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              História dos índios do Piauí
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(812/813) / D541h / 2010 · Pièce · 2010
              Fait partie de Bibliográfico

              O livro I se intitula Narrativas Precursoras e é uma homenagem aos primeiros escritores, estudiosos e pesquisadores sobre a história dos índios do Piauí. Cada um deles traz uma mensagem, uma informação e a demonstração da falta que os estudos sobre esta parte de nossa história causam na formação da sociedade. São relatos às vezes repetidos e contraditórios no tratamento dado aos poucos nativos, no entanto as autoras falam da importância de mostrar estas primeiras incursões.; O Livro II tem o título de Memória escondida: estudos e fontes. Neste há a tentativa de retirar dos escombros uma documentação muito pouco conhecida até mesmo por historiadores piauienses, como as pesquisas do incansável advogado Reginaldo Miranda que vai ao fundo dos arquivos para recuperar fontes como devassas que mostram a crueza da colonização; ou da historiadora Ana Stela Oliveira, que defendeu uma tese de doutorado na qual estuda os conflitos entre colonizadores, religiosos e nativos no sudeste do Piauí e que apresenta um raro documento como o Diário de um dos maiores predadores de índios do Piauí.; O Livro III "A guerra da colonização e os vestígios que ainda resistem" enfoca sob vários ângulos, como se deu esta guerra, conhecida pela historiografia como guerra de extermínio e que foi denominada de guerra da colonização porque ela traduz o que realmente aconteceu na época da colonização das terras onde é hoje o Piauí: uma guerra de extermínio durante a colonização

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              Etnologia-Antropologia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39 / L122e / 2008 · Pièce · 2008
              Fait partie de Bibliográfico

              Trata-se de um texto introdutório à antropologia, extremamente atual, próprio ao mundo da globalização dos anos 90. Sua amplidão, que abrange análise das sociedades humanas desde a África Equatorial da Europa até a Oceania e América Latina, forma um roteiro muito acessível tanto para alunos e estudiosos da área e áreas afins como para o grande público

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              O que é Positivismo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-165.731.9 / R484p / 1994 · Pièce · 1994
              Fait partie de Bibliográfico

              O século XIX e a França são os dois marcos do positivismo, nome com que foi batizado o pensamento filosófico de Augusto Comte-, que pregava a implantação de um Estado, autoritário como a única via para o desenvolvimento de uma sociedade e para a construção de uma ordem social harmônica. Esta pensamento polêmico difundiu-se rapidamente na Europa e logo alcançou o Brasil, onde influenciou decisivamente os pensadores republicanos

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.531 / W414n / 1984 · Pièce · 1984
              Fait partie de Bibliográfico

              Quando da divisão do Brasil em capitanias hereditárias, o território fluminense fazia parte de duas capitanias.; Com o passar do tempo, as capitanias tornaram-se capitanias; reais, por pertencerem ao Rei. A partir de 1821 a denominação; passou a ser Província até o advento da República, com o título de Estado. Em 1834 a Província do Rio de Janeiro cedeu parte de seu território, que passou a ser o Município Neutro ou Município da Corte que, com a República, tornou-se o Distrito Federal e posteriormente Estado da Guanabara. Em julho de 1974 houve a fusão dos Estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, no governo presidencial de Ernesto Geisel, e em março de 1975 a fusão foi efetivada. Os atos resultaram na morte da velha Província Fluminense. Mas sua memória pode ser revivida como antiga capital do Estado do Rio de Janeiro, com origem ligada ao índio Araribóia (cobra feroz). Este recebeu em 1573 as terras então conhecidas como as “barreiras vermelhas”, à margem leste da Baía da Guanabara, em pagamento pela sua participação nas lutas contra os franceses e os índios aliados a estes, ajudando, pois, a Coroa Portuguesa. O aldeamento dos índios, com o passar dos anos, transformou-se em povoado, depois em vila e finalmente com foros de cidade. O Sítio e Povoação de São Domingos da Praia Grande, com uma população superior a 13.000 habitantes, em 1819, foi promovido em maio desse mesmo ano, por força do Alvará de D. João VI, com a denominação Vila Real da Praia Grande. E, em março de 1835, a Vila foi designada como capital da Província do Rio de Janeiro e, dias depois, a Vila Real da Praia Grande foi elevada à categoria de cidade, com o nome de Niterói, que significa água escondida ou rio de água fria. Em razão dos; problemas surgidos com os combates entre florianistas e saldanhistas durante a Revolta da Armada, levantada em setembro de 1893, e a tentativa da tomada da cidade de Niterói pelos revoltosos, a cidade deixou de ser a capital do Estado do Rio de Janeiro, em fevereiro de 1894, passando a cidade de Petrópolis a ter tal privilégio. Depois de muitas manifestações políticas, somente em junho de 1903 é que Niterói retornou à sua condição de capital

