Livro
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Segundo dados do Ministério de Educação (2002), 1.392 escolas compõem o universo escolar indígena no Brasil, onde lecionam 3.059 professores índios e estudam, aproximadamente, 93 mil pessoas, representando 218 povos, distribuídos em todo o país. Mesmo distante da multiplicidade que se apresentava no início da colonização, o que demonstra quão destrutivo foi o contato com os europeus, temos hoje exemplos contundentes da potência e da singularidade de cada um desses povos, falantes de 180 idiomas e que, progressivamente, vêm afirmando diferenças e semelhanças culturais, produzidas na dinâmica histórica de cada etnia
UntitledA idéia central deste Programa é favorecer a leitura compartilhada, o trabalho conjunto, a reflexão solidária, a aprendizagem em parceria. O Programa está organizado em módulos de estudo, compostos por atividades diferenciadas, que; procuram levar à reflexão sobre as experiências que vêm sendo desenvolvidas nas escolas e acrescentar elementos que possam aprimorá-las. Para tanto, utiliza textos e programas em vídeo que podem, além de ampliar o universo de; conhecimento dos participantes, ajudar a elaborar propostas de trabalho com os colegas de grupo e a realizá-las com seus alunos
UntitledConsiderado por muitos uma referência na história dos povos indígenas no Brasil, o Pix - Parque Indígena do Xingu, localizado no Estado do Mato Grosso, está completando 50 anos de existência.; Com 316 páginas, o livro revela a história e os hábitos culturais de cada uma das 16 etnias indígenas que habitam o Parque, abordando assuntos como saúde, educação, desmatamento e relação dos índios com as cidades.; Dividida em três partes - Coração do Brasil, Cartão Postal Ameaçado e Futuro do Pix -, a obra conta ainda com mais de 200 belíssimas fotos do parque e diversos mapas que mostram a geografia do local, além de pequenas seções - como, por exemplo, "Você Sabia" e "Perguntas Frequentes" -, que revelam curiosidades sobre o Pix.
UntitledO livro Ka´a rewarã, escrito pelos pesquisaores Wajãpi e organizado por Dominique Gallois. Trata-se da 3ª. publicação de uma série de livros de leitura, em língua Wajãpi, que inclui “Ijã ma´e kõ” e “Kusiwarã”, idealizados e escritos pelos professores e pesquisadores Wajãpi, como atividade integrante do Plano de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial Wajãpi. O livro foi elaborado entre 2008 e 2011 no âmbito das oficinas de formação e acompanhamento dos pesquisadores Wajãpi. Ele explora um conceito da língua e do pensamento Wajãpi (Ka´a), que no contexto das relações com os não índios tem sido traduzido ora como floresta, ora como ambiente, às vezes como biodiversidade, ou ainda natureza. Dividido em quatro partes, o livro descreve os diferentes modos de conhecer Ka´a; aborda os recursos utilizados pelos humanos e pelos animais e seus donos; caracteriza as diferentes paisagens a partir do conhecimento tradicional e descreve o tekoa, a moradia dos humanos incluindo os elementos que compõe seu modo de viver. O livro, editado no âmbito das atividades do Pontão “Arte e Vida dos Povos Indígenas no Amapá e norte do Pará”, teve apoio do Iphan/MinC, Embaixada da Noruega e Rainforest Foundation, e e será distribuído a partir de agosto de 2011
Quando de sua vinda ao Brasil, em 8 de maio de 1553¹, saindo de Lisboa (embora descendente de família espanhola e espanhol, já que nascera no Arquipélago das Canárias, estudou em Coimbra) já com eloqüência religiosa expressiva, isso aos 18 anos, Anchieta já se sentia impelido à conversão, iniciando desde sua chegada na Bahia as obras de fundação de colégios jesuítas. E não foi de sua chegada que conseguiu se livrar das perenes dores que lhe aturdiam seu desvio de coluna e sua frágil sáude, fator-chave para que fosse enviado ao Brasil: Cura de suas enfermidades
UntitledA complexidade das relações étnicas no período colonial é ressaltada, cada vez mais, em trabalhos históricos, desfazendo o mito de origem do brasileiro. No entanto, negros da terra ou da Guiné têm sido tratados separadamente pelos estudiosos. O desafio do livro "NEGROS no mundo dos INDIOS: imagens, reflexos, alteridades" é romper esta segmentação teórica e contextual, suscitando um diálogo comparativo e criativo.; Através de doze artigos de autores diferentemente posicionados no campo científico, as categorias `Indios´ e ´Negros´´são apreendidas relacionalmente, mediante um espectro temático e espaço-temporal amplo e instigante, auxiliando a construir o caminho para novas pesquisas etnográficas sobre as culturas do contato na América colonial.
