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Como historiador, Clifford analisa a emergência da moderna noção antropológica ou etnográfica de cultura, tal como esta veio a se configurar nos dois primeiros terços do século XX. O autor focaliza os modos de representação etnográfica no contexto colonial e pós-colonial e no contexto cultural do modernismo literário e artístico europeu. Nesse percurso, explora fronteiras sempre móveis entre história, literatura e antropologia
Sans titreSegundo o pesquisador Eduardo Bueno, o navegador português Vasco da Gama, ao chegar às Índias, foi desprezado pelo rei de Calicute. Segundo o autor, ao chegarem ao Oriente (1498), Vasco e seus subalternos, estavam muito mal vestidos e sujos, afinal se tratavam de homens do mar. Com isso, o rei indiano, acreditando falar com representantes de um reino pobre, esnobou os portugueses; Somente quando o nobre português Pedro Álvares Cabral retornou às Índias, em 1500, os portugueses conseguiram seu objetivo, isto é, conquistaram à força o reino indiano
Sans titreOs estudos antropológicos feitos a partir; da análise de objetos, a outrora chamada; “cultura material”, vêm sendo recuperados; sob novas ênfases nos quadros; internacionais da disciplina. Relacionada; a essa retomada está a percepção; acurada do significado das instituições; que se constituíram como destinadas; à guarda, tratamento e exposição de; objetos, os museus. Tal consciência, articulada; muitas vezes a problemas como; os de formação de comunidades políticas; nacionais, de memórias coletivas,; da constituição de segmentos sociais; determinados, ou ao estudo da história; da antropologia, é ainda incipiente no; Brasil
Sans titreEsta coletânea de textos apresentados no mega-congresso América 92: Raízes e Trajetórias traz 24 estudos sobre temas relacionados aos índios no Brasil e na América Espanhola
Sans titreEste livro abrange o período 1760-1910, incluindo a "Direcção" pós-jesuíta, a rebelião Cabanagem grande, e o boom da borracha na Amazônia
Sans titreTodos os estudantes brasileiros aprenderam que os holandeses foram expulsos do Brasil em 1654, numa guerra valente movida contra eles por índios, negros e portugueses. Só faltou explicar como essa gente armada de espingarda, espada e arco e flecha foi capaz de vencer a principal potência econômica e militar do século XVII. Neste livro, o historiador Evaldo Cabral de Mello conta o que aconteceu - Portugal comprou o Nordeste dos holandeses
Sans titreEsta minuciosa pesquisa em fontes das mais variadas produz uma história fascinante que transita entre o imaginário fantástico e a dura realidade da conquista de povos indígenas do Pantanal, das primeiras expedições espanholas no século XVI à demarcação de 1777. Inclui a belíssima reprodução de mapas, alguns pouco conhecidos
Sans titreReúne vários artigos do autor publicados em revistas e coletâneas, com especial enfoque sobre os povos do alto e médio Amazonas nos séculos XVI e XVII. Trabalha de maneira inovadora com problemas de demografia, organização política, atividades comerciais e messianismo. Há também uma discussão importante das fontes para a história indígena na Amazônia
Sans titreO emaranhado de problemas que o tema da Cultura e sua relação com o Estado suscita já foi apontado muitas vezes pelos principais teóricos da questão e pela sensibilidade de muitos artistas conscientes. O controvertido relacionamento do Estado levanta perguntas bastantes interessantes. Algumas dessas perguntas se relacionam com temas centrais, tais como o proprio caráter do Estado no Brasil e a significação da cultura para a maioria, ou a questão da cultura e a noção de identidade nacional
Sans titreO mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
Sans titreUm mundo se desenvolveu por milênios à margem do Ocidente e do Oriente, até um dia ser descoberto e conquistado. Seus traços, que ficaram impressos na solidez da pedra e na fragilidade do barro, são o objeto deste livro. Das escarpas dos Andes ao Amazonas, do cerrado ao litoral, o leitor é convidado a conhecer esse mundo de antes de Cabral
Sans titreEste livro contém estudos fonológicos que lidam com aspectos segmentais e prosódicos de línguas indígenas brasileiras
Sans titreCatálogo de uma bem-sucedida exposição, o livro oferece belas reproduções de representações artísticas de temas brasileiros, com algum destaque para a temática indígena. O primeiro volume, sobre o "Imaginário do Novo Mundo", enfoca as imagens dos índios nas gravuras impressas, em mapas e na pintura, do início do século XVI ao período holandês. O segundo volume, "Um Lugar no Universo", dá ênfase à construção dos saberes científicos, de Frei Cristóvão de Lisboa (século XVII) à expedição de Agassiz em 1865-66. Também estão reproduzidas imagens, algumas menos conhecidas, das viagens de Alexandre Rodrigues Ferreira, Maximiliano Príncipe de Wied-Neuwied, Debret, Rugendas e Keller. O terceiro volume, "A Construção da Paisagem", inclui algumas poucas representações de índios no contexto da natureza luxuriante. Os três volumes trazem abundantes notas biográficas (sobre viajantes e artistas) e indicações bibliográficas
