Tumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de madeira, e a passa novamente pelo fogo.
Sin títuloProdocult
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Detalhe de Tumi Tuku encaixando a ponta de bambu na haste de madeira com mamu, cera de abelha cozida, derretido.
Sin títuloDetalhe de Tumi Tuku enrolando a linha que estava envolvendo a ponta de bambu, mas agora unindo-a ao corpo do artefato. Conversa sobre a sua flecha, em português, com a antropóloga Carolina Lopez.
Sin títuloTumi Tuku passa a ponta de bambu dessa flecha já pronta pelo fogo, para que fique mais flexível de ser trabalhada. Acerta, então, a envergadura desse bambu com o joelho. Depois, começa a esculpir as suas bordas com a faca sem ponta. Os homens conversam na língua e em português com a antropóloga Carolina Lopez.
Sin títuloEtapa individual da oficina de produção da zarabatana. Em uma clareira próxima à aldeia, Binin Chunu monta uma estrutura de madeira e prende a sua zarabatana a essa, em posição horizontal.
Sin títuloEtapa individual da oficina de produção da zarabatana. Em uma clareira próxima à aldeia, Binin Chunu monta uma estrutura de madeira e prende a sua zarabatana a essa, em posição horizontal.
Sin títuloBinin Chunu traz um pote de cerâmica cheio de água e um embrulho de folhas que contém argila dentro. Pega um galho fino e resistente e começa a passá-lo por dentro do orifício da arma. Pega, então, uma porção de argila com as mãos, põe água na boca e joga esses dois materiais também dentro do orifício. Começa a fazer um movimento repetitivo com o galho, para frente e para trás.
Sin títuloBinin Chunu continua fazendo o movimento repetitivo com o galho, para a frente e para trás, dentro da zarabatana. Fala na língua, explicando também o que está fazendo, um processo de selagem da superfície interna de sua arma. Joga mais argila e água dentro do orifício da arma e continua o movimento com o galho no mesmo. Repete esses processos, alternadamente.
Sin títuloEm meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.
Sin títuloO professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, na mata próxima à aldeia.
Sin títuloO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira. Ele também extrai os seus próprios pedaços de madeira
Sin títuloO professor Damã Jacinaldo produz a corda para o seu arco.
Sin títuloBinin Chunu talha a ponta de sua arma onde irá encaixar o bocal, que se encontra no chão aos seus pés, pintado de urucum. Tumi Tuku acerta as bordas de um dos bambus paca com a sua talhadeira enawat, feita de dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. Esquenta o bambu ao fogo e passa cera de abelha cozida (mamu) nele.
Sin títuloBinin Chunu faz a mira de sua zarabatana usando mamu, cera de abelha cozida, e um pedaço de madeira esculpido.
Sin títuloBinin Chunu usa também pedaços de cipó pintados com mamu, cera de abelha cozida, para fazer a decoração de sua arma.
Sin títuloKuini talha uma pequena depressão em uma das pontas da madeira. Imagem dos maxilares de macacos de onde serão retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Sin títuloKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Sin títuloDetalhe das mãos de Kuini, com a faca, retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Sin títuloKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade.
Sin títuloKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade. Imagem da brasa na qual Kuini esquenta o mamu para que fique maleável para ser trabalhado.
Sin títuloKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. De vez em quando, esquenta o mamu em uma brasa, para que fique maleável para ser trabalhado.
Sin títuloInício da oficina de produção de cerâmica. Tumã, Bësson e Damë Bëtxum, um dos responsáveis pelo registro fílmico do evento, dirigem-se para uma trilha onde irão buscar um igarapé para realizar a extração da argila.
Sin títuloBësson, Tumã e Damë Bëtxum andam na trilha que pegaram na aldeia, procurando um igarapé para poder extrair argila de qualidade.
