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              114 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              A crise do indigenismo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / O48c / 1988 · Item · 1988
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              Publicação contendo conferências, artigos e entrevistas do antropólogo Roberto Cardoso de Oliveira

              OLIVEIRA, Roberto Cardoso de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2/.4Guarani / C614f / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico

              Nessa antologia o autor reuniu os mitos - histórias dos deuses, do mundo e dos homens. Destaca-se a linguagem de um desejo supra-humanidade, desejo de uma linguagem próxima daquela dos deuses - os sábios guaranis souberam inventar o esplendor solar das palavras dignas de serem dirigidas somente aos divinos

              CLASTRES, Pierre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:77 / T115i / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              O livro apresenta a produção imagética da chamada Comissão Rondon, analisando-a como uma construção da imagem ''oficial'' do índio e formando uma etnografia visual sustentada em uma tríade sígnica na concepção de uma imagem-conceito do índio. Imagem-conceito que superpõe a idéia do índio como selvagem, pacificado e civilizado, do início ao fim dos trabalhos do cineasta e fotógrafo Major Thomaz Reis e estendem-se, após a sua morte, na publicação feita por Cândido Mariano da Silva Rondon de séries fotogramáticas da relação que se estabeleceu entre eles

              TACCA, Fernando Cury de
              A língua do povo Myky
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-809.81Myky / M754l / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Essa obra é a primeira ampla descrição da língua Iranxe-Mỹky, língua indígena classificada como isolada, da qual só se conheciam dois breves trabalhos exploratórios (Holanda 1964, Meader 1967) realizados, então, com os Iranxe. Os Mỹky constituem um ramo do povo Iranxe que permaneceu sem contato com os não-índios até 1971. Ruth Monserrat apresenta, de modo sintético, o sistema fonológico e o funcionamento da ortografia Mỹky para, então, tratar detalhadamente da Morfossintaxe. Segundo a autora, “a maior riqueza formal da língua está concentrada no verbo”, estes divididos em “ativos, estativos e não-estativos”. A descrição da riqueza de categorias flexionais verbais da língua ocupa boa parte da obra, mas há também uma extensa e cuidadosa seção sobre o sistema flexional nominal. Os exemplos são copiosos e o livro ganha, ainda, uma rica seção de textos e, como anexo, um ótimo vocabulário.

              MONSERRAT, Ruth Maria Fonini
              A velha história: teoria, método e historiografia.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930 / V436 / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico

              Esse livro procura servir de ponte para a atualização de professores de história quanto à pesquisa acadêmica recente. Ao mesmo tempo, busca atender ao público universitário, revitalizando o debate teórico, tão essencial na formação do historiador e dos cientistas sociais em geral

              MALERBA, Jurandir
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / A367t / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Esta coletânea torna pública uma discussão sobre espaços sociais e simbólicos que vimos realizando desde 1988 em congressos nacionais e internacionais. Os trabalhos aqui reunidos visam incentivar um diálogo entre os vários campos, poderiamos dizer, territórios da Antropologia urbanos, rurais e indigenas

              NIEMEYER, Ana Maria de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74(81=1-82) / D212a / 2012 · Item · 2012
              Parte de Bibliográfico

              Desde meados da década de 1990 o autor tem atuado em formação (regular e continuada, formal e informal) de professores indígenas e na assessoria a programas de educação escolar em comunidades indígenas (especialmente nos Estados do Sul do Brasil, mas também no Acre, Amazonas, Mato Grosso do Sul e alguns outros estados), de modo que os textos reunidos nessa obra são, ao mesmo tempo, um apanhado histórico da trajetória da educação escolar indígena no Brasil desde então, e um conjunto de reflexões sobre os mais diferentes tópicos a ela relacionados

