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              8524 Descrição arquivística resultados para Livro

              8524 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-980.41 / G633 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              O autor alia uma extensa pesquisa documental a sua longa experiência como etnógrafo e indigenista para produzir um detalhadíssimo relato das relações entre os Tenetehara do Maranhão e os brancos, desde o contato inicial com os franceses no início do século XVII aos dias de hoje. Conforme alerta o próprio autor, o livro está escrito em vários registros distintos, passando pela teoria antropológica ("ontosistêmica"), pela história do contato, pela "economia igualitarista", pela demografia e pela filosofia. A parte sobre a história é organizada pela seqüência das principais instituições da política indigenista, com uma concentração maior no período do SPI. No mais, destacam-se a abordagem da rebelião de Alto Alegre (1901) e o capítulo sobre a demografia histórica. Presente de maneira indireta ao longo do livro, a voz dos índios aparece de maneira explícita num capítulo curto com a transcrição de alguns depoimentos

              GOMES, Mércio Pereira
              O índio na história do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / R484inh / 1983 · Item · 1983
              Parte de Bibliográfico

              Este trabalho é uma tentativa de expor a um público mais amplo a trágica história do primitivo habitante do Brasil e de sua marginalização progressiva, histórica, geográfica e cultural. Fala sobre a dívida que o povo brasileiro tem para com os povos que aqui viveram, sendo um convite para meditar sobre a questão indígena

              RIBEIRO, Berta G (1899-1958)
              O índio na cultura brasileira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / R484i / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico

              Neste livro são apresentadas algumas das contribuições indigenas à cultura brasileira na área da botânica, da zoologia, da cultura material, da arte e da linguagem

              RIBEIRO, Berta G (1899-1958)
              O índio Kaingáng no Rio Grande do Sul
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kaingang / B395i / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Reedição de estudo publicado em 1975, superado em muitos aspectos pela nova bibliografia Kaingang dos últimos tempos. Ainda assim, há uma compilação de informações relevantes, com relativamente pouco destaque para a dimensão histórica

              BECKER, Ítala Irene Basile
              O índio é assim
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / C193i / 1957 · Item · 1957
              Parte de Bibliográfico
              CAMPÊLO, Zacarias
              O índio e a conquista portuguesa
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / K86i / 1994 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico

              Com a coordenação de Maria Lígia Prado e Maria Helena Capelato, pesquisadores experientes analisam os mais importantes tópicos para o estudo da história nacional. Neste volume: Num texto polêmico, Luiz Koshiba examina o embate entre a cultura indígena e a européia e propõe uma categoria de análise mais adequada para o estudo das sociedades tribais. Com uma argumentação envolvente, o autor demonstra como os colonizadores portugueses acabaram por submeter guerreiros tupi-guaranis, transformando-os em trabalhadores

              KOSHIBA, Luiz
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / L937i / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Como transformar a pluralidade social presente no microespaço da sala de aula em estímulo para rearranjos pedagógicos, curriculares e organizacionais que compreendam a tensão gerada na sua positividade, a fim de ampliar e tornar mais complexo o diálogo entre realidades, perspectivas, concepções e projetos originados da produção da diversidade sociocultural? Como superar a invisibilidade institucionalizada das diferenças culturais que; valida avaliações sobre desempenho escolar de crianças, jovens e adultos sem considerar as suas realidades e pertencimentos sociais?; O impulso pela democratização e afirmação dos direitos humanos na; sociedade brasileira atinge fortemente muitas das nossas instituições estatais,atreladas a projetos de estado-nação comprometidos com a anulação das diferenças culturais de grupos subordinados. Neste contexto,as diferenças culturais dos povos indígenas, dos afro-descendentes e de outros povos portadores de identidades específicas foram sistematicamente negadas, compreendidas pelo crivo da inferioridade e, desse modo, fadadas à assimilação pela matriz dominante.; A proposta é articular os atores sociais e os gestores para que os desafios que foram postos estabeleçam novos campos conceituais e práticas de planejamento e gestão, renovados pela valorização da diversidade sociocultural, que transformem radicalmente posições preconceituosas e discriminatórias.