Sin títuloBësson (saia azul florida) analisa a argila de um novo alagadiço, mas não aprova a qualidade da mesma, e continua a trilha. Atrás dela, vão Tumã (saia preta e branca), Tumã (saia rosa), Tëkpa (bermuda jeans), Enawat e seu bebê, Shawa (bermuda marrom), o menino Binin e dois cachorros, que seguem as mulheres durante toda a atividade. É possível ver também Damë Bëtxum, que está fazendo o registro do evento.
Sin títuloTumã (saia preta e branca) começa a temperar a argila com o pó de cinzas que resultou da filtragem pelo sekte, peneira. Tumã (saia rosa) mexe as cinzas que estão esquentando ao fogo. As mulheres conversam entre si, pedindo que o menino Binin traga água para elas. Tumã (saia rosa) também começa a temperar um pedaço de argila com o pó de cinzas mëi. Tëkpa segura sua filha no colo e o menino Binin aviva o fogo da fogueira com o xucate, abano trançado, logo após trazer água para as artesãs. Bësson cuida das cinzas ao fogo. Enquanto temperam a argila, as mulheres vão molhando-a também.
Sin títuloBësson molda a sua peça usando a ponta dos dedos. Tumã (saia preta e branca) também molda a sua peça, enquanto a outra Tumã (saia rosa) seca cinzas ao fogo. Shawa e Tëkpa descansam, assim como Damë Bëxtum, um dos responsáveis pelo registro da oficina, que está com o seu filho Tumi no colo.
Sin títuloInício da oficina de produção de cerâmica. Bësson, Tumã, Tumã, Enawat, Tëkpa e Shawa, as artesãs responsáveis pela oficina de produção de cerâmica, andam na trilha que pegaram na aldeia em busca de um igarapé com argila de qualidade. Os filhos de Enawat, o bebê Binin e o menino Binin, acompanham o grupo de mulheres.
Sin títuloAs mulheres param em outro alagadiço. Tumã (saia rosa) observa Bësson (saia azul florida) enquanto essa analisa a argila do local. Tumã (saia preta e branca) também analisa a argila. As artesãs não aprovam a qualidade da mesma As mulheres continuam a trilha. Atrás de Tumã (saia preta e branca) vão Bësson, Tumã (saia rosa), Tëkpa (bermuda jeans), Shawa (bermuda marrom), Enawat e seu bebê e seu outro filho, Binin.
Sin títuloEnawat, com seu bebê no colo, e Tumã (saia rosa) escutam a conversa de Tumã com a antropóloga Carolina Lopez. Essa artesã e Tëkpa continuam a extrair argila do fundo das margens do igarapé. Shawa trabalha e amacia, fora d´água, a argila que coletou. Bësson (saia azul florida) também já está fora d´água.
Sin títuloBinin pega água na mamadeira para o seu irmão, Binin. Tëkpa e Tumã continuam a extrair argila do fundo das margens do igarapé.
Sin títuloQuase no final da caminhada, cerca de 40 minutos depois, as artesãs param em uma roça próxima à aldeia para comer mamão maduro. Tëkpa corta a fruta, e a distribui primeiramente para Tumã (saia preta e branca). Ao seu lado, em sentido horário, estão Tumã, Shawa, Enawat, Binin e Bësson.
Sin títuloA antropóloga Carolina Lopez junta-se ao grupo de mulheres para comer mamão maduro e conversar. Ao seu lado, em sentido anti-horário, estão Shawa, Tumã, Tumã, Tëkpa, Bësson e Enawat.
Sin títuloTumã (saia preta e branca) traz uma panela cheia de mëi, cinzas, e o seu sekte, peneira. Binin traz um xucate, abano trançado, para Tumã (saia rosa) avivar o fogo. Nesse, Bësson coloca uma panela cheia de cinzas mëi, que as mulheres usam para temperar a argila, mas que estão úmidas por causa da chuva da noite anterior. Assim, esquentam-nas para secá-las. Tumã (saia preta e branca) prepara-se para peneirar as suas cinzas. Usa para isso o seu sekte, peneira. Shawa junta-se à senhora e vai pegar folhas, nas quais Tumã irá depositar as impurezas que ficam na peneira. Bësson senta um pouco para descansar, enquanto Tumã (saia rosa) cuida da fogueira. Shawa ajuda a matxó, mulher mais madura, mexendo as cinzas para que a senhora possa passá-las pela peneira.
