Analisa a posição particular da humanidade no universo Wayampi. Enfoca o domínio da pessoa do ponto de vista de seus elementos constitutivos. Descreve as concepçOes relativas à doença e analisa o contágio e a agressão xamanística
Sem títuloEtnologia indígena
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Relata um breve momento da vida dos índios GaviOes do sul do Pará e suas tentativas de resistências à aculturação imposta pelas sociedades civilizada brasileira
Sem títuloApresenta o dicurso e o modo de vida dos índios Xavante do sexo masculino
Sem títuloReflete sobre alguns aspectos do parentesco Timbira através da apresentação e discussão dos dados levantados entre três grupos Jê-Timbira: os Spãnjekra-Canela, os Ramkokamekre-Canela e os KrahO
Sem títuloApresenta um perfil dos povos indígenas que vivem no Amapá e norte do Pará, em uma parte da Amazônia brasileira que permanece ainda muito pouco conhecida. O intuito é trazer dados sobre as redes históricas de que se originam estes povos, informações sobre sua situação sócio-política atual, bem como sobre seus modos de vida e cosmologias.
Sem títuloEstuda o problema da etnicidade nos contextos urbanos a partir da análise da situação dos Sateré Mawé que habitam a cidade de Manaus
Sem títuloMostra o processo de interação entre índios e brasileiros numa zona pastoril do extremo norte. Estudo de caso entre índio Makuxi do Território Federal de Ronaima e a população regional
Sem títuloEstudo comparativo dos impactos da frente de expansão sobre aspectos da biologia humana dos índios Gavião, Suruí e Zoró
Sem títuloReflete sobre o processo que permitiu aos Xavante registrarem na imprensa e na opinião pública, a realidade vivida por eles
Sem títuloApresenta um estudo da obra do antropólogo Eduardo Galvão
Sem títuloInteressante trabalho sobre uma experiência educacional na escola indígena de uma comunidade Guarani no Rio de Janeiro. Confronta-se a memória oral com os registros escritos da história dos últimos 500 anos, mostrando as ricas possibilidades de diálogo entre formas diferentes de pensar a história. O livro traz depoimentos de alunos e professores indígenas, ilustrando os resultados da experiência, com destaque para o trabalho realizado com ilustrações
Sem títuloEste estudo tem por objetivo analisar, no período de 1942 a 1968, a ocupação das terras pertencentes aos Nambiquara, da Chapada dos Parecis, a partir da chegada dos seringueiros, movimento que fez parte do processo de expansão da fronteira oeste de Mato Grosso, sob a perspectiva Nambiquara
Sem títuloKaká Werá Jecupé nos conta neste livro o que lhe contavam seus parentes - pais, avós, bisavós e os ancestrais de sua tribo com a mesma oralidade, conservando a mesma fé.
Sem títuloO mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
Sem títuloA Coleção Museu Aberto tem como objetivo colaborar com a divulgação de estudos, experiências e reflexões elaborados na prática museológica e no campo acadêmico-científico. As publicações trabalham em torno dos três grandes eixos de ação museológica - preservação, comunicação e pesquisa
Sem títuloDurante 30 anos (1624-1654), os holandeses ocuparam territórios no Nordeste brasileiro. Hoje, os; eventos são considerados como um dos mais importantes capítulos da história brasileira. Na; Holanda, pelo contrário, a experiência brasileira funciona como um ponto cego na historiografia; nacional. Todavia, a colonização do Brasil resultava num arsenal de manuscritos e imagens. O; “relato de Roulox Baro” faz parte desta produção. Aos sete anos de idade, foi enviado às Índias; Ocidentais. Conviveu durante toda a juventude com os tupis. Adulto, tornou-se interprete a serviço; da Companhia das Índias Ocidentais e comandou algumas expedições no interior. O registro da; expedição de 1647 sobrevive. Vamos apresentar uma análise cultural e histórica do relato
Sem títuloPublicação que trata de captar, através de alguns aspectos fundamentais da cultura, a maneira pela qual se chocam a configuração cultural Guarani e as diversas formas de vida ligada à civilização ocidental
Sem títuloA partir de documentos do Serviço de Proteção aos Índios, o trabalho avalia o processo de constituição de uma área indígena no atual Mato Grosso do Sul
Sem títuloPensado inicialmente como um aporte didático, o livro ultrapassa essa limitação ao trazer um material original de pesquisa em arquivos realizada pela equipe do Programa de Estudos dos Povos Indígenas, da UERJ. O texto é curto porém contundente, buscando levantar questões e problemas quanto à presença indígena no Rio de Janeiro, entre os séculos XVI e XIX
Sem títuloColetânea de artigos escritos por diferentes especialistas a respeito da questão das sociedades indigenas no Brasil. Constitui uma obra básica de referência para os professores abordarem a temática indigena em sala de aula
Sem títuloTrata-se da leitura de uma lei colonial, o Diretório dos Índios, que vigorou entre 1757 e 1798, a fim de instruir o comportamento do colonizador em relação às populações indígenas envolvidas nos empreendimentos de definição da fronteira norte do Brasil e seu povoamento
Sem títuloDepois de considerarmos extintos, os índios Arara reapareceram. Com o território rasgado ao meio pela rodovia Transamazônica e invadido por milhares de novos habitantes, os Arara ganharam fama. Seus ataques, a morte e o esquartejamento ritual dos que eram apreisionados levaram o terror à região de Altamira no Pará. Após um longo e acidentado processo de contato, que se estendeu de 1969 a 1987, os Arara revelaram uma outra face: a polidez das falas, a delicadeza dos gestos, a cortesia nos modos e generosidade nos atos são as maiores marcas do seu mundo aldeão
Sem títuloMotivado inicialmente pela perplexidade diante do surto de suicídios de jovens Kaiowá na Reserva Francisco Horta Barbosa em Dourados MS, o projeto que resultou neste livro se abriu para um registro bastante interessante de narrativas, conduzidas e transcritas mediante técnicas de história oral. São 16 textos, em sua maioria de narradores indígenas, que incluem reflexões não apenas sobre o cotidiano como também sobre o passado
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