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              171 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Pintura corporal, rituais e mitologia Kanoé
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / P659 / 2014 · Item · 2014
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              Trabalho de resgate e documentação do Povo Kanoê, sendo conhecido o grupo minoritário como "Kanoé isolados do Omeré"

              Terra grávida
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / M663t / 1999 · Item · 1999
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              Sem título
              Karl von den Steinen: um século de antropologia no Xingu.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / K18 / 1993 · Item · 1993
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              Excelente coletânea com 18 estudos originais sobre diversos aspectos das expedições para o alto Xingu, comandadas por von den Steinen em 1884 e 1887. Um belo trabalho editorial, o livro é amplamente ilustrado com imagens atuais e da época das expedições, trazendo ainda uma reprodução em tamanho original do mapa da expedição de 1887, publicada em Berlim em 1893

              Sem título
              Antologia de lendas do índio brasileiro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / S586a / 1969 · Item · 1969
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              Em Lendas do índio brasileiro Alberto da Costa e Silva, reuniu algumas das mais belas e significativas narrativas dos nossos índios. Histórias puras e incomparáveis, que inspiraram escritores como Mário de Andrade e Rual Bopp, e continuam a nos inspirar com sua riqueza e magia

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2/.4Guarani / C614f / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico

              Nessa antologia o autor reuniu os mitos - histórias dos deuses, do mundo e dos homens. Destaca-se a linguagem de um desejo supra-humanidade, desejo de uma linguagem próxima daquela dos deuses - os sábios guaranis souberam inventar o esplendor solar das palavras dignas de serem dirigidas somente aos divinos

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)DESANA / R349a / 1971 · Item · 1971
              Parte de Bibliográfico

              Este livro, escrito por um dos melhores etnólogos modernos, é uma obrigação para os especialistas, assim como leitores em geral interessados ​​em obter uma visão profunda da cosmologia de índios da Amazônia. It provides the reader with a model for symbolic interpretation of rituals, myths, deities, astronomical cycles and everyday life aspects of the Desana, an ethnic indigenous group that lives near the Colombian Vaupés River. Ele oferece ao leitor um modelo de interpretação simbólica de rituais, mitos, deuses, ciclos astronômicos e aspectos da vida cotidiana do Desana, um grupo étnico indígena que vive perto do rio Vaupés colombiano. The author uses a linguistic approach to analyze the detailed interviews with his informants, who are acculturated shamans, whom describe to minimum detail the symbolic meaning of their spiritual and material culture. O autor usa uma abordagem lingüística para analisar as entrevistas detalhadas com seus informantes, que são aculturados xamãs, que descrevem a mínimos detalhes o significado simbólico de sua cultura material e espiritual. The index is very useful for research of particular themes. O índice é muito útil para a pesquisa de temas específicos

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              Diário do Xingu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / R484d / 1979 · Item · 1979
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              Sem título
              Mythen der Makuna
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81)Makuna / T871m / 1977 · Item · 1977
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              Mitos e lendas dos índios Taulipáng e Arekuná
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81)Taulipang / K76m / 1953 · Item · 1953
              Parte de Bibliográfico

              As observações e relatos de viagem do etnologista e explorador alemão, que passou diversas vezes pelo Brasil a partir de 1896, é uma importante fonte para estudo dos mitos e lendas da Amazônia. Neste livro, ele transcreve o mito de Makunaíma, que inspirou o clássico modernista de Mário de Andrade

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / D131 / 2003 · Item · 2003
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              Trata-se de livro da coleção Narradores Indígenas, publicada pela Foirn, que reúne narrativas míticas e histórias do povo Tukano, especificamente do grupo Hausirõ Porã, que habita o Médio Rio Tiquié, onde se localiza o povoado atual de São José I. Essas narrativas são transmitidas oralmente de geração para geração. Os narradores são Ñahuri (Miguel Azevedo) e seu filho Kumarõ (Antenor Nascimento Azevedo). Várias histórias foram manuscritas e outras gravadas em fitas cassete. O antropólogo Aloísio Cabalzar do ISA foi convidado a colaborar na edição e revisão do livro. Os autores também revisaram e produziram nova versão, que foi lida por Dominique Bouchillet e Flora Cabalzar. Ambas sugeriram melhorias incorporadas ao texto, que foi finalmente lido e revisado pelos autores.

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2Tupari / M663t / 1993 · Item · 1993
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              Esse é o grande mérito do belíssimo trabalho que a antropóloga Betty Mindlin vem desenvolvendo entre os Suruí de Rondônia, Os Tupari deste livro e quiça junto a muitos outros grupos antes que se perca por completo a memória multissecular de histórias como estas: apanhar o mito vivo, na sua grandeza simples sem a solenidade do monumento mais impregnado de um pathos que só quando narrado possui."