Sin títuloTumã (saia preta e branca) filtra as cinzas mëi em seu sekte, peneira. Tumã (saia rosa) mexe com um galho as cinzas mëi que esquentam na fogueira. As mulheres conversam durante a atividade, que é feminina e coletiva.
Sin títuloAs artesãs encontam a folha que é a matéria-prima do xucate. Enawat a extrae, enquanto Tëkpa a auxilia a encontrar mais exemplares pela mata. Shawa já tem uma folha consigo. Chove na mata.
Sin títuloDe trás para a frente, as artesãs Enawat, Tëkpa e Shawa terminam de quebrar os braços de suas folhas para o lado e começam a trançar os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional.
Sin títuloTëkpa usa a antropóloga Carolina Lopez como exemplo para mostrar como o xucate é utilizado durante a Festa da Tatuagem, ritual mais importante da etnia. O xucate é também um objeto ritual, já que é utilizado para aplacar as dores dos jovens que estão tendo suas faces tatuadas durante a festa. Bësson (à extrema direita), Enawat e Shawa terminam o trançado de suas peças.
Sin títuloSegundo dia da oficina de produção de cerâmica. As peças que as artesãs moldaram no dia anterior secaram e, assim, elas continuam a trabalhar nelas, passando para outra etapa da confecção. Tëkpa alisa as paredes internas de seu pote com o tsanut, concha que as mulheres tradicionalmente usam como instrumento para a feitura de suas cerâmicas. Já é possível reconhecer que a mulher produz um tëtxuk, pote específico para conter a água utilizada na feitura da bebida tatxik pelos homens.
Sin títuloTumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin.
Sin títuloTumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. Tumã fala sobre os seres mariwin.
Sin títuloTumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. Tumã fala sobre os seres mariwin.
Sin títuloTumã, agora, molda o rosto de sua máscara: nariz e sobrancelhas.
Sin títuloTumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin.
Sin títuloTumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin para a antropóloga Carolina Lopez. Atrás da artesã estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa. Uma outra mulher (blusa de onça) também se juntou ao grupo.
Sin títuloTumã faz as perfurações de sua máscara de mariwin, que seguem o ciclo ornamentálico matis. Depois de pôr os mananukit, coloca os kwiashak, esses uma espécie de adornos que só os mariwin possuem, símbolos do poder desses seres.
Sin títuloInício da oficina de produção do tsinte witsun xete, o intrumento para tecer os witsun, adornos trançados. A artesã Tumã foi a responsável e vai buscar a matéria-prima em uma mata próxima à aldeia. Extrai a madeira com um facão.
Sin títuloDepois de extrair a matéria-prima, Tumã pega o caminho de volta para a aldeia.
Sin títuloEm menos de uma hora, Tumã conclui a confecção de seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Sin títuloKuini Pussa pega um bastonete próprio para a execução da tarefa. Mexe o seu veneno. Depois, usando o mesmo bastonete, começa a passar o curare na ponta de seus dardos, um a um. A atividade foi realizada na maloca.
Sin títuloKuini Pussa pega mais brasa de uma fogueira usada pelas mulheres para cozinharem na maloca e coloca embaixo dos dardos envenenados. Dessa forma, o veneno esquenta e seca, fixando-se nos projéteis.
Sin títuloEnawat realiza a extração da folha que é a matéria-prima do xucate, abano trançado. Passa-a para Tëkpa. As mulheres, seguidas por Shawa, buscam mais folhas.
Sin títuloEnquanto molda a sua máscara de mariwin, Tumã fala sobre esses seres.
Sin títuloTumã molda a boca de sua máscara, após fazer suas sobrancelhas e nariz. Atrás dela estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa.
Sin títuloA artesã Tumã talha o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto. Enquanto isso, a outra Tumã faz o acabamento da modelagem de sua máscara de mariwin.