              D'ANGELIS, Wilmar
              Aspectos fundamentais da cultura Kaingang
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kaingang / V533a / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              O título desse livro homenageia o clássico trabalho de Egon Schaden, Aspectos Fundamentais da Cultura Guarani, publicado há meio século (1954). Como a obra de Schaden, o livro da antropóloga Juracilda Veiga também cumpre a tarefa de permitir ao leitor um panorama quase completo de uma sociedade indígena. Tratando – com profundidade e clareza – da questão da organização social Kaingang, o texto de Juracilda não deixa de apresentar ao leitor aspectos do funcionamento cotidiano dessa importante sociedade indígena no Brasil. Essa obra reúne o rigor metodológico da Antropologia ao sabor das etnografias produzidas no contato bastante íntimo com a comunidade indígena. A autora ainda brinda o leitor com informação histórica e bibliográfica, e apresenta, em detalhes, o ritual Kaingang para os mortos, a festa do Kikikoi

              VEIGA, Juracilda
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)KAYAPÓ / G516c / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              Ao transitar entre a documentação histórica e as etnografias modernas, o autor apresenta um sólido estudo da trajetória dos Kayapó meridionais, objetos de uma brutal política de repressão a partir do século XVIII. A pesquisa documental revela fontes e perspectivas antes desconhecidas, além de aprofundar as evidências que apontam para a relação entre os Kayapó meridionais, considerados "extintos", e os Panará do rio Peixoto de Azevedo

              GIRALDIN, Odair
              Cinema e antropologia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:791.4 / F815c / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              A disciplina filme etnográfico tem despertado o interesse de antropólogos pelas técnicas de registro de leituras videográficas miniaturizadas, tornando cada vez mais evidente esse novo meio de investigação. A obra aborda a tecnologia e a descrição no filme etnográfico, privilegiando as técnicas do corpo e colocando a noção de comportamento técnico na base de toda atividade humana

              France, Claudine de
              Como os Avá Guarani interpretam a dança ritual
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-394.3(81=1-82) / C125 / 2018 · Item · 2018
              Parte de Bibliográfico

              O livro registra a situação econômica das comunidades, as dificuldades de suas lideranças, tanto políticas quanto religiosas, traz informações linguísticas, trata especialmente das concepções religiosas que sustentam os rituais (a dança ou djeroky) e dos tipos de cantos empregados

              CADOGAN, Leon
              Concordância em munduruku
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-809.81-5Mundurukú / G635c / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico
              GONÇALVES, Cristina Helena R. C. (Cristina Helena Rohwedder Comodo)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92José Bonifácio / S586c / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              O Brasil fez-se Império antes de se fazer nação. Este é o ponto de partida para se compreender a transição do que até 1822 fora a América portuguesa para um corpo político autônomo. E as idéias de José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838) ilustram perfeitamente esse processo; Ele era um legítimo herdeiro do reformismo ilustrado português. Depois de cursar as faculdades de Leis e Filosofia em Coimbra, ingressou em 1789, como sócio correspondente, na Academia Real das Ciências de Lisboa. Esta era a principal instância de reunião da intelectualidade luso-brasileira, articulando teoria e prática para sustentar a monarquia absolutista e a coesão imperial

              SILVA, Ana Rosa Cloclet da
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.031 / D541 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Esta coletânea reúne sete textos de historiadores, antropólogos e estudiosos da literatura, oferecendo análises de diferentes perspectivas sobre textos missionários. Sobre a temática indígena, destacam-se os textos de João Adolfo Hansen sobre a escrita, enfocando de maneira interessante o poema anchietano “Tupána Kuápa”; de Ronaldo Vainfas sobre a “demonização” das práticas religiosas Tupi; de Alcir Pécora sobre o lugar dos índios nos sermões de Vieira; e de Andréa Daher sobre as obras impressas referentes às iniciativas francesas na América do Sul, enfocando particularmente Léry e Abbeville

              COSTIGAN, Lucia Helena (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87'36KAMAIURA / S463g / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Uma das mais ativas pesquisadoras no campo das línguas indígenas brasileiras, Lucy Seki é a maior especialista nas línguas Kamaiurá (família Tupí-Guaraní) e Krenák (tronco Macro-Jê), com as quais vem trabalhando nas últimas quatro décadas. Coordenadora de projetos de documentação lingüística e educação no Parque Indígena do Xingu, ela vem contribuindo também para o conhecimento de várias outras línguas indígenas. Seu aprofundado trabalho com o Krenák, língua em adiantado processo de extinção, a qualifica como uma das maiores especialistas no que diz respeito à problemática envolvendo línguas em perigo e obsolescência lingüística no país

