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O livro trata dos povos indígenas e quilombolas que vivem no interflúvio formado pelos rios Nhamundá, Trombetas e Erepecuru, ligados principalmente ao município de Oriximiná
A importância da obra etnográfica do Pe. Tastevin já foi enfatizada pelo etnólogo Herbert Baldus nos dois primeiros volumes da Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira. Índios do Solimões, da Amazônia Ocidental até o Acre, foram objeto do interesse incansável do missionário pelas culturas indígenas. Os antropólogos contemporâneos não podem falar dos povos indígenas dessa região sem deixar de se referir à obra do missionário. A riqueza etnográfica dos textos de Tastevin, ao espelhar muitas tradições que se dispersaram ao longo do século XX, tornou-se objeto de vivo interesse dos índios da Amazônia
Sin títuloO livro organizado por Bruna Franchetto e Michael Heckenberger vem suprir e atualizar uma importante lacuna na etnologia brasileira contemporânea: os povos do Alto Xingu, objetos de estudos realizados desde as expedições de Karl Von de Steinem, em 1884, até as etnografias acumuladas, particularmente, nas décadas de 1960 e 1970, logo após a criação, em 1961, do Parque Nacional do Xingu. Esses povos têm, entretanto, estado ausentes de uma discussão etnográfica e de políticas indigenistas atuais, principalmente, tendo em vista o importante processo de transformações que tem ocorrido no Parque durante a última década, com a retirada progressiva da Funai da prestação de serviços assistenciais às suas comunidades, que vêm se reorganizando para fazer face às novas formas de relação com a sociedade nacional que hoje se lhes apresentam
Sin títuloUma vasta bibliografia e uma análise minuciosa dos fatos históricos sustentam a obra, com o apoio, também, de pesquisas antropológicas
Sin títuloArtigo sobre a história do povo indígena Truká
Sin títuloArtigo sobre a relação de colonizadores com povos indígenas na região de Pernambuco no período colonial brasileiro
Sin títuloO livro reúne trabalhos acadêmico-científicos elaborados no âmbito do Grupo de Pesquisa Territórios Indígenas e Etno-envolvimento (GPTIE), à partir do acúmulo de aprendizagens na realização do Curso Técnico em Agroecologia Integrado ao Ensino Médio dos Povos Indígenas do Sudeste Paraense (CTAI)
Sin títuloLivro foi elaborado com base em trabalho de campo acadêmico desenvolvido nas aldeias matsés do Vale do Javari
Sin títuloLivro da história de luta e resistência do povo indígena Pataxó
Sin títuloA importância da obra etnográfica do Pe. Tastevin já foi enfatizada pelo etnólogo Herbert Baldus nos dois primeiros volumes da Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira. Índios do Solimões, da Amazônia Ocidental até o Acre, foram objeto do interesse incansável do missionário pelas culturas indígenas. Os antropólogos contemporâneos não podem falar dos povos indígenas dessa região sem deixar de se referir à obra do missionário. A riqueza etnográfica dos textos de Tastevin, ao espelhar muitas tradições que se dispersaram ao longo do século XX, tornou-se objeto de vivo interesse dos índios da Amazônia
Sin título"Nossa visão das sociedades indígenas há muito é distorcida por equívocos e preconceitos que surgem quando tentamos aplicar a outras civilizações os critérios de nossa própria cultura. (.) Para compreender melhor os povos indígenas, temos de examinar sua realidade a partir de sua perspectiva”. Desta prerrogativa parte História e cultura dos povos indígenas no Brasil, que trata das particularidades dos indígenas brasileiros, sua trajetória desde a conquista portuguesa, o impacto por ela causado e as lutas que eles empreendem hoje no país
O artigo propõe uma análise crítica da Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008, que incluiu no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Indígena
Sin títuloHistória sobre o povo indígena Xukuru do Ororubá