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              Hetohoky: um rito karajá.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Karajá / L732h / 1994 · Item · 1994
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              Habitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros

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              As divinas palavras: identidade ética dos Guarani-Mbyá.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani Mbiá / L775d / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico

              O livro oferece importante contribuição para o entendimento do universo dos Guarani-Mbyá, índios que começaram a adquirir maior visibilidade pelas lutas que travam para assegurar pequenas áreas de terra que lhes permitam manter, pelo menos, parte do seu modo de vida. O autor mostra com maestria a dignidade desses índios, destacando sua visão de mundo, sua cosmologia e suas representações étnicas

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              Deuses e vampiros: de volta a Chipaya.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(84=1-82) / W114d / 1996 · Item · 1996
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              Este relato antropológico apresenta as impressões de Nathan Wachtel como pesquisador ao retornar a uma aldeia de índios urus, no altiplano boliviano, após vários anos de afastamento. É um momento de grave crise na aldeia, decorrente das mudanças radicais introduzidas em suas instituições e costumes, entre elas, a adesão de parcela significativa dos habitantes ao catolicismo e às religiões evangélicas e pentecostais. A ruptura dos laços tradicionais, criados e mantidos pela estrutura coletiva dual da religião pagã, interrompe práticas seculares e desestrutura o coletivo. Wachtel mostra como nesse contexto de desestruturação renascem personagens de um universo imaginário arcaico e fantástico, identificados com vampiros, aqueles que sugam o sangue com propósitos diabólicos e misteriosos

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.024 / V131h / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Ao longo do século XVI os colonizadores europeus se horrorizaram com um fenômeno religioso entre os tupis, a que chamaram santidade. Nela, em meio a danças, transes, cânticos e À fumaça inebriante do tabaco, os índios renovavam a peregrinação À Terra sem Mal - lugar mítico da felicidade eterna que buscavam no mundo terreno. Vasculhando documentação inquisitorial inédita sobre o culto indígena na fazenda de Jaguaripe (Bahia), Ronaldo Vainfas descobre na santidade uma idolatria insurgente, culturalmente híbrida, que ao mesmo tempo negava e incorporava valores da dominação colonial. Por meio de um texto apaixonado e instigante, o autor lança luz sobre uma nova e reveladora faceta da conquista da América portuguesa

              Sem título
              Terra sem mal
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-391/397(81=1-82) / C614t / 1978 · Item · 1978
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              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / M663v / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico

              Para Mindlin, a vida dos Suruí Paiter mudou consideravelmente desde sua chegada à aldeia, há quase 30 anos, levada por Apoena Meirelles. "Hoje, são cidadãos brasileiros, inseridos no mercado, nas escolas, na cidade, votam, são candidatos, usam computadores e Internet, organizam-se em associações, têm muitos interesses, enfim, além dos que prevaleciam em 1980". A antropóloga acredita que apesar das mudanças, os mitos, contados por líderes mais velhos e pajés, ainda estão bem vivos para os Suruí, mas seria preciso fazer uma pesquisa para saber quem tem conhecimento da tradição

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              A mulher que virou tatu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / C173 / 2016 · Item · 2016
              Parte de Bibliográfico

              O livro conta a história de dois alimentos que os Kaxinawá cultivam em seus roçados: o milho e a batata doce

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              Do mel às cinzas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / L664mc / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Do Mel às Cinzas, de Claude Lévi-Strauss, é o segundo volume da série Mitológicas, originalmente iniciada em 1964, que está sendo traduzida para o português pela editora – o primeiro volume foi O Cru e o Cozido. Como o próprio nome já diz, a série discorre sobre os mitos do “pensamento; selvagem”. Lévi-Strauss aqui opta por analisar os mitos dos indígenas da América levando em conta as características intrínsecas à cultura deles, não querendo transpô-las ao pensamento antropológico já determinado. Nesse volume ele caminha da cultura dos povos em direção à natureza, contrastando dois elementos: o mel e o tabaco

              Sem título
              Tuxá: índios do Nordeste.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)TUXA / S586t / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              Essencialmente uma etnografia deste grupo indígena, o livro contém uma parte muito interessante sobre a história do grupo, traçando suas origens aos tempos das missões quando foram aldeados em Rodelas

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              O casamento entre o céu e a terra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / B661c / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Este é um livro dividido em duas partes, sendo que a primeira apresenta 30 contos indígenas de tribos brasileiras e, a segunda parte apresenta textos que evidenciam a contribuição dos indígenas ao Brasil e à globalização

