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              Dom José Gomes: mestre e aprendiz do povo.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Dom José Gomes / U17 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Esta obra pretende dar visibilidade as diferentes experiências de vida e de luta de Dom José Gomes. Tem-se como preocupação estabelecer um diálogo entre Dom José e os processos históricos que ajudou a construir e participou ao longo da sua vida. Pretende-se destacar o seu espírito protagonista, a ousadia nas ações, as utopias e, ao mesmo tempo, inscrevê-lo no cotidiano de homens e mulheres que se fazem dialeticamente, produzindo histórias e memórias e sendo por elas produzido

              UCZAI,Pedro (org)
              Dois anos no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / B579d / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              O que mais agrada neste livro é o estilo pitoresco do autor. Feito com ironia, fina escrita, observação delicada de pintor (que Biard foi), "Dois anos no Brasil" é obra que pode ser lida com o sabor dos melhores cronistas e, sem exagero, dos bons ficcionistas. O pintor Biard esteve entre nós em meados do século XIX. Teve cargos importantes como professor honorário da Academia Imperial de Belas-Artes e foi retratista de D. Pedro II e caricaturista. A prática da caricatura e do retrato deu-lhe argúcia crítica que, levada à escritura, transformou-se em acuidade para descrever hábitos e costumes dos brasileiros daquela época. A descrição dos motivos de sua vinda e a chegada na Baía de Guanabara poderiam figurar numa antologia literária. Auguste François Biard (1798-1882) viajou pelo Rio de Janeiro, embrenhou-se pelo Espírito Santo e, principalmente, pelo Amazonas. Aí relata, numa narrativa etnográfica interessantíssima, seu encontro com os índios, a natureza, as crenças, costumes e cultura indígena e brasileira dos anos em que viveu na nossa nação.