              LUCIANO, Gersem dos Santos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(81) / F825i / 1976 · Item · 1976
              Parte de Bibliográfico

              Ensaio publicado originalmente em 1937, este livro trata de forma pioneira e erudita a elaboração da imagem do índio no pensamento europeu entre os séculos XVI e XVIII. A reedição é oportuna, pois permite estabelecer um diálogo com a bibliografia mais recente sobre o tema, à qual esta obra antiga não fica devendo. Para além da tese central sobre a "teoria da bondade natural" e a sua ligação com a Revolução Francesa, o livro aborda alguns autores pouco conhecidos no Brasil e apresenta uma discussão fascinante sobre o impacto dos índios que viajaram para a Europa durante este período

              FRANCO, Afonso Arinos de Melo
              O índio brasileiro e a revolução francesa
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(81) / F825i 1937 / 1937 · Item · 1937
              Parte de Bibliográfico

              Este livro trata de forma pioneira e erudita a elaboração da imagem do índio no pensamento europeu entre os séculos XVI e XVIII. A reedição é oportuna, pois permite estabelecer um diálogo com a bibliografia mais recente sobre o tema, à qual esta obra antiga não fica devendo. Para além da tese central sobre a "teoria da bondade natural" e a sua ligação com a Revolução Francesa, o livro aborda alguns autores pouco conhecidos no Brasil e apresenta uma discussão fascinante sobre o impacto dos índios que viajaram para a Europa durante este período

              FRANCO, Afonso Arinos de Melo
              O índio aviador
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / F297i / 1994 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico
              FEIJÓ, Ateneia
              O indígena e a República
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82):981.07 / G135i / 1989 · Item · 1989
              Parte de Bibliográfico

              Este livro estuda as condições históricas que permitiram a fundação do serviço de proteção aos índios e mostra como o desenvolvimento capitalista no Brasil, sobretudo no ultimo quartel do século XIX, acirrou a luta armada que envolvia a sociedade dominante e os grupos indígenas

              GAGLIARDI, José Mauro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / V135i / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              O vôo livre e o canto dos pássaros, o verde da floresta, a imensidão das águas dos rios, a diversidade da flora e da fauna, as populações ribeirinhas, assim como o grande número de tribos que habitam ou habitaram a região, fazem da Amazônia uma parte muito especial de nosso país; região cheia de segredos, encantos e riquezas incalculáveis. Esse é o cenário onde nasceram e circulam as histórias aqui reunidas. Elas foram selecioandas com base em um cuidadoso levantamento do fecundo folclore que faz parte do patrimônio oral dos povos da floresta.No passado, Monteiro Lobato escreveu fábulas, valendo-se de histórias estrangeiras e dando-lhes roupagens nacionais. Agora, a escritora Vera do Val brinda os jovens leitores brasileiros ao produzir um livro em que lapida lendas inteiramente nacionais. Elas podem ser agrupadas em três tipos, da seguinte forma: umas são referentes à criação, outras às relações entre homens, animais e natureza e, diferenciando-se das duas primeiras, há as que se voltam para a explicação da origem de diferentes povos

              VAL, Vera do
              O homem fóssil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-569.9 / D274h / 1978 · Item · 1978
              Parte de Bibliográfico
              DAY, Michael H
              O homem e a serra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-911.5(815.3) / L228h / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico
              LAMEGO, Alberto Ribeiro
              O Homem algodão: uma etno-história Nambiquara.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Nambikwara / C837h / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              A contribuição da obra, extrapolando o recorte analítico, oferece aos não índios um conjunto de conhecimentos e saberes indígenas que, certamente, lhes servirão de parâmetro para um repensar da vivência do homem “branco” em sua relação com a natureza, com os outros homens e com o sobrenatural, pois os valores emanados da vivência Nambiquara apontam para os principais dilemas da sociedade Ocidental

              COSTA, Anna Maria Ribeiro F. Moreira da Costa
              O Guarani
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / A368g São Paulo / 18-- · Item · 18--
              Parte de Bibliográfico