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              Textos Culina
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81)Culina / A216t / 1962 · Item · 1962
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              Lendas Kayapó
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81)KAYAPÓ / S995L / 1982 · Item · 1982
              Parte de Bibliográfico
              Os Cariris do Nordeste
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kariri / S618c / 1978 · Item · 1978
              Parte de Bibliográfico

              Partindo da convicção de que o indígena constituiria ainda a base étnica da população de estados do Nordeste, o interesse musicológico de Baptista Siqueira dirigiu-se à demonstração da importância da contribuição indígena à cultura musical de sua região através de um prisma teórico-musical. Essa tendência de natureza sistemática na investigação de questões históricas concernentes ao folclore musical, compreendida como expressão de método propriamente científico

              Sem título
              Nós Paiter os Suruí de Rondônia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Surui / M663n / 1985 · Item · 1985
              Parte de Bibliográfico

              Desde o contato oficial, em 1969, a aproximação com os não índios trouxe profundas mudanças sociais entre os Paiter. Estas, entretanto, não anularam sua índole guerrreira, que motivou a luta desse povo pelo reconhecimento e a integridade de seu território. Este, ao longo da história, foi terrivelmente ameaçado pela violência do Polonoroeste, a corrupção e omissão de órgãos governamentais, a invasão de moradores indevidos e a incidência de madeireiras e mineradoras. Lutando como podem contra essas adversidades, os Paiter procuram manter a vitalidade de suas tradições culturais, em que a sociedade é compreendida a partir de uma divisão em metades, de modo que os segmentos sociais, as atividades produtivas e a vida ritual constituem expressões do dualismo entre a aldeia e a mata, a roça e a caça, o trabalho e a festa - sendo as festas de troca de oferendas e os mutirões a elas associados os momentos culminantes do intercâmbio e da alternância entre essas metades

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              Xingu: os contos do TamoIn:
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / V726c / 1984 · Item · 1984
              Parte de Bibliográfico

              Diálogos verdadeiros do índio e o branco. Os velhos ensinam os jovens a viver o dia-a-dia na aldeia e os costumes da tribo

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              Moqueca de maridos: mitos eróticos.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / M663m / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              As histórias de 'Moqueca de maridos' são mágicas. Os mitos são contados por narradores tradicionais nas várias línguas indígenas, e traduzidos por outros tantos narradores índios, retratando um universo rico e desconhecido de povos milenares. O repertório de histórias provém de seis povos indígenas de Rondônia, que falam línguas diversas e têm tradições distintas

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              MUSEU de arte e origens: mapa das culturas vivas Guaranis.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani / M986 / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A vida dos índios Guarani, seus mitos, costumes e visão de mundo estão reunidos em “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis”, traz textos de cientistas e de indígenas que atuam como educadores nas quatro aldeias da etnia na região da Costa Verde, interior do Rio de Janeiro; Segundo Dinah Guimaraens, o livro é resultado de uma pesquisa nas áreas de Antropologia Cultural e História da Arte realizada pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e pelo Solar Grandjean de Montigny, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis” reúne textos de pesquisadores como Lucieni Simão, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e de Werá Dkekupé, Tobi Itaúna e Doethyró Tukano, que fazem parte de um grupo de oito indígenas que desde 1999 recebem bolsas da FAPERJ para atuarem como educadores bilingüe (Português/Guarani) e de cultura indígena para as crianças nas aldeias Guarani; “No passado, os antropólogos interpretavam a cultura indígena. Agora, os próprios integrantes é que falam pela etnia”, explica Dinah Guimarães. Segundo ela, o conceito de culturas vivas, presente no livro e no projeto do Museu de Arte e Origens, foi criado pelo pesquisador Mário Pedrosa, um crítico de arte socialista, que morreu no início da década de 1980; A língua Guarani, tornou-se um elemento de referência para outras etnias indígenas, que foram perdendo suas características ao longo do tempo. De acordo com a pesquisadora, o Brasil tem hoje cerca de 350 mil índios. Destes, 50 mil pertencem a diferentes aldeias Guarani, a maioria delas localizada nos estados do Sul e em Mato Grosso. O Rio de Janeiro reúne cerca de 600 guaranis, que vivem em quatro aldeias: Bracuí, próximo a Angra dos Reis; Paraty Mirim e Terra Indígena Rio Pequeno, nas imediações de Parati; e Araponga, próximo a Patrimônio; O Museu Nacional de Belas Artes abriga, em uma de suas galerias, o acervo do Museu de Arte e Origens com peças representativas das culturas indígena, africana e popular, além de imagens do inconsciente, arte moderna e contemporânea. Existe um projeto para a construção de uma sede própria para o Museu de Arte e Origens, em Parati

