Descrições e viagens
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O que mais agrada neste livro é o estilo pitoresco do autor. Feito com ironia, fina escrita, observação delicada de pintor (que Biard foi), "Dois anos no Brasil" é obra que pode ser lida com o sabor dos melhores cronistas e, sem exagero, dos bons ficcionistas. O pintor Biard esteve entre nós em meados do século XIX. Teve cargos importantes como professor honorário da Academia Imperial de Belas-Artes e foi retratista de D. Pedro II e caricaturista. A prática da caricatura e do retrato deu-lhe argúcia crítica que, levada à escritura, transformou-se em acuidade para descrever hábitos e costumes dos brasileiros daquela época. A descrição dos motivos de sua vinda e a chegada na Baía de Guanabara poderiam figurar numa antologia literária. Auguste François Biard (1798-1882) viajou pelo Rio de Janeiro, embrenhou-se pelo Espírito Santo e, principalmente, pelo Amazonas. Aí relata, numa narrativa etnográfica interessantíssima, seu encontro com os índios, a natureza, as crenças, costumes e cultura indígena e brasileira dos anos em que viveu na nossa nação.
UntitledEscritas num ritmo vertiginoso, numa sucessão de sensacionais - e às vezes inacreditáveis! - aventuras, as peripécias e sufocos do jovem corsário inglês Anthony Knivet são um admirável exemplar dos relatos de viagens pelo Novo Mundo produzidos no Renascimento, e um magnífico testemunho sobre o Brasil do século XVI
UntitledA autora tem como objetivo debater o nascimento e a prática da etnografia no interior do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil (IHGB), com ênfase no momento da discussão política em torno dos projetos nacionais para o Brasil imperial. As páginas do periódico do IHGB, que reunia os mais importantes letrados comprometidos em pensar um projeto para a antiga colônia portuguesa, são ricas em discussões em torno do papel que caberia ao indígena nesse processo em gestação. E para isso era preciso munir-se dos conhecimentos necessários para conhecê-Ios, nomeando-os, descrevendo-os, tornando-os visíveis segundo procedimentos narrativos capazes de igualmente controlá-Ios. Nasce assim uma etnografia aliada a um processo de escrita da história nacional, quando os campos de conhecimento ainda em processo de definição permitem perceber como os dois saberes ainda não se encontram acantonados em territórios que fariam de cada um deles e de suas práticas correlatas disciplinas específicas segundo regimes próprios de escrita. A autora investiga de maneira inovadora e inteligente esse procedimento, restituindo-o ao terreno da história e compreendendo-o como processo peculiar à sociedade imperial oitocentista e em suas estreitas correlações com o projeto político de desenho da nação. Estruturando-o em três partes muito bem articuladas, neste livro a autora enfrenta o desafio de pensar o lugar do indígena na perspectiva de um novo objeto de conhecimento, assim como o problema de sua inserção nos projetos de Estado nacional. Baseada em sólida pesquisa documental e em uma bibliografia atualizada, explora em profundidade o tema com sugestões interpretativas bastante originais e que alargam o campo de investigação a respeito do assunto
UntitledReúne e reorganiza os diários escritos por Alexandre Rodrigues Ferreira em sua viagem pela Capitania do Rio Negro durante a década de 1780, originalmente publicados no Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e reeditados, no século XX, pelo Museu Goeldi. Esta edição atualiza a ortografia e normatiza o uso de etnônimos, porém não se trata de uma edição crítica pela ausência de uma introdução ou de notas explicativas à luz de conhecimentos recentes a respeito dos temas e problemas levantados pelo texto de Ferreira. Inclui uma documentação complementar e índices remissivos
UntitledEduardo Bueno fez uma pesquisa minuciosa em documentos de época, como os diários de bordo, relatos de viagem e fragmentos de cartas, para reconstituir, com precisão e vivacidade, a incrível saga enfrentada pelos primeiros homens brancos que viveram no país. Os que vieram parar nas praias brasileiras pelo acaso de um naufrágio, os que chegaram nas primeiras missões de exploração, os condenados ao degredo e os que simplesmente decidiram ficar no Brasil por livre e espontânea vontade. Conhecer a história desses homens - vários deles casados com as filhas dos principais chefes indígenas, exercendo importante papel na tribo e intermediando o comércio com as potências européias - é indispensável para se entender os rumos do futuro país.; Nessa galeria de personagens extraordinárias, figuras-chave na ocupação e colonização do Brasil, vamos encontrar, além do mitológico Caramuru e de João Ramalho, outros bem menos conhecidos, como o misterioso Bacharel de Cananéia, primeiro grande traficante de escravos do Brasil; o grumete Francisco del Puerto, que viveu 14 anos entre os nativos do Prata e depois traiu os europeus, ou o intrépido Aleixo Garcia, que em 1524 marchou de Santa Catarina, com um exército particular de dois mil índios, para atacar as cidades limítrofes do Império Inca. Ao resgatar o papel desempenhado por estes, que podemos considerar os primeiros brasileiros, Bueno ilumina as três décadas esquecidas de nossa história oficial, período em que, entre outros fatos de grande destaque, o Brasil adquiriu seu nome e serviu de modelo para "A Utopia", de Thomas Morus.
