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A obra apresenta a mais ampla visão panorâmica sobre as práticas, as instituições, os marcos teórico-metodológicos, políticos e legais, e os espaços de geração de conhecimento arquivístico ao longo do século XX
Marques, Angelica Alves da CunhaHabitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros
COSTA, Maria Heloisa FenelonNeste livro, Roberto DaMatta convida que o leitor faça com ele uma ponte entre a casa e a rua. Em vez de usar as costumeiras portas e trancas, DaMatta deseja abrir as portas da antropologia social, arejando essa casa fechada a sete chaves para o mundo da rua, zona onde, no caso brasileiro, a vida se desenvolve com emoção e dinamismo. Estudando nosso espaço social, o modo como concebemos a morte os mortos, nossas dificuldades para viver democraticamente e realizando um estudo modelar a partir do texto célebre de Jorge Amado (Dona Flor e seus dois Maridos), Roberto DaMatta nos oferece um exemplo palpitante de interpretação intelectual inteligente, clara e aberta aos temas que realmente preocupam nossa vida cotidiana
MATTA, Roberto daEscrito originalmente para uma coleção espanhola, este livro foi atualizado e oferece uma ampla abordagem da experiência portuguesa no Brasil durante o século XVI. No que diz respeito à história dos índios, é útil para visualizar o contexto mais amplo da presença indígena nesse período
COUTO, JorgeO livro foi organizado pelo autor em três partes. A primeira, com seis capítulos, destinou-se à análise do tráfico de africanos escravizados, tratando de sua origem (Capítulo I), dos empreendimentos intelectuais, políticos e diplomáticos para sua contenção (Capítulos II, III. IV e V) e, finalmente, de sua extinção (Capítulo VI). A Parte II, nos dois capítulos que a compõem, aborda a Lei de 28 de setembro de 1871 – a Lei do Ventre Livre. Nesta divisão da obra, o autor retoma alguns projetos emancipadores que, apresentados ao Parlamento brasileiro após 1850, foram rejeitados na totalidade; recupera o processo de instituição da Lei de 1871, desde a apresentação das propostas de Pimenta Bueno ao Conselho de Estado, em 1866, até a conformação do Projeto Rio Branco em 1871; são abordados também os debates e as cisões que este projeto ensejou na Câmara dos Deputados e sua passagem pelo Senado
MORAES, Evaristo dePreparada originalmente para uma coleção do quinto centenário (Biblioteca Ayacucho), esta seleção de textos abrange relatos de viajantes, correspondência de missionários, legislação e informes administrativos, com uma certa ênfase na temática indígena. Os extratos documentais são intercalados com comentários explicativos dos organizadores
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)Ao longo do século XVI os colonizadores europeus se horrorizaram com um fenômeno religioso entre os tupis, a que chamaram santidade. Nela, em meio a danças, transes, cânticos e À fumaça inebriante do tabaco, os índios renovavam a peregrinação À Terra sem Mal - lugar mítico da felicidade eterna que buscavam no mundo terreno. Vasculhando documentação inquisitorial inédita sobre o culto indígena na fazenda de Jaguaripe (Bahia), Ronaldo Vainfas descobre na santidade uma idolatria insurgente, culturalmente híbrida, que ao mesmo tempo negava e incorporava valores da dominação colonial. Por meio de um texto apaixonado e instigante, o autor lança luz sobre uma nova e reveladora faceta da conquista da América portuguesa
VAINFAS, RonaldoEscrito pelo artista plástico e pesquisador de nossa história, Milton Luz, esse livro reveste-se da maior importância. Não só pela reprodução de nossa heráldica, mas também pelas explicações e comentários didáticos do autor. Ele assinala na introdução: "Cabe, pois, a todos nós, cidadãos brasileiros, o dever de cultuar e preservar nossas insígnias, conhecer-lhes as origens e seus significados