              Sem título
              Lendas do índio brasileiro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / S586a / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Livro contendo variados tipo de lendas e contos dos índios brasileiros

              Sem título
              Lendas Mundurukús
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81)Munduruku / S995l 3vol / 1980 · Item · 1980
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Nez percé texts
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.95 / C726 v.25 / 1934 · Item · 1934
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:32 / C614rp / 1982 · Item · 1982
              Parte de Bibliográfico

              Reunião dos últimos escritos de Clastres, interrompidos por sua morte prematura em 1977, num acidente de carro. Estes ensaios de antropologia política, escritos com extrema liberdade, reformulam a idéia de dominação nas sociedades ditas primitivas e fundamentam-se na teoria da servidão voluntária de La Boétie para realizar uma crítica incisiva da violência na sociedade ocidental. O autor define etnocídio, critica a antropologia marxista, antecipa a denúncia do massacre dos Yanomami na Amazônia e retoma a discussão sobre a origem do poder nas sociedades indígenas da América do Sul. Assim, sua etnologia eleva-se à esfera da filosofia política: o autor surpreende e encanta, evocando Conrad e Montesquieu, relatos de viagem, a mitologia americana, Freud, Hobbes e Rousseau, em doze ensaios de prosa refinada, erudita e coloquial. Seu pensamento avança para muito além do heroísmo, da utopia e da ingenuidade, carregando os signos de um momento muito peculiar da cultura cívica libertária (anti-stalinista e pós-marxista). Do mesmo autor, nesta editora, veja A Sociedade contra o Estado

              Sem título
              "O nosso governo": os Ticuna e o regime tutelar.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tukuna / O48n / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico

              Os índios Ticuna, do Alto Solimões, Amazonas, formam o mais numeroso grupo indígena do país, com cerca de 18.000 membros. Neste livro, o autor examina a mudança social e o processo de dominação vividos pelos Ticunas, vistos também a partir da ótica dos próprios índios. Analisa, assim, como um grupo étnico com elementos vivos e atuantes de sua própria organização social e de sua cosmologia, se adapta, resiste e reinterpreta a ação do Estado. Trata-se de uma análise convencional na linha estruturalista enfocando uma tribo isolada e em condições de suposto equilíbrio, mas sim de um estudo sobre as relações entre um grupo indígena e o Estado brasileiro, representado pelo órgão oficial de assistência ( o SPI e depois a FUNAI ) que ilumina de maneira exemplar a questão indígena na Amazônia atual

              Sem título
              Geografia dos mitos brasileiros
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / C336g / 1976 · Item · 1976
              Parte de Bibliográfico

              Lobisomem, Saci-Pererê, Mula sem Cabeça e muitos outros seres fantásticos, que povoam a imaginação do brasileiro, são os grandes personagens da Geografia dos Mitos Brasileiros, de Luís da Câmara Cascudo. Para muita gente, perdida pelos grotões e roças do país, eles são criaturas tão vivas quanto o vizinho ou o leitor. Não é para menos. Alguns costumam se intrometer na vida humana, como perturbadores ou entidades benéficas, exigindo doações (o fumo de rolo que o caboclo deixa na encruzilhada para o Saci) ou atendendo pedidos, como o Negrinho do Pastoreio. Ou até engravidando moças, função exercida com muita competência pelo boto

              Sem título
              Xingu: os indios, seus mitos.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(817) / V726x 2ed / 1972 · Item · 1972
              Parte de Bibliográfico

              Das anotações, histórias e mitos, a maneira peculiar de explicar a natureza, e de fundamentar os traços espirituais, morais e materiais da cultura indígena

              Sem título
              Xingu: os indios, seus mitos.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(817) / V726x 3ed / 1974 · Item · 1974
              Parte de Bibliográfico

              Das anotações, histórias e mitos, a maneira peculiar de explicar a natureza, e de fundamentar os traços espirituais, morais e materiais da cultura indígena

              Sem título
              Shenipabu Miyui: história dos antigos.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-374.74(81=1-82)KAXINAWA / S546m / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Shenibapu Miyui (História dos Antigos) resulta de um estudo minucioso realizado por um grupo de jovens professores kaxinawá sobre parte da memória oral de seu povo, autodenominado Huni Kui, Gente Verdadeira, destinado à construção do recente currículo bilíngue das suas escolas indígenas. Foi gravado, transcrito e escrito por eles mesmos, ao longo de sete anos, em Hãtxa Kui, sua Língua Verdadeira, e em sua segunda língua, o português, após pesquisa de campo em Terras Kaxinawá da Amazônia brasileira e peruana, junto aos parentes mais velhos, mestres da tradição.

              Sem título