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              76 Descrição arquivística resultados para São Paulo

              76 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              A experiência Xavante com o mundo dos brancos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / R252E / 1978 · Item · 1978
              Parte de Bibliográfico

              Reconstitui a história dos índios Xavante a partir do contato com segmentos da sociedade nacional, do século XVIII até sua submissão no final da primeira metade do século XX

              RAVAGNANI, Oswaldo Martins
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-393(81=1-82) / V665r / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico

              Os funerais Bororo engendram a cooperação vitalícia entre os índios em luto e os que lhes prestaram serviços cerimoniais. Ao final, celebra-se uma refeição, quando panelas fumegantes e bandejas com saborosos alimentos são alegremente oferecidas aos que, atuando como representantes dos mortos durante os funerais, são chamados de "almas". A Refeição das Almas estuda essa e outras práticas dos Bororo do Mato Grosso ao dispensarem cuidados aos mortos e enlutados

              VIERTLER, Renate Brigitte
              Entre os índios Münkü: a resistência de um povo.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)MÜNKÜ / L769e / 1979 · Item · 1979
              Parte de Bibliográfico

              Manoki é como se autodenominam os índios mais conhecidos como Irantxe, cuja língua não tem proximidade com outras famílias lingüísticas. Sua história, contudo, não é muito diferente da maioria dos índios no Brasil: foram praticamente dizimados em decorrência de massacres e doenças advindas do contato com os brancos. Em meados do século XX, a maior parte dos sobreviventes não viu alternativa senão viver em uma missão jesuítica, responsável por profunda desestruturação sócio-cultural do grupo. Em 1968, os Manoki receberam do governo federal uma terra fora de sua área de ocupação histórica, cujas características ambientais inviabilizaram o uso tradicional dos recursos. Destino um pouco diverso teve os Myky, grupo manoki que se manteve isolado da sociedade nacional até 1971. Desde então, passaram a sofrer igualmente as conseqüências do cerco da especulação imobiliária em seu território. Atualmente ambos grupos estão reivindicando a ampliação de suas terras

              LISBOA, Thomaz de Aquino
              Estudos indígenas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / A871e / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico
              ATHIAS, Renato
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.72 / C837h / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              Esta minuciosa pesquisa em fontes das mais variadas produz uma história fascinante que transita entre o imaginário fantástico e a dura realidade da conquista de povos indígenas do Pantanal, das primeiras expedições espanholas no século XVI à demarcação de 1777. Inclui a belíssima reprodução de mapas, alguns pouco conhecidos

              COSTA, Maria de Fátima G. (Maria de Fátima Gomes)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Bororo / N935j / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico

              O núcleo de análise deste livro reside nas questões da identidade e da noção da pessoa a partir de uma abordagem antropológica. Ao delimitar estas questões no caso específico da sociedade Bororo, a autora introduz um material muito rico sobre a história das missões salesianas e sobre a história da etnologia. É de particular interesse a reprodução e análise de fotografias tiradas nas aldeias, não apenas aquelas feitas pelos missionários na primeira metade do século XX, como também as da autora, nas décadas de 1970 e 80

              NOVAES, Sylvia Caiuby
              Karl von den Steinen
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / K18 / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico
              COELHO, Vera Penteado
              Karl von den Steinen
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / K18 / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico
              COELHO, Vera Penteado
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tapirape / W133La / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico

              Os Tapirapé vivem numa região de floresta tropical, com flora e fauna tipicamente amazônicas, entremeada de campos limpos e cerrados. Agricultores, suas aldeias tradicionalmente se localizam nas proximidades de densas florestas em terrenos altos não inundáveis, onde mantém suas roças. Tapi’itawa, a aldeia mais conhecida do grupo, reproduz as condições ideais para a localização de uma aldeia: terreno não-inundável próximo a florestas altas para agricultura, também com proximidade a campos abertos marginais aos afluentes do Araguaia e a um córrego de existência perene mesmo durante a estação seca. Os Tapirapé exploram alternadamente esse ambiente, segundo a época do ano e atividade a que se dedicam: agricultura, caça, coleta e pesca

              Wagley, Charles
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tapirapé / I69r / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              O renascer do povo Tapirapé narra os primórdios de uma das experiências mais marcantes da história recente da Pastoral Indigenista no Brasil; Sem construir conventos, vivendo discretamente o dia-a-dia numa aldeia no Mato Grosso, as Irmãzinhas de Jesus, discípulas de Charles de Foucauld, realizaram um trabalho pioneiro; Abriram pistas para a Igreja missionária que desejava se renovar e também contribuíram para a etnologia brasileira, registrando o ressurgimento de um povo fadado à extinção

              IRMÃZINHAS de Jesus
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Karibe / B277f / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Fruto de dezesseis anos de convivência da autora com os índios Bakairi, da região do Alto Xingu, em Mato Grosso, esta obra é um estudo aprofundado que revela a história, as crenças e a organização social desse povo, bem como sua economia, religião e as relações de parentesco.Escrito num estilo claro e conciso, o livro é ilustrado com fotografias em cores e gráficos que apresentam dados sobre a pesquisa

              BARROS, Edir Pina de
              Panará: a volta dos índios gigantes.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Panara / A767p / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Os Panará, também conhecidos como Krenakore, foram oficialmente contatados em 1973, quando a estrada Cuiabá-Santarém estava em construção e cortava seu território tradicional na região do Rio Peixoto Azevedo. A violência do contato ocasionou morte de 2/3 de sua população, em razão de doenças e massacres. À beira do extermínio, em 1975 foram transferidos pela Funai para o Parque Indígena do Xingu. Depois de 20 anos exilados, os Panará reconquistaram o que ainda havia de preservado em seu antigo território, onde construíram uma nova aldeia. Além dessa vitória, alcançaram um feito inédito na história dos povos indígenas e do indigenismo brasileiro, quando em 2000 ganharam nos tribunais, contra a União e a Funai, uma ação indenizatória pelos danos materiais e morais causados pelo contato. Tal vitória, se não lhes apaga as tristes marcas de sua história, projetam-lhes para um futuro mais digno

              ARNT, Ricardo