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Nos últimos anos, a cultura popular pernambucana vem alcançando cada vez mais projeção, expandindo-se em âmbito nacional e internacional. Diante da diversidade cultural presente nas manifestações da cultura imaterial no estado e da necessidade de identificação das práticas existentes, a demanda pelo levantamento documental sobre o patrimônio imaterial exige a mobilização de vários atores sociais, pesquisadores etc, com a finalidade de ampliar o repertório das práticas de preservação que, neste caso, constituem-se dos registros dessas manifestações
Sem títuloCabeça do Cachorro é como a população da região chama o traçado fronteiriço entre Brasil e Colômbia. “Pegue o mapa do Brasil. Olhe para cima e para a esquerda, no extremo noroeste do estado do Amazonas. O contorno da fronteira com Venezuela e Colômbia não desenha a cabeça de um cachorro? É a essa região que dedicamos este livro: o Alto Rio Negro, terra das florestas mais preservadas da Amazônia. Sobrevoá-las é viver o êxtase. Até onde a vista alcança, são 360 graus de mata virgem; parece o mar”, escreve o médico Drauzio Varella, responsável pelo texto do livro
Sem títuloNa língua tupi, Poranduba quer dizer história, notícia ou pergunta. A obra traz histórias que remetem ao sentido da vida, à relação do homem com a natureza, o sobrenatural, as adversidades e os aspectos do imaginário de diversas etnias indígenas: Bororo, Kaiapó, Kaxinauá, Mawé, Tucano, Xavante etc.; O projeto procura valorizar a sabedoria da tradição indígena e promover um diálogo criativo entre o indígena e o não-indígena.; O livreto contém uma breve apresentação sobre cada um dos povos indígenas contemplados, com informações sobre sua língua, população, localização e suas respectivas histórias. Inclui também dicas metodológicas sobre como professores e contadores de histórias poderão tirar o melhor proveito do material, explorando o vasto potencial imagético dos mitos e suas vivas formas de experiência das questões da identidade, da memória, da alteridade, do sentido da vida, da relação do homem com a natureza
Sem títuloJuliana Santilli, mostra os caminhos percorridos pelo socioambientalismo para superar o abismo existente entre as questões sociais e ambientais, construindo pontes entre movimentos sociais e políticas públicas, que tendem a atuar de forma divergente. Socioambientalismo e novos direitos - Proteção jurídica à diversidade biológica e cultural, reúne os paradigmas jurídicos do socioambientalismo e os "novos direitos socioambientais". A autora analisa o desenvolvimento histórico e o contexto político e social do surgimento do movimento socioambientalista no Brasil, o processo constituinte brasileiro e seu significado para a democratização do país. Itens importantes para o avanço do socioambientalismo também foram analisados, caso da lei que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Snuc) e da proteção aos conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade. A proteção jurídica tanto à biodiversidade quanto à sociodiversidade aparece como as duas faces da mesma moeda. Coloca em discussão ainda o acesso aos recursos genéticos situados em territórios ocupados por populações tradicionais e delineia alguns elementos fundamentais para a construção de um regime jurídico "sui generis" de proteção a tais conhecimentos tradicionais associados
Sem títuloNão tivessem os autores coloniais espanhóis a iniciativa de anotar as suas crônicas e relações, ensejando o salvamento da memória etnográfica dos índios Xaraiés, estariam perdidos para sempre detalhes de seus usos, costumes, cultura material, população, organização sócio-política, que nos foram legados em face da preocupação com o registro documental dos pioneiros europeus, que participaram da conquista do rio da Prata nos tempos iniciais de sua ocupação
Sem títuloA Lei n 9610/98 é uma última tentativa, antes do fim do século, de substituir a lei que regulava os direitos de autor e os que lhes são conexos, como os dos artista, intérpretes e executantes. Ela atualiza principios gerais do nosso sistema de direito de autor e propriedade intelectual no que se refere a alguns aspectos significativos da matéria
Sem títuloEl concepto oficial de “indio” es una imagen cambiante, creada y proyectada por una conciencia europea, primero, y europeizante, después, siempre desde el patrón epistemológico de la colonialidad; Las representaciones hegemónicas del indígena han articulado, por regla, con los intereses de apropiación territorial, dominación, auto-representación de las elites, construcción de identidades nacionales y formación del estado moderno
Sem títuloCom o objetivo de aprofundar os conhecimentos sobre áreas estratégicas de interesse do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), a Coordenadoria de Estudos da Secretaria de Acompanhamento e Estudos Institucionais (Saei) idealizou o Ciclo de Estudos sobre a Amazônia com uma série de três eventos: Palestra, Reunião e Encontro de Estudos – que reunirá especialistas, pesquisadores, técnicos e estudiosos da temática ambiental que, com seus conhecimentos; e experiências poderão auxiliar na construção e aprofundamento da referida temática e, dessa forma, contribuir para formulação de políticas e ações de Governo
Esta norma determina o tipo de informação que poderia ser incluída em descrições de instituições com acervo arquivístico e fornece orientação sobre como tais descrições podem ser desenvolvidas em um sistema de descrição arquivística
Sem títuloO livro traz contribuições inéditas sobre a pré-história e sobre a história das línguas e culturas Tupi, assim como sobre diversos aspectos culturais e lingüísticos da realidade atual dos seus respectivos povos; Com este livro concretiza-se a associação de estudiosos da antropologia e da lingüística de diferentes orientações teóricas e de diferentes partes do mundo, num esforço de cooperação para a ampliação e consolidação do conhecimento científico sobre os povos indígenas de filiação Tupi; A obra reúne quase 40 contribuições de uma dezena de antropólogos e mais de duas dezenas de lingüistas, tratando-se da mais ampla coletânea de trabalhos sobre línguas Tupí já publicada no Brasil. A coletânea traz três trabalhos que traçam visões ou apanhados panorâmicos: de Roque Laraia: Etnologia Tupi: 22 anos depois; de Stephen Baines: Línguas ameaçadas; e de Ruth Monserrat: Observações sobre o estado de saúde atual das línguas Tupi; Cinco outros trabalhos constituem valiosas abordagens gerais e abrangentes para determinada sociedade, tronco, família ou região lingüística. São eles:; – do antropólogo Waud Kracke: A posição histórica dos Parintintin na evolução das culturas Tupí-Guaraní; – do lingüista Aryon Rodrigues: As consoantes do Proto-Tupi; – dos lingüistas Lucy Seki e Frank Brandon: Uma reconstrução parcial do sistema interrogativo Tupi; – da antropóloga Betty Mindlin: A escrita recente e a literatura indígena: povos Tupi e outros de Rondônia; -lingüistas Ana Suelly Cabral, Beatriz Corrêa da Silva, Maria Risoleta Julião e Marina Magalhães: Linguistic diffusion in the Tocantins-Mearim area
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