No dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
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No dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledPara além das reuniões diárias com os bolsistas do projeto, realizamos algumas oficinas mais amplas, como dito acima, dentre as quais esta do dia 04/12/14.
UntitledDurante esse oficina, houve também o registro de explicações acerca do instrumento yalina, espécie de clarineta exclusivamente utilizada no ritual Lerohi, da estação seca, que faz contraponto músico-coreográfico à flauta de pã lerohi (que é homônima ao ritual).
UntitledDurante esse oficina, houve também o registro de explicações acerca do instrumento yalina, espécie de clarineta exclusivamente utilizada no ritual Lerohi, da estação seca, que faz contraponto músico-coreográfico à flauta de pã lerohi (que é homônima ao ritual).
UntitledEste pequeno apito que é inserido dentro da clarineta yalina funciona através de uma pequena palheta talhada em seu cilindro. O efeito é um som muito rico, pois além do próprio som do apito, este é colocado em um tubo de ressonância maior, fazendo as vezes de uma espécie de palheta para este. Além disso, o yalina é composto de dois tubos de tabocas, um com cerca de um 1m de comprimento, o outro cerca da metade.
UntitledDurante todas as oficinas de registro e análise, o bolsista Kameroseene trabalhou de várias formas, uma delas a escrita de termos e situações em língua nativa.
UntitledDurante essa viagem em novembro e dezembro de 2014, Bruno Vasconcelos forneceu sessões de instrução sobre o manejo da câmera de vídeo, a qual foi emprestada pelo Museu do Índio para uso da comunidade Enawene Nawe.
UntitledDurante essa viagem em novembro e dezembro de 2014, Bruno Vasconcelos forneceu sessões de instrução sobre o manejo da câmera de vídeo, a qual foi emprestada pelo Museu do Índio para uso da comunidade Enawene Nawe.
UntitledNeste dia de registro, 26/11, contamos com os narradores Anaori e Lolawenakwaene, além de Kameroseene que filmou parte da sessão. As principais narrativas trabalhadas foram a história de Walawaikase, um dos enore nawe que primeiro deteve os cantos do Salomã, e de Wayakori, que foi um enawene mítico que primeiro ouviu cantos dos iyakayriti, seres subterrâneos.
UntitledAinda na noite do dia 27/11, a equipe do Prodocson se reuniu para dar continuidade às atividades e elaboração de relatórios com os bolsistas da UNESCO.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledDurante essa viagem em novembro e dezembro de 2014, Bruno Vasconcelos forneceu sessões de instrução sobre o manejo da câmera de vídeo, a qual foi emprestada pelo Museu do Índio para uso da comunidade Enawene Nawe.
UntitledNeste dia de registro, 26/11, contamos com os narradores Anaori e Lolawenakwaene, além de Kameroseene que filmou parte da sessão. As principais narrativas trabalhadas foram a história de Walawaikase, um dos enore nawe que primeiro deteve os cantos do Salomã, e de Wayakori, que foi um enawene mítico que primeiro ouviu cantos dos iyakayriti, seres subterrâneos.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledNo dia seguinte, nossa oficina coletiva, agregando diversas pessoas de variadas gerações, continua pela parte da manhã.
UntitledPara além das reuniões diárias com os bolsistas do projeto, realizamos algumas oficinas mais amplas, como dito acima, dentre as quais esta do dia 04/12/14.
UntitledPara além das reuniões diárias com os bolsistas do projeto, realizamos algumas oficinas mais amplas, como dito acima, dentre as quais esta do dia 04/12/14.
UntitledPara além das reuniões diárias com os bolsistas do projeto, realizamos algumas oficinas mais amplas, como dito acima, dentre as quais esta do dia 04/12/14.
UntitledPara além das reuniões diárias com os bolsistas do projeto, realizamos algumas oficinas mais amplas, como dito acima, dentre as quais esta do dia 04/12/14.
UntitledDurante essa viagem em novembro e dezembro de 2014, Bruno Vasconcelos forneceu sessões de instrução sobre o manejo da câmera de vídeo, a qual foi emprestada pelo Museu do Índio para uso da comunidade Enawene Nawe.
UntitledDurante essa viagem em novembro e dezembro de 2014, Bruno Vasconcelos forneceu sessões de instrução sobre o manejo da câmera de vídeo, a qual foi emprestada pelo Museu do Índio para uso da comunidade Enawene Nawe.
UntitledDurante essa viagem em novembro e dezembro de 2014, Bruno Vasconcelos forneceu sessões de instrução sobre o manejo da câmera de vídeo, a qual foi emprestada pelo Museu do Índio para uso da comunidade Enawene Nawe.
