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              3984 Descrição arquivística resultados para São Paulo

              3984 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              A outra margem do ocidente
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / O94m / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              O livro reúne 28 ensaios de vários especialistas renomados, abordando a temática indígena a partir de múltiplas perspectivas. Os textos foram apresentados originalmente num ciclo de conferências patrocinado pela Funarte. Vários aspectos da história indígena no Brasil e na América em geral estão representados nesta coletânea, cujo conjunto aponta para algumas das tendências mais marcantes dos debates atuais

              Sem título
              George Huebner 1862-1935: um fotográfo em Manaus.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-77.04 / S367g / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Não se trata, na verdade, de uma segunda edição mas sim da edição em português do catálogo de exposição publicado originalmente em francês pelo Museu de Etnografia de Genebra em 2000. O livro é excepcional, com um estudo pormenorizado deste fotógrafo praticamente esquecido e uma reprodução de fotos marcantes tiradas na Amazônia peruana, venezuelana e brasileira entre 1888 e 1920. Dentre os grupos retratados, figuram os Conibo, Piro, Shipibo, Campa, Cashibo, Ahuishiri, Makuxi, Wapixana e Canela. Além destas fotos inéditas, o livro também reúne um conjunto de cartas inéditas do fotógrafo a seu amigo o etnógrafo Theodor Koch-Grünberg, com detalhes interessantes sobre os Yauaperys (Waimiri-Atroari), sobre os trabalhos etnográficos no Rio Branco, sobre a investigação de Roger Casement nas propriedades de J. C. Araña e sobre a expedição Roosevelt-Rondon

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.05 / T324 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Ao longo de mais de 700 páginas, a publicação faz o mapeamento dos principais conflitos e busca avançar na reflexão a respeito das sobreposições entre terras destinadas a diferentes usos no Brasil, particularmente Unidades de Conservação e Terras Indígenas. Para tanto, em sua primeira parte reúne artigos com abordagens históricas, jurídicas, antropológicas, políticas, econômicas e ecológicas relativas a TIs, a UCs ou ao tema da sobreposição propriamente dito. Na segunda parte, composta por capítulos agrupados nos segmentos "Amazônia" e "Mata Atlântica", são apresentados os casos mais emblemáticos de sobreposições entre TIs e UCs incidentes no Brasil, por meio de uma abordagem múltipla, em que representantes dos principais grupos de interesse expressam suas versões dos conflitos, de modo que o leitor possa conhecer as motivações que mobilizam os diferentes agentes envolvidos no contexto em questão. Ao final de cada capítulo, há ainda uma edição de trechos do que foi publicado na imprensa a respeito do caso. Por fim, na última parte do livro encontram-se 29 mapas com os 55 casos de sobreposição entre TIs e UCs hoje existentes no país, que somam quase 13 milhões de ha, bem como listagens de todas as Terras Indígenas e Unidades de Conservação (federais e estaduais) em terras brasileiras. Esse conjunto de informações resulta de um trabalho que vem sendo realizado há cerca de duas décadas pelo ISA, sob coordenação de Fany Ricardo. A formação de uma ampla rede de colaboradores em todo o país, bem como o acúmulo de informações sistematizadas e georreferenciadas ao longo desses anos, possibilitaram a elaboração desse consistente material de consulta

              Cultura e imperialismo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.36 / S132c / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Edward Said examina as maneiras pelas quais os pressupostos imperialistas influenciaram e continuam influenciando a política e a cultura ocidentais, desde os grandes romances do século XIX até a cobertura jornalística da Guerra do Golfo. O entendimento dessa “estrutura de atitudes e referências” imperial e das reações a ela no processo de descolonização é o caminho privilegiado para se descortinar uma perspectiva esperançosa: a coexistência harmoniosa entre o Ocidente e suas antigas dependências coloniais, algo que só será realidade quando alcançarmos uma compreensão histórica de que todas as culturas são, inevitavelmente interdependentes

              Sem título
              História da América Latina: América Latina Colonial.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-980 / H673a v.2 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              O segundo volume dedicado ao período colonial da história da América Latina concentra-se em dois aspectos: a economia e a cultura. Na primeira parte são analisadas as estruturas econômicas da América espanhola, sua população, o desenvolvimento urbano, a mineração, a formação das haciendas e a sociedade rural. O tema principal da segunda parte são as bases econômicas da colonização portuguesa no Brasil, com suas grandes lavouras e o contato com os indígenas, continuando com o ciclo do ouro, até concluir com o exame do ocaso desse modelo colonial. Finalmente, são abordados diversos aspectos culturais das colonizações espanhola e portuguesa, como por exemplo a arquitetura, a literatura e a música. Além de Leslie Bethell, participam deste volume Richard Morse, Maria Luiza Marcílio, Nicolás Sánchez-Albornoz e Stuart Schwartz, entre outros

