Aculturação
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Escrito originalmente para uma coleção espanhola, este livro foi atualizado e oferece uma ampla abordagem da experiência portuguesa no Brasil durante o século XVI. No que diz respeito à história dos índios, é útil para visualizar o contexto mais amplo da presença indígena nesse período
COUTO, JorgeQuarto volume de uma série de obras dedicadas à investigação do imaginário colonial, este livro tem como foco central as imagens - pensadas como instrumentos fundamentais de dominação. A guerra das imagens - no palco do México colonial - eclode no século XV, com a chegada de Colombo, e se estende pelos séculos seguintes, mobilizando diversos atores - europeus, índios, mestiços, entre outros - e distintas estratégias de domínio. Uma profusão de imagens chega ao México com os primeiros europeus, na tentativa de impor uma nova ordem visual e de monopolizar a representação do sagrado. É nesse momento de difusão do catolicismo e de ascensão da autoridade espiscopal que se desenvolve um grande conjunto de imagens barrocas - imagens religiosas convencionais, mas que incorporam elementos de devoção popular. Além de examinar os códigos visuais impostos pelos colonizadores e a recepção das imagens cristãs por índios e mestiços, a análise reflete sobre as reverberações da imagística colonial na guerra de Independência, no México pós-revolucionário - representado pelo muralismo pictórico - e, modernamente, na expansão da televisão comercial mexicana
GRUZINSKI, SergeRoberto da Matta comenta o mito Aukê, que aborda o surgimento do homem branco sobre o ponto de vista indígena. Relato do mito com cenas de desenhos Krahô recolhidos por Júlio Cesar Melatti. Durante o relato comentado do próprio antrópologo há a inserção d
CALDEIRA, OswaldoExamina as relaçOes entre os índios Mundurucu e a sociedade brasileira durante o período dos dois últimos séculos. Descreve a conquista e a colonização que os portugueses fizeram e as relaçOes entre índios, colonizados e missionários
LEOPOLDI, José SávioEles eram os donos da terra. Os Kayapó decidiram tomar conta do próprio destino, através da exploração do ouro e da madeira de suas terras, e estão ficando ricos, virando empresários. Imagens de florestas e rio. Índios Kayapó se pintando e dançando. Vista
Grupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldGrupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldGrupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldGrupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldGrupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldGrupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldGrupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldGrupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldGrupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldGrupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldGrupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldGrupo de pessoas assistindo à missa em frente à igreja, composto por funcionários do posto e índios Terena
SCHULTZ, HaraldComo base em relatos autênticos sobre os primeiros contatos entre tribos isoladas e a civilização branca, Carlos R. Brandão analisa as conseqüentes modificações sofridas pelas sociedades indígenas, além de descrever as formais culturais de resistência criadas contra a formas culturais de resistência criadas contra a dissolução de suas crenças e costumes. Um minucioso levantamento antropológico da situação das populações indígenas no Brasil onde o autor trata de temas fundamentais como etnia e identidade étnica. Com isso agita a consciência do leitor e o convida a rever sua própria identidade, bem como as do diferentes grupos sociais, construídas ao longo da história
BRANDÃO, Carlos RodriguesApresenta um estudo da obra do antropólogo Eduardo Galvão
SILVA, Orlando SampaioO núcleo de análise deste livro reside nas questões da identidade e da noção da pessoa a partir de uma abordagem antropológica. Ao delimitar estas questões no caso específico da sociedade Bororo, a autora introduz um material muito rico sobre a história das missões salesianas e sobre a história da etnologia. É de particular interesse a reprodução e análise de fotografias tiradas nas aldeias, não apenas aquelas feitas pelos missionários na primeira metade do século XX, como também as da autora, nas décadas de 1970 e 80
NOVAES, Sylvia CaiubyUm estudo cientifico rigoroso e uma denúncia vigorosa do drama indígena brasileiro. Escrito com base em sua experiência de dez anos de observação direta da vida indígena, metade deles vividos em aldeias da Amazônia do Brasil Central. Outras fontes desta obra são os arquivos do SPI. Reconstitui e explica a história recente dos índios do Brasil
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)Um estudo cientifico rigoroso e uma denúncia vigorosa do drama indígena brasileiro. Escrito com base em sua experiência de dez anos de observação direta da vida indígena, metade deles vividos em aldeias da Amazônia do Brasil Central. Outras fontes desta obra são os arquivos do SPI. Reconstitui e explica a história recente dos índios do Brasil
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)