Wemo, da aldeia Buaçu, confecciona bolsas de algodão com tear manual que ela faz em sua cozinha.
Coletivo KulinaRio de Janeiro
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Wemo, a senhora mais velha da aldeia Buaçu reconhece na fotografia que segura seu falecido pai. Na foto, de autoria de Harald Schultz de 1951, no rio Cochichá, o pai toca uma buzina de barro.
Coletivo KulinaWemo, a senhora mais velha da aldeia Buaçu segura a foto em que reconhece seu pai para mostrar para a família (foto de Schultz 1951).
Coletivo KulinaJovem da aldeia Buaçu observa fotografia que Wemo lhe mostra de seu falecido pai e da buzina de barro.
Coletivo KulinaWemo ajeitando a peça que está fazendo ao fundo e Thiaini ajeitando o prato que está fazendo em primeiro plano.
Coletivo KulinaWemo moldando a sua buzina de cerâmica.
Coletivo KulinaWemo fazend rolinho de argila para acrescentar em sua buzina.
Coletivo KulinaWemo acrescentando mais um rolinho de argila à sua peça.
Coletivo KulinaWemo acrescentando o rolinho de argila em sua peça.
Coletivo KulinaÚltimos acabamentos no molde da buzina de Wemo.
Coletivo KulinaSenhora mais velha da aldeia Santa Júlia agachada, utilizando o kakade (abano) para acender o fogo de cozinha.
Coletivo KulinaSikima, marido de Wemo, e o senhor mais velho da aldeia Buaçu, vê a fotografia de seu falecido sogro e conversa com Sakire sobre os tempos antigos, em que os Madihá moravam no rio Cochichá. Ao fundo, Wemo e sua nora Kaina.
Coletivo KulinaO livro aborda a identificação das sementes, sua história e utilização, abrangendo aspectos etnográficos das populações nativas que há muito fazem uso desse material e depoimentos de profissionais que lidam atualmente com elas; As sementes ornamentais, antes usadas exclusivamente pelos índios, hoje estão cada vez mais presentes na moda nacional e internacional em bijuterias e acessórios; Empregadas em criações sofisticadas por designers renomados, as sementes brasileiras vêm conquistando o mercado internacional não só pela beleza mas também pelo apelo ecológico
BANDEIRA, JulioOs Caminhos da Biodiversidade e dos Conhecimentos Rivais, revela a existência de uma dimensão epistemológica crescentemente importante do conflito Norte/Sul. Trata-se dos confrontos entre conhecimentos rivais, sobretudo entre o conhecimento científico e conhecimentos não-científicos (leigos, populares, tradicionais, camponeses, indígenas), e do acesso cada vez mais desigual à informação, ao conhecimento científico-técnico como conseqüência da mercantilização global destes últimos; O livro está dividido em três grandes partes. Na Parte I, intitulada ?Conhecimentos do Mundo e seus Conflitos?, são analisados alguns casos paradigmáticos de conflitos entre conhecimentos científicos e não-científicos, ao mesmo tempo que se aponta para a pluralidade interna (e conflituosa) do próprio conhecimento científico; A Parte II, intitulada ?Diversidade Biológica e Cultural e as Lutas pela Propriedade do Saber?, é dedicada ao tema da biodiversidade e à questão dos direitos de propriedade intelectual por ela suscitados, questões que constituem um novo patamar de conflitos entre conhecimentos rivais
SANTOS, Boaventura de SousaA conquista da Amazônia - Nelson Rockefeller e o Evangelismo na Idade do Petróleo. Durante aproximadamente quatro décadas, dois homens, cada um movido por um interesse, dedicaram-se a uma das mais complexas e espetaculares empreitadas de todos os tempos - conquistar a Amazônia. Nelson Rockfeller, herdeiro de um império petrolífero, e Cameron Townsend, um líder protestante visionário, uniram recursos e estratégias para combater o comunismo que se espalhava pela América Latina e evangelizar as populações indígenas. Por trás do esforço de ambos, formou-se uma rede de interesses políticos e econômicos que resultou num dos episódios mais escandalosos da política imperialista americana, com ataques à natureza, patrocínio de ditaduras, genocídios, exploração predatória de riquezas naturais e espionagem
Colby, GerardCom esta edição o MAST oferece mais uma obra voltada à produção de conhecimento na área de preservação e segurança do patrimônio cultural
Publicação sobre a saúde dos povos indígenas brasileiros
TEIXEIRA, Carla CostaEm Saúde dos povos indígenas, a Associação Brasileira de Antropologia torna público um conjunto de estudos propositivos de uma reflexão crítica essencial sobre as relações entre o fazer antropológico, a implementação de políticas públicas de saúde e a participação dos povos indígenas nesse contexto. Ao fazê-lo, abordamos temas como a participação das organizações indígenas na formulação das políticas públicas e seu potencial transformador, as ligações dos intelectuais nativos - pajés, muitas vezes - com as formas de poder associadas à biomedicina, e a contribuição técnico-cientifica que o antropólogo, em seu trabalho cotidiano, traz para uma nova construção de nação e de cidadania no Brasil contemporâneo
LANGDON, Esther Jean (org)Há 6.500 anos pescadores pré-históricos dominaram o litoral brasileiro, construíram sítios monumentais - os sambaquis -, controlaram a arte de trabalhar a pedra e produziram belíssimas esculturas. Este livro faz um histórico das pesquisas em sambaquis, incorporando as recentes descobertas da autora em suas escavações arqueológicas em Santa Catarina e no Rio de Janeiro
GASPAR, MaduVista do interior da sala da Comissão Rondon na exposição nacional do centenário, no Palácio das indústrias
REIS, Luiz ThomazEle foi, muito provavelmente, o primeiro e mais importante agitador ecológico com atuação marcante no Brasil e repercussão internacional. Sua vida e sua obra foram enfocadas no livro Ruschi, o agitador ecológico, do jornalista Rogério Medeiros, com prefácio do jornalista, ambientalista e atual deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ). No obra, que vai publicada integralmente neste SéculODiário, Rogério mostra a saga de um homem que não tinha medo de nada e desafiava os poderosos para defender suas idéias, sua floresta e seus animais. E por eles lutou até sua morte, em 1986
MEDEIROS, RogérioRelato de viagem de uma expedição às cabeceiras do Xingu realizada por uma equipe etnográfica do SPI em 1944. Traz muitos dados sobre os Kuikuru e, às páginas 83-102, encontra-se um vocabulário desses índios
VELLOSO, Nilo