A presente tese tem como objetivo investigar as práticas administrativas adotadas por uma agência governamental alemã de abrangência global, a GTZ, (Deutsche Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit), no Brasil, nos anos 90, particularmente em políticas governamentais brasileiras para meio ambiente e populaçOes indígenas. Há mais de 40 anos atuando no Brasil, mais recentemente, a GTZ tem redefinido sua orientação de ação de projetos técnicos, tecnológicos e agrícolas para se concentrar na área de meio ambiente e conservação da Floresta AmazOnica, eixo a partir do qual populaçOes indígenas têm sido contempladas
UntitledRio de Janeiro
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Cesto vasiforme de base quadrada, bojo de contorno composto e borda extrovertida, confeccionado com lasca de taquara, nas cores natural e tingida de verde, vermelho e roxo, segundo a técnica do trançado sarjado. Apresenta superfície decorada com motivos geometrizantes, obtidos através do cruzamento das fibras e borda com acabamento decorativo
UntitledAbano trançado de conformação irregular, confeccionado com lasca de taquara, nas cores natura e tingida de roxo, verde, rosa, vermelho e amarelo, segundo a técnica do trançado quadricular. Apresenta superfície decorada com linhas horizontais, obtidas através do cruzamento das fibras e borda com acabamento com aureola simples. Possui cabo de taquara, exibindo junto a base alça de fibra não identificada, e junto a extremidade distal, penas multicoloridas fixadas com fitas de cipó-imbé
UntitledAbano trançado de conformação irregular, confeccionado com lasca de taquara, nas cores natural e tingida de vermelho e verde, segundo a técnica do trançado quadricular. Apresenta superfície decorada com linhas horizontais, obtidas através do cruzamento das fibras e borda com acabamento com aureola simples. Possui cabo de taquara, revestido com trançado sarjado, confeccionado com lasca de taquara e cipó-imbé, arrematado na base com alça, de fibra não identificada, e na extremidade distal, com penas multicoloridas
UntitledColar de miçangas, tipo gargantilha (comprimento curto), constituído de miçangas laranjas, confeccionado em linha sintética preta. Possui fecho com acabamento em semente de lágrima de nossa senhora.
UntitledAs histórias de 'Moqueca de maridos' são mágicas. Os mitos são contados por narradores tradicionais nas várias línguas indígenas, e traduzidos por outros tantos narradores índios, retratando um universo rico e desconhecido de povos milenares. O repertório de histórias provém de seis povos indígenas de Rondônia, que falam línguas diversas e têm tradições distintas
UntitledO núcleo do trabalho está na análise iconográfica de uma gravura de 1782 mostrando a aldeia de São Fidélis, no Vale do Paraíba fluminense. Pouco elaborado e carente de apoio documental, o texto busca analisar a organização dos espaços político e simbólico deste aldeamento capuchinho
UntitledEste livro reúne cinco ensaios de Marshall Sahlins, escritos originalmente para palestras e conferências, sobre sociedades insulares (Havaí, Fiji, Nova Zelândia) cujas histórias se entrecruzam com a história da Europa. Precedidos por uma extensa introdução de caráter mais teórico, eles referem-se ainda ao limitado pensamento acadêmico ocidental que cria falsas dicotomias entre passado e presente, estrutura e história, indivíduo e sociedade
UntitledWajãpi rena significa "recipiente", lugar onde vivem os Wajãpi. Este livro é um estudo do espaço habitado, na concepção e na prática deste grupo indígena, que vive no Amapá. Tem como objetivo ilustrar aspectos de sua organização territorial e espacial e a dinâmica de suas roças e habitações. Espera-se contribuir para o conhecimento das formas diferenciadas de produção do espaço e manejo de ambientes, desenvolvidas pela sociedades indígenas, na Amazônia
UntitledA vida dos índios Guarani, seus mitos, costumes e visão de mundo estão reunidos em “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis”, traz textos de cientistas e de indígenas que atuam como educadores nas quatro aldeias da etnia na região da Costa Verde, interior do Rio de Janeiro; Segundo Dinah Guimaraens, o livro é resultado de uma pesquisa nas áreas de Antropologia Cultural e História da Arte realizada pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e pelo Solar Grandjean de Montigny, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis” reúne textos de pesquisadores como Lucieni Simão, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e de Werá Dkekupé, Tobi Itaúna e Doethyró Tukano, que fazem parte de um grupo de oito indígenas que desde 1999 recebem bolsas da FAPERJ para atuarem como educadores bilingüe (Português/Guarani) e de cultura indígena para as crianças nas aldeias Guarani; “No passado, os antropólogos interpretavam a cultura indígena. Agora, os próprios integrantes é que falam pela etnia”, explica Dinah Guimarães. Segundo ela, o conceito de culturas vivas, presente no livro e no