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A publicação fornece a fundamentação e a base teórica da arquivística audiovisual
Edmondson, RayEstudo que aborda o desenvolvimento das pesquisas arqueológicas na região do Pantanal, a maior área úmida contínua do planeta; no qual o autor analisa a produção científica dos arqueólogos dentro do contexto histórico da época em que foi produzida. Apresenta um breve e crítico histórico sobre as pesquisas arqueológicas realizadas na região e faz uma avaliação historiográfica dos estudos arqueológicos, sempre com a preocupação de tratar da relação autor-obra-meio. Trata-se, portanto, de uma obra que estimula o debate científico
OLIVEIRA, Jorge Eremites deEmbora enfoque a arqueologia do Pantanal, o autor inclui um capítulo que avalia as fontes históricas referentes aos grupos indígenas da região no período colonial, cotejando informações dos séculos XVI a XVIII com dados arqueológicos
OLIVEIRA, Jorge Eremites deReunião dos últimos escritos de Clastres, interrompidos por sua morte prematura em 1977, num acidente de carro. Estes ensaios de antropologia política, escritos com extrema liberdade, reformulam a idéia de dominação nas sociedades ditas primitivas e fundamentam-se na teoria da servidão voluntária de La Boétie para realizar uma crítica incisiva da violência na sociedade ocidental. O autor define etnocídio, critica a antropologia marxista, antecipa a denúncia do massacre dos Yanomami na Amazônia e retoma a discussão sobre a origem do poder nas sociedades indígenas da América do Sul. Assim, sua etnologia eleva-se à esfera da filosofia política: o autor surpreende e encanta, evocando Conrad e Montesquieu, relatos de viagem, a mitologia americana, Freud, Hobbes e Rousseau, em doze ensaios de prosa refinada, erudita e coloquial. Seu pensamento avança para muito além do heroísmo, da utopia e da ingenuidade, carregando os signos de um momento muito peculiar da cultura cívica libertária (anti-stalinista e pós-marxista). Do mesmo autor, nesta editora, veja A Sociedade contra o Estado
CLASTRES, PierreEduardo Neves, doutor em arqueologia, defende nessa obra que a investigação do passado da Amazônia – que, ao contrário do que se imagina, tem milhares de anos de ocupação humana – pode ajudar no planejamento de um futuro sustentável para a região
Neves, Eduardo GoésUma publicação clássica da Antropologia moderna
MALINOWSKI, BronislawA primeira análise em profundidade da vida social, política e religiosa de um povo Tupi-Guarani contemporâneo: os Araweté do médio Xingu (Pará). O autor viveu onze meses entre eles; aprendendo sua língua e participando de seu cotidiano, tentou apreender as questões que fundam a cosmologia, a filosofia social e a concepção da pessoa humana subjacentes a esta cultura, uma das poucas que segue resistindo com inteireza à ação civilizatória da Amazônia. Este trabalho foi premiado como a melhor tese de doutorado no I Concurso de Teses Universitárias e Obras Científicas promovido pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs)
CASTRO, Eduardo Viveiros deEstamos no meio da humanidade”, dizem os Araweté. Habitamos a terra, este patamar intermediário entre os dois céus e o mundo subterrâneo, povoados pelos deuses que se exilaram no começo dos tempos; Os Araweté dizem viver agora “na beira da terra”, depois de sucessivos deslocamentos sempre em fuga diante de inimigos mais poderosos. Em 1976, eles saíram da floresta para pacificar os brancos na beira do rio Xingu e foram então “descobertos” pelos regionais, pelos funcionários do governo, pela imprensa, pelos missionários e pelos antropólogos; Este livro é uma síntese, em texto e ensaio fotográfico, de uma pesquisa antropológica, conduzida por Eduardo Viveiros de Castro, sobre o povo tupi da Amazónia. Eduardo Viveiros de Castro voltou aos Araweté em 1991/92, depois de concluir a sua investigação para a tese de doutoramento, que se transformou num marco da etnologia brasileira; O modo de vida, a visão do mundo, a história, a situação actual e os desafios para o futuro dos Araweté são tratados pelo autor de maneira competente e directa, numa leitura acessível a um público não especializado, através de uma escrita extremamente límpida