              SEKI, Lucy
              História e memória
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930 / L525h / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              O texto faz uma breve análise das relações entre História e Memória a partir das obras de Peter Burke, Henry Rousso e Jacques Le Goff

              LE GOFF, Jacques
              História indígena e do indigenismo no Alto Rio Negro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / W953 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Importante coletânea que reúne sete estudos, alguns publicados anteriormente, versando sobre diferentes dimensões da história dos índios do noroeste amazônico, com destaque para os Baniwa. Para além do mérito de reunir num só volume uma produção dispersa por revistas e coletâneas, o autor apresenta versões atualizadas e as contextualiza face aos debates atuais na etnologia sul-americana. Wright junta a análise documental – incluindo um material muito rico sobre a escravidão dos índios no século XVIII – com mais de vinte anos de pesquisa etnográfica, valorizando em primeiro plano as versões e interpretações indígenas sobre um passado marcado não apenas por grandes transformações, como também pela persistência de modos de vida e de pensar, a contrapelo das mudanças

              WRIGHT, Robin M
              Hoasca: ciência, sociedade e meio ambiente.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.85(81) / B482h / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              Esta abrangente publicação a respeito do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal é um retrato complexo de uma organização religiosa brasileira que utiliza duas plantas psicoativas como parte de seus rituais espirituais no Brasil, Estados Unidos e Europa. O foco do livro é a sua história, estrutura organizacional, conhecimento científico das plantas, crenças espirituais e uso ritual por adolescentes. Alianças entre a UDV e outras entidades religiosas, que utilizam a Hoasca como sacramento, são apresentadas. Este livro nos dá um insight de um complexo movimento social bem à frente de seu tempo.; O presente livro é produto de um congresso internacional que demonstra o amadurecimento institucional da UDV. Nele se apresentam as suas próprias visões de si mesmo e de questões de grande interesse público, como ciência, meio-ambiente, liberdade religiosa, dimensões do sagrado, neuropsicologia, uso de drogas psicoativas, educação, memória, beneficência, direito, relações entre Estado e sociedade

              BERNARDINO-COSTA, Joaze (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-TESE / A524i / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              O trabalho documenta e analisa a construção social e visual da auto-imagem indígena no processo de ressurgimento de povos indígenas em Alagoas. Ao enfocar as imagens veiculadas através do vídeo e da fotografia, o autor apresenta um argumento bastante instigante referente ao jogo entre visões do passado e imagens do presente na articulação de identidades étnicas

              AMORIM, Siloé Soares de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(811) / F223k / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              A obra destina-se aos leitores juruna, mas também ao público geral, aos interessado0s em arte/artesanato indígena. Buscou-se uma organização temática, apresentando primeiramente a cerâmica, arte basicamente feminina, pela qual os juruna são conhecidos inclusive no exterior. Em seguida, apresenta-se a cestaria, arte masculina; cuias, arte feminina; estalhes em madeira, arte masculina; tecelagem, arte feminina; adereços corporais, arte feminina; arte plumária masculina; armas, armadilhas, canoa, brinquedos e entalhes, artes masculinas. Todos os textos são ilustrados. As ilustrações seguem estilos bem diversificados, do uso da caneta hidrográfica ao sombreamento do lápis de cor. Isso reflete justamente a característica principal deste livro: a coletividade. Não se privilegiou um único traço, um único estilo, pois a obra foi feita por várias pessoas, que aqui deixam um pouco de si, pensando talvez em leitores diferentes como alunos, outros colegas professores, filhos, netos que vião, e também nós, os não-índios, os caríbas, que admiramos as peças produzidas quando as vemos em exposições, lojas, e que podemo assim saber um pouco sobre elas