projeto do Museu de Arte e Origens, foi criado pelo pesquisador Mário Pedrosa, um crítico de arte socialista, que morreu no início da década de 1980; A língua Guarani, tornou-se um elemento de referência para outras etnias indígenas, que foram perdendo suas características ao longo do tempo. De acordo com a pesquisadora, o Brasil tem hoje cerca de 350 mil índios. Destes, 50 mil pertencem a diferentes aldeias Guarani, a maioria delas localizada nos estados do Sul e em Mato Grosso. O Rio de Janeiro reúne cerca de 600 guaranis, que vivem em quatro aldeias: Bracuí, próximo a Angra dos Reis; Paraty Mirim e Terra Indígena Rio Pequeno, nas imediações de Parati; e Araponga, próximo a Patrimônio; O Museu Nacional de Belas Artes abriga, em uma de suas galerias, o acervo do Museu de Arte e Origens com peças representativas das culturas indígena, africana e popular, além de imagens do inconsciente, arte moderna e contemporânea. Existe um projeto para a construção de uma sede própria para o Museu de Arte e Origens, em Parati
UntitledO Levantamento Histórico sobre os Índios Guarani Kaiwá representa publicação relevante para os Guarani-Kaiowa e Guarani-Ñandeva atuais do Mato Grosso do Sul que enfrentam sérios problemas fundiários. Coletânea de documentos que abarca o período entre os séculos XVII e XX e mapeia a história desses indígenas e da ocupação de seu território por colonos brancos – como era seu objetivo original
UntitledNós nos pintamos quando tem festa, todas as vezes que celebramos e festejamos. Pintar corpos e coisas os faz se tornarem pessoas e objetos impregnados de cultura. Neste livro, os professores das aldeias Karib do alto Xingu e seus mestres Kuikuro, Kalapalo, Nahukwá e Matipu descrevem e explicam, escrevendo em suas próprias línguas, os motivos da arte gráfica e as matérias-primas do pintar, um saber e uma estética que continuam vivas hoje como há cem anos, como há quinhentos anos
UntitledPedra do encanto traz importante contribuição para a teoria da cultura por suscitar uma rica discussão sobre a promoção de concepções nativas de cultura e a constituição de um patrimônio cultural nativo; ;
UntitledO mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
UntitledAntropólogos, educadores, sociólogos, museólogos e uma gama diversificada de profissionais do campo das ciências sociais e humanas são requisitados pelo poder público para formular novas metodologias de pesquisa e novas estratégias de ação, capazes de dar conta de uma concepção de patrimônio atual. Segmentos sociais diversos reivindicam lugar de destaque para diversas manifestações culturais. Os exemplos se multiplicam nos âmbitos federal, estadual e municipal, passando pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário
UntitledEste livro revela a lógica etnocêntrica vigente na apreciação da arte produzida fora dos centros legitimadores do mercado artístico “civilizado” por meio do exame de vasta documentação dos mais variados contextos da produção cultural no Ocidente, principalmente dos Estados Unidos e da França. Demonstra como a arte do outro, particularmente a arte primitiva, não deixou de ser “troféu de guerra”, “bandeira” que afirma que “o mundo é nosso” e “nós” decidimos o que será ou não será incluído no legado da humanidade
UntitledA identificação é a etapa administrativa inicial das intervenções; governamentais que difinem porções do território brasileiro como terras indígenas, sendo tais procedimentos administrativos aspectos do processo de territorialização contemporâneo dos povos indígenas em nosso país
UntitledPromovido pelo Museu Histórico Nacional/IBRAM, em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro/IHGB, o Seminário Internacional 2011 visa estimular reflexões e debates sobre a formação de coleções, seus usos, suas valorações, os agentes envolvidos na prática colecionista e sua patrimonialização. Procura compreender em que medida a reunião de acervos, numa perspectiva particular e individualizante, ao ser preservada e disponibilizada em instituições públicas, em galerias de arte e em exposições, agrega valores e sentidos que contribuem para a construção de gostos, memórias coletivas e identidades culturais. Como se estabelece a ponte entre a privacidade do ato de colecionar e a consagração de patrimônios coletivos? Qual é o papel dos colecionadores, pesquisadores, artistas e comerciantes na formação das coleções? Estas são algumas questões que se pretende refletir ao longo dos três dias de evento
UntitledÉ uma contribuição que ajuda a alicerçar o princípio constitucional de que "são reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam
