Amazônia

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              101 Description archivistique résultats pour Amazônia

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              Amazônia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / F893a / 1986 · Pièce · 1986
              Fait partie de Bibliográfico
              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.03:622 / R488m / 2005 · Pièce · 2005
              Fait partie de Bibliográfico

              Hoje, mais de 5 mil títulos e requerimentos para mineração incidem sobre as Terras Indígenas (TIs) da Amazônia Brasileira. Enquanto empresas de mineração aguardam a regulamentação da atividade nessas áreas - atualmente proibida -, inúmeras invasões garimpeiras em TIs geram desastrosas conseqüências para os povos indígenas e ao meio ambiente. O caso mais trágico e conhecido deste conflito é o da TI Roosevelt, do povo Cinta Larga, em Rondônia, que continua apresentando graves desdobramentos políticos e criminais como as recentes acusações de lideranças Cinta Larga de que o governador do estado estaria envolvido na extração ilegal de diamantes. Diante de conflitos como este, as opiniões se dividem. De um lado, as que defendem que atividades com alto custo socioambiental em reservas indígenas deveriam ser evitadas. Do outro, aquelas que sustentam que a Amazônia guarda um patrimônio mineral importante e que deve ser explorado para o desenvolvimento do país. Com o objetivo de aprofundar este debate, o Instituto Socioambiental lança a publicação Mineração em Terras Indígenas na Amazônia Brasileira, que traz à tona a discussão em torno da regulamentação da atividade minerária em TIs.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-385(81) / H264t / 2005 · Pièce · 2005
              Fait partie de Bibliográfico

              Partindo das Exposições Universais, eventos que funcionavam como vitrine para as conquistas tecnológicas da burguesia no século XIX, o professor Francisco Foot Hardman investiga a expansão do capitalismo pelo globo, centrando-se no episódio da construção da ferrovia Madeira-Mamoré. O delírio desenvolvimentista levou operários de mais de quarenta países aos confins da Amazônia, para trabalhar em uma linha de trem cuja finalidade em pouco compensava os problemas de terreno e logística. Em um relato amplamente documentado, o autor mostra como esta obra faraônica custou a vida de milhares de trabalhadores anônimos

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              Amazonas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(811) / M527 / 2005 · Pièce · 2005
              Fait partie de Bibliográfico

              Livro de contos da Amazônia

              Sans titre
              Trem fantasma: a modernidade na selva.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-385(81) / H264t / 1988 · Pièce · 1988
              Fait partie de Bibliográfico

              Partindo das Exposições Universais, eventos que funcionavam como vitrine para as conquistas tecnológicas da burguesia no século XIX, o professor Francisco Foot Hardman investiga a expansão do capitalismo pelo globo, centrando-se no episódio da construção da ferrovia Madeira-Mamoré. O delírio desenvolvimentista levou operários de mais de quarenta países aos confins da Amazônia, para trabalhar em uma linha de trem cuja finalidade em pouco compensava os problemas de terreno e logística. Em um relato amplamente documentado, o autor mostra como esta obra faraônica custou a vida de milhares de trabalhadores anônimos

              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-291.61(81=1-82) / F268i / 2001 · Pièce · 2001
              Fait partie de Bibliográfico

              A primeira vista, trata-se de uma etnografia nos moldes clássicos sobre os Parakanã, povo tupi-guarani que vive entre os rios Xingu e Tocantins. No entanto, como as boas monografias clássicas, o alcance do livro vai muito além da descrição do objeto em si e traz aportes para a abordagem antropológica dos processos históricos vivenciados por sociedades indígenas. Ao se defrontar com o desafio de explicar porque dois ramos dos Parakanã – de origem comum porém cindidos no final do século XIX em decorrência de uma "briga por mulheres" – apresentavam, na época do contato (década de 1970), formas sociais "significativamente distintas", o autor procura "mostrar como as transformações foram produto da intersecção de determinações internas e externas, interesecção que se deu em situações históricas particulares, conformando e sendo conformada pela ação dos agentes". Transitando entre estrutura e processo, esta etnografia apresenta uma sofisticada apreciação das "formas na história" e da "história das formas", manejando com destreza documentos históricos, narrativas indígenas, observações pessoais e uma extensa bibliografia etnológica

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811=1-82) / A489 / 1993 · Pièce · 1993
              Fait partie de Bibliográfico