LUZ, MiltonEste livro reúne cinco ensaios etnológicos escritos por Fernandes entre 1946 e 1964, incluindo estudos sobre a reação tupi à conquista, a educação entre os Tupinambá, a trajetória de Tiago Marques Abiporeu, as tendências teóricas da pesquisa etnológica e o valor etnográfico das fontes coloniais. Inclui o famoso quadro sinóptico das observações registradas pelos “cronistas”
FERNANDES, FlorestanOs mitos heróicos ocupam posição de destaque no conjunto das tradições culturais de muitas nações indígenas sul-americanas, ao exercerem a função primordial de exprimir o “valor social” da cultura do grupo e também de legitimar o padrão de comportamento tribal, os parâmetros morais e as instituições fundamentais da sociedade, além de fornecer aos membros do grupo o senso de unidade e de oposição a outros grupos. Ao lado da reflexão teórica, este estudo pioneiro detalha a análise do papel do herói-civilizador na vida religiosa e nos surtos messiânicos dos apapokúva-guarani, da presença do herói mítico entre os kaduvéo, e das relações entre a mitologia e o sistema de vida de outros povos, tais como os kaigáng, os borôro e os mundurukú
SCHADEN, Egon (1913-1991)Este livro traz: O sentido da construção nacional; O desafio da globalização; A macroeconomia do Plano Real; O bloqueio da construção nacional; O cenário estrutural do Brasil; A configuração do espaço; A dinâmica populacional; A reatualização da questão agrária; A imperfeita constelação de cidades; Concentração, desigualdade e pobreza; O envelhecimento da infra-estrutura;. e outros temas
BENJAMIN, CésarO livro reúne 28 ensaios de vários especialistas renomados, abordando a temática indígena a partir de múltiplas perspectivas. Os textos foram apresentados originalmente num ciclo de conferências patrocinado pela Funarte. Vários aspectos da história indígena no Brasil e na América em geral estão representados nesta coletânea, cujo conjunto aponta para algumas das tendências mais marcantes dos debates atuais
NOVAES, AdautoEste é um livro voltado para um público amplo e diversificado, que pretende contar a história do Brasil republicano de forma simples e motivadora; Ao eleger como marco cronológico inicial o fim do século XIX, o livro privilegia o exame de acontecimentos, conjunturas e modos de vida mais diretamente vinculados à situação atual do país, uma vez que foi a partir da República que se acentuou o processo de construção das instituições políticas, econômicas e sociais que caracterizam a vida brasileira de nossos dias; É claro que não se esgota aqui a história do Brasil republicano. Selecionaram-se questões e eventos para montar um grande painel que permita ao leitor entender os problemas mais marcantes do período. O objetivo é mostrar que a história do nosso país não é pior ou melhor que as histórias de outros países; que temos nossos problemas, mas não temos um destino que nos condene ou nos garanta a salvação; A estrutura do livro não segue a ordem cronológica usual, com o primeiro capítulo falando do "começo" da história republicana, e o último, dos dias atuais. Os capítulos estão organizados por temas e buscam cobrir, cada um, todo o período republicano
GOMES, Angela de Castro (coord)Coletânea de artigos escritos por diferentes especialistas a respeito da questão das sociedades indigenas no Brasil. Constitui uma obra básica de referência para os professores abordarem a temática indigena em sala de aula
SILVA, Aracy Lopes daA obra traça um quadro da evolução histórica da idéia de universidade. Mostra o papel e a função por ela desempenhados como instrumento de aceleração do desenvolvimento nacional. E surge medidas que devemos urgentemente adotar para vencer o abismo que separa os países tecnicamente avançados dos atrasados. Porque só assim nos integraremos autonomamente e em prazos previsíveis na civilização do nosso tempo
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)Este livro abrange o período 1760-1910, incluindo a "Direcção" pós-jesuíta, a rebelião Cabanagem grande, e o boom da borracha na Amazônia
Hemming, John