Karajá
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Conto de histórias tradicionais do povo Karajá
Povo Iny da Aldeia FontouraMaterial multimídia contendo Vocabulário Básico de Línguas Indígenas do Brasil que reúne informações sobre 10 povos indígenas do Brasil. Diversas informações são disponibilizadas: língua, localização, população, organização social e política, cosmologia e
Time de futebol dos índios Karajá no Posto Redenção Indígena
A conquista da Amazônia - Nelson Rockefeller e o Evangelismo na Idade do Petróleo. Durante aproximadamente quatro décadas, dois homens, cada um movido por um interesse, dedicaram-se a uma das mais complexas e espetaculares empreitadas de todos os tempos - conquistar a Amazônia. Nelson Rockfeller, herdeiro de um império petrolífero, e Cameron Townsend, um líder protestante visionário, uniram recursos e estratégias para combater o comunismo que se espalhava pela América Latina e evangelizar as populações indígenas. Por trás do esforço de ambos, formou-se uma rede de interesses políticos e econômicos que resultou num dos episódios mais escandalosos da política imperialista americana, com ataques à natureza, patrocínio de ditaduras, genocídios, exploração predatória de riquezas naturais e espionagem
Colby, GerardMaterial didático para alfabetização do povo indígena Karajá
Wahuká Karajá (Sinvaldo Oliveira)Imagem de mulheres Karajá modelando boneca de barro características daquele povo. O CD apresenta todo o processo de produção, modelagem, queima e pintura das peças. O registro fazia parte do projeto de montagem da exposição "Ritxoko: retratos cerâmicos da
Livro contendo seis artigos tendo como eixo central a boneca cerâmica Karajá
Silva, Telma Camargo da (organizadora)Imagem de mulher Karajá modelando uma boneca de barro característica daquele povo e narrando o mito do namoro da mulher Karajá com o Jacaré. O registro fazia parte do projeto de montagem da exposição "Ritxoko: retratos cerâmicos da vida Iny" inaugurada em
Informação do relatório: RELATÓRIO - 8 Inspetoria Regional, apresenta o relatório anual referente ao exercício de 1946 e um plano de trabalho e organisação, com estimativa e justificação, para o exercício de 1947. - Inspetor Alisio de Carvalho - 25 de jan. 1947; Legenda da foto: "No P.I.N. "Carajás do Norte" abastecendo-se"; Descrição da foto: Rio próximo ao Posto Indígena de Nacionalização Carajás do Norte
O trabalho de dissertação pretende fazer um estudo etnográfico acerca dos Karajá
JACOBS, Lydie Oiara BonillaFaixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]
AYTAI, DesidérioInformação do relatório: Relatório referente a viagem ao Araguaia de 1955; Legenda da foto: "Praia de Mato Verde"; Descrição da foto: Praia de Mato Verde dos índios Karajá
Informação do relatório: Relatório referente a viagem ao Araguaia de 1955; Legenda da foto: "As belas praias"; Descrição da foto: Praia dos índios Karajá
Informação do relatório: Relatório do Serviço de Protecção aos índios no Estado de Goyaz relativo ao ano de 1929 - 2 volume. Documentação Photográphica; Legenda da foto: Posto Redempção Indígena. Pomar, vendo-se, ao centro, um menino carajá, alumno da Escola Profissional; Descrição da foto: Criança Karajá carregando arco e flecha em plantação de abacaxis
Informação do relatório: Relatório do Serviço de Protecção aos índios no Estado de Goyaz relativo ao ano de 1929 - 2 volume. Documentação Photográphica; Legenda da foto: Posto Redempção Indígena. Outro aspecto dos mesmos funeraes; Descrição da foto: Homens e crianças no funeral de índio Karajá
Informação do relatório: Relatório do Serviço de Protecção aos índios no Estado de Goyaz relativo ao ano de 1929 - 2 volume. Documentação Photográphica; Legenda da foto: Meninos carajás preparando-se para desportos; Descrição da foto: Crianças Karajá em barco no rio com bola
Informação do relatório: Relatório do Serviço de Protecção aos índios no Estado de Goyaz relativo ao ano de 1929 - 2 volume. Documentação Photográphica; Legenda da foto: Posto Redempção Indígena. Funeraes de um índio Carajá, victimado por grippe; Descrição da foto: Homens carregando corpo de índio Karajá morto de gripe
Informação do relatório: Relatório do Serviço de Protecção aos índios no Estado de Goyaz relativo ao ano de 1929 - 2 volume. Documentação Photográphica; Legenda da foto: Posto Redempção Indígena. Outro aspecto dos funeraes; Descrição da foto: Homens e crianças no funeral de índio Karajá
Informação do relatório: Relatório do Serviço de Protecção aos índios no Estado de Goyaz relativo ao ano de 1929 - 2 volume. Documentação Photográphica; Legenda da foto: Posto Redempção Indígena. Outro aspecto dos funeraes; Descrição da foto: Homens e crianças no funeral de índio Karajá
Legenda da foto: "Sede do Posto Indígena Getúlio Vargas"; Descrição da foto: Sede do Posto Indígena Getúlio Vargas fotografado por Nilo Oliveira Vellozo
VELLOZO, Nilo OliveiraInformação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Vista do Posto Gaviões (Rio Tocantins)"; Descrição da foto: Vista aérea do Posto Indígena Gaviões
Informação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Vista do Posto Gaviões (Rio Tocantins)"; Descrição da foto: Vista do Posto Indígena Gaviões