UntitledA obra traz uma seleção de textos do autor (seu trabalho de pesquisa reunia mais de 1.000 laudas), com 250 imagens sobre vinte e uma expedições do século passado (provenientes de vinte e cinco fontes diferentes), reunidas em um trabalho de mais de dois anos. O livro trata de resumir a obra expedicionária amazônica de grandes nomes como Oswaldo Cruz, Claude Lévi-Strauss, Jacques Cousteau, Mario Palmério, Thiago de Mello, Frans Krajcberg, Claudia Andujar, Helmut Sick, Orlando Villas Bôas, entre vários outros, formando um conjunto belo e inédito
UntitledA autora apresenta uma análise da trajetória da política provincial através da legislação e da documentação do Império
UntitledUm livro-vídeo bilíngue, com depoimentos, ensaios críticos e fotográficos e mais de seis horas de filme, celebra os 25 anos do projeto Vídeo nas Aldeias, que apóia e fomenta a produção de vídeo entre aldeias indígenas no Brasil desde a década de 1980
UntitledÉ o relato da destruição sistemática dos índios da América do Norte. Lançando mão de várias fontes, como registros oficiais, autobiografias, depoimentos e descrições de primeira mão, Dee Brown faz grandes chefes e guerreiros das tribos Dakota, Ute, Soiux, Cheyenne e outras contarem com suas próprias palavras sobre as batalhas contra os brancos, os massacres e rompimentos de acordos. Todo o processo que, na segunda metade do século XIX, terminou por desmoralizá-los, derrotá-los e praticamente extingui-los
UntitledEste texto apresenta um panorama da história dos povos indígenas no Brasil. A autora busca mostrar a riqueza cultural das sociedades indígenas, com suas diferenças e semelhanças, seus graus de parentesco, a tradição oral e a perspectiva dos índios no início do século XXI
UntitledEsta coletânea é publicada no momento em que se comemora os 100 anos do cinema em Mato Grosso. Resgata no Volume 1 , sob a ótica da imprensa, a trajetória do cinema nos atuais estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, de 1888 a 1970. O volume 2 é um inventario das contribuições do cineasta sueco Arne Sucksdorff para o cinema europeu e brasileiro a partir dos irrequietos anos 1960. O volume 3 encerra a coletânea com informações preciosas: a filmografia de filmes produzidos, exibidos, exibidos e noticiados no Estado de 1900 a 1970. Trata-se, portanto de uma obra de referência com importante contribuição para pesquisadores de todas as áreas
UntitledA presente obra analisa o tratamento legal das questões afetas aos indígenas e suas comunidades. Cuida da evolução da legislação nacional sobre os índios, com a análise das normas relacionadas aos índios editadas desdes o descobrimento do Brasil até a Constituição de 1988
UntitledDurante a maior parte do século XX, o indigenismo estatal brasileiro foi pautado por uma política de "atração" dos povos indígenas, com o intuito de assimilá-los à comunhão nacional. Nos anos 1950, chegou-se a prever a dizimação física e cultural como destino certo dos povos indígenas no Brasil. A perspectiva era que, lentamente, os povos indígenas e seus "remanescentes" fossem transformados em "trabalhadores" e "cidadãos nacionais", de tal modo que estes povos deixariam de existir até o ano 2000
UntitledO livro é produto do Projeto Estudos para a Sustentabilidade Ambiental e Cultural do Sistema Médico Fulni-ô: Oficina de Manipulação de Plantas Medicinais e apresenta uma síntese dos principais resultados e reflexões realizados durante o Projeto
A idéia de construção deste livro surgiu durante a realização do Projeto Açai, curso de formação dos professores indígenas de várias etnias do estado de Rondônia e Mato Grosso. Durante este curso, fomos construindo este belo livro de histórias, escritas e desenhadas por nós, professores, para usarmos nas escolas das nossas aldeias como material didático. Aqui está a escrita em língua materna e em língua portuguesa de algumas de nossas histórias
UntitledBuscando as raízes do processo de privatização das terras em Mato Grosso, a autora sustenta que a articulação entre o poder político e o poder econômicos, com base nos mecanismos institucionais e jurídicos, possibilitou a transformação das terras devolutas em propriedade privada, acentuando o processo de concentração fundiária, condição para o avanço da fronteira econômica a partir dos anos 70 e para a territorialização do capital