UntitledI. IntroduçaÞo. Naufraìgio da nau ConceiçaÞo em 1621, por JoaÞo Carvalho Mascarenhas.--II. Naufraìgio da nau S. JoaÞo Baptista em 1622, por Francisco Vaz Dalmada. Viagem da nau Nossa Senhora do Bom Despacho em 1630, pelo padre fr. Nuno da ConceiçaÞo.--III. Naufraìgio da nau Nossa Senhora de Beleìm em 1635, por Joseph de Cabreira. Naufraìgio das naus Sacramento e Na. Sa. da Atalaia em 1647, por Bento Teixeira Feio.--IV. Naufraìgio do galeaÞo S. Lourenço em 1649, pelo padre A. F. Cardim. Naufraìgio do navio Bom Jesus da Pedra e Santa Rita em 1749, por C. J. da Rocha e Melo. Viagem da nau Nossa Senhora da Ajuda e S. Pedro de Alcântara, em 1778, por Elias Alexandre e Silva. Ode dedicada a Joseì Mascarenhas Pacheco P. C. de Mello
UntitledReedição da primeira obra impressa em português sobre o Brasil (História), de 1576, junto com um texto que permaneceu inédito até o século XIX. Fonte importante para avaliar os conhecimentos vigentes na segunda metade do século XVI a respeito das populações indígenas. O prefácio inclui informações úteis sobre o autor e as edições anteriores da obra
UntitledEstudo sobre a formação histórica da Amazônia; A história eclisiástica, no panorama social, político e geográfico do grande rio Madeira, seus afluentes e formadores na Amazônia. Vol 1
UntitledClássico da literatura dos viajantes, esse livro constitui "breve relatório de uma viagem pelo interior da América Meridional, desde a costa do mar do Sul até as costas do Brasil e da Guiana, descendo o rio das Amazonas
UntitledEsta é a primeira obra ilustrada de forma abrangente tão vasto tema: a conquista da última fronteira do território brasileiro pelos mais importantes viajantes e expedicionários brasileiros e estrangeiros; O projeto, concebido pelo autor em conjunto com o editor Ronaldo Graça Couto, adota a estratégia de restringir o tema do ano de 1500 até as viagens de Rondon nos anos 1930 – visto que a partir disso a quantidade de expedições se multiplica exponencialmente em busca de riquezas, pesquisas de toda sorte ou mesmo de aventuras; As 42 viagens selecionadas são apresentadas em ordem cronológica, a partir do momento em que a primeira expedição européia adentra a Amazônia, segundo a seguinte itemização: data da expedição; contexto histórico e cultural; líder (a biografia do líder ou dos líderes); principais colaboradores; percurso; obra (produção escrita e iconográfica); e principais contribuições
UntitledDuas vezes em meados do século XVI, o mercenário e arcabuzeiro alemão Hans Staden (1524-1576) aportou nas costas do recém-descoberto Brasil. A primeira, em 1549, passando por Pernambuco e pela Paraíba, e a segunda, em 1550, quando chegou na ilha de Santa Catarina, dirigindo-se posteriormente à capitania de São Vicente, no litoral sul do atual estado de São Paulo. Na segunda viagem, como viera a bordo de um navio espanhol, foi preso pelo governador-geral, o português Tomé de Sousa, e