              FARGETTI, Cristina Martins (org)
              Línguas e culturas Tupi
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / L779 v.2 / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              O livro traz contribuições inéditas sobre a pré-história e sobre a história das línguas e culturas Tupi, assim como sobre diversos aspectos culturais e lingüísticos da realidade atual dos seus respectivos povos; Com este livro concretiza-se a associação de estudiosos da antropologia e da lingüística de diferentes orientações teóricas e de diferentes partes do mundo, num esforço de cooperação para a ampliação e consolidação do conhecimento científico sobre os povos indígenas de filiação Tupi; A obra reúne quase 40 contribuições de uma dezena de antropólogos e mais de duas dezenas de lingüistas, tratando-se da mais ampla coletânea de trabalhos sobre línguas Tupí já publicada no Brasil. A coletânea traz três trabalhos que traçam visões ou apanhados panorâmicos: de Roque Laraia: Etnologia Tupi: 22 anos depois; de Stephen Baines: Línguas ameaçadas; e de Ruth Monserrat: Observações sobre o estado de saúde atual das línguas Tupi; Cinco outros trabalhos constituem valiosas abordagens gerais e abrangentes para determinada sociedade, tronco, família ou região lingüística. São eles:; – do antropólogo Waud Kracke: A posição histórica dos Parintintin na evolução das culturas Tupí-Guaraní; – do lingüista Aryon Rodrigues: As consoantes do Proto-Tupi; – dos lingüistas Lucy Seki e Frank Brandon: Uma reconstrução parcial do sistema interrogativo Tupi; – da antropóloga Betty Mindlin: A escrita recente e a literatura indígena: povos Tupi e outros de Rondônia; -lingüistas Ana Suelly Cabral, Beatriz Corrêa da Silva, Maria Risoleta Julião e Marina Magalhães: Linguistic diffusion in the Tocantins-Mearim area

              CABRAL, Ana Suelly Arruda Câmara (org)
              Línguas e culturas Tupi
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / L779 v.1 / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              O livro traz contribuições inéditas sobre a pré-história e sobre a história das línguas e culturas Tupi, assim como sobre diversos aspectos culturais e lingüísticos da realidade atual dos seus respectivos povos; Com este livro concretiza-se a associação de estudiosos da antropologia e da lingüística de diferentes orientações teóricas e de diferentes partes do mundo, num esforço de cooperação para a ampliação e consolidação do conhecimento científico sobre os povos indígenas de filiação Tupi; A obra reúne quase 40 contribuições de uma dezena de antropólogos e mais de duas dezenas de lingüistas, tratando-se da mais ampla coletânea de trabalhos sobre línguas Tupí já publicada no Brasil. A coletânea traz três trabalhos que traçam visões ou apanhados panorâmicos: de Roque Laraia: Etnologia Tupi: 22 anos depois; de Stephen Baines: Línguas ameaçadas; e de Ruth Monserrat: Observações sobre o estado de saúde atual das línguas Tupi; Cinco outros trabalhos constituem valiosas abordagens gerais e abrangentes para determinada sociedade, tronco, família ou região lingüística. São eles:; – do antropólogo Waud Kracke: A posição histórica dos Parintintin na evolução das culturas Tupí-Guaraní; – do lingüista Aryon Rodrigues: As consoantes do Proto-Tupi; – dos lingüistas Lucy Seki e Frank Brandon: Uma reconstrução parcial do sistema interrogativo Tupi; – da antropóloga Betty Mindlin: A escrita recente e a literatura indígena: povos Tupi e outros de Rondônia; -lingüistas Ana Suelly Cabral, Beatriz Corrêa da Silva, Maria Risoleta Julião e Marina Magalhães: Linguistic diffusion in the Tocantins-Mearim area

              CABRAL, Ana Suelly Arruda Câmara (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.275 / M519 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Os textos aqui reunidos propõem a abordagem de questões sensíveis à reflexão sobre as sociedades hoje. A indagação inicial está em pensar a memória histórica (e o esquecimento) e como a sua existência (voluntária ou não), assim como os sentimentos e as emoções que, de alguma forma, passam pelo seu crivo, intervêm sobre as ações dos homens, sobre como pensam os acontecimentos presentes e passados e como elaboram e constroem identidades individuais, nacionais, minoritárias, grupais etc. Entre os sentimentos, o privilégio do ressentimento, abordado de formas diferentes pelos diversos autores, no intuito de buscar tecer suas possiveis relações com a história e a memória