CASTRO, Eduardo Viveiros deEstamos no meio da humanidade”, dizem os Araweté. Habitamos a terra, este patamar intermediário entre os dois céus e o mundo subterrâneo, povoados pelos deuses que se exilaram no começo dos tempos; 083: Os Araweté dizem viver agora “na beira da terra”, depois de sucessivos deslocamentos sempre em fuga diante de inimigos mais poderosos. Em 1976, eles saíram da floresta para pacificar os brancos na beira do rio Xingu e foram então “descobertos” pelos regionais, pelos funcionários do governo, pela imprensa, pelos missionários e pelos antropólogos; 083: Este livro é uma síntese, em texto e ensaio fotográfico, de uma pesquisa antropológica, conduzida por Eduardo Viveiros de Castro, sobre o povo tupi da Amazónia. Eduardo Viveiros de Castro voltou aos Araweté em 1991/92, depois de concluir a sua investigação para a tese de doutoramento, que se transformou num marco da etnologia brasileira; 083: O modo de vida, a visão do mundo, a história, a situação actual e os desafios para o futuro dos Araweté são tratados pelo autor de maneira competente e directa, numa leitura acessível a um público não especializado, através de uma escrita extremamente límpida
CASTRO, Eduardo Viveiros deO Plano de Gestão é a conquista da terra, é boa educação, é boa saúde, é trabalho. No plano a gente pensa na água pura, na floresta viva, nos pássaros, é um meio da gente estar revivendo o que foi destruído no passado, é uma nova vida
CARDOSO, Thiago Mota (org)Desde meados da década de 1990 o autor tem atuado em formação (regular e continuada, formal e informal) de professores indígenas e na assessoria a programas de educação escolar em comunidades indígenas (especialmente nos Estados do Sul do Brasil, mas também no Acre, Amazonas, Mato Grosso do Sul e alguns outros estados), de modo que os textos reunidos nessa obra são, ao mesmo tempo, um apanhado histórico da trajetória da educação escolar indígena no Brasil desde então, e um conjunto de reflexões sobre os mais diferentes tópicos a ela relacionados
D'ANGELIS, WilmarDisciplina fundamental entre as Ciências Humanas, a antropologia há muito se ressente em nosso país da falta de textos básicos que, partindo da estaca zero, apresentem clara e didaticamente ao estudante a sua história, suas diversas correntes e termos específicos. Aprender Antropologia faz tudo isso: partindo de uma análise de textos escritos pelos exploradores europeus do século XVI – cuja observação constituem a pré-história da Antropologia –, o leitor entra em contato com as idéias de Durkheim e Mauss. A seguir é a vez de conhecer as principais tendências teóricas contemporâneas, que são detalhadas uma a uma, para enfim desvendar a especificidade da prática antropológica
Laplantine, FrançoisO texto e as atividades incluídos neste material didático de pós-alfabetização foram elaborados, em 1993, pelos professores-índios do Projeto de Autoria da CPI/AC, durante seu 12º Curso de Formação Pedagógica. A primeira parte deste material se destina a crianças e jovens que desejam ou têm que interagir com o "branco" em suas aldeias. A segunda parte visa atender as necessidades comunicativas de jovens e adultos de um modo geral mais influentes na língua-alvo, que precisam se expor a situações de contato com os "brancos" nas cidades
Elaborado a partir de discussões e reflexões sobre temas de interesse de representantes indígenas, lideranças, professores, agentes agroflorestais, agentes de saúde, o livro teve como material de apoio o primeiro Resumo Explicativo do Zoneamento Ecológico Econômico- ZEE. A intenção é trabalhar com a gestão territorial e ambiental, o uso dos recursos naturais e a relação das populações indígenas com o meio ambiente ao longo da sua história, por meio dos conhecimentos dos diversos povos indígenas do Acre.
OCHOA, Maria Luiza Pinedo (org)A presente obra analisa o tratamento legal das questões afetas aos indígenas e suas comunidades. Cuida da evolução da legislação nacional sobre os índios, com a análise das normas relacionadas aos índios editadas desdes o descobrimento do Brasil até a Constituição de 1988
SANTOS FILHO, Roberto Lemos dosPublicação sobre a arte indígena dos Wayana e Apalaí
Hoffmann, BeatrixFruto maduro do Seminário Antropologia da Antropologia: Desafios e Perspectivas, realizado entre 26 e 28 de agosto de 2003, na Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas e Letras da USP, este livro propõe-se a refletir sobre algumas das diversas possibilidades analíticas acessadas pelos antropólogos. Os ensaios que o constituem se alinhavam em torno da experiência: são relatos pessoais e intelectuais; situações de guerra em contextos distintos; militância política - tudo em simbiose com o percurso e a produção dos intelectuais, brasileiros e estrangeiros, aqui reunidos. Ainda que tome a antropologia como eixo e ponto de partida, visa lançar uma reflexão que transborda fronteiras disciplinares, pensando o cruzamento entre distintas áreas: antropologia, sociologia, história e literatura
Peixoto, Fernanda ArêasNESTE LIVRO DISCUTE-SE AS CONTRIBUICOES DA TEORIA ANTROPOLOGICA E DOS DIALOGOS MULTIDISCIPLINARES ENVOLVENDO ANTROPOLOGIA EDUCACAO HISTORIA E LINGUISTICA PARA A REFLEXAO SOBRE AS CONDICOES PARA A EFETIVA IMPLEMENTACAO DOS DIREITOS EDUCACIONAIS E IDENTITARIOS DOS POVOS INDIGENAS
SILVA, Aracy Lopes da