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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(811.3) / M528s / 2009 · Item · 2009
              Part of Bibliográfico

              Este trabalho pretende fazer uma análise sociológica da ação do Serviço de Proteção aos Índios - SPI no Estado do Amazonas no período de 1910 a 1932. A partir dos conceitos de dispositivo de campo e de poder tutelar buscamos não apenas elaborar uma cronologia histórica da presença do SPI no Amazonas mas trazer à luz as práticas levadas a cabo pelo órgão indigenista na missão de conduzir os povos indígenas da região sob sua jurisdição de uma condição primitiva a um estado positivo através do que denominaram de processo civilizatório O objetivo maior é trazer para o presente reflexões críticas sobre estes pressupostos positivistas que marcaram profundamente as ações dos órgãos indigenistas (SPI; FUNAI)

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / R696l / 1986 · Item · 1986
              Part of Bibliográfico

              Este é o único livro existente dedicado às línguas indígenas faladas atualmente no Brasil. Apresenta informações acerca da classificação das línguas em troncos e famílias, mostrando semelhanças e diferenças entre algumas línguas

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.742(816.5) / Y99 / 2009 · Item · 2009
              Part of Bibliográfico

              Com o apoio do IPHAN este projeto apresenta uma amostra significativa dos cantos das crianças interpretados pelos grupos de cantos e danças tradicionais Mbyá Guarani de três comunidades da grande Porto Alegre. Ele registra o resultado de um intenso trabalho coletivo e cotidiano sob a orientação dos guias musicais dos grupos. Cantando e dançando em diferentes contextos, os Mbya Guarani controem e afirmam sua identidade; comunicam-se entre si, com as divindades, com a natureza e também com a sociedade envolvente, expressando e atualizando seus valores, suas reinindicações e seu modo de ser. O nascimento de uma criança representa aprovação pelos deuses do modo de ser Mbya, e uma criança que canta fortalece a relação dos Mbya com os outros seres do cosmos

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81) / C982b / 2009 · Item · 2009
              Part of Bibliográfico

              Catálogo da exposição temporária "Beleza e saber: plumária indígena" realizada no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(=87)(81) / C111f / 2009 · Item · 2009
              Part of Bibliográfico

              Este é um estudo da organização social tuyuka. Seu horizonte teórico é o sistema social; do Uaupés, a respeito do qual várias descrições de grande valor etnográfico já foram; publicadas. As informações sobre os Tuyuka da área da fronteira Brasil-Colômbia; contribuem para adensar o entendimento dos grupos Tukano Orientais e da região do alto; rio Negro

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-266.5(811.3) / C972t / 2009 · Item · 2009
              Part of Bibliográfico

              Ao reunir textos traduzidos por Mauro Almeida e Nicolás Niymi Campanário há mais de uma década no interior de um projeto internacional sobre o Alto Juruá, este livro traz aportes importantes de missionários espiritanos para documentar um período crítico na história da região. O primeiro texto é o interessante relato inédito do padre Jean-Baptiste Parrisier, pertencente ao Arquivo Espiritano de Chevilly-la-Rue, França, dando conta de seis meses de uma viagem apostólica no interior do “país da borracha”. Os restantes oito textos são artigos publicados pelo padre Constant Tastevin em francês em revistas de acesso nem sempre fácil, incluindo Les Missions Catholiques, Annales Apostoliques, La Géographie e Le Lys de St. Joseph. A breve introdução de Manuela Carneiro da Cunha contextualiza a missão espiritana no Amazonas. Os mapas publicados em La Géographie (juntos com um mapa inédito do Arquivo Espiritano) e uma bibliografia completa das publicações do padre Tastevin sobre a Amazônia figuram em anexo