Sin títuloTumã faz as perfurações de sua máscara de mariwin, que seguem o ciclo ornamentálico matis. Depois de pôr os mananukit, os kwiashak, esses uma espécie de adornos que só os mariwin possuem, e o deshankete, perfura o demux nas abas de seus nariz.
Sin títuloBësson, a participante mais madura da atividade, trança a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Ela conversa sobre a atividade com a antropóloga Carolina Lopez. Para a produção do artefato, é utilizado fio de xapex, tucum.
Sin títuloBësson fala sobre a sua agulha para a antropóloga Carolina Lopez. As agulhas podem ser feitas de ossos de queixada, txawa, ou porquinho do mato, unquin.
Sin títuloEnquanto Bësson costura a rede de seu sekte, artefato de confecção mais complexa, Shawa, à sua direita, e Dani tecem os seus witsun, adornos trançados. A atividade ocorre na maloca.
Sin títuloOs três mariwin que chegaram à maloca interagem com as pessoas. Tentam dar um golpe de vareta nas nádegas ou na parte posterior dos corpos das crianças. Um deles esfrega-se nas costas de uma mulher, uma forma de fertilizá-la. Um dos mariwin dá um golpe nas costas da antropóloga Carolina Lopez.
Sin títuloUm mariwin golpeia as costas de um menino com sua vareta. Depois, outro golpeia outro menino. Essa é uma forma de incitar o crescimento das crianças que já tem idade de andar, tornando seus corpos mais fortes. As pessoas interagem com os mariwin, animadas. Um menino mais velho submete-se ao golpe do mariwin voluntariamente.
Sin títuloOs mariwin começam a golpear as mulheres que estão mastigando a caiçuma. Elas tentam fugir deles. Os mariwin vão embora, não antes sem um deles ameaçar a câmera com as suas varetas.
Sin títuloTerceiro e último dia da oficina de produção de cerâmica. Tumã foi escolhida pela equipe de filmagem para ser acompanhada durante as atividades finais do evento, já que essa é considera pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu pote, utilizando para isso o seu tsanut, concha especificamente usada pelas mulheres para a confecção de suas cerâmicas. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. A mulher é observada por uma de suas netas.
Sin títuloTumã faz o polimento de seu pote com uma semente especificamente utilizada pelas mulheres para isso, chamada tonkete. Depois, faz o polimento de sua máscara de mariwin.
Sin títuloTumã faz o polimento de sua máscara de mariwin com uma semente especificamente utilizada pelas mulheres para isso, chamada tonkete. É observada por uma de suas netas.
Sin títuloTumã faz as muxa, tatuagens, de sua máscara de mariwin, usando para isso uma faca não indígena, chamada de duë. Depois, coloca a peça novamente na fogueira para continuar a sua pré-queima.
Sin títuloPlano-detalhe do pote que Tumã está produzindo. A artesã fala na língua.
Sin títuloTumã mostra para a equipe de filmagem como se toca o masën, buzina tradicional matis, que também serve para chamar os mariwin, e é comumente tocado pelos homens. Fala mais sobre o artefato na língua.
Sin títuloAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou.
Sin títuloAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou.
Sin títuloTumã vai ajeitando os pedaços de lenha da sua fogueira.
Sin títuloMulheres recebem as miçangas e comentam o tanto que estão recebendo.
Sin títuloZakaria, o especialista no Hihiti explica o que vamos fazer durante a criação do Hihiti, o arco de boca.
Sin títuloKomizi, o especialista no Boborara explica o que vamos fazer durante a criação da flauta Boborara.
Sin títuloJoão Ikobo mata o jabuti e retira sua carne para fora do casco.
Sin títuloJoaõ Ikobo tira o jabuti de dentro do casco.
Sin títuloIkobo solta Zohari e indica qual é o caminho. Depois de um breve tempo, ele encontra seu caminho e sai correndo pelo mato. Os Madiha riem.