              Importante coletânea traz 15 estudos sobre história, organização social, cosmologia e natureza, enfocando várias sociedades indígenas na Amazônia. Na parte sobre "História e Historicidade", destacam-se os trabalhos de Terence Turner sobre a relação entre história e cosmologia entre os Kayapó, de Bruna Franchetto sobre os discursos cerimoniais dos Kuikuro e de Rafael Menezes Bastos sobre a relação entre música e história entre os Kamayurá. Os textos ilustram de forma representativa algumas das tendências atuais da antropologia histórica

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              Amazônia: do discurso à praxis.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / A164a / 1996 · Pièce · 1996
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro reúne os principais ensaios sobre a região amazônica produzidos pelo geógrafo Aziz Ab´Sáber, que encontravam-se dispersos em várias revistas especializadas, de acesso restrito aos pesquisadores e grande público. Neles, são discutidos problemas como o zoneamento ecológico e econômico ou os impactos da implantação da indústria siderúrgica na região, mobilizando um arsenal de conhecimentos de geomorfologia e geoecologia que fazem do autor o maior especialista em problemas ambientais do Brasil. Traça, ao mesmo tempo, um painel dos projetos governamentais de exploração da região, analisando os equívocos cometidos em nome do interesse econômico imediato e apontando para as possibilidades de modelos auto-sustentados que preservem recursos naturais e respeitem a identidade cultural das diferentes populações amazônicas

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / C355i / 2002 · Pièce · 2002
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro reúne, numa edição muito bem cuidada, nove estudos e uma entrevista do etnólogo. O texto de maior interesse para a discussão em torno da história dos índios é "O Mármore e a Murta", uma releitura da documentação quinhentista informada por um saber etnológico apurado. Outros ensaios também abordam aspectos críticos dos rumos atuais da etnologia sul-americana, os quais abrangem problemas de arqueologia e história indígena

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.03(811) / E82 2vol / 1996 · Pièce · 1996
              Fait partie de Bibliográfico

              Os três volumes desta série reproduzem as palestras e os documentos científicos debatidos em conferência internacional promovida pelo Memorial da América Latina. Eles representam o esforço de sistematizar uma visão estratégica sobre a Amazônia, que procura nortear as ações de instituições governamentais e privadas. Desta forma, a série permite um levantamento das possibilidades e dificuldades que programas ou projetos de desenvolvimento da região devem enfrentar. (Co-edição: Memorial da América Latina)

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.253:39(811=1-82) / L788c / 1994 · Pièce · 1994
              Fait partie de Bibliográfico

              Transcrição integral do "Livro que há de servir para o registro das canoas que se despacharem para o sertão ao cacao e às peças, e das que voltarem com escravos", abrangendo o período de 1739 a 1755. Os registros trazem detalhes preciosos sobre os índios deslocados dos rios da Amazônia para Belém através dos descimentos e tropas de resgate, indicando o nome da "nação", o local de origem e a condição livre ou escrava dos índios. A breve introdução do organizador é esclarecedora, assim como é a lista de etnias mencionadas no livro

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.03(811) / E82 1vol / 1996 · Pièce · 1996
              Fait partie de Bibliográfico

              Os três volumes desta série reproduzem as palestras e os documentos científicos debatidos em conferência internacional promovida pelo Memorial da América Latina. Eles representam o esforço de sistematizar uma visão estratégica sobre a Amazônia, que procura nortear as ações de instituições governamentais e privadas. Desta forma, a série permite um levantamento das possibilidades e dificuldades que programas ou projetos de desenvolvimento da região devem enfrentar. (Co-edição: Memorial da América Latina)

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              Hiléia amazônica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(811/.2) / C955h 1944 armário / 1944 · Pièce · 1944
              Fait partie de Bibliográfico
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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / A559r / 2012 · Pièce · 2012
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro dá sequência à série iniciada com "Manejo do Mundo. Conhecimentos e práticas dos povos indígenas do rio Negro", publicado em 2010. Como o primeiro, este volume dedica-se a um tema de enorme relevância na vida dos povos indígenas do rio Negro: a inscrição de suas histórias de origem na paisagem natural. Em seu conjunto, os textos aqui reunidos são o resultado de pesquisas colaborativas e de múltiplos diálogos entre pesquisadores brancos e indígenas acerca de como fazer pesquisa, do que e como registrar, de como tratar das histórias contadas pelos mais velhos e de como estimular os mais jovens a se envolver neste tipo de atividade

