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              A carta de Pero Vaz de Caminha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-806.90(81)-6 / C183c / 1965 · Pièce · 1965
              Fait partie de Bibliográfico

              A carta que Pero Vaz de Caminha escreveu para D. Manuel, o rei de Portugal na época do descobrimento do Brasil, relata com detalhes a chegada dos portugueses no Brasil, como foramos primeiros contatos destes com os indígenas e, a partir desta carta, podemos perceber as intenções portuguesas quanto à nova terra e, o que seria dela depois de então. A partida frota portuguesa de Belém-Portugal ocorreu no dia 9 de março, a chegada às canérias no dia 14 do mesmo mês, e no dia 22 chegaram à ilha de São Nicolau. Nodia 21 de abril, toparam com sinais de terra, o que eles chamam de botelho, espéciede ervas compridas. No dia seguinte, houveram vista de terra, que foi chamada de Terra De Vera Cruz, a qual tinho um monte alto, que recebeu o nome de o Monte Pascoal. Avistaram os primeiros habitantes da terra, os quais eram, de acordo com a decrição de Caminha, pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e narizes, nus, traziam arcos e setas, o beiço de baixo furado com um osso metido nele, cabelos corredios e corpos pintados. Com eles tentaram estabelecer um primeiro contato, o que foi uma surpresa, pois um deles começou a paontar para o colar de ouro do capitão da frota e, em seguida, para a terra, como se quisesse dizer que naquela terra havia ouro. A mesma coisa ocorreu com o castçal de prata e o papagaio. Ao verem coisas que não conheciam, faziam sinais, dando-se a entender que queriam propor uma troca. Conclui-se então, que desta forma começou a troca de ouro, prata e madeira, por quinquilharis vindas da Europa. Os portugueses traziam os indígenas para as embarcações, a fim de estabelecer um melhor contato com os indígenas. No início, eles mostraram-se muito esquivos, mas com o passar dos dias, passaram a conviver mais com os portugueses e, até mesmo, à ajudá-los no que precisavam e levá-los às suas aldeias. Os portuguese realizaram uma missa, construíram uma enorme cruz. Tudo para mostrar aos nativos a acatamento que tinham pela cruz, ou melhor, pela religião. Desde já, possuíam a vontade de convertê-los à igeja, tendo em vista, sua inocência, já que faziam tudo o que os portugueses faziam ou mandavam. A intenção de dominé-los é facilmente observada na seguinte passagem: "Contudo, o melhor fruto que dela se pode tirar parce-me que será salvar esta gente

              Sans titre
              Monções
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / H722m / 1945 · Pièce · 1945
              Fait partie de Bibliográfico

              Analisa, do ponto de vista da história social e econômica, um dos aspectos mais importantes da expansão geográfica do Brasil

              Sans titre
              A universidade necessária
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-378(8=6) / R484u / 1975 · Pièce · 1975
              Fait partie de Bibliográfico

              A obra traça um quadro da evolução histórica da idéia de universidade. Mostra o papel e a função por ela desempenhados como instrumento de aceleração do desenvolvimento nacional. E surge medidas que devemos urgentemente adotar para vencer o abismo que separa os países tecnicamente avançados dos atrasados. Porque só assim nos integraremos autonomamente e em prazos previsíveis na civilização do nosso tempo

              Sans titre
              Indiologia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(81) / C837i / 1943 · Pièce · 1943
              Fait partie de Bibliográfico
              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(67) / E92b / 1978 · Pièce · 1978
              Fait partie de Bibliográfico

              Uma longa pesquisa realizada no Sudão anglo-egípcio durante a década de 1920 é o ponto de partida para a reflexão que Evans-Pritchard desenvolve nesse livro a respeito das práticas de bruxaria entre os Azande.

              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-614(81=1-82) / C679e / 2003 · Pièce · 2003
              Fait partie de Bibliográfico

              Rica seleção de textos e experiências sobre a questão da saúde indígena no Brasil, originários de discussão em oficina de trabalho ocorrida no V Congresso Brasileiro de Epidemiologia (Curitiba, 2002). Escrito por pesquisadores estudiosos das mais diferentes vertentes do assunto, traz importante e inovadora contribuição a tema que vem emergindo como de grande importância no âmbito da saúde coletiva no Brasil nos últimos anos. Oferece um amplo panorama, detalhado e atualizado, da saúde indígena no País, contemplando reflexões com base nas diversas áreas do conhecimento que compõem a saúde coletiva

              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / L755 / 2003 · Pièce · 2003
              Fait partie de Bibliográfico

              A abordagem da chamada Língua Geral Amazônica (LGA) ou Nheengatú, ocupa grande parte dos trabalhos, buscando analisar as linhas de política jesuítica a ela relacionadas no século XVI-XVII (BARROS) e discutir algumas dimensões históricas da política e suas conseqüências sociolingüísticas (BORGES), bem como as representações sobre essa língua e as atitudes das instâncias de decisão que lhe fazem frente nos referidos séculos XVI e XVII (ROSA). Numa perspectiva descritiva diacrônica, há um trabalho - com um debate teórico sobre línguas em contato - que discute o caso da LGA, (SCHMIDT-RIESE); uma abordagem pragmática de dados lingüísticos da LGA sob o mesmo prisma (REICH); e o registro de um corpus para estudar as mudanças no campo fonológico (MONSERRAT). Por último, há um estudo sobre a história externa da LGA, em que se questionam as razões históricas que levaram ao apagamento e esquecimento do papel da LGA na memória de seus falantes e descendentes (FREIRE)

              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-069.02 / F676p / 1997 · Pièce · 1997
              Fait partie de Bibliográfico