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-326(81=1-82) / C331i / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico

              Esta obra busca revisitar e reconstruir, através de estudos etnográficos, as categorias Índio e Caboclo, em diferentes campos semânticos, tendo como ponto de partida as suas contribuições na formação da nação brasileira. Através de artigos, faz uma retomada de dados históricos para estabelecer a distinção entre os índios e os caboclos, em seus principais pontos, sem deixar de lado seus papéis no candomblé

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.253 / L345a / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico

              Os estoques informacionais, quando organizados, assumem maior dimensão qualitativa e permitem sua utilização como fonte de informação para diferentes propósitos. O presente livro aborda a trajetória do acervo acumulado pela Comissão Rondon, hoje sob a guarda do Museu do Índio - FUNAI e faz um histórico das inúmeras expedições organizadas sob a égide de Cândido Rondon para contextualizar e recuperar a proveniência desses documentos. Princípios teórico-metodológicos da Ciência da Informação e da Arquivologia são adotados para o tratamento do Fundo Comissão Rondon, com vista ao estabelecimento de um plano de arranjo baseado no princípio da proveniência de forma a organizar os documentos fotográficos e filmicos. Esse conjunto documental assim analisado agregou valor ao estoque de informação, potencializando-o como fonte de informação e facilitou a recuperação das informações nele contidas

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-783Maxakali / T915c / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico

              Os Maxakali ou Tikm'un, como se autodenominam, são um povo cujas história e vivência podem ser resumidas em uma palavra: resistência. É raro vermos uma exposição sobre os Tikmu'un, mais raro ainda, ouvirmos seus cantos e vê-los tão orgulhosamente dançar com seus espíritos

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              Memória do cinema em Mato Grosso
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-771.531(817) / B732c vol.1 / 2008 · Pièce · 2008
              Fait partie de Bibliográfico

              Esta coletânea é publicada no momento em que se comemora os 100 anos do cinema em Mato Grosso. Resgata no Volume 1 , sob a ótica da imprensa, a trajetória do cinema nos atuais estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, de 1888 a 1970. O volume 2 é um inventario das contribuições do cineasta sueco Arne Sucksdorff para o cinema europeu e brasileiro a partir dos irrequietos anos 1960. O volume 3 encerra a coletânea com informações preciosas: a filmografia de filmes produzidos, exibidos, exibidos e noticiados no Estado de 1900 a 1970. Trata-se, portanto de uma obra de referência com importante contribuição para pesquisadores de todas as áreas

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              Mito do cinema em Mato Grosso
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-771.531(817) / B732c vol.2 / 2008 · Pièce · 2008
              Fait partie de Bibliográfico

              Esta coletânea é publicada no momento em que se comemora os 100 anos do cinema em Mato Grosso. Resgata no Volume 1 , sob a ótica da imprensa, a trajetória do cinema nos atuais estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, de 1888 a 1970. O volume 2 é um inventario das contribuições do cineasta sueco Arne Sucksdorff para o cinema europeu e brasileiro a partir dos irrequietos anos 1960. O volume 3 encerra a coletânea com informações preciosas: a filmografia de filmes produzidos, exibidos, exibidos e noticiados no Estado de 1900 a 1970. Trata-se, portanto de uma obra de referência com importante contribuição para pesquisadores de todas as áreas

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-341.485 / V795 2008 / 2008 · Pièce · 2008
              Fait partie de Bibliográfico

              A publicação aborda a violência praticada contra o patrimônio indígena, como os conflitos territoriais, danos ambientais e a violência praticada contra os indivíduos. Outro tema abordado pelo relatório são as violências decorrentes da omissão do poder público, como os suicídios e a desassistência à saúde indígena. O capítulo final do relatório apresenta dados sobre ameaças a povos indígenas isolados, de pouco contato com o homem branco que vivem na Amazônia; Em 2008, o Cimi registrou 68 mortes de indígenas como conseqüência de desassistência à saúde. Estes dados referem-se aos estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Maranhão

