Livro
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Em Saúde dos povos indígenas, a Associação Brasileira de Antropologia torna público um conjunto de estudos propositivos de uma reflexão crítica essencial sobre as relações entre o fazer antropológico, a implementação de políticas públicas de saúde e a participação dos povos indígenas nesse contexto. Ao fazê-lo, abordamos temas como a participação das organizações indígenas na formulação das políticas públicas e seu potencial transformador, as ligações dos intelectuais nativos - pajés, muitas vezes - com as formas de poder associadas à biomedicina, e a contribuição técnico-cientifica que o antropólogo, em seu trabalho cotidiano, traz para uma nova construção de nação e de cidadania no Brasil contemporâneo
UntitledLivro sobre saúde indígena elaborado no curso de formação de professores Mebêngôkre, Panará e Tapajúna Goronã, durante etapas de ciências e oficina de produção de livros didáticos
A publicação é fruto da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o UNAIDS, no âmbito do Plano integrado das Nações Unidas para o Estado do Amazonas (Amazonaids), com o objetivo de elaborar e disponibilizar material educativo multilíngue e intercultural, para o trabalho de prevenção das DST/Aids e hepatites virais nas escolas indígenas
O livro é o resultado do trabalho de pesquisadores Yanomami para reapropriação e ampliação de uma pesquisa etnobotânica acadêmica realizada acerca de 20 anos. A atividade insere-se num contexto onde os jovens Yanomami vêm se transformando para produzir pesquisas autorais como forma de fortalecer seus conhecimentos tradicionais e dialogar com outros conhecimentos indígenas e não indígenas
UntitledA implementação da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas requer a adoção de um modelo complementar e diferenciado de organização dos serviços voltados para a proteção, promoção e recuperação da saúde, que garanta aos índios o gozo e exercício de sua cidadania nesse campo
Nesse trabalho, os professores indígenas do Acre, juntamente com seus alunos e assessores, procuram refletir sobre o conceito de História, sua importância para os povos indígenas, os processos de pesquisa e de construção do conhecimento histórico, o atual interesse pelo registro da história, antes narrada e transmitida oralmente, as várias interpretações e versões da história, o trabalho com a história em sala de aula, as relações entre a reflexão histórica e a valorização e o fortalecimento das identidades indígenas, e a contribuição dos povos indígenas para uma nova história regional e nacional
Nos seus dois séculos de contato com os brancos, os Krahô têm vivido reviravoltas e inversões de situação: ora aliados dos fazendeiros, ora por estes massacrados em 1940; nos anos 50 seguiram um profeta que prometia transformá-los em civilizados e em 1986 empenharam-se em uma reivindicação que implicava justamente no oposto, na sua afirmação étnica: foram em 1986 ao Museu Paulista, em busca da recuperação do machado semilunar, caro a suas tradições. Assíduos viajantes às grandes cidades, cujas ruas e autoridades conhecem melhor que os sertanejos que os cercam, com freqüência telefonam a seus esquivos amigos urbanos a pedir miçangas, tecidos e reses para abate, indispensáveis à execução de seus ritos
UntitledRica seleção de textos e experiências sobre a questão da saúde indígena no Brasil, originários de discussão em oficina de trabalho ocorrida no V Congresso Brasileiro de Epidemiologia (Curitiba, 2002). Escrito por pesquisadores estudiosos das mais diferentes vertentes do assunto, traz importante e inovadora contribuição a tema que vem emergindo como de grande importância no âmbito da saúde coletiva no Brasil nos últimos anos. Oferece um amplo panorama, detalhado e atualizado, da saúde indígena no País, contemplando reflexões com base nas diversas áreas do conhecimento que compõem a saúde coletiva
UntitledResultado de ampla pesquisa na qual a autora apresenta os diversos aspectos que compõem o complexo mundo baniwa, a importância que a doença ocupa nele, suas especificidades, sua cultura, seu modo estóico de vida, suas inter-relações com outros grupos étnicos do Alto Rio Negro, Amazonas. Nos permite mergulhar e melhor compreender o "caleidoscópio de problemas vividos hoje pelos povos indígenas" no Brasil em diversas áreas. Sociopoliticamente de alta relevância, revela a distância entre as necessidades desse povo e os serviços de saúde para eles disponibilizados, pautados por um tendência à uniformização e baixa sensibilidade às diferenças culturais
UntitledEsta etnográfica aborda as práticas cotidianas e rituais voltadas para a construção de corpos saudáveis e fortes, dispostas e cooperativas para o povo indígena Munduruku
UntitledPublicação sobre a saúde dos povos indígenas brasileiros
UntitledA epidemia de aids apresenta uma evidente tendência de interiorização que se reflete na disseminação do vírus entre populações e culturas diversas
UntitledTemas aparentemente antagônicos como ética, humanismo, tecnologia e globalização revelam suas ligações e encontram um espaço de discussão na série Ciência, Cientistas e a Tolerância. Além dos organizadores, autores como Laymert Garcia dos Santos, Aílton Krenak e Bruna Franchetto analisam neste volume questões relacionadas às dificuldades de comunicação e de relacionamento dos povos indígenas com o Estado e a sociedade brasileira. Mostram, em diferentes contextos, o não-reconhecimento pleno desses povos como sujeitos históricos, portadores de tradições culturais próprias e falantes de línguas singulares, constatando a discriminação e o preconceito. A partir das análises, são apresentadas propostas e reivindicações, sempre pautadas pela idéia da tolerância