Sin títuloImportante coletânea de artigos do autor, este livro enfoca vários temas relacionados ao indigenismo e à antropologia indígena, colocando em primeiro plano a problemática relação entre antropologia e história. De especial interesse: o ensaio sobre a criação da primeira reserva indígena no alto Solimões, no qual o autor confronta a interpretação fundamentada na documentação histórica com a interpretação baseada em narrativas indígenas; o estudo sobre a relação entre os Ticuna e o etnólogo/indigenista C. Nimuendaju, buscando elucidar como o lugar dos brancos é pensado pelos índios em suas versões sobre o passado; o artigo sobre os "Índios Misturados", expondo de maneira controvertida a relação entre história e antropologia nos atuais estudos sobre índios no Brasil; e o ensaio sobre os índios nos censos demográficos e suas implicações
Sin títuloO autor alia uma extensa pesquisa documental a sua longa experiência como etnógrafo e indigenista para produzir um detalhadíssimo relato das relações entre os Tenetehara do Maranhão e os brancos, desde o contato inicial com os franceses no início do século XVII aos dias de hoje. Conforme alerta o próprio autor, o livro está escrito em vários registros distintos, passando pela teoria antropológica ("ontosistêmica"), pela história do contato, pela "economia igualitarista", pela demografia e pela filosofia. A parte sobre a história é organizada pela seqüência das principais instituições da política indigenista, com uma concentração maior no período do SPI. No mais, destacam-se a abordagem da rebelião de Alto Alegre (1901) e o capítulo sobre a demografia histórica. Presente de maneira indireta ao longo do livro, a voz dos índios aparece de maneira explícita num capítulo curto com a transcrição de alguns depoimentos
Sin títuloPreparada originalmente para uma coleção do quinto centenário (Biblioteca Ayacucho), esta seleção de textos abrange relatos de viajantes, correspondência de missionários, legislação e informes administrativos, com uma certa ênfase na temática indígena. Os extratos documentais são intercalados com comentários explicativos dos organizadores
Sin títuloProduto de um levantamento etno-histórico feito pelo autor em meados dos anos 80 para o CIMI com o intuito de iniciar o processo de identificação de uma área indígena Ofaié Xavante, o livro costura textos do autor, depoimentos de lideranças indígenas, entrevistas e documentos históricos referentes aos Ofaié, grupo hoje radicado no município de Brasilândia MS. Apesar do caráter descontínuo do livro, o volume traz uma grande quantidade de informações históricas sobre os Ofaíé, oferecendo um amplo painel da luta desse povo contra as agressões de sertanistas e fazendeiros, contra a doença e a miséria, contra o descaso das autoridades republicanas. A Parte V reproduz uma série importante de documentos produzidos durante a gestão do SPI
Sin títuloA publicação conta a expulsão dos franceses do Maranhão sob a ótica dos índios Tupinambá
Sin títuloEste trabalho é uma tentativa de expor a um público mais amplo a trágica história do primitivo habitante do Brasil e de sua marginalização progressiva, histórica, geográfica e cultural. Fala sobre a dívida que o povo brasileiro tem para com os povos que aqui viveram, sendo um convite para meditar sobre a questão indígena
Sin títuloEm 1991, a Procuradoria da República na Paraíba, após instauração de Inquérito Civil, constatou, entre outras violações aos direitos dos índios Potiguara, a violação ao direito de informação. Já desde o início do Século XVI, inúmeros documentos fazem referência aos Potiguara. Até hoje, no entanto, eles desconhecem a sua própria História. Os documentos de séculos passados encon-tram-se em diversos arquivos existentes no Brasil e no exterior. Aos documentos oficiais do Século XX, nunca tiveram acesso. Seus líderes nunca receberam uma cópia do “Relatório Baumann”, documento inédito que pode ser reputado essencial a qualquer tentativa de defesa judicial dos índios, des-de que revela sua ocupação tradicional sobre as terras que habitam. Mais grave ainda, não tiveram sequer acesso às informações constantes do processo de demarcação de suas terras,em 1983, não obstante um parecer governamental apontar para a necessidade de desenvolver um “trabalho de conscientização junto à comunidade indígena”. Diante disto, para assegurar aos Potiguara o direito à informação e para instrumentalizá-los na defesa dos seus direitos, a Procuradoria da Repúblicana Paraíba, com a colaboração da Secretaria da Educação e Cultura do Estado da Paraíba, publica este livro com ensaios, relatórios e documentos de interesse para a História Potiguara
