões; o tornarão capaz de abordar. O explorador, em seu sentido mais amplo, que se aventura; numa saga apaixonante pelo Brasil setentrional, emprega todo seu espectro de talentos; para gerar uma obra ímpar em que as seminais interpretações etnológicas e; antropológicas são entrelaçadas a registros lingüísticos, botânicos, zoológicos e; iconográficos. O feito de Koch-Grünberg assumiu a dimensão de um triunfo clássico da; erudição etnológica e, paralelamente, estabeleceu peça básica da agenda intelectual de; nomes como Mário de Andrade. Esta viagem memorável constrói, afinal, marco vigoroso no; percurso, também sinuoso e multifacetado, de constituição da imagem e da auto-imagem do; Brasil

              KOCH-GRÜNBERG, Theodor
              Enciclopédia Bororo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Bororo / A337e V. 3 / 1962 · Item · 1962
              Parte de Bibliográfico
              ALBISETTI, Cesar