UntitledOs Povos Indígenas e a Construção das Políticas de Saúde no Brasil está dividido em nove capítulos, que cobrem temas como caracterização sócio-antropológica dos povos indígenas, antecedentes e contextos da política de saúde indígena, análise de dados relativos aos serviços de saúde e à epidemiologia de agravos infecciosos e crônico não-transmissíveis, controle social e desafios e perspectivas do modelo gestor e assistencial. Conta ainda com quatro anexos, com mapas, análises epidemiológicas adicionais e indicações bibliográficas sobre temas específicos.; Dentre os vários pontos que merecem destaque no livro, chama a atenção a imbricação entre a implantação do subsistema de atenção à saúde indígena e a produção de dados epidemiológicos, demográficos e de uso de serviços. Garnelo e colaboradores analisam dados oriundos do SIASI (Sistema de Informação de Atenção à Saúde Indígena), operado pela Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e alimentado pelas equipes dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), distribuídos em todo o país
UntitledRelatório produzido pelo Conselho Indigenista Missionário - CIMI - no ano de 2012 sobre a violência contra os povos indígenas do Brasil
A publicação é fruto da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o UNAIDS, no âmbito do Plano integrado das Nações Unidas para o Estado do Amazonas (Amazonaids), com o objetivo de elaborar e disponibilizar material educativo multilíngue e intercultural, para o trabalho de prevenção das DST/Aids e hepatites virais nas escolas indígenas
Trabalho etnográfico sobre as mudanças no modelo de atenção à saúde indígena, focando, em particular, o papel dos agentes indígenas de saúde neste processo
UntitledO documento é o relatório final da 5ª Conferência Nacional de Saúde Indígena (5ª CNSI), realizada em Brasília, no período de 2 a 6 de dezembro de 2013
Desde o contato oficial, em 1969, a aproximação com os não índios trouxe profundas mudanças sociais entre os Paiter. Estas, entretanto, não anularam sua índole guerrreira, que motivou a luta desse povo pelo reconhecimento e a integridade de seu território. Este, ao longo da história, foi terrivelmente ameaçado pela violência do Polonoroeste, a corrupção e omissão de órgãos governamentais, a invasão de moradores indevidos e a incidência de madeireiras e mineradoras. Lutando como podem contra essas adversidades, os Paiter procuram manter a vitalidade de suas tradições culturais, em que a sociedade é compreendida a partir de uma divisão em metades, de modo que os segmentos sociais, as atividades produtivas e a vida ritual constituem expressões do dualismo entre a aldeia e a mata, a roça e a caça, o trabalho e a festa - sendo as festas de troca de oferendas e os mutirões a elas associados os momentos culminantes do intercâmbio e da alternância entre essas metades
UntitledO livro aborda aspectos do trabalho realizado pela Operação Amazônia Nativa - OPAN e do Polo Brasnorte junto aos índios Irantxe, Mynky e Salumã
A publicação é fruto da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o UNAIDS, no âmbito do Plano integrado das Nações Unidas para o Estado do Amazonas (Amazonaids), com o objetivo de elaborar e disponibilizar material educativo multilíngue e intercultural, para o trabalho de prevenção das DST/Aids e hepatites virais nas escolas indígenas
Publicação de memórias da atuação médica de João Paulo Botelho Vieira Filho
UntitledO livro reúne pesquisas etnográficas realizadas junto ao Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Etnicidade, enfocando os povos indígenas de Pernambuco, com estudos específicos sobre os Pankararu, Pipipãs, Fulni-ô, Xukuru, Pankará e Atikum. Os temas são variados, abrangendo as organizações e lideranças indígenas, saúde, ritual, eleições, gênero e mestiçagem. As referências bibliográficas no fim do livro demonstram a vitalidade dos estudos nesta região
UntitledLivro contendo relatos dos efeitos COVID-19 entre os povos indígenas Apalaí, Galibi, Galibi Marworno, Karipuna, Palikur, Tiriyó, Kaxuyana e Wayampi
UntitledArtigo sobre a agricultura dos Xukuru de Ororubá
UntitledO livro é uma coleção de artigos apresentando um panorama crítico e comparativo sobre os avanços e paradoxos provocados pelas atuais inter-relações entre as políticas públicas de saúde e as de reconhecimento dos direitos indígenas na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Venezuela
UntitledPublicação sobre alcoolismo entre povos indígenas no Brasil
UntitledA publicação é fruto da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o UNAIDS, no âmbito do Plano integrado das Nações Unidas para o Estado do Amazonas (Amazonaids), com o objetivo de elaborar e disponibilizar material educativo multilíngue e intercultural, para o trabalho de prevenção das DST/Aids e hepatites virais nas escolas indígenas
Publicação contendo textos de pesquisadores sobre saúde indígena
UntitledComo transformar a pluralidade social presente no microespaço da sala de aula em estímulo para rearranjos pedagógicos, curriculares e organizacionais que compreendam a tensão gerada na sua positividade, a fim de ampliar e tornar mais complexo o diálogo entre realidades, perspectivas, concepções e projetos originados da produção da diversidade sociocultural? Como superar a invisibilidade institucionalizada das diferenças culturais que; valida avaliações sobre desempenho escolar de crianças, jovens e adultos sem considerar as suas realidades e pertencimentos sociais?; O impulso pela democratização e afirmação dos direitos humanos na; sociedade brasileira atinge fortemente muitas das nossas instituições estatais,atreladas a projetos de estado-nação comprometidos com a anulação das diferenças culturais de grupos subordinados. Neste contexto,as diferenças culturais dos povos indígenas, dos afro-descendentes e de outros povos portadores de identidades específicas foram sistematicamente negadas, compreendidas pelo crivo da inferioridade e, desse modo, fadadas à assimilação pela matriz dominante.; A proposta é articular os atores sociais e os gestores para que os desafios que foram postos estabeleçam novos campos conceituais e práticas de planejamento e gestão, renovados pela valorização da diversidade sociocultural, que transformem radicalmente posições preconceituosas e discriminatórias.
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