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(817.2) / F866r / 2009 · Item · 2009
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              Considerado uma das figuras mais importantes para a história do Brasil, Cândido Rondon teve entre seus grandes feitos a implantação das linhas telegráficas que ligou a região Oeste do Brasil com o resto do país. A missão possibilitou importantes estudos científicos nos campos da etnologia indígena, da geografia, da fauna e da flora do extenso território percorrido.; Cândido Mariano da Silva Rondon faleceu, aos 92 anos, no dia 19 de janeiro de 1958, no Rio de Janeiro. Seu corpo foi velado no Clube Militar com honras de chefe de estado.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811=1-82) / M277 / 2010 · Item · 2010
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              Com o tema Manejo do Mundo: conhecimentos e práticas dos povos indígenas do Rio Negro, o seminário que teve início hoje (9/4) tem como objetivo propiciar o diálogo entre várias concepções indígenas sobre manejo de recursos naturais, práticas de observação da natureza na constituição de calendários ecológicos, ciclo de vida dos animais e das pessoas; práticas de manejo ambiental que vêm sendo desenvolvidos pelas associações indígenas locais, discursos e articulações com diversos atores sejam cientistas, políticos, sociedade civil em torno da problemática das mudanças climáticas.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(811) / R343 / 2005 · Item · 2005
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              Do Amazonas a Paris reproduz em edição fac-similar, acompanhada de tradução para o português, duas raras criações de Vicente do Rego Monteiro editadas em francês em Paris: Légendes, croyances et talismans des Indiens de l’Amazone e Quelques visages de Paris, respectivamente em 1923 e 1925. Estes dois livros de artista representam alguns dos mais belos exemplos bibliográficos produzidos pelas vanguardas latino-americanas. Inspirado na originalidade da estética marajoara e, paradoxalmente, no orientalismo japonês, Rego Monteiro volta-se para suas raízes, mostrando, em Légendes., seu indianismo de vanguarda em imagens figurativas de indígenas, pintadas em seda. Em Quelques., Paris é retratada em 10 desenhos de traço estilizado que, além da influência indígena, mostram elementos de um art déco geométrico. A publicação dessas duas obras acondicionadas em embalagem especial traz ao grande público a possibilidade de conhecer uma parte da rica produção de vanguarda brasileira.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-597(811) / C112p / 2005 · Item · 2005
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              Organizado pelo antropólogo Aloisio Cabalzar, ilustrado por Mauro Lopes e com pesquisa ictiológica de Flávio Lima, o livro enfoca a relação dos índios tukano e tuyuka com os peixes do Alto Rio Tiquié, no noroeste da Amazônia, importantes na cosmologia e na alimentação desses povos. Fruto da parceria entre o ISA, as associações indígenas do alto Tiquié, o Museu de Zoologia da USP e a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, (Foirn) a publicação traz pesquisa inédita no Brasil sobre a diversidade de peixes de uma região, a do rio Tiquié, no Alto Rio Negro, reunindo os conhecimentos indígenas e o conhecimento -icitiológico. O estudo etnográfico abrange conhecimentos tuyuka e tukano sobre a ecologia de cada espécie, e analisa os mitos e conceitos cosmológicos relacionados à origem dos peixes e suas relações com a humanidade. Já a pesquisa ictiológica se debruça sobre a classificação das espécies de peixes e a descrição de sua morfologia. Os Tukano e os Tuyuka participaram e acompanharam todas as etapas do estudo, que consumiu mais de quatro anos de pesquisa, em um esforço intercultural e interdisciplinar, que não se esgotam nesta publicação. Peixe e Gente continuará a ser tema de pesquisa das escolas indígenas e das atividades de gestão de recursos naturais

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-631.96 / C198 vol.1 / 2009 · Item · 2009
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              A coleção Plante as árvores do Xingu e Araguaia é formada por dois volumes. O primeiro, o Manual do Plantador tem 40 páginas ilustradas com o passo-a-passo para quem quer plantar árvores nativas, desde a legislação, a coleta de sementes até as várias formas de plantio. Já o Guia de Identificação, com capa dura e espiral, tem 300 páginas com informações e fotos reunidas localmente sobre 73 espécies e gêneros de plantas nativas das bacias hidrográficas dos rios Xingu e Araguaia. Elas foram selecionadas por sua importância como fruta, remédio, óleo, resina, madeira, para abelhas, para jardins e para recuperação de áreas degradadas. As fotos foram coletadas entre pessoas que moram na região, índios, matogrossenses e gaúchos conhecedores da mata e do cerrado, coletores de sementes, viveiristas, agrônomos e biólogos, que colaboraram na descrição das formas de identificar, usar e plantar cada uma das espécies.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-574.3(811) / V832 / 2008 · Item · 2008
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              A publicação Visões do Rio Negro construindo uma rede socioambiental na maior bacia de águas pretas do mundo traz os debates, sugestões e recomendações do Seminário Visões do Rio Babel, conversas sobre o futuro do Rio Negro, realizado em Manaus em maio de 2007, pelo ISA em parceria com a Fundação Vitória Amazônica (FVA). "O que será da Bacia do Rio Negro daqui a 50 anos?", foi um dos motes propostos pelos organizadores do evento, o ISA e a Fundação Vitória Amazônica (FVA). A publicação, organizada e editada por Beto Ricardo e Marina Antongiovanni, traz também as sugestões dos participantes para a construção de uma rede de responsabilidade socioambiental compartilhada no sentido de garantir um futuro sustentável na maior bacia de águas pretas do mundo

