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Ao transitar entre a documentação histórica e as etnografias modernas, o autor apresenta um sólido estudo da trajetória dos Kayapó meridionais, objetos de uma brutal política de repressão a partir do século XVIII. A pesquisa documental revela fontes e perspectivas antes desconhecidas, além de aprofundar as evidências que apontam para a relação entre os Kayapó meridionais, considerados "extintos", e os Panará do rio Peixoto de Azevedo
Sem títuloEntrevista com Darcy Ribeiro realizado por Antonio Callado, Antonio Houaiss, Eric Nepomuceno, Ferreira Gullar, Oscar Niemeyer, Zelito Viana e Zuenir Ventura
Sem títuloEle foi, muito provavelmente, o primeiro e mais importante agitador ecológico com atuação marcante no Brasil e repercussão internacional. Sua vida e sua obra foram enfocadas no livro Ruschi, o agitador ecológico, do jornalista Rogério Medeiros, com prefácio do jornalista, ambientalista e atual deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ). No obra, que vai publicada integralmente neste SéculODiário, Rogério mostra a saga de um homem que não tinha medo de nada e desafiava os poderosos para defender suas idéias, sua floresta e seus animais. E por eles lutou até sua morte, em 1986
Sem títuloEste livro reúne as comunicações proferidas durante o curso "Raça e Diversidade: Estudos sobre o Racismo", promovido pelo Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP em 1995. O objetivo fundamental deste curso foi entender o racismo a partir de sua construção histórica, sua expressão nas artes e suas manifestações e repercussões no plano individual e psicológico; e, como não poderia deixar de ser, de considerar os cenários políticos e sociais em que se insere. A publicação buscou preservar a oralidade das falas dos participantes, com o intuito de conservar o clima informal que caracterizou o curso
Sem títuloO presente caderno, de número 18, descreve o método das Isopemas, uma ferramenta para a quantificação dos resultados relativos às condições ambientais para a preservação. Demonstra com o gráfico das Isopermas, sob que condições de temperatura e de umidade relativa do ar devem ser preservados os acervos de papel. Este gráfico é uma ferramenta fundamental para demonstrar para gerentes de coleções e diretores de instituições sobre o aumento da expectativa de vida útil que podem representar as melhorias de qualidade ambiental, na preservação de acervos em papel
Sem títuloCasos de visitantes, sertanejos e indios, reunidos durante as longas expedições realizadas pelos irmãos Villas Boas em todo o sertão brasileiro, estão apresentadas neste Almanaque
Sem títuloEm linguagem acessível, a autora procura combater várias idéias equivocadas a respeito dos índios, ao mesmo tempo que fornece informações precisas acerca da organização de sociedades indígenas
Sem títuloCoudreau foi um daqueles intrétidos viajantes do século passado que fascinam pelas descrições pormenoritizadas de um mundo que, se hoje ainda não está inteiramente conquistado, em 1896, data de sua viagem, encontrava-se então em um estágio de colonização bastante incipiente
Sem títuloReúne as principais contribuições em conferências e mesas-redondas acontecidas no I Encontro sobre Leitura e Escrita em Sociedades Indígenas, realizado na UNICAMP, em 1995, como parte da programação do 10 o. Congresso de Leitura do Brasil (COLE)
Sem títuloO livro foi escrito e ilustrado por agentes agroflorestais durante seu curso de formação, quando refletiram, através de textos e desenhos, a interrelação entre o homem e a natureza, especialmente pensando o lugar das árvores frutíferas nativas e exóticas, na cultura de cada grupo e no desenvolvimento do ecossistema. Registraram também fundamentos e técnicas relacionadas à experiência de construção de viveiros de produção de mudas, sementeiras, cercas vivas, abertura de berços, plantio de árvores e seu manejo.
Sem títuloReúno, neste livro, três estudos resultantes de uma pesquisa de campo realizada há trinta anos junto aos índios Kadiwéu. Desde então, terão mudado como mudaram entre minha visita e a estadia de Claude Lévy-Strauss, uma década antes. Entretanto, quem visitar hoje suas aldeias encontrará, certamente, muito do que aqui se descreve sobre sua mitologia, sua religião e sua arte. É certo que algumas crenças, instituições e costumes pareceram degradados se não forem vistos como uma tradição atuante que sobrevive justamente porque se altera. Mas serão, também, deteriorações, porque esta tradição não se transforma conduzida por impulsos internos e preservados sua autenticidade, mas sob a pressão das terríveis compulsões que exerce sobre os Kadiwéu a expansão a sociedade nacional
Sem títuloHabitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros
Sem títuloManoki é como se autodenominam os índios mais conhecidos como Irantxe, cuja língua não tem proximidade com outras famílias lingüísticas. Sua história, contudo, não é muito diferente da maioria dos índios no Brasil: foram praticamente dizimados em decorrência de massacres e doenças advindas do contato com os brancos. Em meados do século XX, a maior parte dos sobreviventes não viu alternativa senão viver em uma missão jesuítica, responsável por profunda desestruturação sócio-cultural do grupo. Em 1968, os Manoki receberam do governo federal uma terra fora de sua área de ocupação histórica, cujas características ambientais inviabilizaram o uso tradicional dos recursos. Destino um pouco diverso teve os Myky, grupo manoki que se manteve isolado da sociedade nacional até 1971. Desde então, passaram a sofrer igualmente as conseqüências do cerco da especulação imobiliária em seu território. Atualmente ambos grupos estão reivindicando a ampliação de suas terras
Sem títuloO autor reproduz um seu artigo de 1973, a carta régia de 5 de novembro de 1808 relativa à guerra justa contra os bugres do sul
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