Sans titrePara as pinturas corporais, os Wajãpi utilizam sementes de urucum, gordura de macaco, suco de jenipapo verde e resinas perfumadas. Desenham peixes, cobras, pássaros, borboletas e também objetos como, por exemplo, a lima de ferro. As pinturas aplicadas no corpo não são tatuagens nem decalques, nem são marcas étnicas ou símbolos rituais. É sua tradição decorar corpos e objetos por prazer estético e desafio criativo
Sans titre"[U]ma das mais extraordinárias narrativas da navegação fluvial no Brasil do século 18", nas palavras dos organizadores, o relato de Juzarte recebe uma nova edição requintada, enriquecida pela reproduções fotográficas do manuscrito original do Museu Paulista e do inédito "Plano em borrão de todos os rios e todas as cachoeiras.", com esboços cartográficos do território entre Porto Feliz, no Tietê, e a fortaleza de Iguatemi, às margens do rio Paraná. O relato contém informações sobre os índios que participaram da expedição e alguns indícios sobre os índios das regiões percorridas entre 1769 e 1771. Em anexo, o livro inclui uma série de imagens (óleos e aquarelas) retratando o Tietê, várias das quais evocando o tempo das monções fluviais
Sans titreAnalisar o imaginário europeu na época das grandes navegações. Foi com esse objetivo em mente que Patrícia Seed analisou as cerimônias de posse da terra empreendidas pelos conquistadores espanhóis, portugueses, franceses e ingleses, de 1492 a 1640. O resultado é a reconstrução, por intermédio da antropologia e da crítica literária, das coordenadas gerais de um ideário que acabou por ser também incorporado ao Novo Mundo
Sans titreFruto de laboriosa e bem conduzida pesquisa, este ensaio trata de navegantes, bandeirantes e diplomatas, sublinhando o papel desses três agentes sociais na história brasileira, e, mais especificamente, na formação das fronteiras do Brasil
Sans titreA discussão dos Direitos Humanos e as ações técnicas e políticas relacionadas a esse tema, têm mobilizado a mídia nacional e, consequentemente, elevado a consciência da sociedade brasileira sobre assuntos que são extremamente importantes para a promoção da cidadania e para o respeito a aos direitos humanos
Sans titreEste estudo sobre a memória de antigos pioneiros da “marcha para o Oeste” e da rede de pessoas inseridas no evento da Expedição Roncador-Xingu (1943) acaba por revelar os lugares os lugares da memória que “falam” de ser e de pertencer a cidades brasileiras; Uma pesquisa de campo, “de fôlego”, etnografa a dramaticidade do processo civilizatório brasileiro sob a batuta de Getúlio Vargas. Tecendo os fios da memória, o autor descreve sobre a domesticação do tempo e espaço a partir do projeto de colonização das regiões do Brasil Central e Ocidental levados a termo pela Fundação Brasil Central (FBC); Pelas interpretações de práticas sociais de antigos pioneiros, descendentes, índios Karajá, intelectuais, os diferentes personagens que viveram essa experiência vão expressando suas múltiplas vozes, tornando visível a trama de um projeto coletivo. Inferindo a existência de uma memória coletiva, os narradores vão delineando uma variedade de fatores, entrelaçados pelo autor, para compreendermos o processo de construção de uma história local, regional e nacional
Sans titreJovem aluno da Escola Militar, revelou cedo, em 1888, seu temperamento rebelde e firme; por entusiasmo republicano, discutiu asperamente com o ministro da Guerra, tendo sido preso e desligado do Exército na Monarquia e readmitido na República, por Benjamin Constant; Engenheiro, amigo de Júlio de Mesquita, seguiu em 1897 como correspondente do jornal O Estado de S. Paulo para Canudos, onde testemunhou o final da sangrenta campanha contra Antônio Conselheiro e seus seguidores; Suas descrições do Nordeste, da natureza e do homem, o consagraram em 1902 como o maior escritor de seu tempo, ao publicar Os Sertões, laboriosamente escrito desde que presenciara o drama daquelas populações deserdadas. A obra monumental revolucionou a imagem que o Brasil urbano, sulista e litorâneo fazia do Nordeste e do sertanejo; Colaborador de Rio Branco, chefiou missão diplomática na Amazônia, onde participou em trabalhos de demarcação de fronteiras
Sans titreCaderno de campo do eminente antropólogo Luiz de Castro Faria. O material desse livro encadeia um arguto depoimento em que a observação minuciosa do cotidiano da expedição de 1938 é enriquecido por uma extraordinária coleção de fotos. A expedição da Serra do Norte contou com a presença ilustre de Claude Lévi-Strauss, naquela época, um jovem pesquisador, professor da Universidade de São Paulo, fato que valoriza ainda mais esse registro
Sans titreA publicação faz parte do projeto "A natureza segundo os Ticuna" que realiza um levantamento de dados e da elaboração de desenhos sobre a flora e a fauna regionais pelos índios Tikuna
Sans titreNum duplo exercício de crítica documental e de estudo toponímico, o autor busca identificar as populações indígenas em termos sociolingüisticos, objeto de longas polêmicas na história de São Paulo
Sans titreRelatos sobre a grande aventura de uma expedição tragada pelo violento rio das Mortes
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