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-633.88 / A333u / 2009 · Item · 2009
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              O livro traz uma visão geral sobre o conhecimento florístico dos Yanomami com base em dados coletados em diferentes partes de seu território e em diferentes períodos. Um texto do xamã e líder Yanomami Davi Kopenawa abre a publicação, que traz informações sobre diferentes aspectos da etnobotânica de seu povo. Em suas 207 páginas, o leitor terá acesso a informações sobre como as plantas da floresta são parte intrínseca da cultura Yanomami, sendo utilizadas na alimentação, na construção de casas e artefatos, na ornamentação corporal, para a cura e o xamanismo. A apresentação de dados científicos é somada a informações na língua nativa, em um cuidadoso trabalho de diálogo entre o conhecimento gerado pela ciência e o saber tradicional. A publicação faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas entre os Yanomami pelo Programa Rio Negro, do ISA, e é leitura obrigatória para todos interessados nas relações entre povos indígenas e o meio ambiente

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-622 / M664 / 2006 · Item · 2006
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              Pesquisa conduzida pelo Instituto Socioambiental (ISA) revela que boa parte das Unidades e Conservação (UCs) da Amazônia não está realmente protegida da mineração. A partir de informações obtidas do Cadastro Mineiro, mantido pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) a pesquisa do ISA indica que, dos 40.144 processos existentes na Amazônia Legal, 5.283 incidem em UCs federais e 880 em UCs estaduais. Mais grave: do total dos processos minerários válidos no DNPM, 406 já estão em pesquisa ou em exploração em 32 Unidades de Conservação de Proteção Integral e em 23 Reservas Extrativistas (Resex), onde não é permitida a atividade minerária. Outros 571 processos estão em pesquisa ou em exploração em 33 UCs de Uso Sustentável, principalmente em Florestas Nacionais e Estaduais, nas quais a atividade é condicionada a uma série de requisitos. Para subsidiar e aprofundar o debate em torno da regulamentação de atividades minerárias em UCs, Mineração em Unidades de Conservação na Amazônia brasileira traz também uma extensa análise e contextualização da legislação vigente sobre o assunto. Durante o trabalho de pesquisa e elaboração da publicação, foi analisado um conjunto de leis, instruções, pareceres, além dos decretos de criação e de regulamentação de UCs, incluindo o SNUC - Sistema Nacional das Unidades de Conservação - que define o uso dessas áreas. Uma seleção desses documentos consta da parte final do livro.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2Ticuna / O66 1vol / 2010 · Item · 2010
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              As histórias contadas pelos próprios velhos vão servir para o pessoal que virá. Esses livros são importantes para todos nós. Sabemos que essas histórias podem desaparecer se não forem registradas. Por isso, hoje em dia, é importante que as histórias sejam pesquisadas e escritas. Vão servir para os professores, para os alunos, para todos conhecerem mais sobre os Ticunas, para saberem por que somos diferentes dos brancos

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / H489f / 2009 · Item · 2009
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              Fronteira Amazônica cobre os 150 anos em que os primeiros cientistas europeus exploraram as riquezas naturais da Amazônia e ficaram fascinados por seus povos. Vários encontros com as novas tribos continuaram ocorrendo durante o século XIX, particularmente quando o monopólio seringueiro fez de Manaus uma cidade de fronteira e quando o número de indígenas diminuiu drasticamente, fato que os transformou de inimigos ferrozes em objetos de estudos antropológicos ou da literatura romantica. Fronteira Amazônica termina em 1910, com a criação do famoso Serviço de Proteção ao Índio no Brasil e abertura de uma nova era de tolerância para com seus povos nativos.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.89 / A274a / 2005 · Item · 2005
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              A Antropofagia no Novo Mundo nos séculos XVI e XVII é o tema desse livro que trata do ?alimento homem? que, ritualmente, se torna alimento para outro homem, o qual, por sua vez, vive na perspectiva, altamente significativa para sua cultura, de se tornar, um dia, ele mesmo alimento para os outros. A Antropologia se apresenta, aqui, como perspectiva de análise imprescindível, constituindo-se, ela mesma, enquanto esboço de um estudo crítico sobre sua própria característica de compreensão/digestão da alteridade cultural. Finalmente, uma metodologia de estudo histórico-religiosa se impõe pela característica ?ritual? desta específica forma de antropofagia.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-738 / C411 / 2004 · Item · 2004
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              A Cerâmica constitui o melhor tratado sobre o tema. Este curso completo apresenta-se na forma de um manual prático e de consulta frequente extremamente útil e de grande interesse, tanto para quem se sente atraído pelo tema e pretende aprender, como para o iniciado que já frequentou cursos ou, ainda, para o profissional. Os primeiros encontrarão, tratados de um modo exaustivo, todos os aspectos em jogo na arte e no ofício da cerâmica; os segundos terão aqui reunida, de forma ordenada, concisa e com uma linguagem acessível, toda a bagagem de conhecimentos indispensáveis ao profissional

