Livro
132 Description archivistique résultats pour Livro
O autor, viajante e naturalista inglês, nasceu em 1823. No dia 1º de julho de 1858, Wallace apresentou, na Sociedade Lineana de Londres, suas idéias sobre a seleção natural das espécies. Na tarde do mesmo dia, na mesma Sociedade, Darwin leu o manuscrito sobre "A Origem das Espécies pela Seleção Natural". Ambos os trabalhos foram aceitos, pois tratava-se de pesquisas desenvolvidas simultaneamente, sem contato entre seus autores. Essa obra é o resultado de quatro anos de experiência na bacia do Amazonas, viagem realizada às expensas do naturalista inglês, em que relata suas excursões e impressões. A primeira e a última parte do livro foram extraídas de seu diário de viagem, posto que muito do material que recolheu extraviou-se. Suas observações não se limitam à geografia dos trópicos, à flora e à fauna da região amazônica, alcançam também os costumes e a vida social de índios e portugueses que habitavam a Amazônia
Sans titreA abordagem da chamada Língua Geral Amazônica (LGA) ou Nheengatú, ocupa grande parte dos trabalhos, buscando analisar as linhas de política jesuítica a ela relacionadas no século XVI-XVII (BARROS) e discutir algumas dimensões históricas da política e suas conseqüências sociolingüísticas (BORGES), bem como as representações sobre essa língua e as atitudes das instâncias de decisão que lhe fazem frente nos referidos séculos XVI e XVII (ROSA). Numa perspectiva descritiva diacrônica, há um trabalho - com um debate teórico sobre línguas em contato - que discute o caso da LGA, (SCHMIDT-RIESE); uma abordagem pragmática de dados lingüísticos da LGA sob o mesmo prisma (REICH); e o registro de um corpus para estudar as mudanças no campo fonológico (MONSERRAT). Por último, há um estudo sobre a história externa da LGA, em que se questionam as razões históricas que levaram ao apagamento e esquecimento do papel da LGA na memória de seus falantes e descendentes (FREIRE)
Sans titreDe forma pioneira e abrangente, o autor apresenta uma "história social das línguas na Amazônia num período de trezentos anos", percorrendo um rico manancial de fontes escritas. O livro aborda a transformação do quadro etnolingüístico, mostrando o processo de formação da língua geral e a introdução da língua portuguesa no contexto da diversidade lingüística ameríndia. O autor salienta não apenas o papel do sistema de exploração da mão-de-obra na interação de línguas diversas, como também demonstra a importância das "políticas de línguas" dos missionários e do Estado nesta história. Por fim, o livro acompanha a trajetória da língua geral no século XIX, revelando um delicado quadro marcado tanto pela persistência localizada quanto pelo declínio geral face ao avanço do português
Sans titreManual de Lingüística: subsídios à formação de professores indígenas; na área de linguagem, de Marcus Maia, dirige-se de modo mais; decisivo à formação universitária e ao exercício profissional dos mais; de 9.000 professores indígenas em atuação nas escolas do país. Servir; à luta contra o preconceito, que tem presidido o tratamento dos alunos; indígenas nas escolas não-indígenas no país, e servir a uma outra; prática no contexto das escolas indígenas, a começar pela revisão de; conceitos errôneos que se reproduzem como “verdade científica”, são; algumas de suas muitas metas. Mas espera-se que além de conhecimentos; sobre o funcionamento da linguagem e acerca da especificidade das; línguas indígenas, o livro suscite também reflexões, sobretudo acerca; do aprendizado do português em contextos de bilingüismo, quer nos aspectos didáticos propriamente ditos, quer nas suas dimensões mais; estritamente políticas. O livro faz-se ainda acompanhar de sugestões de exercícios e de leituras adicionais, no espírito próprio a essa série: o de abrir novos caminhos, e não de lhes dar o seu ponto final
Sans titreCatálogo da exposição organizada em torno do Quinto Centenário da viagem de Colombo, este livro inclui excelentes artigos que buscam introduzir o leitor leigo à temática indígena. Fartamente ilustrada, o livro torna acessível aspectos da história e da cultura das sociedades indígenas, mostrando a diversidade e a complexidade do tema
Sans titrePartindo da convicção de que o indígena constituiria ainda a base étnica da população de estados do Nordeste, o interesse musicológico de Baptista Siqueira dirigiu-se à demonstração da importância da contribuição indígena à cultura musical de sua região através de um prisma teórico-musical. Essa tendência de natureza sistemática na investigação de questões históricas concernentes ao folclore musical, compreendida como expressão de método propriamente científico