Sin títuloAo reunir textos traduzidos por Mauro Almeida e Nicolás Niymi Campanário há mais de uma década no interior de um projeto internacional sobre o Alto Juruá, este livro traz aportes importantes de missionários espiritanos para documentar um período crítico na história da região. O primeiro texto é o interessante relato inédito do padre Jean-Baptiste Parrisier, pertencente ao Arquivo Espiritano de Chevilly-la-Rue, França, dando conta de seis meses de uma viagem apostólica no interior do “país da borracha”. Os restantes oito textos são artigos publicados pelo padre Constant Tastevin em francês em revistas de acesso nem sempre fácil, incluindo Les Missions Catholiques, Annales Apostoliques, La Géographie e Le Lys de St. Joseph. A breve introdução de Manuela Carneiro da Cunha contextualiza a missão espiritana no Amazonas. Os mapas publicados em La Géographie (juntos com um mapa inédito do Arquivo Espiritano) e uma bibliografia completa das publicações do padre Tastevin sobre a Amazônia figuram em anexo
Sin títuloEste estudo tem por objetivo analisar, no período de 1942 a 1968, a ocupação das terras pertencentes aos Nambiquara, da Chapada dos Parecis, a partir da chegada dos seringueiros, movimento que fez parte do processo de expansão da fronteira oeste de Mato Grosso, sob a perspectiva Nambiquara
Sin títuloEste livro baseia-se na carta de Pero Vaz de Caminha, para o rei de Portugal, falando das novas terras, dos índios e seus costumes. Mostra como ocorreu o chamado "descobrimento", na realidade uma invasão, e o impacto na vida dos indígenas da época, ao longo dos séculos e 500 anos depois
Sin títuloPublicação sobre a história da ocupação indígena na região de Roraima
Sin títuloO objetivo principal da obra é analisar o contato entre os índios Munduruku, estabelecidos na região compreendida entre os rios Madeira e Tapajós, na Amazônia, e a sociedade brasileira
Sin títuloAo reunir textos traduzidos por Mauro Almeida e Nicolás Niymi Campanário há mais de uma década no interior de um projeto internacional sobre o Alto Juruá, este livro traz aportes importantes de missionários espiritanos para documentar um período crítico na história da região. O primeiro texto é o interessante relato inédito do padre Jean-Baptiste Parrisier, pertencente ao Arquivo Espiritano de Chevilly-la-Rue, França, dando conta de seis meses de uma viagem apostólica no interior do “país da borracha”. Os restantes oito textos são artigos publicados pelo padre Constant Tastevin em francês em revistas de acesso nem sempre fácil, incluindo Les Missions Catholiques, Annales Apostoliques, La Géographie e Le Lys de St. Joseph. A breve introdução de Manuela Carneiro da Cunha contextualiza a missão espiritana no Amazonas. Os mapas publicados em La Géographie (juntos com um mapa inédito do Arquivo Espiritano) e uma bibliografia completa das publicações do padre Tastevin sobre a Amazônia figuram em anexo
Sin títuloO livro é uma coletânea de artigos para repensar, sob uma outra forma, os indígenas do Brasil
Sin títuloLivro sobre pesquisas com os povos indígenas do Noroeste Amazônico
Sin títuloLivro sobre a história dos povos indígenas durante a Ditadura Militar brasileira
Sin títuloEste livro abrange o período 1760-1910, incluindo a "Direcção" pós-jesuíta, a rebelião Cabanagem grande, e o boom da borracha na Amazônia
Sin títuloReúne vários artigos do autor publicados em revistas e coletâneas, com especial enfoque sobre os povos do alto e médio Amazonas nos séculos XVI e XVII. Trabalha de maneira inovadora com problemas de demografia, organização política, atividades comerciais e messianismo. Há também uma discussão importante das fontes para a história indígena na Amazônia
Sin títuloNum duplo exercício de crítica documental e de estudo toponímico, o autor busca identificar as populações indígenas em termos sociolingüisticos, objeto de longas polêmicas na história de São Paulo
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