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              153 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(813=1-82) / V599v / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              Os textos que compõem esta coletânea resultam de pesquisas antropológicas desenvolvidas nos anos 1990 sobre o fenômeno do ressurgimento de indentidades étnicas (indígenas) e de tradições culturais distintivas em uma das mais antigas regiões de colonização do país, o Nordeste brasileiro. A intenção é de que a divulgação em livro de um conjunto desses textos propicie bons exemplos de pesquisa antropológica realizada com populações etnicamente diferenciadas (indígenas), que não têm sido objeto de maior interesse pela etnologia, e de que tais textos possam ser inclusive utilizados como leituras complementares no aprendizado da antropologia em cursos de graduação e pós-graduação

              OLIVEIRA, João Pacheco de
              Amazônia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / A489 / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico
              LENA, Philippe
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / L732a / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A identificação é a etapa administrativa inicial das intervenções; governamentais que difinem porções do território brasileiro como terras indígenas, sendo tais procedimentos administrativos aspectos do processo de territorialização contemporâneo dos povos indígenas em nosso país

              LIMA, Antonio Carlos de Souza (org)
              Apontamentos sobre o direito indigenista
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-340.15 / S237a / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A presente obra analisa o tratamento legal das questões afetas aos indígenas e suas comunidades. Cuida da evolução da legislação nacional sobre os índios, com a análise das normas relacionadas aos índios editadas desdes o descobrimento do Brasil até a Constituição de 1988

              SANTOS FILHO, Roberto Lemos dos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74 / C733a / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico

              O Atlas apresenta parte de uma nova história da ocupação do espaço geográfico amazônicos pelas sociedades indígenas brasileiras. Sempre representados como parte do passado pelos autores de livros didáticos nacionais, os índios doAcre são aqui os narradores de sua própria história num tempo e espaço renovadamente presentes. Todos os textos e desenhos que compõem o material foram criados por professores em atividades didáticas nos cursos de formação na área de estudo da geografia indígena, integrante de seu currículo de magistério.

              Comissão Pró-Índio do Acre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.95(81):502 / O48p / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              Durante a maior parte do século XX, o indigenismo estatal brasileiro foi pautado por uma política de "atração" dos povos indígenas, com o intuito de assimilá-los à comunhão nacional. Nos anos 1950, chegou-se a prever a dizimação física e cultural como destino certo dos povos indígenas no Brasil. A perspectiva era que, lentamente, os povos indígenas e seus "remanescentes" fossem transformados em "trabalhadores" e "cidadãos nacionais", de tal modo que estes povos deixariam de existir até o ano 2000

              OLIVEIRA, Alessandro Roberto de
              Entrosando: questões indígenas em Tefé.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811) / F262e / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Os quatro ou cinco séculos de presença dos brancos nesta área são marcados por sucessivas disputas de fronteiras. Em conformidade com o Tratado de Tordesilhas, ela cabia inteiramente à Espanha, mas em 1639 a expedição de Pedro Teixeira tentava empurrar a fronteira para oeste, erigindo, segundo alguns, o marco portuguguês na foz do Aguarico, afluente do Napo. Jesuítas espanhóis desciam o Solimões criando missões, enquanto colonos portugueses em direção contrária destruíam aldeias indígenas e escravizavam seus habitantes. Mesmo após os Tratados de Madrid (1750) e de Santo Ildefonso (1777), que reformularam as fronteiras entre o domínio espanhol e o português para algo muito próximo aos atuais limites do Brasil, tropas espanholas ainda tentavam sustentar posição em Ega (hoje Tefé, AM), de 1781 a 1791, à espera de que os portugueses abandonassem Tabatinga, o que não conseguiram. Um século depois, a intensificação da extração da borracha tornou premente a definição das fronteiras entre Peru e Colômbia, entre Peru e Equador e de um deles, aquele que viesse a tocar a linha geodésica entre a foz do Apapóris e a do Javari, com o Brasil. A primeira foi resolvida em 1922, pelo tratado que criou o trapézio colombiano de Letícia, e confirmada após o conflito de 1932. Coube pois à Colômbia confirmar seus limites com o Brasil, o que foi feito em 1928. O Protocolo do Rio de Janeiro de 1942 pôs fim ao conflito armado entre Equador e Peru, sem resolver de modo completo suas fronteiras. Jean-Pierre Chaumeil (1992) faz interessantes considerações sobre a imagem que deixaram dessa fronteira os cronistas que por ela transitaram no período anterior ao clímax da produção de borracha, sobretudo pela comparação da povoação peruana de Loreto com a brasileira de Tabatinga