Sin títuloKomizi corta pedaços de zumi para ver se estão bons para fazer as flautas.
Sin títuloKomizi chega pelo caminho, o meio de um roçado de macaxeira. Ele carrega os pedaços de zumi para fazer a flauta Boborara. Ele ajeita com o terçado o pedaço que tem na mão. Os outros participantes passam por ele, que fica parado no caminho.
Sin títuloKomizi começa a preparar o zumi enquanto canta um canto de Boborara.
Sin títuloKomizi esculpe a flauta Boborara enquanto canta um canto. Ele está com o rosto completamente pintado de urucum. Tem traços de violeta sobre o fundo vermelho.
Sin títuloDetalhe do artesão esculpindo os furos da flauta.
Sin títuloKomizi mede a altura dos dedos onde ele fará os furos.
Sin títuloDetalhe da flauta Boborara sendo tocado por Komizi. Os dedos fazendo os desenhos sonoros da flauta.
Sin títuloKomizi corta novo pedaço de zumi (taboca) que servirá para confeccionar nova flauta. Benjamim comenta sobre o processo de confecção da flauta - de acordo com o que aprendeu hoje.
Sin títuloKomizi volta a cantar enquanto esculpe nova flauta. Ele bate com a faca no lugar em que fará o furo da boca. Enquanto ele canta, alguém tenta tocar o instrumento.
Sin títuloKomizi toca a flauta que acabou de confeccionar. Ela é feita com zumi verde. Depois de tocar, Komizi explica que o canto do Boborara é também de Ahie´e e então canta um canto idêntico ao que saiu da flauta. E então volta a tocar a flauta, mostrando que a flauta canta como a gente canta. Joaquim ri.
Sin títuloKomizi trabalhando em nova flauta enquanto canta canto de Boborara.
Sin títuloKomizi testa duas flautas e ao fim, joga uma pois percebe que ela não está prestando. Toma novo pedaço de zumi para confeccionar uma nova.
Sin títuloKomizi dança e toca e Joaquim tenta. Ao final, Komizi pergunta se está bonito, conta as flautas produzidas. Benjamim comenta que o boborara está feito, diz o dia e a hora e o que foi feito. Komizi lembra alguns detalhes. Ele vai juntando as flautas produzidas.
Sin títuloO grupo da Oficina do Hihiti caminha pela mata em busca do pau para o arco. Benjamim explica a situação enquanto filma.
Sin títuloOs homens encontram o material para fabricação do arco do Hihiti. Zakaria mostra qual é no meio do matagal. Eles explicam que seu nome é Kathapare. O nome em português não foi identificado. Eles limpam em volta dele, para depois tirá-lo. Finalmente eles cortam o pau, que é muito espinhento e fino.
Sin títuloZakaria corta um pedaço suficiente para fazer os arcos e limpa-o dos espinhos. Kubiu, Zakari e Komizi tentam identificar o kathapare em português. Eles afirmam que é uma espécie de pupunha brava, diferente do za´ida, com que se faz o arco de caça.
Sin títuloZakaria, utilizando o terçado, vai desbastando cada arco. Primeiro ele tira o grosso de todos eles para depois começar a esculpir mais finamente. Éinteressante o modo como se utiliza dos terçado, segurando-o na lâmina bem próximo de sua extremidade, que está com mais fio.
Sin títuloKubiu, em meio ao roçado novo de bananas e outros produtos, esculpindo um arco Hihiti, tirando a polpa do arco. Atrás, Joaquim descansa. Ele testa se o arco já está envergando o suficiente.
Sin títuloDetalhe de Zakaria esculpindo o arco. Acabamentos.
Sin títuloZakaria esculpe o arco do Hihiti, fazendo já os acabamentos. Ele conta que vai cantar um ramikha ahie´e. Ao fundo ouvimos Komizi cantando um canto. Zakaria conta como e com quem aprendeu a fabricar o Hihiti e a tocá-lo. Ele tambá cita os antigos mestres de Hihiti. Fala um pouco do rami, etc.
Sin título