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-069.6 / B769a / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Segundo Pierre Bourdieu, os museus abrigam tesouros artísticos que se encontram, ao mesmo tempo (e paradoxalmente), abertos a todos e interditos à maioria das pessoas. Partindo de um conjunto prévio de hipóteses, os autores realizaram uma sondagem sistemática sobre o público de museus de cinco países europeus em meados dos anos 60, com o objetivo de verificar quais os fatores que determinam ou favorecem a prática. Ainda que decorridos vários anos entre a publicação francesa e esta primeira tradução para o português, a problemática central levantada permanece: porque apenas parte dos indivíduos consegue fruir adequadamente as obras de arte e quem são esses indivíduos são as questões aqui analisadas

              Sem título
              Pemongon Patá: território Macuxi, rotas de conflito.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Makuxi / S335p / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              O autor une a pesquisa acadêmica ao trabalho pericial para abordar o conflito fundiário em terras Macuxi em Roraima, com ênfase especial no período entre as décadas de 1970 e 1990. O livro esmiúça diferentes formas de construção do território, culminando com a “construção política” da área Raposa-Serra do Sol, fruto de novas articulações face ao conflito com fazendeiros. Inclui um Ensaio Fotográfico, com imagens atuais e históricas dos Macuxi, bem como vários anexos que reproduzem processos ligados à demarcação, com várias referências históricas

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-069.53 / G635 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Apresenta um interessante percurso conceituando a exposição de arte e desvendando as estratégias utilizadas nos museus de arte moderna e nos novos museus, chamados pós-modernos. Nestes surge uma nova concepção, a dramatizada, na qual luz teatral, cores e ambientações dramatizam o contato do visitante com a obra de arte. Ao utilizar o termo ‘cenografia’ no lugar de ‘museografia da exposição’, a autora defende que exposição e cena teatral se assemelham, já que visitante e ator têm em comum o fato de serem ativos. Com base em entrevistas feitas com profissionais da área que atuam no eixo Rio - São Paulo, a autora discute o papel do curador e a opção de cada um deles por determinada tipologia de exposição de arte: cenografia dramatizada ou cenografia de paredes brancas

              Sem título
              Povos Indígenas no Brasil 2001-2005
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / P879 2001-2005 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Décimo volume de uma série iniciada em 1980 pelo Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI) e continuada pelo Instituto Socioambiental (ISA), a nova edição do livro Povos Indígenas no Brasil (2001-2005) traz um resumo comentado das políticas indigenistas, oficiais e não-governamentais e da política propriamente indígena no período. A publicação, apoiada em uma extensa rede de colaboradores voluntários, traz 178 artigos assinados, centenas de notícias extraídas e resumidas a partir de 125 fontes, além de cerca de 200 imagens fotográficas e 36 mapas. Todas essas informações e análises estão organizadas em seis capítulos temáticos e 19 regionais

              Um peixe olhou para mim:: o povo Yudjá é a perspectiva.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(817.2)(=87) / L711p / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Um peixe olhou para mim é o resultado de uma pesquisa de campo de 26 meses entre os Yudjá, um povo tupi de navegadores e produtoras de bebidas fermentadas das ilhas do rio Xingu, que vive atualmente no Parque Indígena do Xingu; Resultado, também, de uma reflexão efetuada ao longo dos últimos vinte anos, este livro restitui as ligações que o cauim apresenta com deferentes aspectos da vida social Yudjá, oferecendo ao mesmo tempo uma analisa de um sistema sociocosmológico e um mapa condição humana; Como pensar relações entre perspectivas sem efetuar uma conceitualização hierárquica? Como criar todos que não sejam englobamentos? Daria para imaginar uma lógica entre perspectivas que tivesse mais afinidades com um jogo entre o dentro e o fora, do que entre partes e todos? Tais questões, diretamente enfrentadas pela autora, deixam implícita uma outra: existe uma diferença entre comer gente e beber cauim? Quem asseguraria que não comer gente é uma indicação suficiente de que não se é canibal?

              Sem título
              Deuses, tumulos e sabios: o romance da arqueologia.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-902 / C411d / 1985 · Item · 1985
              Parte de Bibliográfico

              O autor mostra no livro um quadro das culturas greco-romana, egípcia, mesopotâmica, asteca e maia. Quatro ciclos culturais independentes que mostram algumas das civilizações mais adiantadas da humanidade

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-326 / M833a / 1933 · Item · 1933
              Parte de Bibliográfico

              O livro foi organizado pelo autor em três partes. A primeira, com seis capítulos, destinou-se à análise do tráfico de africanos escravizados, tratando de sua origem (Capítulo I), dos empreendimentos intelectuais, políticos e diplomáticos para sua contenção (Capítulos II, III. IV e V) e, finalmente, de sua extinção (Capítulo VI). A Parte II, nos dois capítulos que a compõem, aborda a Lei de 28 de setembro de 1871 – a Lei do Ventre Livre. Nesta divisão da obra, o autor retoma alguns projetos emancipadores que, apresentados ao Parlamento brasileiro após 1850, foram rejeitados na totalidade; recupera o processo de instituição da Lei de 1871, desde a apresentação das propostas de Pimenta Bueno ao Conselho de Estado, em 1866, até a conformação do Projeto Rio Branco em 1871; são abordados também os debates e as cisões que este projeto ensejou na Câmara dos Deputados e sua passagem pelo Senado