              BIARD, Auguste François
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / K76 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A presente edição brasileira da obra Dois Anos entre os Indígenas: Viagens no Noroeste do Brasil (1903-1905) de Theodor Koch-Grünberg; Outro aspecto igualmente digno de registro é o fato de que neste ano de 2005, a viagem que é documentada através da obra Dois Anos entre os Indígenas: Viagens no Noroeste do Brasil (1903-1905) completa seu centenário, o que sugere várias idéias aos leitores, entre as quais a de empreender, como sempre acontece com essas importantes expedições cientificas, a reconstituição dos trajetos percorridos, daí havendo a possibilidade de resultar várias conseqüências. Entre elas a de tornar possível constatar as mudanças que certamente ocorreram no espaço desses cem anos. Do ponto de vista dos povos indígenas a publicação se reveste de significado singular, pois torna possível a reconstrução histórica de sua organização social e identidade étnica, de seus movimentos em relação aos seus territórios e aos processos demográficos dos seus respectivos grupos, possibilitando na atualidade, verificarmos o que permaneceu, o que mudou, e mesmo o que, como temia na ocasião da viagem o próprio Koch-Grünberg desapareceria inexoravelmente.; Theodor Koch-Grünberg, como um leitor fascinado pela literatura dos viajantes, em especial por aqueles que deixaram relatos sobre os povos indígenas da América do Sul, vai buscar ser fiel a essa tradição dos belos livros de viagem. E esse é mais um aspecto que nos surpreende em relação ao fato de ter ficado sua obra inédita para nós durante todo esse tempo, resultando afinal em longa ausência para esse numeroso e crescente gênero de leitores.; Seu talento de excelente observador e narrador se manifesta em vários momentos e passagens da narrativa, capazes de deslumbrar o leitor quando associa seu estilo pictórico, ao rigor de suas descrições técnicas e cientificas.; Ele apresenta, em primeira mão, informações sobre a geografia, a mitologia e a cultura material e técnica das populações incluídas na narrativa da viagem, que seriam essenciais para fundamentar pesquisas e estudos de outros autores, entre os quais cabe mencionar Mário Andrade, Curt Nimuendajú e Nunes Pereira. No caso Mário Andrade, a leitura de Koch-Grünberg foi fundamental principalmente para duas de suas mais importantes obras: Macunaíma e Namoros com a medicina. Quando a Curt Nimuendajú, sua obra etnológica sobre a Amazônia dá, sob determinados aspectos, continuidade e aprofundamento a vários de seus estudos. Em Moronguetá, O Decamerão Indígena, Nunes Pereira tem na obra de Koch-Grünberg uma das suas fontes de documentação mais destacadas.; Há uma atenção especial do autor em destacar a situação da mulher nas sociedades indígenas em especial, sem esquecer entretanto de mencionar aspectos significativos da vida da mulher brasileira na região amazônicas. Destaca a atuação das mulheres indígenas na produção de artefatos de valor artístico e importância diferenciados, assim como sua participação nos processos que envolvem a organização social, as atividades rituais e as transações com outros grupos indígenas e com brancos.; Há nesse sentido, ao longo de sua obra, uma especial atenção para com o significado artístico e as técnicas de produção de artefatos indígenas como os teares usados na fabricação dos diferentes tipos de rede de dormir, da grande diversidade de artefatos utilizados na pesca, da variedade de objetos de cerâmica e de um modo particular com a produção de objetos rituais da dança e dos diferentes procedimentos mágicos, entre os quais dedicou especial empenho documental, aos instrumentos musicais, as máscaras, as cintas e outros adornos, e a própria pintura corporal.; É, portanto, necessário reconhecer que sua obra dedicou uma atenção especial ao significado da arte para os povos indígenas, sendo possível, através da documentação que reuniu e organizou nesse particular, identificar não apenas a complexidade de algumas dessas manifestações estéticas, mas a grande riqueza cultural dessas tão diferenciadas formas de expressão artística dos povos indígenas. O que significa dizer que sua obra passou a se constituir numa das referências essenciais para o conhecimento da cultura material e simbólica desses povos.; Um dado bastante significativo quanto ao seu interesse especial devotado à arte dos povos indígenas da Amazônia é o de haver escrito um livro intitulado Anjänge der Kunst im Urwald (Começos da Arte na Floresta) obra publicada em 1906 e que ainda espera ser traduzida para a língua portuguesa, o que muito contribuirá para evidenciar o papel que possuía a arte indígena para a formação do pensamento antropológico sobre os indígenas por ele estudados.; O momento de sua viagem (1903-1905) ocorre em pleno apogeu do ciclo da exploração da borracha e sua obra termina por se transformar também em vivo documento dos processos violentos que caracterizam a incorporação compulsória dos indígenas como trabalhadores escravos nas frentes de extração do caucho, participando dessas condições da expansão da fronteira do extrativismo, envolvendo de modo particular brasileiros e colombianos.; Sua compreensão da situação dos povos indígenas da Amazônia está informada por uma aguda percepção dos processos sociais e políticos que predominam na formação de tipo tradicional e patriarcal da sociedade regional com quem teve contato. Nesse sentido procura evidenciar que a situação dos indígenas é fortemente determinada pelos padrões de dominação tradicional predominantes, a partir dos quais ocorre regularmente o trabalho escravo indígena tanto na esfera da produção econômica extrativista quanto nas relações domésticas.; Há ao longo de suas obras sobre a América do Sul e em particular sobre o noroeste da região amazônica, observações detalhadas sobre a alimentação, a situação de saúde e as condições de existência das populações indígenas sofrendo o efeito do contato com os valores da civilização ocidental.

              KOCK-GRÜNBERG, Theodor
              Documenta indígena do Brasil Central
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-R016:39(81=1-82) / D637 / 2001 · Item · 2001
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              Apesar de uma organização um pouco difícil de acompanhar, o livro traz uma quantidade muito expressiva de documentos manuscritos do Arquivo Histórico Estadual em Goiânia e do Arquivo do Museu das Bandeiras em Goiás Velho. A documentação é bastante variada, abrangendo o período anterior à criação da Capitania até o final do Império. Em alguns casos, o organizador faz apenas um resumo do documento e, em outros, reproduz o documento na íntegra. A documentação refere-se a 15 grupos distintos, 14 aldeamentos, 14 presídios e diversos temas relacionados à política indigenista. Trata-se, enfim, de um guia indispensável para pesquisas sobre as populações indígenas de Goiás nos séculos XVIII e XIX

