Livro
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A obra reúne relatos de experiências vividas pelo autor com o Programa Cultura Viva, que tem ação prioritária nos Pontos de Cultura e é voltado para a democratização da cultura, possibilitando a expressão de suas múltiplas identidades. No livro, o leitor encontra passagens sobre a visita de Turino à tribo Yawalapíti, no Parque Nacional do Xingu. A tribo teve seu território reconhecido como Ponto de Cultura e conseguiu ajuda para ensinar o idioma a seus integrantes, ajudando na preservação de suas características culturais.; O autor aborda ainda a experiência da Casa de Cultura Tainã, em Campinas, no interior de São Paulo. O núcleo cultural nasceu de modo independente após uma série de iniciativas tímidas na cidade, que incluíam desde uma biblioteca a uma orquestra de tambores em metal. Além disso, a obra relata o trabalho de cineastas indígenas que produzem documentários e filmes de ficção, dentro do projeto Vídeo nas Aldeias. Os longas e médias-metragens são falados em Falados em línguas como kaxinawá, kuikuro, huni-kuni e ashaninka e encenados e dirigidos pelos próprios índios.
UntitledNesta obra-prima fascinante, divertida e muito acessível, Elias analisa a história dos costumes, concentrando-se nas mudanças das regras sociais e no modo como o indivíduo as percebia, modificando comportamento e sentimentos; Norbert Elias buscou informações em livros de etiquetas e boas maneiras, desde o século XIII até o presente, para mostrar que nossos hábitos se colocam em um determinado estágio de uma evolução milenar. Elias prova que desde a Idade Média, em que o controle das pulsões era bastante reduzido, até os nossos dias, as classes dirigentes foram lentamente modeladas pela vida social, e a espontaneidade deu lugar à regra e à repressão na vida privada
UntitledAnálise de como nossa cultura evoluiu, transplantada de outros meridianos, este novo livro de Nelson Werneck Sodré traça , em brilhante síntese, o quadro panorâmico do esforço do povo brasileiro para, vencendo pressões ao longo da História, chegar à era capitalista, quando, outra vez, luta por sua plena independência econômica, politica e cultural. Trecho fascinante de Síntese de História da Cultura Brasileira é aquele em que o autor focaliza temas de grande atualidade, como a cultura de massa, o papel e a situação do cinema, teatro, rádio e televisão, universidade, imprensa e livros. Obra estimulante, poêmica e patriótica, este livro constitui alta contribuição expositiva, critica e analítica que demonstra como o artista e o intelectual brasileiros desejam produzir uma arte e uma cultura que expressem os verdadeiros e autênticos sentimentos do nosso povo
UntitledEste livro discute questões centrais do pensamento de Sérgio Buarque de Holanda e interpreta inicialmente Raízes do Brasil para depois estabelecer vínculos entre este clássico e a reflexão que Sérgio desenvolve acerca da noção de fronteira no Brasil. Tal reflexão é examinada em comparação com debate norte-americano sobre a idéia de expansão para este e com as contribuições de Visões do Paraíso, destacando-se, então, que o conceito de modernidade, com o qual opera, jamais exclui o diálogo com as tradições culturais do país
Untitled“Em Cultura na Prática, Marshall Sahlins se revela um dos mais profundos e originais antropólogos de nosso tempo. Ele soube fecundar reciprocamente as tradições intelectuais européias e americanas. Sempre se recusou a separar as ciências sociais das disciplinas humanas, a análise estrutural da pesquisa histórica, e a teoria da prática. Graças à amplitude de suas perspectivas, a seu imenso conhecimento, ao equilíbrio de seus juízos e à sua recusa de qualquer modismo intectual, Marshall Sahlins é indiscutivelmente o mais lúcido dos antropólogos contemporâneos” Claude Lévi-Strauss
UntitledA revalorização da festa como objeto de estudo deve muito à historiografia sobre a vida privada e às obras de autores como Bakthin e Norbert Elias. Em dois volumes, este livro amplia a reflexão sobre o tema, com cinqüenta ensaios de historiadores e especialistas de outras áreas. Os autores ressaltam o papel da sociabilidade festiva na formação da sociedade colonial e pós-colonial, num cotidiano marcado pela dispersão espacial e a instabilidade econômica
UntitledA Obra citada é uma coletânea de ensaios produzidos por historiadores diversos, organizados em dois volumes pelo historiador Carlos Guilherme Mota, os quais tratam sobre diversos aspectos e períodos da História. No capítulo "Por que o Brasil foi diferente? O contexto da independência", que faz parte do primeiro volume, o historiador Kenneth Maxwell, discorre sobre a Independência do Brasil no contexto comparativo atlântico. Na primeira parte do texto, o autor trata sobre os aspectos e pressupostos que envolvem a emancipação de uma nova nação, os quais são: a democratização da política interna - a manifestação da expressão popular; o reconhecimento do novo status de nação por outras nações, o que naturalmente segundo ele, é de fundamental importância na história de sua identidade como nação independente; a assinatura de um tratado internacional com a antiga metrópole e outras obrigações e decisões comuns a uma nação emancipada, o que para ele, se constituem em temas fascinantes para a investigação histórica
UntitledUma introdução ao conceito antropológico de cultura, realizada de forma didática, clara e simples. A primeira parte do livro refere-se ao conceito de cultura a partir das manifestações iluministas até os autores modernos, enquanto a segunda procura demonstrar como a cultura influencia o comportamento social e diversifica enormemente a humanidade, apesar de sua comprovada unidade biológica.; O autor procura utilizar, sempre que possível, exemplos referentes à nossa sociedade e às sociedades tribais que compartilham nosso território, o que não impede a utilização de exemplos de autores que trabalham em outras partes do mundo.