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              Marãiwatsédé: terra de Esperança.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Xavante / M298 / 2012 · Pièce · 2012
              Fait partie de Bibliográfico

              Em 2012, as promessas para devolução do território tradicional do povo indígena Xavante de Marãiwatsede completam duas décadas. Desde 1992, o governo brasileiro afirma que a terra, de onde os indígenas foram retirados à força em 1966, deve ser plenamente ocupada pelos seus verdadeiros e legitimos donos. Mas até hoje eles continuam sofrendo graves ameaças à sua integridade física, cultural e territorial, enquanto burocracias emperram o processo de retirada dos ocupantes não-índios da Terra Indígena Marãwatsede (MT)

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              Cultura Kamaiurá
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-397(81=1-82) / J95c / 2008 · Pièce · 2008
              Fait partie de Bibliográfico

              A obra apresenta um registro das representações da cultura Kamiurá, enfocando principalmente a pintura corporal

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              Segurança de acervos culturais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-069.6 / S456 / 2012 · Pièce · 2012
              Fait partie de Bibliográfico

              Com esta edição o MAST oferece mais uma obra voltada à produção de conhecimento na área de preservação e segurança do patrimônio cultural

              Amazônia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / F893a / 1986 · Pièce · 1986
              Fait partie de Bibliográfico
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              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico
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              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico
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              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico
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              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico
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              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico
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              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico
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              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico
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              Kuaray I Jacy
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / S586k / 2012 · Pièce · 2012
              Fait partie de Bibliográfico
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              Hopi journal
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.95 / C726 v23 t2 / 1936 · Pièce · 1936
              Fait partie de Bibliográfico
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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kaingang / V533a / 2006 · Pièce · 2006
              Fait partie de Bibliográfico

              O título desse livro homenageia o clássico trabalho de Egon Schaden, Aspectos Fundamentais da Cultura Guarani, publicado há meio século (1954). Como a obra de Schaden, o livro da antropóloga Juracilda Veiga também cumpre a tarefa de permitir ao leitor um panorama quase completo de uma sociedade indígena. Tratando – com profundidade e clareza – da questão da organização social Kaingang, o texto de Juracilda não deixa de apresentar ao leitor aspectos do funcionamento cotidiano dessa importante sociedade indígena no Brasil. Essa obra reúne o rigor metodológico da Antropologia ao sabor das etnografias produzidas no contato bastante íntimo com a comunidade indígena. A autora ainda brinda o leitor com informação histórica e bibliográfica, e apresenta, em detalhes, o ritual Kaingang para os mortos, a festa do Kikikoi

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.8(811.3) / G234c / 2009 · Pièce · 2009
              Fait partie de Bibliográfico

              O volume é resultado de uma pesquisa realizada, entre 2005 e 2007, por cientistas e lideranças femininas indígenas. O objetivo é promover a soberania alimentar das populações nativas que vivem no município de S. Gabriel da Cachoeira, na região conhecida como Alto Rio Negro, na Amazônia Brasileira; Mais que trazer receitas culinárias tradicionais, o livro apresenta as vivências cotidianas, as articulações micropolíticas, os valores e os símbolos propiciados e propiciadores desta comida tradicional indígena

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              Os Kaingang de São Paulo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(815.6)Kaingang / M278k / 2006 · Pièce · 2006
              Fait partie de Bibliográfico

              Os Kaingang do oeste paulista foram os últimos grupos desse povo a estabelecer relações pacíficas com a sociedade brasileira, um século depois do primeiro “aldeamento” em Guarapuava (PR). Em março de 1912, depois de anos de perseguição e pressões de todo tipo, os Kaingang aceitaram o contato pacífico, em que se empenhavam os funcionários do SPI; Foi com esses Kaingang que Henrich Manizer teve contato, menos de dois anos depois, e sobre os quais escreveu essa preciosa etnografia. Apesar das relações estabelecidas, havia grande temor do SPI por qualquer mal entendido que pusesse a perder os esforços de aproximação. Isso é o que revela o texto de Manizer que é, também, um raro registro do cotidiano de um estabelecimento indigenista oficial nos primeiros anos de “contato” com um grupo indígena

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