Livro
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O que mais agrada neste livro é o estilo pitoresco do autor. Feito com ironia, fina escrita, observação delicada de pintor (que Biard foi), "Dois anos no Brasil" é obra que pode ser lida com o sabor dos melhores cronistas e, sem exagero, dos bons ficcionistas. O pintor Biard esteve entre nós em meados do século XIX. Teve cargos importantes como professor honorário da Academia Imperial de Belas-Artes e foi retratista de D. Pedro II e caricaturista. A prática da caricatura e do retrato deu-lhe argúcia crítica que, levada à escritura, transformou-se em acuidade para descrever hábitos e costumes dos brasileiros daquela época. A descrição dos motivos de sua vinda e a chegada na Baía de Guanabara poderiam figurar numa antologia literária. Auguste François Biard (1798-1882) viajou pelo Rio de Janeiro, embrenhou-se pelo Espírito Santo e, principalmente, pelo Amazonas. Aí relata, numa narrativa etnográfica interessantíssima, seu encontro com os índios, a natureza, as crenças, costumes e cultura indígena e brasileira dos anos em que viveu na nossa nação.
UntitledExamina a política pública para as estruturas territoriais do país. O autor estuda a geopolítica portuguesa no Brasil, estratégias de ocupação e domínio adotadas e o quadro territorial e político no contexto da Independência, examinando desde as revoltas provincianas (Cabanagem, Sabinada, Farroupilha) até a consolidação do Estado Nacional
UntitledA tarefa do educador não seria precisamente a de ensinar a ler, mas criar condições para o educando realizar a sua própria aprendizagem, conforme seus próprios interesses, necessidades, fantasias, segundo as dúvidas e exigências que a realidade lhe apresenta
UntitledCorografia Histórica da Província de Minas Gerais (1837), escrito por Raimundo José da Cunha Matos além de ter se notabilizado como militar e político durante o primeiro reinado e o período regencial, notabilizou-se, igualmente, pelas suas preocupações com questões relativas à História do Brasil. Neste último campo é apreciável a sua contribuição: redigiu vários trabalhos, reveladores do seu empenho com a pesquisa e o domínio das fontes; foi um dos inovadores da periodização da História do Brasil; participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Sua principal obra foi justamente a Corografia. Trata-se de um repositório de informações (comunicações, demografia, cultura, atividades econômicas, organização eclesiástica, saúde, organização judiciária e administrativa, finanças, história), sobre a referida Província. A reunião de tais informações não só se constitui no mais completo estudo a respeito do assunto, como também acabou se constituindo em fonte indispensável para todos aqueles que pretendem investigar a história
UntitledCorografia Histórica da Província de Minas Gerais (1837), escrito por Raimundo José da Cunha Matos além de ter se notabilizado como militar e político durante o primeiro reinado e o período regencial, notabilizou-se, igualmente, pelas suas preocupações com questões relativas à História do Brasil. Neste último campo é apreciável a sua contribuição: redigiu vários trabalhos, reveladores do seu empenho com a pesquisa e o domínio das fontes; foi um dos inovadores da periodização da História do Brasil; participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Sua principal obra foi justamente a Corografia. Trata-se de um repositório de informações (comunicações, demografia, cultura, atividades econômicas, organização eclesiástica, saúde, organização judiciária e administrativa, finanças, história), sobre a referida Província. A reunião de tais informações não só se constitui no mais completo estudo a respeito do assunto, como também acabou se constituindo em fonte indispensável para todos aqueles que pretendem investigar a história
UntitledRondônia, publicado pela primeira vez em 1917, é fruto da expedição de 1912 do autor à Serra do Norte, região hoje compreendida entre os estados de Mato Grosso e Rondônia, a convite de Cândido Mariano da Silva Rondon, integrando a Comissão de Linhas Telegráficas Estratégicas do Mato Grosso ao Amazonas. O termo "Rondônia", homenagem a esse mito da nacionalidade brasileira que tanto inspirou Roquette-Pinto, acabou por designar o único estado da federação(de 1943 a 1956, território federal do Guaporé)
UntitledImportante trabalho de pesquisa e sistematização de informações sobre a Província do Pará nos anos 30 do século XIX. Constitui uma verdadeira enciclopédia, feita inclusive com pesquisa de campo, e nos arquivos das paróquias, cartórios e Câmaras Municipais. Encontram-se nessa obra dados demográficos, sobre economia, finanças públicas, e descrição sobre a administração pública e judiciária da Província. Além de informações sobre a flora e a fauna, e os diferentes ecossistemas da região. Valioso estudo histórico e geográfico, que agora foi reeditado pelo Senado Federal a partir de um único exemplar datilografado existente na biblioteca da Primeira Comissão Demarcatória de Limites
UntitledBuscando as raízes do processo de privatização das terras em Mato Grosso, a autora sustenta que a articulação entre o poder político e o poder econômicos, com base nos mecanismos institucionais e jurídicos, possibilitou a transformação das terras devolutas em propriedade privada, acentuando o processo de concentração fundiária, condição para o avanço da fronteira econômica a partir dos anos 70 e para a territorialização do capital
UntitledA historia de Manuel Córdova-Rios, peruano, que foi sequestrado aos 15 anos de idade pelos índos Huni Kui, na selva da Amazônia, foi submetido a um treinamento intensivo com o uso da ayahuasca ou Nixi Honi Xuma., em seu espantoso relato, Córdova contou sobre visões coletivas, os segredos da natureza, a verdade das lendas e mitos indígenas, a harmonia total com o ambiente da floresta a capacidade de ver à distância e conhecer o futuro, o conhecimento profundo sobre as plantas e animais, o saber dos ancestrais
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