UntitledA força política construída pelas mobilizações emancipa a comunidade das amarras que visam emparedar suas fronteiras. A luta pelos direitos territoriais e as práticas de delimitação das territorialidades específicas, fundamentais à reprodução social do povo ou da comunidade, evidenciam uma forma de autoconsciência cultural coextensiva à capacidade de ampliar suas relações, consolidando o território. A persistência da identidade étnica pressupõe um rompimento com a fixidez do território, destruindo a imobilidade de suas “muralhas” e lhe emprestando uma dinamicidade a toda prova, que a torna uma construção do presente, sem remanescências, revivescências, sobrevivências e todo o léxico urdido repetidamente pelas abordagens evolucionistas, que desde meados do século XIX buscam firmar um rótulo genérico, que hoje pode ser lido criticamente como um produto de uma sociedade colonial e de um nacionalismo ultrapassado
UntitledAs sociedades indígenas não teriam sobrevivido à dominação colonial — seja ela manifestada por meio das guerras e dos descimentos, dos aldeamentos missionários, da apropriação privada de terras de uso comum, do indigenismo tutelar e do sistema de reservas — se fossem estruturas rígidas e homogêneas, fechadas em si mesmas e mantivessem uma profunda aversão à mudança e a processos estatizantes. É a sua heterogeneidade e complexidade, as contradições que a alimentam, as ambiguidades que instituem e a plasticidade que possuem que lhes propicia um dinamismo constante e regenerador. Resistir ao mundo colonial, no caso, não é manter-se exatamente igual ao que era antes, mas continuar a agir como uma relativa unidade e ser capaz de dar sentido às experiências vividas e transmiti-las à geração futura
UntitledLivro que apresenta os cantos do repertório mõgmõgka dos povos gaviões-espíritos. Os autores dos cantos são os pajés, os jovens professores bilíngues, os ilustradores, as mulheres e as lideranças tikmü`un, povos falantes da língua Maxakali, que hoje vivem em quatro terras ao nordeste de Minas Gerais. Também compóe o trabalho um DVD ilustrado contendo os cantos gravados durante os rituais e um filme sobre o longo processo de gravação deste repertório que acompanham o volume
UntitledPublicação possivelmente realizada pela FUNAI sobre a Política Indigenista e os grupos indígenas brasileiros
Livro contendo variados tipo de lendas e contos dos índios brasileiros
UntitledLenda sobre a lua cheia narrada pelo grupo indígena Kaxinawá
UntitledO livro apresenta 27 músicas da festa Yafu transcritas em Kawaiwete e traduzidas para o português em virtude da realização de oficina
Obra coletiva de registro de saberes do Povo Aparai, tendo como objetivo colaborar com práticas de ensino e aprendizagem desenvolvidas nas escolas de suas comunidades
Obra coletiva de registro de saberes do Povo Aparai, tendo como objetivo colaborar com práticas de ensino e aprendizagem desenvolvidas nas escolas de suas comunidades
O livro contém a transcrição e a tradução de três narrativas que fazem parte do repertório tradicional Paresi-Haliti. São narrativas executadas pelos mestres Antonio Zonizarece e Justino Zomoizokae
Livro publicado pelo Museu do Índio de promoção e divulgação de importantes trabalhos acadêmicos sobre a sociedade Xavánte
UntitledLivro capturado pelos Mebêngôkre da aldeia Môjkarakô sobre a estética indígena
Catálogo da exposição "No caminho da miçanga: um mundo que se faz de contas" realizada no Museu do Índio
UntitledA presente publicação é fruto do projeto "Mehi Jahi Xà: Artesanias Mehi", realizado no âmbito do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas - Prodocult Krahô. O trabalho realizado pelos indígenas Krahô teve por objetivo aprofundar e fazer circular o conhecimento associado às sementes e fibras vegetais do cerrado
UntitledA publicação apresenta setenta monumentos do patrimônio histórico apoiados pelos BNDES e, dentre eles, o Museu do Índio
UntitledSão 22 cartas escritas entre 1542 e 1569, todas relacionadas com o projeto da França Antártica. A estas foram adicionadas outras duas cartas de Nicolas Barré, companheiro de Villegagnon, escritas da Baía de Guanabara em 1556, e fragmentos da “Histoire des martyrs persecutez et mis à mort pour la vérité de l’Évangile” do calvinista Jean Crespin, que trata das relações dos membros da igreja com Villegagnon; O texto tem 128 páginas, além de uma carta inédita de Villegagnon, cujos originais pertencem ao Museu Naval do Rio de Janeiro, e, adicionalmente, dois mapas franceses do século XVI, do cartógrafo Vaux de Claye, um deles sobre a Baía da Guanabara e outro sobre as costas do nordeste do Brasil. Todas as cartas são comentadas pelo embaixador Vasco Mariz, especialista em Villegagnon
UntitledOs quatro textos a seguir, de números 26 a 29, tratam do controle integrado de pragas em bibliotecas e arquivos, envolvendo medidas preventivas, monitoramento e controle. São apontadas as causas e circunstâncias que atraem insetos e microorganismos para os locais de guarda de acervos. Apresentam medidas simples, como a higienização e verificação dos acervos, assim como métodos de controle de infestações de insetos, empregando o atmosferas modificadas. O controle do mofo aborda tratamentos químicos e não-químicos, o cuidado com a saúde e medidas de limpeza dos acervos contaminados
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