              A constituição de patrimônios históricos e artísticos nacionais, é uma prática característica dos Estados modernos, que, através de determinados agentes, recrutados entre os intelectuais, e com base em instrumentos jurídicos específicos, delimitam um conjunto de bens no espaço público. Pelo valor que lhes é atribuído, enquanto símbolos da nação, esses bens passam a ser merecedores de proteção, visando a sua transmissão para gerações futuras. Nesse sentido, as políticas de preservação se propões a atuar, basicamente, no nível simbólico, tendo como objetivo reforçar uma identidade coletiva, a educação e a formação de cidadãos

              Sans titre
              Facchinetti
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-77.04 / F137f / 2004 · Pièce · 2004
              Fait partie de Bibliográfico
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / P138d / 2005 · Pièce · 2005
              Fait partie de Bibliográfico

              Reúne estudos que, de um lado, apresentam um panorama do que hoje se faz no Brasil em demografia indígena e, por outro, apontam caminhos (e também obstáculos) que se põem à nossa frente. A interdisciplinaridade surge como um desses desafios, que mal começamos a enfrentar, mas que é um desiderato expresso deste livro. É chegada a hora de combinar técnicas qualitativas e quantitativas, de tornar comensuráveis escalas temporais e espaciais diversas, bem como de aproximar linguagens disciplinares e tradições diferentes

              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.8 / F866r / 2004 · Pièce · 2004
              Fait partie de Bibliográfico

              De forma pioneira e abrangente, o autor apresenta uma "história social das línguas na Amazônia num período de trezentos anos", percorrendo um rico manancial de fontes escritas. O livro aborda a transformação do quadro etnolingüístico, mostrando o processo de formação da língua geral e a introdução da língua portuguesa no contexto da diversidade lingüística ameríndia. O autor salienta não apenas o papel do sistema de exploração da mão-de-obra na interação de línguas diversas, como também demonstra a importância das "políticas de línguas" dos missionários e do Estado nesta história. Por fim, o livro acompanha a trajetória da língua geral no século XIX, revelando um delicado quadro marcado tanto pela persistência localizada quanto pelo declínio geral face ao avanço do português

              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817) / P879p / 2001 · Pièce · 2001
              Fait partie de Bibliográfico

              O livro organizado por Bruna Franchetto e Michael Heckenberger vem suprir e atualizar uma importante lacuna na etnologia brasileira contemporânea: os povos do Alto Xingu, objetos de estudos realizados desde as expedições de Karl Von de Steinem, em 1884, até as etnografias acumuladas, particularmente, nas décadas de 1960 e 1970, logo após a criação, em 1961, do Parque Nacional do Xingu. Esses povos têm, entretanto, estado ausentes de uma discussão etnográfica e de políticas indigenistas atuais, principalmente, tendo em vista o importante processo de transformações que tem ocorrido no Parque durante a última década, com a retirada progressiva da Funai da prestação de serviços assistenciais às suas comunidades, que vêm se reorganizando para fazer face às novas formas de relação com a sociedade nacional que hoje se lhes apresentam

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-070(81) / M839p / 2003 · Pièce · 2003
              Fait partie de Bibliográfico

              A imprensa periódica no Brasil existe há quase duzentos anos e sua trajetória acompanha e influencia a vida pública do país. Este livro percorre um século XIX ampliado, que começa em 1808 e se estende até princípios do século XX, com ênfase na década de 1820, que assistiu aos movimentos iniciais dos veículos impressos.Os autores destacam o surgimento da opinião pública, os principais periódicos, bem como suas formas de circulação, recepção e os pontos de contato com a literatura e com a história da imagem (caricatura e fotojornalismo)

              Sans titre
              Diários: 1873-1910
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Nabuco, J / N117d / 2005 · Pièce · 2005
              Fait partie de Bibliográfico

              Os Diários de "Joaquim Nabuco" (1873-1910) permanecem inéditos durante quase um século, carinhosamente preservados pelos seus filhos e atualmente pelos seus netos e bisnetos. O manuscrito consiste em cerca de 30 agendas, mas contém também folhas soltas. Este volume único traz os períodos: 1873 - 1910, iniciando pela viagem de Nabuco a Europa e finalizando no período Abolicionista; começando pelo Ostracismo e se encerrando no período diplomático

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              Anchieta: dívida de papel.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Anchieta / M921a / 2000 · Pièce · 2000
              Fait partie de Bibliográfico

              Marcus Alexandre analisa a vida e obra de José de Anchieta, a saga do padre missionário e sua importância no contexto histórico brasileiro. Mostra a difícil tarefa de delinear a fronteira entre a ficção e a história

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / A189n / 1994 · Pièce · 1994
              Fait partie de Bibliográfico

              Nova tradução da crônica da expedição comandada por Pedro Teixeira entre 1637 e 1639, escrita por um dos jesuítas que acompanharam a viagem de regresso, de Quito à boca do Amazonas. Encomendado pela coroa espanhola, o relato apresenta detalhes sobre as populações indígenas abordadas na viagem e sobre as atividades de apresamento conduzidas pelos portugueses de Belém e São Luís. A boa introdução assinada pela historiadora Maria Yedda Leite Linhares fornece o contexto para a leitura deste notável relato

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(81) / F825i 1937 / 1937 · Pièce · 1937
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro trata de forma pioneira e erudita a elaboração da imagem do índio no pensamento europeu entre os séculos XVI e XVIII. A reedição é oportuna, pois permite estabelecer um diálogo com a bibliografia mais recente sobre o tema, à qual esta obra antiga não fica devendo. Para além da tese central sobre a "teoria da bondade natural" e a sua ligação com a Revolução Francesa, o livro aborda alguns autores pouco conhecidos no Brasil e apresenta uma discussão fascinante sobre o impacto dos índios que viajaram para a Europa durante este período

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