              Na primeira metade do século XVII, Portugal ainda dependia politicamente da Espanha, fato que, se por um lado exasperava os sentimentos patrióticos de um frei Antão, como mostrou Gonçalves Dias, por outro lado a ele se acomodavam os conservadoristas e os portugueses de pouco brio. D. Antônio de Mariz, fidalgo dos mais insignes da nobreza de Portugal, leva adiante no Brasil uma colonização dentro mais rigoroso espírito de obediência à sua pátria. Representa, com sua casa-forte, elevada na Serra dos Órgãos, um baluarte na Colônia, a desafiar o poderio espanhol. Sua casa-forte, às margens do Pequequer, afluente do Paraíba, é abrigo de ilustres portugueses, afinados no mesmo espírito patriótico e colonizador, mas acolhe inicialmente, com ingênua cordialidade, bandos de mercenários, homens sedentos de ouro e prata, como o aventureiro Loredano, ex-padre que assassinara um homem desarmado, a troco do mapa das famosas minas de prata. Dentro da respeitável casa de D. Antônio de Mariz, Loredano vai pacientemente urdindo seu plano de destruição de toda a família e dos agregados. Em seus planos, contudo, está o rapto da bela Cecília, filha de D. Antônio, mas que é constantemente vigiada por um índio forte e corajoso, Peri, que em recompensa por tê-la salvo certa vez de uma avalancha de pedras, recebeu a mais alta gratidão de D. Antônio e mesmo o afeto espontâneo da moça, que o trata como a um irmão. A narrativa inicia seus momentos épicos logo após o incidente em que Diogo, filho de D. Antônio, inadvertidamente, mata uma indiazinha aimoré, durante uma caçada. Indignados, os aimorés procuram vingança: surpreendidos por Peri, enquanto espreitavam o banho de Ceci, para logo após assassiná-la, dois aimorés caem transpassados por certeiras flechas; o fato é relatado à tribo aimoré por uma índia que conseguira ver o ocorrido. A luta que se irá travar não diminui a ambição de Loredano, que continua a tramar a destruição de todos os que não o acompanhem. Pela bravura demonstrada do homem português, têm importância ainda dois personagens: Álvaro, jovem enamorado de Ceci e não retribuído nesse amor, senão numa fraterna simpatia; Aires Gomes, espécie de comandante de armas, leal defensor da casa de D. Antônio. Durante todos os momentos da luta, Peri, vigilante, não descura dos passos de Loredano, frustrando todas suas tentativas de traição ou de rapto de Ceci. Muito mais numerosos, os aimorés vão ganhando a luta passo a passo. Num momento, dos mais heróicos por sinal, Peri, conhecendo que estavam quase perdidos, tenta uma solução tipicamente indígena: tomando veneno, pois sabe que os aimorés são antropófagos, desce a montanha e vai lutar "in loco" contra os aimorés: sabe que, morrendo, seria sua carne devorada pelos antropófagos e aí estaria a salvação da casa de D. Antônio: eles morreriam, pois seu organismo já estaria de todo envenenado. Depois de encarniçada luta, onde morreram muitos inimigos, Peri é subjugado e, já sem forças, espera, armado, o sacrifício que lhe irão impingir. Álvaro (a esta altura enamorado de Isabel, irmã adotiva de Cecília) consegue heroicamente salvar Peri. Peri volta e diz a Ceci que havia tomado veneno. Ante o desespero da moça com essa revelação, Peri volta à floresta em busca de um antídoto, espécie de erva que neutraliza o poder letal do veneno. De volta, traz o cadáver de Álvaro morto em combate com os aimorés. Dá-se então o momento trágico da narrativa: Isabel, inconformada com a desgraça ocorrida ao amado, suicida-se sobre seu corpo. Loredano continua agindo. Crendo-se completamente seguro, trama agora a morte de D. Antônio e parte para a ação. Quando menos supõe, é preso e condenado a morrer na fogueira, como traidor. O cerco dos selvagens é cada vez maior. Peri, a pedido do pai de Cecília, se faz cristão, única maneira possível para que D. Antônio concordasse, na fuga dos dois, os únicos que se poderiam salvar. Descendo por uma corda através do abismo, carregando Cecília entorpecida pelo vinho que o pai lhe dera para que dormisse, Peri, consegue afinal chegar ao rio Paquequer. Numa frágil canoa, vai descendo rio abaixo, até que ouve o grande estampido provocado por D. Antônio, que, vendo entrarem os aimorés em sua fortaleza, ateia fogo aos barris de pólvora, destruindo índios e portugueses. Testemunhas únicas do ocorrido, Peri e Ceci caminham agora por uma natureza revolta em águas, enfrentando a fúria dos elementos da tempestade. Cecília acorda e Peri lhe relata o sucedido. Transtornada, a moça se vê sozinha no mundo. Prefere não mais voltar ao Rio de Janeiro, para onde iria. Prefere ficar com Peri, morando nas selvas. A tempestade faz as águas subirem ainda mais. Por segurança, Peri sobe ao alto de uma palmeira, protegendo fielmente a moça. Como as águas fossem subindo perigosamente, Peri, com força descomunal, arranca a palmeira do solo, improvisando uma canoa. O romance termina com a palmeira perdendo-se no horizonte, não sem antes Alencar ter sugerido, nas últimas linhas do romance, uma bela união amorosa, semente de onde brotaria mais tarde a raça brasileira