UntitledNeste segundo volume, Elias examina as condições sociais, econômicas e políticas que provocaram mudanças na sociedade européia, desde os tempos de Carlos Magno até o século atual. Baseando-se em grande volume de dados históricos, sociológicos e psicológicos, formula uma originalíssima teoria sobre a formação do Estado. Este verdadeiro clássico na historiografia sobre o tema é considerado por estudiosos de psicologia, sociologia e história uma das maiores obras interdisciplinares das últimas décadas
UntitledEste livro reúne cinco ensaios de Marshall Sahlins, escritos originalmente para palestras e conferências, sobre sociedades insulares (Havaí, Fiji, Nova Zelândia) cujas histórias se entrecruzam com a história da Europa. Precedidos por uma extensa introdução de caráter mais teórico, eles referem-se ainda ao limitado pensamento acadêmico ocidental que cria falsas dicotomias entre passado e presente, estrutura e história, indivíduo e sociedade
UntitledA revalorização da festa como objeto de estudo deve muito à historiografia sobre a vida privada e às obras de autores como Bakthin e Norbert Elias. Em dois volumes, este livro amplia a reflexão sobre o tema, com cinqüenta ensaios de historiadores e especialistas de outras áreas. Os autores ressaltam o papel da sociabilidade festiva na formação da sociedade colonial e pós-colonial, num cotidiano marcado pela dispersão espacial e a instabilidade econômica
UntitledA cultura historiográfica das últimas décadas perdeu a capacidade de formular tentativas de explicações estruturais da história, sendo substituída por uma crise aguda presente direta ou indiretamente nos mais diversos estudos de Historiografia produzidos atualmente. Nesse ambiente - a discussão sobre uma cultura de mudança em que estamos inseridos, ao lado da não-abdicação do futuro e do passado -, instalou-se como paradigma a função emancipadora, gerando perguntas inquietantes de historiadores preocupados com essa problemática. Um panorama detalhado neste livro, que discute os elementos mais significativos da modernidade e da pós-modernidade, situando suas implicações na cultura historiográfica brasileira. Outro ponto destacado nesta obra é a preocupante possibilidade da perda de sentido da ciência histórica, que seria substituída por abordagens de vivências individuais e de realidades microscópicas, pela história do cotidiano ou por uma história dependente da Antropologia cultural
Untitled“Este livro, embora independente, integra uma série de estudos de Antropologia da Civilização em que se procura repensar os caminhos pelos quais os povos americanos chegaram a ser o que são agora e discernir as perspectivas de desenvolvimento que se lhes abre” Darcy Ribeiro (Prefácio à Primeira Edição)
UntitledA Nova História Cultural enfatiza a importância do significado na ação social. A obra, saudada pela crítica americana como extremamente importante, apresenta uma argumentação até certo ponto provocativa em defesa dos princípios que fundamentam a Nova História Cultural, explicando os seus objetivos e mostrando o quanto é complexa a recuperação da dinâmica da expressão e interpretação do passado
UntitledAntropologia Cultural é o primeiro livro publicado no Brasil com textos de Franz Boas, um dos mais importantes antropólogos de todos os tempos. Os cinco ensaios foram selecionados e traduzidos por Celso Castro; Boas foi o fundador da moderna antropologia cultural, que contrapunha, às teorias evolucionistas e racistas ainda dominantes no início do século XX, uma perspectiva relativizadora, centrada na noção de cultura. Foi também um dos pioneiros da pesquisa de campo como método privilegiado para o estudo das diferentes culturas
UntitledReúne Ensaios de Antropólogos e Historiadores do Brasil e de Portugal Sobre o Antigo Império Português e suas Reconfigurações Pós-coloniais. ao Expor a Persistência de Continuidades Imperiais e suas Relações Com os Interstícios da Dominação e da Subordinação, Contribui Com Uma Perspectiva Comparativa Crítica para os Debates Atuais Sobre Colonialismo e Pós-colonialismo
UntitledUma introdução ao conceito antropológico de cultura, realizada de forma didática, clara e simples. A primeira parte do livro refere-se ao conceito de cultura a partir das manifestações iluministas até os autores modernos, enquanto a segunda procura demonstrar como a cultura influencia o comportamento social e diversifica enormemente a humanidade, apesar de sua comprovada unidade biológica; O autor procura utilizar, sempre que possível, exemplos referentes à nossa sociedade e às sociedades tribais que compartilham nosso território, o que não impede a utilização de exemplos de autores que trabalham em outras partes do mundo