Sans titreO livro traz contribuições inéditas sobre a pré-história e sobre a história das línguas e culturas Tupi, assim como sobre diversos aspectos culturais e lingüísticos da realidade atual dos seus respectivos povos; Com este livro concretiza-se a associação de estudiosos da antropologia e da lingüística de diferentes orientações teóricas e de diferentes partes do mundo, num esforço de cooperação para a ampliação e consolidação do conhecimento científico sobre os povos indígenas de filiação Tupi; A obra reúne quase 40 contribuições de uma dezena de antropólogos e mais de duas dezenas de lingüistas, tratando-se da mais ampla coletânea de trabalhos sobre línguas Tupí já publicada no Brasil. A coletânea traz três trabalhos que traçam visões ou apanhados panorâmicos: de Roque Laraia: Etnologia Tupi: 22 anos depois; de Stephen Baines: Línguas ameaçadas; e de Ruth Monserrat: Observações sobre o estado de saúde atual das línguas Tupi; Cinco outros trabalhos constituem valiosas abordagens gerais e abrangentes para determinada sociedade, tronco, família ou região lingüística. São eles:; – do antropólogo Waud Kracke: A posição histórica dos Parintintin na evolução das culturas Tupí-Guaraní; – do lingüista Aryon Rodrigues: As consoantes do Proto-Tupi; – dos lingüistas Lucy Seki e Frank Brandon: Uma reconstrução parcial do sistema interrogativo Tupi; – da antropóloga Betty Mindlin: A escrita recente e a literatura indígena: povos Tupi e outros de Rondônia; -lingüistas Ana Suelly Cabral, Beatriz Corrêa da Silva, Maria Risoleta Julião e Marina Magalhães: Linguistic diffusion in the Tocantins-Mearim area
Sans titreA publicação contém uma seleção dos Trabalhos de Conclusão de Curso da primeira turma (2001-2006) do 3º Grau Indígena da Universidade Estadual de Mato Grosso sobre aspectos e questões linguísticos
Sans titreA publicação contém uma seleção dos Trabalhos de Conclusão de Curso da primeira turma (2001-2006) do 3º Grau Indígena da Universidade Estadual de Mato Grosso sobre aspectos e questões linguísticos
Sans titreO autor, que pode ser considerado um precursor do Gen. Rondon no tratamento dos índios, advoga o conhecimento e estudo de suas línguas, costumes e organização social como meio de transmitir-lhes o nosso idioma e de incorporá-los à sociedade brasileira. O livro, publicado originalmente em 1876, quando eram diminutos os contatos com a população indígena da Amazônia e do Centro-Oeste, é completado pelo curso de língua tupi ou nheengatu
Sans titreO livro aborda aspectos da gramática de cinco línguas indígenas faladas no Brasil, analisados à luz de postulados da Gramática Universal. Serão abordadas as línguas Mbyá e Tupinambá, ambas pertencentes à família Mawetí-Guaraní, tronco Tupi, sendo o Tupinambá uma língua extinta; Kuikuro, da família Karib; Karajá, da família Karajá, tronco Macro-Jê; Paumari, da família Arawá
Sans titrePensado inicialmente como um aporte didático, o livro ultrapassa essa limitação ao trazer um material original de pesquisa em arquivos realizada pela equipe do Programa de Estudos dos Povos Indígenas, da UERJ. O texto é curto porém contundente, buscando levantar questões e problemas quanto à presença indígena no Rio de Janeiro, entre os séculos XVI e XIX
Sans titreTrata-se dos relatos da viagem empreendida por Theodor Koch-Grunberg; pela região Norte do Brasil e Venezuela, no período de 1911 a 1913. O autor faz,; sobretudo, um levantamento etnográfico e lingüístico dos povos indígenas da região;; transcreve também suas lendas e mitos de origem, que mais tarde inspiraram Mário de; Andrade na redação de Macunaíma; A floresta e os povos amazônicos, ao alvorecer do século XX, impõem um monumental; desafio a todos que os investigam. Theodor Koch-Grünberg não enfrenta propriamente um; tema, mas um mundo, caleidoscópico e complexo, que apenas suas extraordinárias aptidões; o tornarão capaz de abordar. O explorador, em seu sentido mais amplo, que se aventura; numa saga apaixonante pelo Brasil setentrional, emprega todo seu espectro de talentos; para gerar uma obra ímpar em que as seminais interpretações etnológicas e; antropológicas são entrelaçadas a registros lingüísticos, botânicos, zoológicos e; iconográficos. O feito de Koch-Grünberg assumiu a dimensão de um triunfo clássico da; erudição etnológica e, paralelamente, estabeleceu peça básica da agenda intelectual de; nomes como Mário de Andrade. Esta viagem memorável constrói, afinal, marco vigoroso no; percurso, também sinuoso e multifacetado, de constituição da imagem e da auto-imagem do; Brasil
Sans titreEste livro contém estudos fonológicos que lidam com aspectos segmentais e prosódicos de línguas indígenas brasileiras
Sans titreCom um estudo preliminar e notas muito esclarecedoras, colocando o texto em diálogo com a atual historiografia e etnologia. São três tratados: "Do Clima e Terra do Brasil", que é uma espécie compêndio de saberes indígenas; "Do Princípio e Origem dos Índios do Brasil", que inclui uma descrição detalhada das práticas culturais dos Tupi e um esboço da diversidade étnica; e a "Narrativa Epistolar de uma Viagem e Missão Jesuítica", o que apresenta um relato esmiuçado da viagem do visitador jesuíta Cristóvão de Gouveia pelas missões do Brasil entre 1583 e 1590, com descrições preciosas dos índios que viviam nessas aldeias
Sans titre