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Esta abrangente publicação a respeito do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal é um retrato complexo de uma organização religiosa brasileira que utiliza duas plantas psicoativas como parte de seus rituais espirituais no Brasil, Estados Unidos e Europa. O foco do livro é a sua história, estrutura organizacional, conhecimento científico das plantas, crenças espirituais e uso ritual por adolescentes. Alianças entre a UDV e outras entidades religiosas, que utilizam a Hoasca como sacramento, são apresentadas. Este livro nos dá um insight de um complexo movimento social bem à frente de seu tempo.; O presente livro é produto de um congresso internacional que demonstra o amadurecimento institucional da UDV. Nele se apresentam as suas próprias visões de si mesmo e de questões de grande interesse público, como ciência, meio-ambiente, liberdade religiosa, dimensões do sagrado, neuropsicologia, uso de drogas psicoativas, educação, memória, beneficência, direito, relações entre Estado e sociedade
Sem títuloNos seus dois séculos de contato com os brancos, os Krahô têm vivido reviravoltas e inversões de situação: ora aliados dos fazendeiros, ora por estes massacrados em 1940; nos anos 50 seguiram um profeta que prometia transformá-los em civilizados e em 1986 empenharam-se em uma reivindicação que implicava justamente no oposto, na sua afirmação étnica: foram em 1986 ao Museu Paulista, em busca da recuperação do machado semilunar, caro a suas tradições. Assíduos viajantes às grandes cidades, cujas ruas e autoridades conhecem melhor que os sertanejos que os cercam, com freqüência telefonam a seus esquivos amigos urbanos a pedir miçangas, tecidos e reses para abate, indispensáveis à execução de seus ritos
Sem títuloEsse livro apresenta a complexidade e beleza dos símbolos, dos rituais, das crenças e das cerimônias que compõem a religião baseada no uso do cipó sagrado utilizado pelas culturas milenárias indígenas da Amazônia para estimular a imaginação religiosa
Sem títuloÉ referência para a compreensão do carnaval de modo geral e das escolas de samba em particular. Desvendando os nexos existentes entre manifestações rituais e estrutura social, ele indica um caminho que, ontem como hoje, permanece propício a explorações não reducionistas dos fatos culturais
Sem títuloJoseph Campbell, uma das maiores autoridades no estudo dos mitos, revela neste livro como os mitos que motivaram as sociedades pré-científicas ainda têm importância para o homem moderno. Abrangendo temas que vão desde os 'koans zen' e a estética indiana até a esquizofrenia e a caminhada do homem na Lua, ele mostra que, ao longo de todo o espaço e tempo, mito e religião têm seguido os mesmos arquétipos, que não podem ser considerados como exclusivos de qualquer povo, região ou religião em particular
Sem títuloPartindo da convicção de que o indígena constituiria ainda a base étnica da população de estados do Nordeste, o interesse musicológico de Baptista Siqueira dirigiu-se à demonstração da importância da contribuição indígena à cultura musical de sua região através de um prisma teórico-musical. Essa tendência de natureza sistemática na investigação de questões históricas concernentes ao folclore musical, compreendida como expressão de método propriamente científico
Sem títuloDepois de considerarmos extintos, os índios Arara reapareceram. Com o território rasgado ao meio pela rodovia Transamazônica e invadido por milhares de novos habitantes, os Arara ganharam fama. Seus ataques, a morte e o esquartejamento ritual dos que eram apreisionados levaram o terror à região de Altamira no Pará. Após um longo e acidentado processo de contato, que se estendeu de 1969 a 1987, os Arara revelaram uma outra face: a polidez das falas, a delicadeza dos gestos, a cortesia nos modos e generosidade nos atos são as maiores marcas do seu mundo aldeão
Sem títuloReunião dos últimos escritos de Clastres, interrompidos por sua morte prematura em 1977, num acidente de carro. Estes ensaios de antropologia política, escritos com extrema liberdade, reformulam a idéia de dominação nas sociedades ditas primitivas e fundamentam-se na teoria da servidão voluntária de La Boétie para realizar uma crítica incisiva da violência na sociedade ocidental. O autor define etnocídio, critica a antropologia marxista, antecipa a denúncia do massacre dos Yanomami na Amazônia e retoma a discussão sobre a origem do poder nas sociedades indígenas da América do Sul. Assim, sua etnologia eleva-se à esfera da filosofia política: o autor surpreende e encanta, evocando Conrad e Montesquieu, relatos de viagem, a mitologia americana, Freud, Hobbes e Rousseau, em doze ensaios de prosa refinada, erudita e coloquial. Seu pensamento avança para muito além do heroísmo, da utopia e da ingenuidade, carregando os signos de um momento muito peculiar da cultura cívica libertária (anti-stalinista e pós-marxista). Do mesmo autor, nesta editora, veja A Sociedade contra o Estado
Sem títuloApós o contato com a sociedade nacional, em 1971, os Asurini do Xingu - cuja denominação foi dada pelas frentes de atração - sofreram uma drástica baixa populacional. Contudo, o perigo eminente de sua extinção física sempre contrastou com uma extrema vitalidade cultural, manifesta na realização de extensos rituais, práticas de xamanismo e um elaborado sistema de arte gráfica
Sem títuloAnalisar o imaginário europeu na época das grandes navegações. Foi com esse objetivo em mente que Patrícia Seed analisou as cerimônias de posse da terra empreendidas pelos conquistadores espanhóis, portugueses, franceses e ingleses, de 1492 a 1640. O resultado é a reconstrução, por intermédio da antropologia e da crítica literária, das coordenadas gerais de um ideário que acabou por ser também incorporado ao Novo Mundo
Sem títuloO que a marcha do MST, peregrinações religiosas, o carnaval e trocas cerimoniais como o kula da Melanésia têm em comum? O conceito antropológico de ritual une essas e várias outras manifestações culturais. Esse volume analisa o desenvolvimento dessa idéia, derrubando preconceitos e mostrando como ela pode ser reapropriada inclusive para o exame de eventos do cotidiano
Sem títuloTrata-se do primeiro livro didático escrito com o objetivo de resgatar a presença dos índios em toda a história do Brasil, do descobrimento aos dias de hoje
Sem títuloEste livro fornece a possibilidade de realizar um estudo das dificuldades e conflitos estruturais que os Xavante são obrigados a enfrentar quando se confrontam com as normas morais de seu próprio sistema. Fundamentalmente o livro se volta para a sociedade Xavante com seus mitos, rituais, classes de idade e ordem doméstica, mas o ponto chave do trabalho é a discussão dos princípios estruturais que estão na base de todas essas esferas que constituem a vida social dos Xavante
Sem títuloEscrito especialmente para estudantes, professores e profissionais das ciências humanas, este livro desvenda as facetas da Antropologia - da evolução do Homo sapiens aos mistérios dos rituais e da religião. Com linguagem acessível, o autor analisa a importância da Antropologia para os dias de hoje e para o futuro, inclusive no cenário brasileiro. Mostra ainda que, mais que uma ciência da diversidade cultural, a Antropologia é uma forma de dar sentido ético ao homem.
Sem títuloTrata-se de uma apreciação minuciosa de toda a obra do antropólogo Eduardo Galvão, fornecendo um roteiro interessante de uma fase importante dos estudos etnológicos no país, pois Galvão teve uma contribuição tanto em termos de pesquisa etnográfica quanto em ambição teórica, entre as décadas de 1940 e 70
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