UntitledOs povos indígenas têm direito, sem nenhuma discriminação, à melhoria de suas condições econômicas e sociais, entre outras esferas, na educação, no emprego, na qualificação e no readestramento profissional, na moradia, no saneamento, na saúde e na seguridade social.; Art. 21 da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, 13 de setembro de 2007
UntitledClaude D'Abreville, capuchinho francês, fez parte da missão que veio ao Maranhão acompanhando a expedição de La Ravardière, em 1612. Demorou-se no Brasil quatro meses. De volta à França escreveu esta História da Missão dos Padres Capuchinhos na Ilha do Maranhão, publicada pela primeira vez em 1614
UntitledO livro é uma coletânea de artigos para repensar, sob uma outra forma, os indígenas do Brasil
UntitledArtigo sobre os índios na Amazônia nos séculos XVII e XVIII
UntitledO trabalho aborda a relação entre indígenas e colonização na região Grão-Pará nas décadas de 1820 e 1830
UntitledA publicação é o resultado do levantamento das espécies e fitofisionomias na percepção dos Juruna e Arara da VGX. O trabalho se insere no âmbito do Programa de Gestão Territorial Indígena do Projeto Básico Ambiental (PBA) da UHE Belo Monte
UntitledA publicação fornece a fundamentação e a base teórica da arquivística audiovisual
UntitledO artigo é uma história ambiental a partir da memória dos índios Pankará de Carnaubeira da Penha de Pernambuco
UntitledArtigo sobre o povo indígena Xukuru
UntitledLivro sobre pesquisas com os povos indígenas do Noroeste Amazônico
UntitledPublicação de memórias da atuação médica de João Paulo Botelho Vieira Filho
UntitledBreve exposição de alguns aspectos gramaticais da língua Guarani que foram discutidos e trabalhadores coletivamente durante as várias etapas do Programa de Formação de Professores Indígenas Guarani das regiões sul e sudeste do Brasil
UntitledO livro aborda alguns conceitos fundamentais do processo de desenvolvimento de coleções
UntitledO livro trata de uma produção conjunta de um coletivo de pesquisadores que, de diferentes maneiras e em momentos diversos, vêm escrevendo sobre o tema das memórias e dos patrimônios indígenas
UntitledDisposto a organizar no coração do Brasil um exército de índios, sublevando-os contra os brancos, o jornalista Vicentino Beirão arrasta com ele, na louca empresa, o camaiurá Ipavu (ou Paiap), tirado por ele do reformatório (ou presídio) de Crenaque
UntitledLivro sobre a história dos povos indígenas durante a Ditadura Militar brasileira
UntitledA obra apresenta a mais ampla visão panorâmica sobre as práticas, as instituições, os marcos teórico-metodológicos, políticos e legais, e os espaços de geração de conhecimento arquivístico ao longo do século XX
UntitledO livro aborda aspectos da gramática de cinco línguas indígenas faladas no Brasil, analisados à luz de postulados da Gramática Universal. Serão abordadas as línguas Mbyá e Tupinambá, ambas pertencentes à família Mawetí-Guaraní, tronco Tupi, sendo o Tupinambá uma língua extinta; Kuikuro, da família Karib; Karajá, da família Karajá, tronco Macro-Jê; Paumari, da família Arawá
UntitledA partir de documentos do Serviço de Proteção aos Índios, o trabalho avalia o processo de constituição de uma área indígena no atual Mato Grosso do Sul
UntitledUm grande laboratório racial: era essa a imagem do Brasil no final do século passado. Construída pelos inúmeros viajantes que aqui aportavam, a alusão a um país de raças híbridas encontrava boa acolhida entre nossos intelectuais - juristas, médicos, literatos, naturalistas. Como entender, no entanto, que esses mesmos pensadores tenham feito das teorias raciais deterministas e evolutivas o seu baluarte intelectual, espalhando pela sociedade brasileira noções de superioridade racial e o estigma do pessimismo quanto ao futuro de uma nação mestiça?
UntitledPensado inicialmente como um aporte didático, o livro ultrapassa essa limitação ao trazer um material original de pesquisa em arquivos realizada pela equipe do Programa de Estudos dos Povos Indígenas, da UERJ. O texto é curto porém contundente, buscando levantar questões e problemas quanto à presença indígena no Rio de Janeiro, entre os séculos XVI e XIX
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