              ATAÍDES, Jézus Marco de (org.)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / K76d v.1 2006 / 2006 · Item · 2006
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              Trata-se dos relatos da viagem empreendida por Theodor Koch-Grunberg; pela região Norte do Brasil e Venezuela, no período de 1911 a 1913. O autor faz,; sobretudo, um levantamento etnográfico e lingüístico dos povos indígenas da região;; transcreve também suas lendas e mitos de origem, que mais tarde inspiraram Mário de; Andrade na redação de Macunaíma; A floresta e os povos amazônicos, ao alvorecer do século XX, impõem um monumental; desafio a todos que os investigam. Theodor Koch-Grünberg não enfrenta propriamente um; tema, mas um mundo, caleidoscópico e complexo, que apenas suas extraordinárias aptidões; o tornarão capaz de abordar. O explorador, em seu sentido mais amplo, que se aventura; numa saga apaixonante pelo Brasil setentrional, emprega todo seu espectro de talentos; para gerar uma obra ímpar em que as seminais interpretações etnológicas e; antropológicas são entrelaçadas a registros lingüísticos, botânicos, zoológicos e; iconográficos. O feito de Koch-Grünberg assumiu a dimensão de um triunfo clássico da; erudição etnológica e, paralelamente, estabeleceu peça básica da agenda intelectual de; nomes como Mário de Andrade. Esta viagem memorável constrói, afinal, marco vigoroso no; percurso, também sinuoso e multifacetado, de constituição da imagem e da auto-imagem do; Brasil

              KOCH-GRÜNBERG, Theodor
              Do mel às cinzas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / L664mc / 2004 · Item · 2004
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              Do Mel às Cinzas, de Claude Lévi-Strauss, é o segundo volume da série Mitológicas, originalmente iniciada em 1964, que está sendo traduzida para o português pela editora – o primeiro volume foi O Cru e o Cozido. Como o próprio nome já diz, a série discorre sobre os mitos do “pensamento; selvagem”. Lévi-Strauss aqui opta por analisar os mitos dos indígenas da América levando em conta as características intrínsecas à cultura deles, não querendo transpô-las ao pensamento antropológico já determinado. Nesse volume ele caminha da cultura dos povos em direção à natureza, contrastando dois elementos: o mel e o tabaco

              LÉVI-STRAUSS, Claude
              Do homem americano
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(7/8) / M929d / 1928 · Item · 1928
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              MOURA, Julio Trajano de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.1/.4 / A447d / 2001 · Item · 2001
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              A narrativa construída por Rubens F. T. de Almeida descreve as inter-relações que se estabelecem entre pesquisador e população estudada, ambos envolvidos com as ameaças, dilemas e estratégias que têm caracterizado a luta dos povos indígenas por sua integridade socio-cultural. Por isso, serve não só aos estudantes e professores de Antropologia, como também ao público em geral, uma vez que se fundamenta claramente em uma postura de compromisso político com os interesses dos indígenas

              ALMEIDA, Rubem Ferreira Thomaz de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-266 / A663 / 2006 · Item · 2006
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              A antropóloga Melvina Araújo traz temas esclarecedores sobre o contexto das relações entre missionários da Consolata e índios macuxi, em que aborda diversas questões como as agências religiosas e os povos indígenas, analisando os processos implícitos nas relações interculturais, buscando compreender o que os move e quais são os elementos que permitem sua existência

              ARAÚJO, Melvina
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(817) / P964d / 2009 · Item · 2009
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              A idéia de construção deste livro surgiu durante a realização do Projeto Açai, curso de formação dos professores indígenas de várias etnias do estado de Rondônia e Mato Grosso. Durante este curso, fomos construindo este belo livro de histórias, escritas e desenhadas por nós, professores, para usarmos nas escolas das nossas aldeias como material didático. Aqui está a escrita em língua materna e em língua portuguesa de algumas de nossas histórias

              Professores Indígenas de Rondônia e noroeste do Mato Grosso
              Diversidade sociocultural em Mato Grosso
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817.1=1-82) / D618 / 2008 · Item · 2008
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              Este livro propõe, por meio de um diálogo com estudantes e professores, um novo olhar sobre a diversidade sociocultural mato-grossense, cujas riqueza e complexidade podem ser reconhecidas nos diferentes povos que constituem a sua matriz cultural; Índios, negros, populações tradicionais e migrantes, num processo interativo de culturas milenares, recriam constantemente. Nesse processo, o desafio está na formação de cidadãos que respeitem e celebrem as diferenças, como o melhor caminho para uma sociedade solidária e com justiça social