              FAULHABER, Priscila
              Esta terra tinha dono
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / P944e / 1989 · Item · 1989
              Parte de Bibliográfico

              Trata-se do primeiro livro didático escrito com o objetivo de resgatar a presença dos índios em toda a história do Brasil, do descobrimento aos dias de hoje

              PREZIA, Benedito
              Hidrelétricas e populações locais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / H632p / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Trata-se de uma obra de grande atualidade e relevante interesse social, especialmente por refletir sobre os impactos causados com a implantação de grandes projetos hidrelétricos nas populações e localidades cujas condições e histórias de vida são radicalmente modificadas

              REIS, Maria José
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-333(81=1-82) / I39t / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Os textos contidos nesta coletânea dão conta de um longo processo de investigação, realização por João Pacheco de Oliveira e pela equipe de pesquisa constituída no Departamento de Antropologia do Museu Nacional ( UFRJ ) de 1985 a 1993, através do qual a dimensão fundiária do problema indígena foi desvendada. As instâncias de poder, o cotidiano da ação administrativa e as estruturas de conhecimento que suportam a prática indigenista em processo de territorialização são submetidas nesses textos à análise antropológica acurada, permitindo não apenas o avanço do conhecimento, mas também a crítica social cientificamente fundada e novos elementos para uma ação técnica consistente

              OLIVEIRA, João Pacheco de
              Índio esse nosso desconhecido
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / F363i / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico

              Em linguagem acessível, a autora procura combater várias idéias equivocadas a respeito dos índios, ao mesmo tempo que fornece informações precisas acerca da organização de sociedades indígenas

              FERNANDES, Joana
              Índios no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / I39b / 1994 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico
              CHAUI, Marilena de Souza
              Iranxe: luta pelo território expropriado.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Irantxé / P693i / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico

              Analisa a trajetória e a luta do povo indígena Iranxe, que, pressionado pela expansão da fronteira agrícola e ameaçado por inimigos tribais, abandonou as matas férteis de seus ancestrais. A partir de um processo de reconstrução étnica, esse grupo passou a reivindicar a reintegração de posse do seu território tradicional, elemento chave de sua produção simbólica e, conseqüentemente, de sua sobrevivência física e cultural. Segundo os autores, este trabalho apresenta elementos históricos (entrevistas, fotos, mapas) com vistas a compor um instrumento legal para auxiliar os Iranxe no processo de recuperação de seu espaço de origem

              PIVETTA, Darci Luiz
              Karl von den Steinen
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / K18 / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico
              COELHO, Vera Penteado
              Metade cara, metade máscara
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / P863m / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              A obra de Eliane Potiguara, "METADE CARA , METADE MÁSCARA" conta sobre o amor de um casal indígena que se separou na época da colonização brasileira, causando as maiores violências e destruições étnicas.Ao viajarem pelos cinco séculos em busca de um e outro, eles conhecem todas as Américas e suas histórias. O romance poético fala de amor, relações humanas, paz, identidade, história de vida, mulher, ancestralidade e família. O livro descreve os valores contidos pelo poder dominante e, quando resgatados, submergem o self selvagem, a força espiritual, a intuição, o Criador, o ancestral, o velho, a velha, o mais profundo sentimento de reencontro de cada um consigo mesmo, reacendendo e fortalecendo o eu de cada um, contra uma auto-estima imposta pelo consumismo, imediatismo e exclusões social e racial ao longo dos séculos. Discorre, também, sobre a luta do movimento indígena, inclusive internacional e sobre sua imigração por violência à sua cultura e suas conseqüências; fala sobre o papel fundamental da mulher indígena no contexto cultural e a sua real contribuição na sociedade brasileira. Conta as dores dessas mulheres e seus desejos mais íntimos.Nas histórias mágicas e míticas de Eliane Potiguara, o destino dos Povos Indígenas é traçado com consciência e auto-determinação, onde a ética, a força interior, a espiritualidade e valor cultural e cosmológico sobrepõem aos vícios do neocolonizador na construção do novo homem e da nova mulher, mostrando que os princípios indígenas podem contribuir para o futuro do Brasil