Vista de uma plantação pertencente aos índios Karajá
FORTHMANN, HeinzVista de uma plantação pertencente aos índios Karajá
FORTHMANN, HeinzVisa colaborar para melhor conhecimento dos silvícolas devido a pobreza de trabalho e estudos publicados sobre a antropologia física dos brasilíndios em contraposição à literatura existente sobre a antropologia cultural
BELLIZI, Ataliba MacieiraCaracteriza os Karajá e os Kayapó quanto às medidas, às correlaçOes, aos índices cefálicos e de altura, entre outros
RAMALHO, J. PereiraCom observações feitas em campo nos anos de 1966, 1968 e 1969, o autor examina os efeitos do contato indio/branco entre so Karaja, num estudo sério e muito bem documentado, particularmente sobre a atuação do então SPI
TAVENER, Christopher GInformação do relatório: RELATÓRIO - 8 Inspetoria Regional, apresenta o relatório anual referente ao exercício de 1946 e um plano de trabalho e organisação, com estimativa e justificação, para o exercício de 1947. - Inspetor Alisio de Carvalho - 25 de jan. 1947; Legenda da foto: "Pintados e Piraráras - uma das bases de alimentação do CArajás e habitantes ribeirinhos"; Descrição da foto: Espécies de peixes consumidos pelos índios Karajá e pela população ribeirinha
Informação do relatório: RELATÓRIO - 8 Inspetoria Regional, apresenta o relatório anual referente ao exercício de 1946 e um plano de trabalho e organisação, com estimativa e justificação, para o exercício de 1947. - Inspetor Alisio de Carvalho - 25 de jan. 1947; Legenda da foto: "Pintados e Piraráras - uma das bases de alimentação do CArajás e habitantes ribeirinhos"; Descrição da foto: Espécies de peixes consumidos pelos índios Karajá e pela população ribeirinha
Catálogo da exposição realizada entre os dias 19 de setembro a 25 de novembro de 2018
Catálogo da Exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro: a celebração viva da cultura dos povos realizada na Caixa Cultural Fortaleza entre os dias 21 de agosto a 26 de outubro de 2014
Catálogo da Exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro: a celebração viva da cultura dos povos realizada na Caixa Cultural Salvador entre os dias 18 de dezembro de 2014 a 8 de fevereiro de 2015
O médico-botânico da equipe, Othon Machado, em frente a uma barraca em Aruanã, na aldeia Karajá
BENTO, Amaury CorreaO médico-botânico da equipe, Othon Machado, em frente a uma barraca em Aruanã, na aldeia Karajá
BENTO, Amaury CorreaCartilha educativa sobre as crianças indígenas do Brasil produzida pela Artíndia-COART para a semana da criança de 1987 e com ilustrações de Olimpio Cruz
FUNAIDocumentário produzido pelo S.P.I. durante a viagem de inspeção aos postos indígenas no Rio Araguaia e Rio das Mortes. A equipe com etnólogos, médicos e engenheiros foi incumbida de fazer o levantamento da situação dos índios Karajá e propor melhorias para as condições de vida desta população. Os índios Karajá aparecem dançando, lutando e executando os afazeres domésticos. Vistas gerais das cidades de Goiânia e Aruanã. Assistência médica. Viagem a Ilha do Bananal. A equipe encontra ainda grupos de índios Karajá em aldeamentos temporários ao longo da descida do Rio Araguaia. Posto Indígena Getulio Vargas
FORTHMANN, HeinzO índio Kukrã Kaingang e Arquimedes Xavante, fazem uma visita a exposição explicando o que está exposto, as peças etnográficas e a exposição fotográfica sobre os índios Karajá, da Ilha do Bananal, no Estado de Goiás. Os Karajá com pintura corporal, a sala
KUKRÃ KAINGANGO livro estuda a política indigenista, contextualizada na realidade política, social e econômica da segunda metade do século XIX, época de importantes modificações socioeconômicas e jurídico-políticas no país. Os aldeamentos oficiais são analisados tanto como proposta de política indigenista quanto como instituição, cuja organização e funcionamento refletem especificidades da Igreja Católica. Destaca-se, ainda, o papel dos presídios militares, construídos ao longo das visa navegáveis como forma de afastar os índios das áreas de interesse dos brancos
ROCHA, Leandro MendesEste estudo sobre a memória de antigos pioneiros da “marcha para o Oeste” e da rede de pessoas inseridas no evento da Expedição Roncador-Xingu (1943) acaba por revelar os lugares os lugares da memória que “falam” de ser e de pertencer a cidades brasileiras; Uma pesquisa de campo, “de fôlego”, etnografa a dramaticidade do processo civilizatório brasileiro sob a batuta de Getúlio Vargas. Tecendo os fios da memória, o autor descreve sobre a domesticação do tempo e espaço a partir do projeto de colonização das regiões do Brasil Central e Ocidental levados a termo pela Fundação Brasil Central (FBC); Pelas interpretações de práticas sociais de antigos pioneiros, descendentes, índios Karajá, intelectuais, os diferentes personagens que viveram essa experiência vão expressando suas múltiplas vozes, tornando visível a trama de um projeto coletivo. Inferindo a existência de uma memória coletiva, os narradores vão delineando uma variedade de fatores, entrelaçados pelo autor, para compreendermos o processo de construção de uma história local, regional e nacional
LIMA FILHO, Manuel Ferreira