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-291.61(81=1-82) / P112 / 2002 · Pièce · 2002
              Fait partie de Bibliográfico

              Reflete sobre a complexidade do contato entre os indígenas colonizados e os europeus colonizadores. Verifica como dezesseis grupos indígenas, que habitam a região ao norte do Rio Amazonas, interpretam seu encontro com os brancos. Revela as representações simbólicas nativas sobre doenças infecciosas e trabalho indígena escravo. O volume dá voz ao indígena na história colonial, reconstrói as histórias de contato do ponto de vista do nativo e mostra o potencial dos índios brasileiros de se apropriar sócio-simbolicamente das instituições governamentais e das tecnologias de comunicação

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.03(811) / E82 3vol / 1996 · Pièce · 1996
              Fait partie de Bibliográfico

              Os três volumes desta série reproduzem as palestras e os documentos científicos debatidos em conferência internacional promovida pelo Memorial da América Latina. Eles representam o esforço de sistematizar uma visão estratégica sobre a Amazônia, que procura nortear as ações de instituições governamentais e privadas. Desta forma, a série permite um levantamento das possibilidades e dificuldades que programas ou projetos de desenvolvimento da região devem enfrentar. (Co-edição: Memorial da América Latina)

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-574.3(811) / V832 / 2008 · Pièce · 2008
              Fait partie de Bibliográfico

              A publicação Visões do Rio Negro construindo uma rede socioambiental na maior bacia de águas pretas do mundo traz os debates, sugestões e recomendações do Seminário Visões do Rio Babel, conversas sobre o futuro do Rio Negro, realizado em Manaus em maio de 2007, pelo ISA em parceria com a Fundação Vitória Amazônica (FVA). "O que será da Bacia do Rio Negro daqui a 50 anos?", foi um dos motes propostos pelos organizadores do evento, o ISA e a Fundação Vitória Amazônica (FVA). A publicação, organizada e editada por Beto Ricardo e Marina Antongiovanni, traz também as sugestões dos participantes para a construção de uma rede de responsabilidade socioambiental compartilhada no sentido de garantir um futuro sustentável na maior bacia de águas pretas do mundo

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-622 / M664 / 2006 · Pièce · 2006
              Fait partie de Bibliográfico

              Pesquisa conduzida pelo Instituto Socioambiental (ISA) revela que boa parte das Unidades e Conservação (UCs) da Amazônia não está realmente protegida da mineração. A partir de informações obtidas do Cadastro Mineiro, mantido pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) a pesquisa do ISA indica que, dos 40.144 processos existentes na Amazônia Legal, 5.283 incidem em UCs federais e 880 em UCs estaduais. Mais grave: do total dos processos minerários válidos no DNPM, 406 já estão em pesquisa ou em exploração em 32 Unidades de Conservação de Proteção Integral e em 23 Reservas Extrativistas (Resex), onde não é permitida a atividade minerária. Outros 571 processos estão em pesquisa ou em exploração em 33 UCs de Uso Sustentável, principalmente em Florestas Nacionais e Estaduais, nas quais a atividade é condicionada a uma série de requisitos. Para subsidiar e aprofundar o debate em torno da regulamentação de atividades minerárias em UCs, Mineração em Unidades de Conservação na Amazônia brasileira traz também uma extensa análise e contextualização da legislação vigente sobre o assunto. Durante o trabalho de pesquisa e elaboração da publicação, foi analisado um conjunto de leis, instruções, pareceres, além dos decretos de criação e de regulamentação de UCs, incluindo o SNUC - Sistema Nacional das Unidades de Conservação - que define o uso dessas áreas. Uma seleção desses documentos consta da parte final do livro.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / H489f / 2009 · Pièce · 2009
              Fait partie de Bibliográfico

              Fronteira Amazônica cobre os 150 anos em que os primeiros cientistas europeus exploraram as riquezas naturais da Amazônia e ficaram fascinados por seus povos. Vários encontros com as novas tribos continuaram ocorrendo durante o século XIX, particularmente quando o monopólio seringueiro fez de Manaus uma cidade de fronteira e quando o número de indígenas diminuiu drasticamente, fato que os transformou de inimigos ferrozes em objetos de estudos antropológicos ou da literatura romantica. Fronteira Amazônica termina em 1910, com a criação do famoso Serviço de Proteção ao Índio no Brasil e abertura de uma nova era de tolerância para com seus povos nativos.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / M511gr / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico

              A obra traz uma seleção de textos do autor (seu trabalho de pesquisa reunia mais de 1.000 laudas), com 250 imagens sobre vinte e uma expedições do século passado (provenientes de vinte e cinco fontes diferentes), reunidas em um trabalho de mais de dois anos. O livro trata de resumir a obra expedicionária amazônica de grandes nomes como Oswaldo Cruz, Claude Lévi-Strauss, Jacques Cousteau, Mario Palmério, Thiago de Mello, Frans Krajcberg, Claudia Andujar, Helmut Sick, Orlando Villas Bôas, entre vários outros, formando um conjunto belo e inédito

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              Amazônia: a ilusão de um paraíso.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-577.4(811) / M497aP 2.ed / 1987 · Pièce · 1987
              Fait partie de Bibliográfico

              Betty Meggers procura recriar o ambiente amazônico, levando o leitor a perceber os conteúdos edênicos e deletérios que lhe vêm sendo atribuídos há séculos. Analisa então a exploração predatória de recursos naturais por parte do civilizado, que vem exaurindo o grande rio e seus afluentes. Na profusão de dados coligidos por Meggers, permite-se a visualização dos danos irreparáveis que o modo de exploração vigente na Amazônia está causando ao País

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / P838p / 1996 · Pièce · 1996
              Fait partie de Bibliográfico

              Reúne vários artigos do autor publicados em revistas e coletâneas, com especial enfoque sobre os povos do alto e médio Amazonas nos séculos XVI e XVII. Trabalha de maneira inovadora com problemas de demografia, organização política, atividades comerciais e messianismo. Há também uma discussão importante das fontes para a história indígena na Amazônia

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              Mulheres da Amazônia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-77(811) / M385m / 2003 · Pièce · 2003
              Fait partie de Bibliográfico

              partir de andanças por diferentes regiões da Amazônia nos estados do Acre, Amazonas e Pará, o fotógrafo Pedro Martinelli retratou a vida como ela é na maior floresta tropical do mundo, tendo como preocupação fundamental revelar a singularidade de seus habitantes, as mulheres nesse caso, e seu cotidiano.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811=1-82) / C112 / 2006 · Pièce · 2006
              Fait partie de Bibliográfico

              A publicação é uma introdução à diversidade socioambiental da região do alto e médio rio Negro, no noroeste da Amazônia brasileira. É composta pelo mapa Terras e Comunidades Indígenas no Alto e Médio Rio Negro e por livro de textos com fotos, iconografia e mapas temáticos. Trata-se de uma publicação de referência que se destina, prioritariamente, a um público local de multiplicadores indígenas (lideranças, professores e agentes de saúde) e profissionais de instituições de serviços, públicas ou privadas, que atuam na região. Os mapas temáticos apresentam as famílias lingüísticas da região, etnias, classe de solo, povoados e paisagens florestais. Os textos tratam da diversidade cultural e lingüística do Rio Negro; conta uma história da ocupação daquela região e detalha a ecologia e o manejo ambiental no Alto e Médio Rio Negro. Conta ainda da história de chegada dos primeiros europeus e do contato como os povos nativos até a demarcação das terras indígenas em meados dos anos 1990

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              Cabeça do cachorro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-77(811) / A347c / 2008 · Pièce · 2008
              Fait partie de Bibliográfico

              Cabeça do Cachorro é como a população da região chama o traçado fronteiriço entre Brasil e Colômbia. “Pegue o mapa do Brasil. Olhe para cima e para a esquerda, no extremo noroeste do estado do Amazonas. O contorno da fronteira com Venezuela e Colômbia não desenha a cabeça de um cachorro? É a essa região que dedicamos este livro: o Alto Rio Negro, terra das florestas mais preservadas da Amazônia. Sobrevoá-las é viver o êxtase. Até onde a vista alcança, são 360 graus de mata virgem; parece o mar”, escreve o médico Drauzio Varella, responsável pelo texto do livro

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              A Amazônia: mitos e lendas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-343(811) / K97 / 2003 · Pièce · 2003
              Fait partie de Bibliográfico

              Mitos e lenda da Amazônia como a criação do dia e da noite, a lenda do Eldorado, a história do homem-árvore e as façanhas dos grandes herois indígenas

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