Arnaldo tenta tocar buzina de cerâmica Marubo. Ele se parece com um tipo de hohori kulina que eles não fazem mais.
Sin títuloProdocult
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Maria José explica que a buzina de cerâmica é uma buzina Marubo.
Sin títuloArnaldo, Raimundo, Benjamim e toda a equipe de museologia entram em um dos corredores de cerâmica. George tira muitas fotos dos Kulina, enquanto eles tocam, vêem e conhecem as cerâmicas de outras etnias.
Sin títuloMaria José vai mostrando as diversas cenas: um homem correndo da onça.
Sin títuloO grupo caminha pelo jardim do museu.
Sin títuloO grupo chega à sala de conservação.
Sin títuloIndígena que estava vendendo artesanato na porta do Museu tira foto de todo o grupo na porta do Museu do Índio.
Sin títuloOs Madiha avaliam os arcos de outras etnias existentes na reserva técnica do Museu do Índio.
Sin títuloMaria José e equipe de museologia organizam a qualificação do shashakora, a antiga cama kulina, de palha.
Sin títuloRaimundo fornece informações sobre os vários tipos de cestaria. Ele explica que o Shapoto, ou cesto cargueiro é produzido pelas mulheres a partir do aricuri (birihari). O Hepir, ou cesto platiforme é produzido pelas mulheres a partir do murmuru (za´ana). O shashakora, ou a antiga cama kulina, é produzido pelas mulheres a partir da palmeira aricuri (birihari). O pessoal do museu comenta que chegou a acreditar que o shashakora seria um abano gigante.
Sin títuloMuseólogas organizam material para qualificação. Áudio: Raimundo explica como é o processo de coleta do cipó para fabricação do cesto.
Sin títuloEquipe de museologia comenta o Hihiti e faz perguntas aos indígenas.
Sin títuloRaimundo tira os cestos uns de dentro dos outros, enquanto esclarece sobre os materiais e técnicas dos cestos pequenos.
Sin títuloRaimundo explica todo o processo da produção de cerâmica: as mulheres encontram barro bom, tiram, colocam no shapoto e trazem para a aldeia. Moldam e depois colocam para secar. Coloca no shashakora para secar. Depois faz fogo e queima. George pergunta a respeito dos desenhos (hanoni). Raimundo explica que então as mulheres fazem os desenhos. Benjamim comenta baixo (por trás da câmera) o nome de um desenho de cerâmica. Maria José e Fabiana vão escolhendo alguns vasos com desenhos diferentes. Arnaldo toma um com pintas esbranquiçadas desenhadas. Ele explica que a pintura foi feita de barro mesmo, barro branco. Na verdade, ele explica, as mulheres misturam barro branco com cinzas. Fabiana pergunta o que seria o desenho. A princípio Arnaldo afirma que o desenho seria da pele do kahawiri (gato-do-mato).
Sin títuloAndrea, museóloga do Museu do Índio, recoloca as cerâmicas em uma caixa.
Sin títuloExplicação sobre o Koiza. Eles explicam quem toca a flauta Boborara no Koiza - apenas os homens. Eles afirmam que todo homem sabe tocar. A noite quem toca as flautas são os tokorime. Arnaldo explica a troca de lugar entre o pajé e o espírito. O espírito toca o boborara, lá no mato. Surge a informação sobre a máscara do pajé-espírito. Raimundo explica que as mulheres cantam no terreiro e o espírito responde tocando boborara. Surge a conversa sobre a máscara koama. Não existe nenhuma máscara na coleção. Raimundo diz que no Purus tem. Eles explicam que é feita com a jarina (zikhi).
Sin títuloEu e os Kulina explicam que quando o tokorime vai embora, o pajé deixa a máscara no mato. A equipe de museologia tenta identificar a jarina na internet. George e eu ficamos conversando sobre a sonoridade da chegada de um tokorime na aldeia.
Sin títuloEquipe de museologia tira a canoa e percebemos que há um problema que parecem ser fungos. Na banqueta são colocados a canoa, o tracajá e o tatu de madeira. Raimundo e Arnaldo corrigem a informação de que se trata de uma uba. Segundo eles, na verdade este é uma imitação de canoa, e não de uba. Maria José tenta entender a diferença entre a uba e a canoa. Os Madiha tentam explicar a diferença.
Sin títuloNome do animal em Kulina é 'warikoze'. Os Madiha explicam que é um objeto decorativo.