              Sem título
              Terra a vista: descobrimento ou invasao?.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / P944e / 1992 · Item · 1992
              Parte de Bibliográfico

              O que este livro traz é uma história baseada na carta que o escrivão oficial da expedição de Pedro Álvares Cabral, Pero Vaz de Caminha, mandou ao rei de Portugal. Nela, dá detalhes de como chegaram à nova terra e como foi o primeiro encontro com seus moradores. Conheceremos um pouco da vida daquele povo, dos tupiniquins, que a partir daquele dia foram denominados índios. O impacto daquele encontro, que teve resultados muito tristes, não terminou. Quinhentos anos depois, naquele mesmo lugar, indígenas descendentes daqueles mesmos tupiniquins retomaram a mesma história. Entretanto a situação atual dos povos indígenas no Brasil, apesar dos muitos problemas enfrentados, é de esperança e de ressurgimento. Queremos que esta história possa nos ajudar a conhecer um pouco mais não só o passado mas também o presente desses povos, esperando encontrar nos leitores novos aliados. Só assim poderemos construir uma nova História, sem violência, sem discriminação e com justiça, bem diferente daquela que existiu até hoje

              Sem título
              Coisa de índio
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / 1985 · Item · 1985
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Esta terra tinha dono
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / P944e / 1989 · Item · 1989
              Parte de Bibliográfico

              Trata-se do primeiro livro didático escrito com o objetivo de resgatar a presença dos índios em toda a história do Brasil, do descobrimento aos dias de hoje

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tapirape / W133La / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico

              Os Tapirapé vivem numa região de floresta tropical, com flora e fauna tipicamente amazônicas, entremeada de campos limpos e cerrados. Agricultores, suas aldeias tradicionalmente se localizam nas proximidades de densas florestas em terrenos altos não inundáveis, onde mantém suas roças. Tapi’itawa, a aldeia mais conhecida do grupo, reproduz as condições ideais para a localização de uma aldeia: terreno não-inundável próximo a florestas altas para agricultura, também com proximidade a campos abertos marginais aos afluentes do Araguaia e a um córrego de existência perene mesmo durante a estação seca. Os Tapirapé exploram alternadamente esse ambiente, segundo a época do ano e atividade a que se dedicam: agricultura, caça, coleta e pesca

              Sem título
              O cru e o cozido: mitológicas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / L664c / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico

              Este clássico do pai da antropologia reúne narrativas de povos sul-americanos diversos, apresentando a teoria de que os mitos ameríndios formam uma estrutura de pensamento

              Sem título
              O que é mito
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / R672q / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              O mito há de ser sempre um desafio, uma abertura, um enigma. De sentido múltiplo e difuso, é através dele que as sociedades exprimem suas contradições, dúvidas e inquietações. Quase indefinível, pode designar desde o mito de Édipo até o de Michael Jackson, passando pelo mito da mulher amada ou da eterna juventude. Que “verdade” podemos encontrar nele? Quais suas possíveis origens e interpretações?

              Sem título
              Os irmaos Leme
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / S495i / 1932 · Item · 1932
              Parte de Bibliográfico
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              Amazônia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-908(811) / B395a / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Evaristo da Veiga
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Evaristo da Veiga / S725e / 1939 · Item · 1939
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Anais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-375.42(81):061.3 / S471a / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / S776d / 1942 · Item · 1942
              Parte de Bibliográfico

              Hans Staden é figura quase lendária do século XVI, que escreveu sobre suas viagens ao Brasil, onde, convivendo com índios antropofagos, participou de "arrojadas aventuras". Historicamente, foi esse navegador o primeiro a deixar em forma de livro, para conhecimento dod pósteros, uma obra que o tornou secularmente célebre e que se fixou como uma das fontes mais autorizadas da etnografia sul-americana

              Sem título
              Peregrinação pela provincia de São Paulo: 1860-61.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.155 / Z22p / 1943 · Item · 1943
              Parte de Bibliográfico

              O português de nascimento e brasileiro por adoção Augusto Emílio Zaluar, foi um trabalhador incansável. Autor, tradutor, poeta, romancista, jornalista, possuia talento múltiplo e vivacidade de estilo. O viajante Zaluar, homem de sensibilidade poética, redigiu suas Peregrinações no mesmo diapasão. Numa época em que os viajantes estrangeiros, em especial Saint-Hilaire, já haviam percorrido, há quase um século, os mesmos lugares, Zaluar nos oferece uma visão social, um retrato psicológico das personalidades em evidência e aspectos outros da realidade com graça no estilo e vivacidade na movimentação, conservando para o futuro dados preciosos. É, pois, de leitura sumamente valiosa este volume, às vezes ingênuo, mas sempre pitoresco. Sem maiores pretensões científicas, obra de jornalista inteligente, constituído de genuínas reportagens, cumpriu o livro o vaticínio de Machado de Assis de que "o talento obriga e não se esquece nunca de que tem uma missão a se desempenhar

              Sem título