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / S622g vol.2 / 1999 · Item · 1999
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              Obra em dois volumes escrita por S. A. Sisson no século XIX, reúne notícias biográficas de pessoas ilustres do Brasil Império, inclusive as de D. Pedro I e D. Pedro II. Conforme o próprio autor, sua intenção foi "desenhar as principais figuras, que têm deixado vestígios de sua passagem neste país e em sua cena política desde a Independência"

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81)Wayana / V445l / 2010 · Item · 2010
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              Este livro revela algumas dimensões do patrimônio oral e artístico dos povos Wayana e Aparai. Estes dois povos, que vivem de diversas aldeias ao longo do rio Paru d'Este, Estado do Pará, são detentores de um rico sistema gráfico. Esse sistema vem sendo repassado e recriado ao longo de gerações e é apresentado neste livro através de narrativas míticas que explicam o surgimento desta arte e sua expressão e aplicação a diversos suportes, do corpo aos objetos

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-025.3 / U58 2vol / 2007 · Item · 2007
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              A adoção de padrões para a elaboração de documentos científicos é de fundamental importância para as Instituições de Ensino Superior. Por este motivo os bibliotecários do Sistema de Bibliotecas da UFPR procuram estudar continuamente este tema e assim acompanhar as alterações necessárias ao seu desenvolvimento, em âmbito nacional e internacional

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-025.3 / U58 4vol / 2007 · Item · 2007
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              A adoção de padrões para a elaboração de documentos científicos é de fundamental importância para as Instituições de Ensino Superior. Por este motivo os bibliotecários do Sistema de Bibliotecas da UFPR procuram estudar continuamente este tema e assim acompanhar as alterações necessárias ao seu desenvolvimento, em âmbito nacional e internacional

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-025.3 / U58 9vol / 2007 · Item · 2007
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              A adoção de padrões para a elaboração de documentos científicos é de fundamental importância para as Instituições de Ensino Superior. Por este motivo os bibliotecários do Sistema de Bibliotecas da UFPR procuram estudar continuamente este tema e assim acompanhar as alterações necessárias ao seu desenvolvimento, em âmbito nacional e internacional

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(816.5=1-82) / A844c / 2010 · Item · 2010
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              Os Guarani ocupam tradicionalmente as terras que abrangem partes do Rio Grande do Sul (Missões, Pampa, Planalto, Litoral), Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e regiões da Argentina, Paraguai, Bolívia e Uruguai. Neste amplo território, ao longo dos séculos, eles foram perseguidos por colonizadores, caçados, escravizados, exilados e tiveram suas terras invadidas, saqueadas e ocupadas. Nesse processo a Igreja, a serviço dos estados da Espanha, Portugal e depois do próprio Brasil, procurou catequizá-los e torná-los “almas convertidas” e, ao mesmo tempo, “corpos dóceis” para o trabalho, nos moldes do projeto que então se estruturava. A base das relações com os povos indígenas sempre foi colonial, ou seja, sempre se indagou qual a utilidade destes povos e quais as melhores maneiras de explorar sua força produtiva e seus territórios

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              Na planície amazônica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / M827pl / 2000 · Item · 2000
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              Livro escrito há mais de 60 anos por Raimundo Morais, um comandante de "gaiolas" que, durante 30 anos, percorreu os rios do maior sistema hidrográfico do mundo. É uma descrição viva da paisagem física e humana de uma das regiões que mais tem atraído a atenção nos últimos tempos