em seguida capturado pelos índios tamoios, inimigos dos tupiniquins e dos portugueses e aliados dos franceses. O jovem Staden viveu para contar o que viu: paisagens virgens, riquezas inexploradas e a prática ritual do canibalismo, do qual por muito pouco não foi vítima. O livro com o seu relato foi publicado em 1557, em Marburgo, Alemanha, ilustrado por xilogravuras anônimas (reproduzidas nesta edição) baseadas nas suas descrições, e imediatamente tornou-se um best-seller em toda Europa. Trata-se da mais acurada e impressionante descrição do banquete antropofágico? o festim canibal praticado pelos povos Tupi. É, também (junto à Carta de Pero Vaz de Caminha) umas das primeiríssimas reportagens realizadas sobre os povos que viviam no que viria a ser o Brasil
UntitledI. IntroduçaÞo. Naufraìgio da nau ConceiçaÞo em 1621, por JoaÞo Carvalho Mascarenhas.--II. Naufraìgio da nau S. JoaÞo Baptista em 1622, por Francisco Vaz Dalmada. Viagem da nau Nossa Senhora do Bom Despacho em 1630, pelo padre fr. Nuno da ConceiçaÞo.--III. Naufraìgio da nau Nossa Senhora de Beleìm em 1635, por Joseph de Cabreira. Naufraìgio das naus Sacramento e Na. Sa. da Atalaia em 1647, por Bento Teixeira Feio.--IV. Naufraìgio do galeaÞo S. Lourenço em 1649, pelo padre A. F. Cardim. Naufraìgio do navio Bom Jesus da Pedra e Santa Rita em 1749, por C. J. da Rocha e Melo. Viagem da nau Nossa Senhora da Ajuda e S. Pedro de Alcântara, em 1778, por Elias Alexandre e Silva. Ode dedicada a Joseì Mascarenhas Pacheco P. C. de Mello
UntitledI. IntroduçaÞo. Naufraìgio da nau ConceiçaÞo em 1621, por JoaÞo Carvalho Mascarenhas.--II. Naufraìgio da nau S. JoaÞo Baptista em 1622, por Francisco Vaz Dalmada. Viagem da nau Nossa Senhora do Bom Despacho em 1630, pelo padre fr. Nuno da ConceiçaÞo.--III. Naufraìgio da nau Nossa Senhora de Beleìm em 1635, por Joseph de Cabreira. Naufraìgio das naus Sacramento e Na. Sa. da Atalaia em 1647, por Bento Teixeira Feio.--IV. Naufraìgio do galeaÞo S. Lourenço em 1649, pelo padre A. F. Cardim. Naufraìgio do navio Bom Jesus da Pedra e Santa Rita em 1749, por C. J. da Rocha e Melo. Viagem da nau Nossa Senhora da Ajuda e S. Pedro de Alcântara, em 1778, por Elias Alexandre e Silva. Ode dedicada a Joseì Mascarenhas Pacheco P. C. de Mello
UntitledA obra traz uma seleção de textos do autor (seu trabalho de pesquisa reunia mais de 1.000 laudas), com 250 imagens sobre vinte e uma expedições do século passado (provenientes de vinte e cinco fontes diferentes), reunidas em um trabalho de mais de dois anos. O livro trata de resumir a obra expedicionária amazônica de grandes nomes como Oswaldo Cruz, Claude Lévi-Strauss, Jacques Cousteau, Mario Palmério, Thiago de Mello, Frans Krajcberg, Claudia Andujar, Helmut Sick, Orlando Villas Bôas, entre vários outros, formando um conjunto belo e inédito
UntitledEstudo sobre a formação histórica da Amazônia. 2vol
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