              POTIGUARA, Eliane
              Metade cara, metade máscara
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / P863m / 2018 · Item · 2018
              Parte de Bibliográfico

              A obra de Eliane Potiguara, "METADE CARA , METADE MÁSCARA" conta sobre o amor de um casal indígena que se separou na época da colonização brasileira, causando as maiores violências e destruições étnicas.Ao viajarem pelos cinco séculos em busca de um e outro, eles conhecem todas as Américas e suas histórias. O romance poético fala de amor, relações humanas, paz, identidade, história de vida, mulher, ancestralidade e família. O livro descreve os valores contidos pelo poder dominante e, quando resgatados, submergem o self selvagem, a força espiritual, a intuição, o Criador, o ancestral, o velho, a velha, o mais profundo sentimento de reencontro de cada um consigo mesmo, reacendendo e fortalecendo o eu de cada um, contra uma auto-estima imposta pelo consumismo, imediatismo e exclusões social e racial ao longo dos séculos. Discorre, também, sobre a luta do movimento indígena, inclusive internacional e sobre sua imigração por violência à sua cultura e suas conseqüências; fala sobre o papel fundamental da mulher indígena no contexto cultural e a sua real contribuição na sociedade brasileira. Conta as dores dessas mulheres e seus desejos mais íntimos.Nas histórias mágicas e míticas de Eliane Potiguara, o destino dos Povos Indígenas é traçado com consciência e auto-determinação, onde a ética, a força interior, a espiritualidade e valor cultural e cosmológico sobrepõem aos vícios do neocolonizador na construção do novo homem e da nova mulher, mostrando que os princípios indígenas podem contribuir para o futuro do Brasil

              POTIGUARA, Eliane
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-622(=1-82) / V726m / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              À procura de um marco legal, essa é uma desculpa dos governos para não começar a discussão. O Estado é peça fundamental porque tem meios e conhecimento sobre a mineração sustentável, com uso de tecnologias limpas para serem usadas nas reservas indígenas, destacou. Para ela, um dos entraves na discussão da mineração em terras indígenas no Brasil ainda é o instituto da tutela indígena. Como para formar uma cooperativa ou empresa para explorar minérios é necessário ser cidadão e possuir RG e CPF, fica o estado adiando essa necessidade de integração do indígena, do reconhecimento com cidadão, com direitos e deveres

              VILLAS-BÔAS, Hariessa Cristina
              O renascer dos povos indígenas para o direito
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-340.5(81) / S729r / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              A partir de um enfoque jurídico, o autor mostra a contradição histórica entre políticas de proteção e de assimilação. O livro sublinha a importância do período introduzido pela Constituição de 1988, abrindo espaço para a expressão e reconhecimento dos direitos coletivos

              SOUZA FILHO, Carlos Frederico Marés de
              Ofaié: morte e vida de um povo.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)OFAYÉ / D978o / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico

              Produto de um levantamento etno-histórico feito pelo autor em meados dos anos 80 para o CIMI com o intuito de iniciar o processo de identificação de uma área indígena Ofaié Xavante, o livro costura textos do autor, depoimentos de lideranças indígenas, entrevistas e documentos históricos referentes aos Ofaié, grupo hoje radicado no município de Brasilândia MS. Apesar do caráter descontínuo do livro, o volume traz uma grande quantidade de informações históricas sobre os Ofaíé, oferecendo um amplo painel da luta desse povo contra as agressões de sertanistas e fazendeiros, contra a doença e a miséria, contra o descaso das autoridades republicanas. A Parte V reproduz uma série importante de documentos produzidos durante a gestão do SPI

              DUTRA, Carlos Alberto dos Santos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / M543p / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              A noção de terra indígena vem dos anos 50, durante os debates sobre a criação do Parque Indígena do Xingu. Pretendia-se destinar aos índios uma parcela muito extensa do território nacional, que deveria ser resguardada da presença dos brancos. A preservação da cultura indígena tornava-se, assim, uma política nacional. A autora apresenta, neste livro, atores de múltipla origem, índios de diferentes culturas, sertanistas, antropólogos, militares, cientistas, políticos, fazendeiros, responsáveis por uma intrincada trama histórica que ainda se desenvolve

              MENEZES, Maria Lúcia Pires