              ALENCAR, José de
              O Guarani
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / A368g Rio de Janeiro / 1857 · Item · 1857
              Parte de Bibliográfico

              O índio Peri era companheiro e protetor de Ceci, cujo irmão matara, casualmente, uma índia da tribo Aimoré. Esse fato exaspera a família da índia que pretende vingar-se matando Ceci. Peri, vigilante, mata-os e, graças a ele, todo tipo de vingança contra a família de Ceci é desfeita. Peri, imaginando que poderia matar todos os Aimorés sozinho, toma veneno e se lança contra mais de duzentos índios. Quando já fizera grande mortandade, entrega-se como prisioneiro, porque conhecia o costume daqueles índios antropófagos de devorar o inimigo. estando ele envenenado, todos morreriam ao comer de seu corpo. No momento em que seria sacrificado, um grupo de homens salva peri. Diante do pedido de Ceci, o índio entra na floresta em busca de uma erva que anula o efeito do veneno. Novo ataque é marcado contra a casa de Ceci e o índio recebe o encargo de salvá-la. Já longe, ouve um terrível estampido e vê o fogo que destruía a casa atacada e os próprios Aimorés. Cresce a afeição da moça por Peri, que é chamado por ela de irmão. Desaba uma enorme tempestade e as águas sobem depressa. Peri leva Ceci ao alto de uma palmeira, mas as águas continuam subindo. Peri desce até as raízes da palmeira e as desprende do solo, após gigantesco esforço. A palmeira, ninho onde se abrigam Peri e Ceci, vai vagando nas águas e se perde no horizonte

              ALENCAR, José de
              O fotográfico
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:77 / S187f / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Este livro, organizado por Etienne Samain, reúne 26 ensaios que tentam decifrar os múltiplos significados que a fotografia vem incorporando desde sua criação. A obra apresenta uma profunda análise de seu status, desde o puramente material ao provocativo, que vai além do primeiro olhar, repleto de densas mensagens e capaz de comunicar, a um só tempo, emoções multifacetadas. 'O fotográfico' é fonte de inspiração para fotógrafos, estudantes, universitários, apreciadores de literatura e artes visuais, além de um deleite para o leitor que se interessa por fotografia e arte, estética e sensibilidade

              SAMAIN, Etienne (org)
              O Folklore
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398 / G334f / 1950 · Item · 1950
              Parte de Bibliográfico
              GENNEP, Arnold Van
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / L222f / 1985 · Item · 1985
              Parte de Bibliográfico

              A historia de Manuel Córdova-Rios, peruano, que foi sequestrado aos 15 anos de idade pelos índos Huni Kui, na selva da Amazônia, foi submetido a um treinamento intensivo com o uso da ayahuasca ou Nixi Honi Xuma., em seu espantoso relato, Córdova contou sobre visões coletivas, os segredos da natureza, a verdade das lendas e mitos indígenas, a harmonia total com o ambiente da floresta a capacidade de ver à distância e conhecer o futuro, o conhecimento profundo sobre as plantas e animais, o saber dos ancestrais

              LAMB, F. Bruce
              O Extremo Oeste
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H722e / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              A conquista do oeste de São Paulo e Mato Grosso nos séculos XVIII e XIX geralmente é abordada como uma aventura de heróis desbravadores, de valentes soldados do Rei. Em O Extremo Oeste, o desgastado tom romanceado cede lugar à análise do fator histórico principal - o combate do imigrante europeu para sobreviver e adaptar-se ao sertão inóspito

              Holanda, Sérgio Buarque de
              O Estado e os índios: Goiás, 1850-1889.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817.3=1-82) / R672e / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              O livro estuda a política indigenista, contextualizada na realidade política, social e econômica da segunda metade do século XIX, época de importantes modificações socioeconômicas e jurídico-políticas no país. Os aldeamentos oficiais são analisados tanto como proposta de política indigenista quanto como instituição, cuja organização e funcionamento refletem especificidades da Igreja Católica. Destaca-se, ainda, o papel dos presídios militares, construídos ao longo das visa navegáveis como forma de afastar os índios das áreas de interesse dos brancos

              ROCHA, Leandro Mendes
              O Estado e as políticas territóriais do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / C837 / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Examina a política pública para as estruturas territoriais do país. O autor estuda a geopolítica portuguesa no Brasil, estratégias de ocupação e domínio adotadas e o quadro territorial e político no contexto da Independência, examinando desde as revoltas provincianas (Cabanagem, Sabinada, Farroupilha) até a consolidação do Estado Nacional

              COSTA, Wanderley Messias da