UntitledNeste dia de registro, 26/11, contamos com os narradores Anaori e Lolawenakwaene, além de Kameroseene que filmou parte da sessão. As principais narrativas trabalhadas foram a história de Walawaikase, um dos enore nawe que primeiro deteve os cantos do Salomã, e de Wayakori, que foi um enawene mítico que primeiro ouviu cantos dos iyakayriti, seres subterrâneos.
UntitledNeste dia de registro, 26/11, contamos com os narradores Anaori e Lolawenakwaene, além de Kameroseene que filmou parte da sessão. As principais narrativas trabalhadas foram a história de Walawaikase, um dos enore nawe que primeiro deteve os cantos do Salomã, e de Wayakori, que foi um enawene mítico que primeiro ouviu cantos dos iyakayriti, seres subterrâneos.
UntitledNeste dia de registro, 26/11, contamos com os narradores Anaori e Lolawenakwaene, além de Kameroseene que filmou parte da sessão. As principais narrativas trabalhadas foram a história de Walawaikase, um dos enore nawe que primeiro deteve os cantos do Salomã, e de Wayakori, que foi um enawene mítico que primeiro ouviu cantos dos iyakayriti, seres subterrâneos.
UntitledNeste dia de registro, 26/11, contamos com os narradores Anaori e Lolawenakwaene, além de Kameroseene que filmou parte da sessão. As principais narrativas trabalhadas foram a história de Walawaikase, um dos enore nawe que primeiro deteve os cantos do Salomã, e de Wayakori, que foi um enawene mítico que primeiro ouviu cantos dos iyakayriti, seres subterrâneos.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
UntitledNo dia seguinte, nossa oficina coletiva, agregando diversas pessoas de variadas gerações, continua pela parte da manhã.
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UntitledNeste dia de registro, 26/11, contamos com os narradores Anaori e Lolawenakwaene, além de Kameroseene que filmou parte da sessão. As principais narrativas trabalhadas foram a história de Walawaikase, um dos enore nawe que primeiro deteve os cantos do Salomã, e de Wayakori, que foi um enawene mítico que primeiro ouviu cantos dos iyakayriti, seres subterrâneos.
UntitledNeste dia de registro, 26/11, contamos com os narradores Anaori e Lolawenakwaene, além de Kameroseene que filmou parte da sessão. As principais narrativas trabalhadas foram a história de Walawaikase, um dos enore nawe que primeiro deteve os cantos do Salomã, e de Wayakori, que foi um enawene mítico que primeiro ouviu cantos dos iyakayriti, seres subterrâneos.
UntitledNeste dia de registro, 26/11, contamos com os narradores Anaori e Lolawenakwaene, além de Kameroseene que filmou parte da sessão. As principais narrativas trabalhadas foram a história de Walawaikase, um dos enore nawe que primeiro deteve os cantos do Salomã, e de Wayakori, que foi um enawene mítico que primeiro ouviu cantos dos iyakayriti, seres subterrâneos.
UntitledEste pequeno apito que é inserido dentro da clarineta yalina funciona através de uma pequena palheta talhada em seu cilindro. O efeito é um som muito rico, pois além do próprio som do apito, este é colocado em um tubo de ressonância maior, fazendo as vezes de uma espécie de palheta para este. Além disso, o yalina é composto de dois tubos de tabocas, um com cerca de um 1m de comprimento, o outro cerca da metade.
UntitledAs casas residenciais têm sido cobertas com palha de buriti desde pelo menos 2000. Anteriormente dizem que davam preferência ao açaí, mais raro e de mais precisa colocação. Agora, nesse ano de 2014, as casas residenciais estão muito desgastadas, demandando frequentemente remendos como esse para aplacar um pouco as goteiras. O desejo dos Enawene Nawe é renovar completamente aldeia em 2015.
UntitledComposta por 5 tubos de comprimentos diferentes, esta é a flauta líder do Ritual Lerohi, com tessitura bem aguda, contrapontando o yalina, e desenvolvendo linhas sonoras em regime de alternância (hoqueto).
UntitledDurante essa viagem em novembro e dezembro de 2014, Bruno Vasconcelos forneceu sessões de instrução sobre o manejo da câmera de vídeo, a qual foi emprestada pelo Museu do Índio para uso da comunidade Enawene Nawe.
UntitledDurante essa viagem em novembro e dezembro de 2014, Bruno Vasconcelos forneceu sessões de instrução sobre o manejo da câmera de vídeo, a qual foi emprestada pelo Museu do Índio para uso da comunidade Enawene Nawe.
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