              BRESCIANI, Stella
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.85(81) / A663n / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              Esse livro apresenta a complexidade e beleza dos símbolos, dos rituais, das crenças e das cerimônias que compõem a religião baseada no uso do cipó sagrado utilizado pelas culturas milenárias indígenas da Amazônia para estimular a imaginação religiosa

              ARAÚJO, Wladimyr Sena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-TESE / C335o / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              O estudo compara a construção das agências indigenistas no México e no Brasil, com um enfoque especial sobre diferentes agentes envolvidos, sobretudo sertanistas, professores rurais, “promotores indígenas” e antropólogos. O autor acompanha a construção destas categorias no contexto da ação indigenista. A tese também busca entender o impacto da afirmação de discursos nacionalistas, mediante projetos “cívico-morais”, sobre as comunidades indígenas, a partir de uma pesquisa nas formas de representação através de mídias visuais, como a fotografia e os filmes de curta metragem

              CASAS MENDOZA, Carlos Alberto
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-266(892) / R147m / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              É uma importante obra sobre a ação missionária jesuítica no Cone Sul, com lançamento em março/2008 pela Curt Nimuendajú. Neste livro, o autor objetiva analisar a prática missionária jesuítica na perspectiva dos contatos interculturais, privilegiando o estudo das representações de Deus, através das recorrências de duas imagens nas Cartas Ânuas, a de benevolente e de castigador, com o fim de subsidiar a discussão sobre o medo instrumentalizado para a cristianização dos Guarani. O recorte espaço-temporal é o das reduções da Província Jesuítica do Paraguai, as frentes missionárias do Paraná, Uruguai, Paraguai e Tape, no período fundacional, 1609 a 1637. Ao lado de demonstrar o quanto a prática missionária jesuítica esteve associada à Teologia da sua época, este livro trata de questionar até que ponto os Guarani se deixaram moldar pelos jesuítas em virtude de uma prática discursiva pautada no medo

              RAMOS, Antônio Dari
              O selvagem e o inocente
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Xerente / M451s / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico

              No livro, O Selvagem e o Inocente (Editora da Unicamp), David Maybury-Lewis, fala de sua estada entre os índios Xerente e; Xavante, entre 1955-56, num tempo em que o interior do Brasil era sertão, não zona de turismo; e os índios não falavam português. Um dos pontos fortes deste relato são as peripécias para se chegar aos índios

              MAYBURY-LEWIS, David
              Os Asurini do Xingu: história e arte.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Asurini / M958a / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico

              Após o contato com a sociedade nacional, em 1971, os Asurini do Xingu - cuja denominação foi dada pelas frentes de atração - sofreram uma drástica baixa populacional. Contudo, o perigo eminente de sua extinção física sempre contrastou com uma extrema vitalidade cultural, manifesta na realização de extensos rituais, práticas de xamanismo e um elaborado sistema de arte gráfica

              MULLER, Regina Aparecida Polo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kaingang / A496i / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Esse livro torna acessível uma clássica etnografia sobre os Kaingang, publicada originalmente em espanhol (Buenos Aires, 1894). Trata-se do mais importante e original trabalho sobre comunidades Kaingang que habitaram em território argentino (em Missiones), no século XIX. Juan Ambrosetti visitou a última delas, em San Pedro, em suas importantíssimas Viajes a Missiones, àquela época uma região de floresta quase inacessível. Entre seus méritos, esse trabalho de Ambrosetti tem o de ser a publicação etnográfica que divulgou as primeiras fotografias dos Kaingang (presentes no volume). Inclui, além disso, um vocabulário com mais de 800 itens (no livro, em versão trilíngüe), o mais extenso vocabulário dessa língua publicado antes de 1900. O livro de Ambrosetti também deu divulgação à história do menino Bonifácio Maidana, cujo pai fora morto pelos índios, e que, adotado por um deles, veio a se tornar o último importante cacique Kaingang em território argentino