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(811) / F223k / 2010 · Item · 2010
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              A obra destina-se aos leitores juruna, mas também ao público geral, aos interessado0s em arte/artesanato indígena. Buscou-se uma organização temática, apresentando primeiramente a cerâmica, arte basicamente feminina, pela qual os juruna são conhecidos inclusive no exterior. Em seguida, apresenta-se a cestaria, arte masculina; cuias, arte feminina; estalhes em madeira, arte masculina; tecelagem, arte feminina; adereços corporais, arte feminina; arte plumária masculina; armas, armadilhas, canoa, brinquedos e entalhes, artes masculinas. Todos os textos são ilustrados. As ilustrações seguem estilos bem diversificados, do uso da caneta hidrográfica ao sombreamento do lápis de cor. Isso reflete justamente a característica principal deste livro: a coletividade. Não se privilegiou um único traço, um único estilo, pois a obra foi feita por várias pessoas, que aqui deixam um pouco de si, pensando talvez em leitores diferentes como alunos, outros colegas professores, filhos, netos que vião, e também nós, os não-índios, os caríbas, que admiramos as peças produzidas quando as vemos em exposições, lojas, e que podemo assim saber um pouco sobre elas

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              Revivendo o que vivi
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / R369r / 2010 · Item · 2010
              Part of Bibliográfico

              As diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio

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              Meus índios, minha gente
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / R369m / 2010 · Item · 2010
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              As diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.26(81) / I21s / 2010 · Item · 2010
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              Com essa publicação o Ministério da Cultura e o Iphan vêm informar sobre os fundamentos e instrumentos da política de salvaguarda da dimensão imaterial do patrimônio cultural brasileiro, assim como prestar contas dos seus resultados e dos desafios que vêm enfrentando.; Esses jongos, violas, círios e ofícios são bens vivos mantidos pelas pessoas que os praticam. Preservá-los é valorizar seu conhecimento e ação. A salvaguarda desses bens está, portanto, orientada para a valorização do ser humano, para a garantia e para a melhoria das condições sociais, culturais e ambientais que permitem sua permanência

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              Brasil novo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-323(81) / B813b vol.3 / 1930 · Item · 1930
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              Flora Brasílica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-581.9(81) / H693f v.15-2 / 1940 · Item · 1940
              Part of Bibliográfico

              Flora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil

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              Flora Brasílica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-581.9(81) / H693f v.25-2 / 1940 · Item · 1940
              Part of Bibliográfico

              Flora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil

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              Flora Brasílica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-581.9(81) / H693f v.25-3 / 1940 · Item · 1940
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              Flora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(815.2=1-82) / T253h / 2009 · Item · 2009
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              Preparado para suprir a carência absoluta de materiais didáticos sobre os povos indígenas no Espírito Santo, o livro também atende à chamada instaurada pela Lei 11.645, tornando obrigatória a inclusão da história e cultura indígena no currículo escolar no ensino fundamental e médio. O livro inclui informações sobre a história porém o foco principal recai em questões atuais, referentes a identidades, demarcação de terras e mobilização política. Inclui fotografias, desenhos e indicações de leituras

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / V393p / 2011 · Item · 2011
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              O livro relata a metodologia e o sistema de proteção indígena apresentando dados, estudos de referências de grupos isolados, registros recentes que confirmam a existência desses grupos principalmente nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. Durante séculos as estratégias de contato provocaram grandes desequilíbrios e mortes, reduzindo drasticamente a população indígena. Essa realidade pediu medidas imediatas para proteção do indio brasileiro, passando do sistema de contato para o não contato, medida essa de proteção

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811.2=1-82) / L825p / 2011 · Item · 2011
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              Dados da obra revelam que cerca de 150 povos indígenas vivem em situação de isolamento no mundo, dos quais 127 estão na América do Sul. Destes, 90 são do Brasil. Uma das ameaças que pairam sobre esses povos é sua extinção. O grupo Avá-Canoeiro, por exemplo, sofreu um massacre no final dos anos de 1960 e sua população foi dizimada quase na totalidade.; Com 366 páginas e dividida em duas partes, a obra traz, na primeira, 13 artigos que desenham a realidade dos povos isolados, revelando sua luta por sobrevivência no Brasil e em mais seis países da América do Sul (Peru, Bolívia, Equador, Colômbia, Venezuela e Paraguai). Já a segunda parte, com quatro capítulos, apresenta a cultura do povo Suruwaha, de recente contato, e sua relação com o Cimi.

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