Sin títuloRaimudno experimenta um colar de miçangas. Fabiana pergunta sobre um desenho. George também questiona a respeito dos desenhos, dos grafismos nas peças de miçanga. Maria José vai embora para um compromisso.
Sin títuloA equipe de museologia guarda as peças de miçanga e encerra a qualificação do acervo Kulina existente no Museu do Índio.
Sin títuloRaimundo Kulina encontra as crianças que estão visitando o Museu do Índio. E também conversam com as professoras.
Sin títulofilme Guarani
Sin títuloPainéis na fachada dos prédios do Museu do Índio: tokorime deni, segundo a narração de Benjamim
Sin títuloAndrea fala das roupas ashaninka. Ela fala sobre o Kitarentse. Ela mostra a parte textual da exposição e lê para os Madiha as informações sobre o Kitarentse.
Sin títuloArnaldo assina o livro dos visitantes da exposição.
Sin títuloDepois de ser perguntado, Benjamim fala um pouco sobre a experiência no Rio e sobre o trabalho realizado no Museu do Índio.
Sin títuloDepois de ser perguntado, Benjamim fala um pouco sobre o trabalho realizado no Museu do Índio.
Sin títuloRaimundo Kulina fala da viagem até o Rio de Janeiro.
Sin títuloHomens amassam o shatha na canoa, lá embaixo, na praia de Buaçu. Benjamim narra e comenta.
Sin títuloRapaz não identificado tenta ligar o motor enquanto canoa é levada pelo rio.
Sin títuloA canoa de Sakire e Riuta sobem primeiro o igarapé. Eles encontram o primeiro obstáculo, uma grande taboca cerrando o leito do igarapé. Riuta corta a taboca com terçado.
Sin títuloDori, Chico, o filho de Zewa, todos pescando com zagaias.
Sin títuloDá para ver os peixes passando boiando na água. Enquanto isso os homens jogam as zagaias e as recolhem com peixe. Benjamim grita alguma coisa. São kairu, isto é, mandins. Sakire e Riuta se esbanjam, com alegria.
Sin títuloO fundo da canoa está repleto de peixes. São mandins (kairus). Benjamim faz um comentário. Mais peixes vão sendo deixados no fundo da canoa.
Sin títuloAfurari lixando interior da base de um dos pilões
Sin títuloOficina se encerrando. Imagem panorâmica
Sin títuloTafukumã fala sobre história do pilão, sentado ao lado de uma mulher
Sin títuloMaun manipula e fala com Masinua sobre o pilão
Sin títuloMaun fala sobre o pilão
Sin títuloJanuke, Maun e crianças manipulamos pilões
Sin títuloMasinua traz sementes de milho e Januke demonstra a forma como o pilão é usado
Sin títuloJanuke e Maun demonstram a forma como o pilão é usado. Detalhe do milho sendo pilado
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Mestre de histórias e mestre artesão MasinuaKalapalo cortando a árvore inhaho, encontrada nas proximidades da aldeia Aiha, numa região de campo, com terra preta
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Cinegrafista e pesquisador, TauanaKalapalo, registra o trabalho do mestre artesão TafukumãKalapalo, entalhando um dos socadores, já na aldeia. Ao fundo MasukaKalapalo observa.
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O fofo é utilizado como forma de escavar a madeira de maneira uniforme
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A lateral exterior da madeira foi protegida com barro para não pegar fogo
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A lateral exterior da madeira foi protegida com barro para não pegar fogo
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O óleo de pequi é utilizado para proteger a madeira e destacar seus desenhos naturais
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A árvore é encontrada nas proximidades da aldeia Aiha, numa região de campo, com terra preta
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Milho que é socado com o pilão para a produção de farinha.
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A concha é encontrada no rio, e a que era utilizada era maior, com cerca de 10 cm.
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O óleo de pequi é utilizado para proteger a madeira e destacar seus desenhos naturais
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As bordas ainda estão cobertas com barro, utilizado para evitar que essa parte queime
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Sin títuloCantores de aũguhi, parte do ritual egitsü, ou Kuarp, como é mais conhecido
Sin títuloGrupo de chefes donos do egitsü, ou Kuarp, como é mais conhecido. Da esquerda para direita: Matula, Lapitsuma, Ugise, Omã e Aumagi
Sin títuloFotógrafo e cinegrafista trabalhando durante oficina: Ugise, à esquerda e Tauana, à direita.
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