              AMBROSETTI, Juan Bautista
              Os Kaingang de São Paulo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(815.6)Kaingang / M278k / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Os Kaingang do oeste paulista foram os últimos grupos desse povo a estabelecer relações pacíficas com a sociedade brasileira, um século depois do primeiro “aldeamento” em Guarapuava (PR). Em março de 1912, depois de anos de perseguição e pressões de todo tipo, os Kaingang aceitaram o contato pacífico, em que se empenhavam os funcionários do SPI; Foi com esses Kaingang que Henrich Manizer teve contato, menos de dois anos depois, e sobre os quais escreveu essa preciosa etnografia. Apesar das relações estabelecidas, havia grande temor do SPI por qualquer mal entendido que pusesse a perder os esforços de aproximação. Isso é o que revela o texto de Manizer que é, também, um raro registro do cotidiano de um estabelecimento indigenista oficial nos primeiros anos de “contato” com um grupo indígena

              MANIZER, H.H
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / M543p / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              A noção de terra indígena vem dos anos 50, durante os debates sobre a criação do Parque Indígena do Xingu. Pretendia-se destinar aos índios uma parcela muito extensa do território nacional, que deveria ser resguardada da presença dos brancos. A preservação da cultura indígena tornava-se, assim, uma política nacional. A autora apresenta, neste livro, atores de múltipla origem, índios de diferentes culturas, sertanistas, antropólogos, militares, cientistas, políticos, fazendeiros, responsáveis por uma intrincada trama histórica que ainda se desenvolve

              MENEZES, Maria Lúcia Pires
              Reflexões indigenistas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811=1-82) / R259 / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              Trata-se de uma coletânea organizada por membros experientes da OPAN, uma ONG indigenista com mais de 40 anos (é continuidade da Operação Anchieta). Segundo os organizadores, os artigos reunidos nessa coletânea tratam do “campo temático, complexo e variado, que marca o cotidiano dos povos indígenas com os quais trabalham os indigenistas da Operação Amazônia Nativa - OPAN –, em programas e projetos com povos indígenas no Mato Grosso e no Amazonas”. A ação da ONG é descrita, pelos organizadores da obra, como “missão de apoio e de potencialização da capacidade de atuação independente dos povos indígenas”; A obra reúne 13 textos (de 17 autores) que refletem trabalhos realizados (ou em andamento) com povos Tupi-Kagwahiva, Katukina, Deni, Paumari, Enawene Nawe, Xavante e Manoki (Irantxe)

              ARRUDA, Rinaldo S.V. (org)
              Somos as águas puras
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / B817s / 1994 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico

              Revelando uma antropologia de múltiplas faces, esta obra reúne escritos – resultado de leituras feitas na Europa nos últimos cinco anos – nos quais o autor expõe as várias faces de seus interesses: a experiência ancestral e contemporânea da religião; as diferentes maneiras como as crenças religiosas pensam as trocas entre os vivos e os mortos; o imaginário dos homens sobre as relações entre eles e outros seres do mundo natural; a barbárie e a difícil esperança, ontem e hoje, no encontro entre colonizadores e povos indígenas das Américas; Traduz a vontade de um diálogo fecundo entre a pesquisa cientifica e a crítica solidária dos problemas de nossa atualidade, os dilemas da vida pensados através da morte, os desafios da sobrevivência da humanidade revisitados pela via da natureza e os problemas do homem ocidental de agora colocados no espelho do juízo justo que os povos indígenas, fazem de nós

              BRANDÃO, Carlos Rodrigues
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74(81=1-82) / N754 / 2014 · Item · 2014
              Parte de Bibliográfico

              Publicação inserida no contexto da pesquisa Formação de Professores Indígenas Guarani, Construção Curricular e Práticas de Ensino que empreendeu uma revisão bibliográfica das principais contribuições teóricas do campo da Antropologia da Infância realizadas no Brasil no período de 1999 a 2009

              Nobre, Domingos