              MACHADO, Maria Fátima Roberto (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.03(811) / L732d / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Estudar a população da várzea é conhecer os habitantes das margens baixas do rio com o maior volume de água do mundo. É também conhecer a região de colonização mais antiga da Amazônia. Os relatos dos primeiros exploradores europeus descreveram para seus patrícios a natureza e a população nativa do rio que batizaram com os nomes de Ucayali e Marañon, ou rio mar, na parte peruana, rio Solimões, ou rio dos índios Solimões, de seu alto curso em território brasileiro até o encontro com o rio Negro, e ainda rio Amazonas, ou rio das lendárias guerreiras amazonas,do rio Negro até sua foz

              LIMA, Deborah (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-37(81=1-82) / D611 / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              O livro reúne um conjunto de textos e exercícios voltados à aquisição e ao desenvolvimento da língua portuguesa oral e escrita, tendo como conteúdoalguns temas que pertencem ao universo de interesses dos alunos e professores indígenas do Acre. Os textos e atividades didáticas incluídos neste material foram elaborados pelos professores indígenas que participam do programa de educação da Comissão Pró-índio do Acre na área de estudo das Líbguas Indígenas e do Português.

              Discursos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-081 / R585d / 1948 · Item · 1948
              Parte de Bibliográfico
              RIO-BRANCO, José Maria da Silva Paranhos, barão do
              Direitos humanos: percepções da opinão pública.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-341.231.14 / V469d / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Esta coletânea de artigos aprofunda os resultados de uma inédita pesquisa de opinião pública, realizada em 2008 pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), sobre o que; significa direitos humanos para o cidadão brasileiro.; Para aqueles que trabalham diariamente com o tema, os direitos humanos são vistos de forma mais clara, como uma combinação dos direitos econômicos, sociais, culturais, civis e políticos, todos universais,indivisíveis, interdependentes e inter-relacionados. Os direitos humanos são assegurados por tratados internacionais, pela Constituição; Federal e pela legislação brasileira, além da própria noção intuitiva de dignidade humana, base de toda essa construção. Assim, o conjunto compreendido como direitos humanos deve ser garantido a todo ser; humano, independentemente da forma como a população perceba sua origem ou contexto

              VENTURI, Gustavo (org)
              Direitos humanos no cotidiano: manual.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-341.231.14 / D598 / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              A discussão dos Direitos Humanos e as ações técnicas e políticas relacionadas a esse tema, têm mobilizado a mídia nacional e, consequentemente, elevado a consciência da sociedade brasileira sobre assuntos que são extremamente importantes para a promoção da cidadania e para o respeito a aos direitos humanos

              UNESCO
              Direitos Humanos e a questão indígena no Ceará
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-341.231.14(813.1) / D598 / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Os povos indígenas têm direito, sem nenhuma discriminação, à melhoria de suas condições econômicas e sociais, entre outras esferas, na educação, no emprego, na qualificação e no readestramento profissional, na moradia, no saneamento, na saúde e na seguridade social.; Art. 21 da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, 13 de setembro de 2007

              SILVA, Isabelle Braz Peixoto da (org)
              Direitos humanos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-341.231.14 / V469d / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico
              VENTURI, Gustavo (org)
              Direito autoral
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-L34.347.78(81) / D598 / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico
              REGO, Sueli de Morais
              Diogo Antônio Feijó
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92FEIJÓ / D591a / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              O primeiro volume da Coleção Formadores do Brasil traz os mais importantes textos de Feijó, o regente do Império, incluindo uma introdução de Jorge Caldeira. Padre, inimigo do celibato, liberal radical, Feijó foi o primeiro chefe do poder Executivo escolhido em eleição

              CALDEIRA, Jorge
              Diga ao povo que avance: movimento indígena no Nordeste.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-323.13(81=1-82) / O48 / 2013 · Item · 2013
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              O livro de Kelly Oliveira explora o movimento indígena do Nordeste brasileiro, abordando etnograficamente o escritório da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo - Apoinme, em Olinda. Ela apresenta uma revisão do campo da Antropologia Política e sua articulação com a perspectiva histórica

              Oliveira, Kelly