UntitledEdward Said examina as maneiras pelas quais os pressupostos imperialistas influenciaram e continuam influenciando a política e a cultura ocidentais, desde os grandes romances do século XIX até a cobertura jornalística da Guerra do Golfo. O entendimento dessa “estrutura de atitudes e referências” imperial e das reações a ela no processo de descolonização é o caminho privilegiado para se descortinar uma perspectiva esperançosa: a coexistência harmoniosa entre o Ocidente e suas antigas dependências coloniais, algo que só será realidade quando alcançarmos uma compreensão histórica de que todas as culturas são, inevitavelmente interdependentes
UntitledSegundo Pierre Bourdieu, os museus abrigam tesouros artísticos que se encontram, ao mesmo tempo (e paradoxalmente), abertos a todos e interditos à maioria das pessoas. Partindo de um conjunto prévio de hipóteses, os autores realizaram uma sondagem sistemática sobre o público de museus de cinco países europeus em meados dos anos 60, com o objetivo de verificar quais os fatores que determinam ou favorecem a prática. Ainda que decorridos vários anos entre a publicação francesa e esta primeira tradução para o português, a problemática central levantada permanece: porque apenas parte dos indivíduos consegue fruir adequadamente as obras de arte e quem são esses indivíduos são as questões aqui analisadas
UntitledAtravés do exame da produção de duas figuras exemplares - Rodrigo de Melo e Franco de Andrade e Aloísio Magalhães -, o autor avalia a estratégia de narração da identidade nacional, nos conduzindo a questões cruciais apontadas por Otávio Velho: " as analogias entre alegoria, ruína e patrimônio; o barroco como "signo totêmico" da identidade nacional brasileira; as associações entre os discursos a partir de patrimônio e os discursos modernistas; o papel dos intelectuais na produção de valores supostamente em declínio."
Untitled“Este livro, embora independente, integra uma série de estudos de Antropologia da Civilização em que se procura repensar os caminhos pelos quais os povos americanos chegaram a ser o que são agora e discernir as perspectivas de desenvolvimento que se lhes abre” Darcy Ribeiro (Prefácio à Primeira Edição)
UntitledThe Study of Culture is an introduction to cultural anthropology with special emphasis on the key concept of culture. Its historical approach has been deliberately chosen to help students understand not only the concept of culture as it is now used, but also how it developed out of a series of real problems that people were attempting to cope with - problems that are with us yet. Too often students tell teachers that they do not see how things fit together, why certain concepts are important, or why they should study anthropology or social science at all. This book provides students with that broader perspective, ranging from the early evolutionists to the begriming of fieldwork, functionalism, and structuralism and on the impact of post modern theory
UntitledEscrito especialmente para estudantes, professores e profissionais das ciências humanas, este livro desvenda as facetas da Antropologia - da evolução do Homo sapiens aos mistérios dos rituais e da religião. Com linguagem acessível, o autor analisa a importância da Antropologia para os dias de hoje e para o futuro, inclusive no cenário brasileiro. Mostra ainda que, mais que uma ciência da diversidade cultural, a Antropologia é uma forma de dar sentido ético ao homem.
UntitledEngleton toma como base sua insatisfação quanto ao significado antropológico amplo e com o sentido estético rígido da cultura, e busca algo que a diferencie de outros conceitos fundamentais da Sociologia, por considerar em jogo o uso do conteúdo da alta cultura. Busca as transformações históricas pelas quais o termo passou e seus usos contemporâneos. Ao mergulhar na crise moderna da idéia de cultura, aborda os choques culturais, a dialética da natureza e da cultura, dialogando com Marx, Nietzsche e Freud, e aprofunda a visão com relação à homogeneização da cultura de massas, a função da cultura na estruturação do Estado-Nação e a construção de identidades e sistemas doutrinários
UntitledDedicado inicialmente ao estudo das raças e dos tipos antropológicos brasileiros, Roquette-Pinto tornou-se mais conhecido como divulgador de ciência, entendendo-a como base para reformas sociais. Sua trajetória é, no entanto, parte importante da história da antropologia, da educação, da comunicação e da divulgação científica no Brasil, ajudando a compreender a história da República brasileira na primeira metade do século XX
UntitledAo longo dos anos 1970, Bourdieu se dedica a várias pesquisas sobre o processo de diferenciação social, visando elaborar uma teoria geral das classes sociais. A Distinção aparece como síntese desse período e é considerada, por vários autores, como a obra central na carreira sociológica de Bourdieu
UntitledO objetivo de linguagens documentárias especializadas, como a apresentada neste Thesaurus, é orientar a indexação de documentos e facilitar o manuseio de informações, seja mediante procedimentos convencionais, seja por processos mecanizados diversos
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